13.9.10

DILMA ROUSSEFF E OS + DE CEM MIL DA PETROBRAS

Ata no original:
http://www2.petrobras.com.br/ri/port/InformacoesAcionistas/pdf/ATA_AGO_08abr09_port.pdf

PETROBRAS

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA PETRÓLEO BRASILEIRO S..A. - PETROBRAS, REALIZADA EM 8 DE ABRIL DE 2009 (Lavrada sob a forma de sumário, conforme facultado pelo parágrafo primeiro do artigo 130 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976). DIA, HORA E LOCAL: Assembléia realizada às 15 horas do dia 8 de abril de 2009, na sede social, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, na Avenida República do Chile, no 65.

.......... Item IV: Foram reeleitos como membros do Conselho de Administração da Companhia , na forma do voto da União, com mandato de 1 (um) ano, permitida a reeleição, a Senhora Dilma Vana Rousseff, brasileira, natural da cidade de Belo Horizonte (MG), divorciada, economista, com domicílio na Casa Civil da Presidência da República - Praça dos Três Poderes - Palácio do Planalto - 4º andar - salas 57 e 58, Brasília (DF), CEP: 70150-900, portadora da carteira de identidade nº 9017158222, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul - SSP/RS, e do CIC/CPF nº 133267246-91 e os Senhores Guido Mantega, brasileiro, natural de Gênova, Itália, casado , economista, com domicílio no Ministério da Fazenda - Esplanada dos Ministérios - Bloco P - 5º andar - Brasília (DF), CEP: 70048-900, portador da carteira de identidade nº 4135647-0, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo - SSP/SP, e do CIC/CPF nº 676840768-68; Silas RondeauCavalcante Silva, brasileiro, natural da cidade de Barra da Corda (MA), casado , engenheiro, com domicílio na S..A.U.S. - quadra 3 [WINDOWS-1252?]– lote 2 - Bloco C [WINDOWS-1252?]– Ed. Business Point - salas 308/309, Brasília (DF), CEP: 70070-934, portador da carteira de identidade nº 2040478, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de Pernambuco - SSP/PE, e do CIC/CPF nº 044.004.963- 68; José Sergio Gabriellide Azevedo, brasileiro, natural da cidade de Salvador (BA), divorciado, e conomista, com domicílio na Av. República do Chile, 65, 23º andar - Rio de Janeiro (RJ), CEP: 20031-912, portador da carteira de identidade nº 00693342-42, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia - SSP/BA, e do CIC/CPF nº 042750395-72 042750395-72 042750395-72 042750395-72 042750395-72 042750395-72 042750395-72 042750395-72 ; Francisco Roberto de Albuquerque, brasileiro, natural da cidade de São Paulo, casado, General de Exército Reformado, com domicílio na Alameda Carolina nº 594, Itu (SP), CEP: 13306-410, portador da carteira de identidade nº 022954940-7, expedida pelo Ministério do Exército e do CIC/CPF nº 351786808-63; e Luciano Galvão Coutinho, brasileiro, natural da cidade de Recife (PE), divorciado, economista, com domicílio na Av.. República do Chil e nº 100 , 19º andar, Rio de Janeiro (RJ), CEP 20031-917, portador da carteira de identidade nº 8925795, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo - SSP/SP, e do CIC/CPF nº 636831808-20.

............. ....... Item VII: Pelo voto da maioria dos acionistas presentes, em conformidade com o voto da representante da União, foi aprovada a fixação da remuneração global a ser paga aos administradores da Petrobras em R$8.266.600, 00 (oito milhões, duzentos e sessenta e seis mil e seiscentos reais), no período compreendