JESUS, eu reconheço que sou um pecador, e me arrependo de todo o meu coração! O Senhor morreu na Cruz do Calvário em meu lugar, perdoou os meus pecados, e me deu a vida eterna com o Senhor! Eu não mereço tão grande amor e salvação, mas aceito o Seu sacrifício por mim! O Senhor é o meu único e suficiente Salvador, e convido-o a fazer morada em meu coração! Peço ao Espírito Santo de Deus que venha dirigir a minha vida, o meu falar, pensar, agir e sentir,...durante todos os dias da minha vida!
30.6.13
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29.6.13
24.6.13
17.6.13
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Graça no país das maravilhas: Fotos do protesto CONTRA LULA na avenida Paulista ...: Parabéns a todos os participantes da marcha de protesto contra o governo corrupto do primeiro ministro sr LULADRÃO. Não ...
Fotos do protesto CONTRA LULA na avenida Paulista
Quarta-feira, 1 de Maio de 2013
Fotos do protesto CONTRA LULA na avenida Paulista

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12.6.13
CLOSET FULL - Por uma Sexualidade Sem Culpa: Meus direitos?
CLOSET FULL - Por uma Sexualidade Sem Culpa: Meus direitos?: Hoje é cada vez mais comum homossexuais revindicarem direitos, direitos esses que em suas cabeças devem acontecer simplesmente por serem ...
9.6.13
Marta Suplicy processada por contratar ong sem licitação
Fonte: http://meandrosdapolitica.com.br/wp/?p=1995
Chora “d. Marta Suplicy”, mas explique a contratação de sua ong sem licitação quando foi prefeita…
Escrito por Rodini Netto em Meandros da Política.

Ré no STF, futuro político de Marta Suplicy nas mãos de Lewandowski
Do blog Coluna Esplanada, no Uol.
O processo avançou em Março para a conclusão, após oitivas com depoimentos, e está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski, do STF, o futuro político da ministra da Cultura, Marta Suplicy.
Ela é ré em ação penal (nº 648), originária do Ministério Público em São Paulo. Como prefeita, Marta contratou em 2003, sem licitação, uma ONG fundada por ela em 1987 – o Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual (GTPOS), para prestar serviços de ‘capacitação e orientação’ para servidores, ao custo de R$ 1.623.481,19.
Meses depois, também sem licitação, houve adicional de R$ 2.029.357,45 para estender o “programa” aos Centro de Educação Infantil (CEI). De acordo com o MP, a ONG ainda comercializou o ‘material didático’.
A AP 648 chegou ao STF em Novembro de 2011, depois que Marta se elegeu senadora. Os procuradores ficaram curiosos não só com o destino dos valores, mas principalmente sobre como a ONG trabalhou em ‘palestras e seminários para orientação sexual’ para crianças do CEI, conforme aditivo.
Marta já emplacara a mesma GTPOS na gestão de Luiza Erundina na prefeitura, antes de ser eleita prefeita pelo PT. O contrato, no entanto, foi desfeito nas gestões seguidas de Paulo Maluf e Celso Pita.
A advogada de Marta afirma que o caso ‘nasceu de contexto absurdo e leviano de exploração política’, e que ‘confia na Justiça’. Os advogados do GTPOS preferiram não se manifestar.
20.5.13
Advogado: "casamento homossexual só no inferno" (Matheus Sathler)
Vamos divulgar este vídeo do Dr Matheus Sathler:
http://www.youtube.com/watch?v=MaUQjFWHv78&feature=share&list=LLYkb-QODgQC21F-uzO3PuXA
Maiores informações sobre o autor:
http://agirmos.blogspot.com
twitter.com/matheussathler
youtube.com/agirmos (com novas atualizações. Confira!)
http://www.facebook.com/matheus.sathler.33 (novidade!)
2 Tm 1:7 "Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio."
19.5.13
Angelina Jolie é parte de um esquema de controle muito sutil e inteligente
http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/
18.5.13
ADHT: DefesaHetero.org: CASO PR. MARCOS PEREIRA: Gravação escondida revela...
ADHT: DefesaHetero.org: CASO PR. MARCOS PEREIRA: Gravação escondida revela...: NADA FICARÁ ESCONDIDO DIANTE DOS OLHOS DE DEUS. VEJA ESTE VÍDEO. MENTIRAS DA ONG 'AFROREGAE' MOSTRADAS NESTE VÍDEO. VEJA: http:/...
7.5.13
Justiça discute competência de conselhos profissionais
COMPETÊNCIA LIMITADA
Justiça discute competência de conselhos profissionais
Conselhos profissionais, na condição de autarquias de direito público, têm competência para proceder com sanções disciplinares contra seus filiados, mas devem observar que a regulamentação da profissão é matéria de reserva legal. O entendimento é pacificado no que toca a maioria das profissões, mas, no campo da saúde mental, na área da Psicologia clínica em particular, o tema tem chegado aos tribunais em virtude de dúvidas quanto ao limite da competência dos conselhos regionais de Psicologia (CRPs) para endossar ou rejeitar novos modelos de tratamento psicoterapêutico.
Por trás da discussão está a zona cinzenta da competência dos CRPs, ou a ausência desta, para avaliar a chamada “cientificidade” de novas práticas e abordagens clínicas. Em maio de 2012, o juiz federal Marcelo Krás Borges condenou o Conselho Regional de Psicologia da 12ª Região (Santa Catarina) a se retratar por ter submetido à censura uma piscóloga catarinense que trabalhava com a técnica conhecida como “psicologia transpessoal”. O CRP-12 teve de anular um procedimento ético em que denunciava a psicóloga por fazer uso, em sua prática profissional, de “técnicas não reconhecidas” pela Psicologia.
Em fevereiro deste ano, a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região manteve a decisão monocrática em 1º grau, reconhecendo que a sanção imposta pelo conselho violou o artigo 206 e também o artigo 5º, inciso XIII, da Constiuição Federal, que dispõem sobre a liberdade de profissão e ensino.
O tema volta novamente à Justiça: desta vez, a Associação Brasileira de EMDR (uma forma de psicoterapia) moveu uma ação contra o Conselho Regional de Psicologia do Paraná, em razão da entidade ter notificado duas psicólogas filiadas e determinado posteriormente o impedimento de ambas de utilizarem, “atrelada ao seu título de psicóloga”, a prática chamada de EMDR.
O EMDR, sigla para o inglês Eye Movement Dessensitization and Reprocessing (Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares, em português), é um modelo de psicoterapia surgido nos Estados Unidos na segunda metade dos anos 1980 e voltado essencialmente para o tratamento de quadros de trauma psicológico. Utilizado em casos de transtorno de estresse pós-traumático, o EMDR é considerado uma técnica de natureza neurofisiológica que conjuga práticas terapêuticas com o estímulo bilateral dos hemisférios cerebrais, visando o reprocessamento de lembranças de estresse agudo.
A prática chegou ao Brasil há mais de dez anos e, de acordo com a Associação Brasileira de EMDR, mais de mil psicólogos foram treinados e certificados para usar o método, que é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde.
No entanto, o Conselho Regional de Psicologia do Paraná determinou a suspensão de divulgações referentes à prática do EMDR via CRP-PR por entender que a prática “ainda carece de comprovações científicas de sua eficácia, e consequentemente os psicólogos ficam impedidos de utilizarem a técnica atrelada ao seu título de psicólogo”.
Em março, a Comissão de Orientação e Fiscalização do CRP paranaense convocou, para uma entrevista, as duas psicólogas filiadas que usam da técnica em sua prática clínica e divulgam o serviço por meio de um website. O motivo da entrevista era prestar esclarecimentos às psicólogas, orientá-las quanto ao uso do EMDR. Na ocasião, foi lembrado que o CRP-PR posicionou-se contrariamente ao uso do EMDR por entender que a prática carece de reconhecimento científico.
A entidade de classe evocou, para tanto, o Código de Ética do Psicólogo em seu artigo 1º, alínea "c", que dispõe sobre o “dever do psicólogo de prestar serviços psicológicos de qualidade, em condições de trabalho dignas e apropriadas à natureza desses serviços, utilizando princípios, conhecimentos e técnicas reconhecidamente fundamentados na ciência psicológica, na ética e na legislação profissional”.
O conselho determinou o prazo de 30 dias para que as terapeutas adequassem o site, a fim de desvincularem a prática de EMDR do trabalho como psicólogas.
Reserva legal“Sob o pretexto de disciplinar e fiscalizar, o CRP não pode decidir sobre as condições para o exercício regular da profissão. Isso é estabelecido por lei”, disse à revista Consultor Jurídico o advogadoRafael Amarante, que representa a associação brasileira de EMDR contra o CRP paranaense.
Na ação ajuizada na Justiça Federal do Paraná com pedido de antecipação de tutela, a associação pleiteia o reconhecimento da nulidade das exigências e proibições, “aplicadas de forma discricionária, sem a observância do devido processo legal”, de acordo com o texto da ação.
Sobre o entendimento de que o Código de Ética do Psicólogo ampara a intervenção da entidade de classe, o advogado observa que “regramentos de inferior hierarquia” não podem violar o devido princípio de reserva legal.
“Na esteira desse entendimento jurisprudencial, resta incontroverso que o CRP-PR violou o princípio da reserva legal, exorbitando do seu poder regulamentar e usurpando a competência do legislador, ao impor exigências e proibições aos (às) psicólogos(as), no tocante ao exercício da prática de EMDR, mediante procedimento administrativo eivado de nulidade, por vício de motivo, vício de forma e cerceamento de defesa”, diz a ação.
O advogado pondera também que, por mais de dez anos, a prática nunca chegou a ser questionada pelo Conselho Federal de Psicologia ou por outros CRPs . A ação questiona ainda a ausência de comunicação prévia à associação de EMDR e a seus membros, permitindo, assim, que os responsáveis tomassem conhecimento do procedimento administrativo. O que ofende, segundo os demandantes, o direito ao contraditório e à ampla defesa.
“O conselho não pode fazer esse tipo de intervenção no exercício da profissão. Cabe interferir quando for constatada uma flagrante infração ética. E, ainda assim, devem fundamentar o ato e permitir que a parte apresente seus argumentos e exerça seu direito de defesa”, disse Amarante àConJur.
Para o advogado, o conselho profissional parte de uma “premissa equivocada”, de que falta comprovação científica ao método, uma vez que a técnica adota critérios científicos reconhecidos internacionalmente. “Veja-se que a associação coleciona notícias de pesquisas, artigos e experimentos, inclusive teses de doutorado, bem como mais de duzentas referências bibliográficas [...], a sua eficácia está respaldada por critérios científicos internacionalmente aceitos”, diz a ação.
A associação de EMDR argumenta ainda que, nos Estados Unidos, a técnica é recomendada pela Associação Psiquiátrica Americana (APA) e recebeu o selo de aprovação concedido pelo Departamento de Saúde do governo federal dos EUA, por meio do Registro Nacional de Práticas e Abordagens Baseadas em Evidências (NREPP, na sigla em inglês), distinção concedida apenas a técnicas que gozem de comprovado respaldo científico.
LegitimidadePara o professor de Direito e filosofia jurídica, o advogado constitucionalista João Antonio Wiegerinck, como os conselhos profissionais não são órgãos técnicos, cabem a estes, quando há dúvida em relação à legitimidade de um procedimento, solicitar pareceres de um corpo de peritos ou de um órgão técnico antes de procederem com sanções.
“No momento em que um conselho profissional da área da saúde começa a legislar ou a proibir o emprego de técnicas reconhecidas, já testadas ou aprovadas não temos um problema só de liberdade de profissão, mas de saúde pública”, diz Wiegerinck.
O advogado reitera a importância de entidades de classe, ao realizarem processos para apurar infrações éticas ou procederem com sanções administrativas, se aterem ao devido processo legal, sob o “risco de que se convertam em órgãos meramente políticos”. Para Wiegerinck, é preciso entender que ao conselho compete agir a partir da denúncia de prejuízo ou lesão, tendo em perspectiva o respeito ao paciente e a sua integridade.
Para o advogado constitucionalista Nestor Castilho Gomes, da Bornholdt Advogados, o fato de a regulamentação da profissão ser questão de reserva legal não significa que conselhos profissionais não possam proceder com sanções disciplinares, amparados, para tanto, em seus códigos de ética.
“A liberdade de exercício da profissão não pode abarcar qualquer prática. O profissional não está liberado para praticar qualquer coisa”, disse Gomes. “A atuação do conselho depende da previsão infraconstitucional, uma lei que estabeleça a competência do conselho profissional de vetar determinadas práticas. A lei que cria o conselho é que deve estabelecer essa competência para proceder com a intervenção. E essa intervenção deve ser constitucionalmente fundamentada e cientificamente comprovada”, observa.
O constitucionalista lembra o caso do Conselho Federal de Medicina, que vetou o tratamento antienvelhecimento, por hormônios, por entender que faltava à técnica a devida comprovação científica. “Neste caso, a intervenção foi fundamentada, salientando o risco para outros bens jurídicos, como a saúde e a própria vida”, aponta.
Castilho Gomes observa ainda que os conselhos são competentes para realizar o acompanhamento técnico e ético do exercício da profissão, mas que intervenções não fundamentadas dão margem para ações anulatórias.
Filiação ideológicaOutra fonte de preocupações para os conselhos regionais de Psicologia é a adesão de psicólogos a ideologias, tradições religiosas e práticas alheias à Psicologia como ciência. Se por um lado, cabe a fiscalização com a finalidade de zelar pela prática da profissão dentro de critérios científicos, por outro, é direito do profissional se filiar a grupos e a linhas de pensamento com fins de estudo, lazer e divulgação de ideias.
“A Constituição assegura a liberdade de associação”, observa Nestor Castilho Gomes. “Na prática clínica, o profissonal deve usar técnicas reconhecidas e não pode, digamos, comprometer sua atuação com opções ideológicas. Mas a filiação a ideologias ou a grupos é um direito fundamental. Há, por exemplo, associações de juizes espíritas. Mas o juiz deve julgar de acordo com a lei e com a técnica e não com base na doutrina que professa”, exemplifica.
O assunto, que dá margem para um amplo debate, parece frustar tanto psicólogos como os responsáveis por acompanhar e fiscalizar o exercício da profissão. Abordagens tradicionais da Psicologia, como a psicanálise, por exemplo, não gozam exatamente de respaldo científico. Por outro lado, não há uma relação definitiva de abordagens permitidas e censuradas no campo da Psicologia no Brasil. Existe, inclusive, um rol de “técnicas alternativas” que o Conselho Federal de Psicologia, por meio de resoluções, dispõe sobre o uso. A Resolução CFP 005/2002, cuida, por exemplo, da prática da acupuntura por psicólogos. A Resolução CFP 13/2000 dispõe sobre a utilização da hipnose como “técnica auxiliar”.
“O profissional tem direito de associar-se, de ter vínculos ideológicos. Do contrário, o que temos é 'patrulhismo'. Uma coisa é fiscalizar a atuação do psicólogo no consultório, outra é não permitir que ele se filie a grupos com quem compartilhe uma visão de mundo ou mesmo uma fé”, observa o advogado João Wiegerinck.
Até a publicação desta reportagem, o Conselho Regional de Psicologia do Paraná não havia respondido a solicitação da ConJur para uma entrevista.
Rafael Baliardo é repórter da revista Consultor Jurídico em Brasília.
Revista Consultor Jurídico, 25 de abril de 2013
6.5.13
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1.5.13
URGENTE: Projeto de Lei NOCIVO à FAMÍLIA, crianças e adolescentes!
Governo do Estado do Rio de Janeiro privilegia
SODOMITAS, colocando em risco nossas crianças!
O poder executivo do Estado do Rio de Janeiro pede urgência na votação
do PL 2054/2013, uma versão do PLC 122/2006 (tramita no Senado Federal), punindo toda manifestação contrária às de
pessoas que, em resumo, praticam a
“pegação” pública com outras do mesmo sexo.
Envie e-mails para os deputados estaduais pedindo para dizerem NÃO ao
PL 2054/2013 – a relação encontra-se no final desta mensagem.
O QUE VEM OCORRENDO NO CONGRESSO NACIONAL E NO MUNICÍPIO DE NITERÓI-RJ:
Os ativistas do movimento
gaysista já reivindicam direitos sexuais para as crianças. Em Niterói – RJ
temos vereadores gaysistas que querem impor nas escolas educação para liberar a
sodomia entre nossas crianças.
O povo de Niterói e de todo o
Estado do Rio de Janeiro precisa passar no gabinete dos vereadores e dos
deputados estaduais e pedir para eles não aprovarem projetos de leis que
favoreçam o movimento gaysista, pois a meta deles, agora, é alcançar as nossas
crianças!
O QUE VEM OCORRENDO EM TODAS AS NAÇÕES:
Ativistas gays criam leis para
perseguirem profissionais sérios e qualquer cidadão que se manifeste
contrariamente aos seus projetos. No Brasil, criaram a Resolução 01/99 do CFP,
para prejudicar a relação terapeuta-paciente e perseguir os profissionais da
área da psicologia que apoiarem pessoas que querem deixar a atração sexual por
outras do mesmo sexo. Nos EUA, Mark Regnerus, professor de sociologia e
cientista social, vem sendo perseguido por seus estudos que valoriza a família tradicional. A mídia brasileira, assim como a
americana, em sua maioria, está conivente com o movimento gaysista e apresenta
notícias distorcidas, para denegrir a
imagem de profissionais sérios e enganar o povo, favorecendo o movimento
gay, que está politicamente organizado
em todo o mundo, cujas finalidades são puramente econômicas!
CONCLUSÃO:
O cidadão do Estado do Rio de Janeiro é inteligente e já percebeu que o
negócio do governador do nosso Estado é colocar mais $ no bolso, em detrimento
das famílias, das crianças e dos adolescentes.
Por tudo isso, escreva sua
mensagem aos Deputados, podendo seguir o modelo abaixo:
Assunto:
DIGA NÃO AO PL 2054/2013
No
corpo do e-mail:
Exmos. Senhores Deputados do
Estado do Rio de Janeiro,
Eu e minha família
solicitamos a Vossa Excelência que NÃO aprove o PL 2054/2013 que dá privilégios ao
movimento gay, em detrimento das famílias do Estado do Rio de Janeiro,
colocando em risco social as nossas crianças e adolescentes!
Não mais votaremos no Sergio
Cabral para qualquer cargo público e nem nos deputados estaduais que disserem
sim a este projeto de lei.
Atenciosamente,
(escreva seu nome e o que
mais desejar)
Acompanhe este projeto de lei na ALERJ:
Envie e-mails para os Deputados Estaduais (preferencialmente
em dois grupos) e converse pessoalmente com eles. A entrada na ALERJ e nos
gabinetes dos deputados é livre:
alexandrecorrea@alerj.rj.gov.br;
altineucortes@alerj.rj.gov.br;
andrececiliano@alerj.rj.gov.br;
andrecorrea@alerj.rj.gov.br; armandojose@alerj.rj.gov.br; aspasiacamargo@alerj.rj.gov.br;
atilanunes@alerj.rj.gov.br; bebeto@alerj.rj.gov.br; bernardorossi@alerj.rj.gov.br; brunocorreia@alerj.rj.gov.br; carlinhosmoutinho@alerj.rj.gov.br;
chiquinhodamangueira@alerj.rj.gov.br;
cidadiogo@alerj.rj.gov.br; clarissagarotinho@alerj.rj.gov.br;
comtebittencourt@alerj.rj.gov.br;
coroneljairo@alerj.rj.gov.br;
dica@alerj.rj.gov.br; dionisiolins@alerj.rj.gov.br; domingosbrazao@alerj.rj.gov.br;
drgotardo@alerj.rj.gov.br; drjoseluiznanci@alerj.rj.gov.br;
edinofonseca@alerj.rj.gov.br;
edsonalbertassi@alerj.rj.gov.br;
enfermeirarejane@alerj.rj.gov.br;
fabiosilva@alerj.rj.gov.br; flaviobolsonaro@alerj.rj.gov.br; geraldomoreira@alerj.rj.gov.br;
geraldopudim@alerj.rj.gov.br;
gersonbergher@alerj.rj.gov.br; gilbertopalmares@alerj.rj.gov.br;
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rosenvergreis@alerj.rj.gov.br; samuelmalafaia@alerj.rj.gov.br;
samuquinha@alerj.rj.gov.br; thiagopampolha@alerj.rj.gov.br; wagnermontes@alerj.rj.gov.br;
waguinho@alerj.rj.gov.br; xandrinho@alerj.rj.gov.br
E que Deus nos abençoe a todos que trabalhamos EM DEFESA DA
FAMÍLIA BRASILEIRA, rica e abundantemente, em nome de JESUS!
Missionária Evangélica no
Congresso Nacional
Presidente da ABRACEH-ASSOCIAÇÃO
DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA
"Mas, se alguém não tem
cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do
que o infiel." (1a.
Timóteo 5:8)
Blog:
http://rozangelajustino.blogspot.com
Facebook: rozangelajustino
Twiter: rozangelaj
E-mail: rozangelajustino@gmail.com
Contribuições para o sustento
missionário: Bradesco ag 3500 c/c
25615-3
"Digno é o obreiro do seu
salário."
(1a. Timóteo 5:18)
30.4.13
27.4.13
Julio Severo: Os Perigos de um Mundo em Envelhecimento
Julio Severo: Os Perigos de um Mundo em Envelhecimento: Os Perigos de um Mundo em Envelhecimento Dr. Stefano Gennarini WASHINGTON DC, EUA, 19 de abril (C-FAM) Lobos rondam as ruas de cidade...
24.4.13
ADHT: DefesaHetero.org: ATENÇÃO PAIS: Adolescentes Pedófilos...Nossas leis...
ADHT: DefesaHetero.org: ATENÇÃO PAIS: Adolescentes Pedófilos...Nossas leis...: Fonte: http://fococristao.wordpress.com/ 1). Adolescente Pedófilo de 13 Anos Estupra Menina de 3 Anos! Posted on March 10, 2013 ...
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Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os
Fonte: imagem veiculada no facebook
Jun 14, 2012
Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os
Wendy Wright e Lisa Correnti
WASHINGTON, DC, 15 de junho (C-FAM) Um estudo pioneiro revela que filhos adultos de “pais” homossexuais e lésbicos experimentam consequências sociais, econômicas e emocionais vastamente mais negativas do que crianças criadas dentro de famílias biológicas intactas.
A qualidade do estudo do professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas, frisa as deficiências de estudos anteriores nos quais os ativistas homossexuais têm se apoiado para conceder às duplas de mesmo sexo um direito de se casar e adotar crianças.
“A alegação empírica de que não existem diferenças dignas de nota tem de ir embora”, disse Regnerus em seu estudo publicado na revista Social Science Research.
O abrangente estudo de Regnerus examina aproximadamente 3.000 filhos adultos de oito diferentes estruturas de família e os avalia dentro de 40 categorias sociais e emocionais. O estudo revela que as crianças que permanecem com famílias biológicas intactas tinham educação melhor, experimentavam maior saúde mental e física, menos experiências com drogas, menos atividade criminosa e relataram no total níveis mais elevados de felicidade.
As maiores consequências negativas foram constatadas entre filhos de mães lésbicas. Isso contradiz estudos defeituosos popularizados pelos meios de comunicação que afirmam que crianças se saem bem, ou melhores, com mães lésbicas. O estudo de Regnerus mostrou consequências negativas para esses filhos adultos em 25 de 40 categorias, inclusive índices muito mais elevados de agressão sexual (23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou um adulto, em contraste com 2% dos filhos criados por pai e mãe casados), saúde física inferior, mais depressão, mais uso de maconha e desemprego mais elevado (69% dos filhos de lares lésbicos estavam vivendo às custas de programas de assistência do governo, comparados com 17% dos filhos de pai e mãe casados).
O estudo de Regnerus desmascara um informe de 2005 da Associação Americana de Psicologia muitas vezes citado que concluiu: “Nem um único estudo constatou que filhos de pais lésbicos ou gays têm desvantagens em qualquer aspecto importante em relação aos filhos de pais heterossexuais”.
Em contraste com Regnerus, os estudos anteriores compararam filhos de pais homossexuais com filhos de famílias de padrasto e mães solteiras. Regnerus também se apoia unicamente em informações diretas de filhos adultos em vez de opiniões de seus pais.
Um segundo novo estudo confirma que os estudos que a AAP promoveu com muito elogio são inconfiáveis. Loren Marks, professor adjunto da Universidade Estadual da Louisiana, revelou que os estudos da AAP tinham dados limitados e focaram em papéis de gênero e identidades sexuais. Eles negligenciaram examinar os resultados educacionais, emprego, risco de abuso de drogas, conduta criminal ou suicídio dos filhos.
Os desacreditados estudos apoiados pela AAP têm sido usados em tentativas para impactar decisões legais internacionais.
Amicus curiae apresentado no caso E.B. versus França no Tribunal Europeu de Direitos Humanos defendeu direitos de adoção para duplas de mesmo sexo citando estudos da AAP com alegações de que não existe nenhuma evidência científica objetiva para justificar “tratamento diferente de duplas de mesmo sexo que desejam adotar porque (até onde a FIDH, ILGA-Europa, BAAF e APGL sabem) todos os estudos científicos conceituados têm mostrado que os filhos de pais lésbicos e gays não têm nada de diferente dos filhos de pais heterossexuais no que se refere a problemas emocionais e outros problemas”.
No caso Karen Atala e Filhas versus Chile no Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, um amicus curiae defendendo os “pais” lésbicos que perderam a custódia de seus filhos comentou que a Academia Americana de Pediatria (AAP) “reconhece que um volume considerável de literatura profissional fornece evidência de que os filhos com pais que são homossexuais podem ter as mesmas vantagens e as mesmas expectativas de saúde, ajuste e desenvolvimento que podem os filhos cujos pais são heterossexuais”.
Tradução: Julio Severo
A qualidade do estudo do professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas, frisa as deficiências de estudos anteriores nos quais os ativistas homossexuais têm se apoiado para conceder às duplas de mesmo sexo um direito de se casar e adotar crianças.
“A alegação empírica de que não existem diferenças dignas de nota tem de ir embora”, disse Regnerus em seu estudo publicado na revista Social Science Research.
O abrangente estudo de Regnerus examina aproximadamente 3.000 filhos adultos de oito diferentes estruturas de família e os avalia dentro de 40 categorias sociais e emocionais. O estudo revela que as crianças que permanecem com famílias biológicas intactas tinham educação melhor, experimentavam maior saúde mental e física, menos experiências com drogas, menos atividade criminosa e relataram no total níveis mais elevados de felicidade.
As maiores consequências negativas foram constatadas entre filhos de mães lésbicas. Isso contradiz estudos defeituosos popularizados pelos meios de comunicação que afirmam que crianças se saem bem, ou melhores, com mães lésbicas. O estudo de Regnerus mostrou consequências negativas para esses filhos adultos em 25 de 40 categorias, inclusive índices muito mais elevados de agressão sexual (23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou um adulto, em contraste com 2% dos filhos criados por pai e mãe casados), saúde física inferior, mais depressão, mais uso de maconha e desemprego mais elevado (69% dos filhos de lares lésbicos estavam vivendo às custas de programas de assistência do governo, comparados com 17% dos filhos de pai e mãe casados).
O estudo de Regnerus desmascara um informe de 2005 da Associação Americana de Psicologia muitas vezes citado que concluiu: “Nem um único estudo constatou que filhos de pais lésbicos ou gays têm desvantagens em qualquer aspecto importante em relação aos filhos de pais heterossexuais”.
Em contraste com Regnerus, os estudos anteriores compararam filhos de pais homossexuais com filhos de famílias de padrasto e mães solteiras. Regnerus também se apoia unicamente em informações diretas de filhos adultos em vez de opiniões de seus pais.
Um segundo novo estudo confirma que os estudos que a AAP promoveu com muito elogio são inconfiáveis. Loren Marks, professor adjunto da Universidade Estadual da Louisiana, revelou que os estudos da AAP tinham dados limitados e focaram em papéis de gênero e identidades sexuais. Eles negligenciaram examinar os resultados educacionais, emprego, risco de abuso de drogas, conduta criminal ou suicídio dos filhos.
Os desacreditados estudos apoiados pela AAP têm sido usados em tentativas para impactar decisões legais internacionais.
Amicus curiae apresentado no caso E.B. versus França no Tribunal Europeu de Direitos Humanos defendeu direitos de adoção para duplas de mesmo sexo citando estudos da AAP com alegações de que não existe nenhuma evidência científica objetiva para justificar “tratamento diferente de duplas de mesmo sexo que desejam adotar porque (até onde a FIDH, ILGA-Europa, BAAF e APGL sabem) todos os estudos científicos conceituados têm mostrado que os filhos de pais lésbicos e gays não têm nada de diferente dos filhos de pais heterossexuais no que se refere a problemas emocionais e outros problemas”.
No caso Karen Atala e Filhas versus Chile no Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, um amicus curiae defendendo os “pais” lésbicos que perderam a custódia de seus filhos comentou que a Academia Americana de Pediatria (AAP) “reconhece que um volume considerável de literatura profissional fornece evidência de que os filhos com pais que são homossexuais podem ter as mesmas vantagens e as mesmas expectativas de saúde, ajuste e desenvolvimento que podem os filhos cujos pais são heterossexuais”.
Tradução: Julio Severo
22.4.13
Evangélicos atuam forte também em assembleias
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,evangelicos-atuam-forte-tambem-em-assembleias,1023500,0.htm
Evangélicos atuam forte também em assembleias
Região Norte possui maior proporção de deputados com atuação ligada à religião
20 de abril de 2013 | 22h 14
Lourival Sant’Anna - O Estado de S. Paulo
Em quase todas as Assembleias Legislativas do Brasil, o número de deputados evangélicos cuja atuação política é marcada por sua religião é bem maior que o de católicos, revela levantamento inédito do Estado. Em todos os Estados, aqueles que se declaram católicos ainda são maioria da população.
Assim como no Congresso, que tem uma frente evangélica oficial, nas Assembleias também são os pentecostais que trazem suas convicções religiosas e morais para o topo de sua agenda. É um fenômeno relativamente novo no Brasil, que resulta de uma mobilização de diversas igrejas pentecostais – principalmente a Assembleia de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus e a do Evangelho Quadrangular – para ocupar espaço no Legislativo, na mídia e na paisagem das cidades, com seus templos espalhados pelo Brasil (e por muitos países do mundo).
Dos Estados mais ricos e populosos, o Rio de Janeiro é o que tem a maior fatia de evangélicos militantes em sua Assembleia Legislativa: 21%, próximos dos 29% de evangélicos na população. A de São Paulo também é expressiva: 11% de deputados evangélicos militantes para 24% de pessoas que se declararam evangélicas no Censo de 2010.
A região Norte é a que tem as maiores porcentagens. A Assembleia Legislativa do Acre apresenta a maior proporção de evangélicos militantes do País: 33% – exatamente a fatia de evangélicos na população. A do Amapá vem em segundo lugar: 25% dos deputados buscam o voto dos evangélicos, que são 28% da população.
Rondônia, com 17% de deputados evangélicos militantes, e Pará, com 12%, vêm atrás. Mato Grosso do Sul, Paraná, Distrito Federal, Goiás e Espírito Santo também se destacam.
Todos os Estados têm evangélicos militantes em suas Assembleias. Em contraste, em 13 parlamentos estaduais a reportagem não detectou nenhum deputado cuja fé católica seja relevante na sua atuação política. Apenas no Rio Grande do Norte e na Paraíba há a mesma proporção de evangélicos e católicos militantes: 4% e 1%, respectivamente.
Mesmo nesses casos, a desproporção é muito grande quando se compara com o contingente de fiéis nas respectivas populações: dentre os potiguares, 76% se declaram católicos e 15%, evangélicos; dos paraibanos, 77% são católicos e 15%, evangélicos. No Estado mais católico do Brasil, o Piauí, não foi identificado nenhum militante dessa fé na Assembleia, que tem 6% de evangélicos engajados politicamente – para 10% de evangélicos na população.
Desse levantamento foram excluídos os deputados protestantes e católicos cuja religião é conhecida, mas não fica explicitada na sua busca por votos nem na sua atuação parlamentar. Esses números, obtidos por meio de entrevistas com jornalistas que acompanham de perto o dia a dia das Assembleias, pesquisas nos currículos e no noticiário, não obedecem a critérios científicos.
Mas eles dão uma noção do trabalho sistemático de algumas correntes evangélicas, que se aglutinam em organizações como a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). Em suas reuniões e documentos públicos, essas entidades afirmam abertamente que seu objetivo é ampliar o número de representantes evangélicos nos legislativos municipais, estaduais e federal.
Em apenas três Assembleias – de São Paulo, do Paraná e de Pernambuco – há bancadas evangélicas oficiais, como a do Congresso Nacional. Nas outras, os deputados militantes evangélicos atuam como grupo de forma pontual. Por meio de articulações políticas mais amplas, eles conseguem resultados que transcendem seus números.
Feliciano - O exemplo mais recente da crescente atuação política dos parlamentares evangélicos foi a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Pastor da Igreja Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento, o deputado é acusado de racismo e homofobia por ter publicado declarações no Twitter sobre africanos e homossexuais.
Manifestantes protestam há mais de um mês na Câmara e em várias cidades pedindo a renúncia de Feliciano do cargo. Deputados contrários ao pastor abandonaram a comissão.
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“Já fui gay, hoje sou evangélico e pai de família”, diz convertido
Fonte: http://jornalgospelnews.com.br/2011/08/18/ja-fui-gay-hoje-sou-evangelico-e-pai-de-familia-diz-convertido/
“Já fui gay, hoje sou evangélico e pai de família”, diz convertido
agosto 18, 20112 CommentsAos 8 anos, tive certeza de que era homossexual. Enquanto meus amigos brincavam de carrinho, eu me divertia mesmo com as bonecas. Foi nessa época também que comecei a dançar imitando a cantora Gretchen. Apesar de sempre me mandar parar de dançar “sem eu nunca ter obedecido”, minha mãe não desconfiava da minha homossexualidade.
Aos 19 anos, fui com meus pais morar em Nazaré. A partir daí, passei a andar com gays e a freqüentar as casas deles. Ainda assim, minha mãe não acreditava que eu fosse homossexual.
Um dia, meu irmão disse a ela que achava que eu era gay. Um jovem que freqüentava a mesma igreja que minha mãe contou que havia me visto na casa de um rapaz gay. Nesse dia, meus pais tiveram a certeza de que eu era homossexual.
Já era madrugada quando cheguei em casa, mas minha família estava acordada, me esperando. A hora da verdade tinha chegado. Meu pai veio para cima de mim e perguntou se eu era gay. Eu disse que não. Ele começou a me bater, dizendo: &<47 aceitar="" acostumando="" amp="" assumir="" br="" com="" concordar.="" de="" depois="" dessa="" e="" eles="" foram="" gay="" homossexualidade.="" me="" mesmo="" minha="" o="" oc="" resolvi="" se="" sem="" surra="" tempo="" tiveram="" vez="" voc="">Comecei a ser chamado de Ricardete
A cada dia, eu ficava mais à vontade com meus amigos gays. Eles me apelidaram de Ricardete, nome que passei a usar no dia-a-dia. Decidi, então, transformar meu corpo. Fiz aplique no cabelo e comecei a usar onociclo injetável. Esse hormônio feminino estimula o desenvolvimento em homens de características femininas, como seios e bumbum maiores.
Assim que os meus peitos começaram a se desenvolver, passei a ir à praia de biquíni. Minha mãe insistia para que eu freqüentasse a igreja evangélica. Mas, apesar de eu sempre ter alimentado o temor a Deus, não O aceitava.
Fiz uma cirurgia para retirar os seios
Com 31 anos, resolvi cortar meu cabelo. A partir daí, comecei a me sentir estranho. Eu me olhava no espelho e ficava incomodado com o contraste entre o meu rosto masculino e meu corpo afeminado. Foi então que começou a minha transformação. Cinco dias depois de cortar o cabelo, decidi que faria uma cirurgia para retirar os seios. Como não podia arcar com os custos da operação, resolvi pedir ajuda ao então prefeito, Clóvis Figueiredo
Ele me deu um bilhete para que eu entregasse ao médico de um hospital filantrópico em Salvador. Marquei a cirurgia para 20 de agosto de 2007.
Passado o período de resguardo, retornei a Nazaré. Um amigo me visitou e quis me apresentar a cunhada dele, Débora. Eu e ela nos tornamos amigos.
Um dia, ela foi até minha casa e ficamos conversando no meu quarto. Ela me disse: “Pense em Deus, pois você é homem, Ricardo”. Mas o “inimigo” botava em minha boca que não, que eu não iria conseguir. E Débora me falou mais uma vez: “Pense em Deus e feche seus olhos”.
Então, fechei os olhos, e nós transamos. Foi a minha primeira relação sexual com uma mulher. Desde então, só me relaciono com ela.
Quando eu era gay, não conquistei nada
No dia seguinte, minha mãe nos convidou &<51 acabei="" aceitando="" aceite="" amp="" ao="" bora="" br="" chegarmos="" com="" como="" convite.="" d="" da="" de="" deus="" dio="" disse="" e="" edna.="" ela.="" ele="" esp="" est="" eu="" existe="" hoje.="" igreja="" interm="" irmos="" jovem="" l="" manifestou="" mas="" me="" n="" nico="" o="" para="" pastora="" por="" que="" queria="" qui="" rito="" salvador="" santo="" se="" seguinte:="" sua="" transformando="" um="" venha="" vida="">Ao escutar essas palavras, resolvi aceitar Deus e me converti. Ele entrou com a providência em minha vida. Quatro meses depois, eu estava casado, certo de que não me sentia mais atraído por homens.
Tanto que, hoje, meu desejo é somente pela Débora. Quando olho para o passado, eu me arrependo de tudo que vivi. Agora, estou feliz reconstruindo a minha história.
Minha mulher está à espera do nosso primeiro filho, que se chamará Sara ou Samuel. Deus me permitiu ganhar um sorteio de um cartão de crédito. Com o prêmio, comprei uma casa, uma moto e arrumei a nossa vida.
Hoje, sou uma pessoa feliz. Eu e minha esposa somos servos do Senhor. Antes, eu vivia de ilusão. É só comparar: em onze anos, eu não havia conquistado nada, e até aqueles que se diziam meus amigos se afastaram.
Agradeço a Deus pela mudança. Agora tenho tudo e valorizo cada uma das minhas conquistas. Deixei a profissão de cabeleireiro. Vivo de pequenos bicos e também da renda do prêmio que recebi do cartão.
Por Pollyanna Mattos
Com informações do site M de Mulher51>47>
Fonte: www.guiame.com.br / Jornal Gospel News
Músico mata mãe e irmão que não aceitavam sua opção sexual
Fonte: http://www.oimpacto.com.br/policia/musico-mata-mae-e-irmao-que-nao-aceitavam-sua-opcao-sexual/
Músico mata mãe e irmão que não aceitavam sua opção sexual
Alciney matou a mãe e irmão e feriu o pai, em ato bárbaro e covarde
Alciney, maníaco e assassino
Segundo relato do delegado Mariolino Brito, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), ao jornal A Crítica, de Manaus, o gay assumido Alcinei Ferreira pode ter premeditado o crime. O músico se apresentou espontaneamente na Delegacia ainda na noite de terça-feira. O pai dele foi internado no hospital, e não corre o risco de morrer.
Informações policiais indicam que Alcinei esfaqueou primeiro a mãe e em seguida o irmão mais novo. Após praticar os homicídios, esperou o pai chegar do trabalho, na frente da casa, e o atingiu na cabeça com um pé de cabra. O pai do músico ainda recebeu golpes de faca nas costas, antes de conseguir desarmar o filho.
O corpo de Maria Lita foi encontrada em um dos cômodos da residência e do irmão mais novo, embaixo da cama de um dos quartos. Em depoimento à Polícia, Sildonor disse que seu filho já havia sido submetido a tratamento no Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus.
Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) na noite de terça-feira e velados na manhã de quarta-feira, na residência da família. No local, familiares e amigos estavam assustados com a atitude do músico. Vizinhos afirmaram que ele era um bom filho e nunca levantou suspeitas de que era assassino, muito menos homossexual.
O delegado Mariolino Brito já entrou com pedido de prisão preventiva contra Alcinei Ferreira Gomes, o músico gay, pois ele representa perigo para a sociedade. A Polícia aguarda pela sentença de um juiz plantonista para encaminhar o preso para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, ainda esta semana.
Por Carlos Cruz com informações de A Crítica
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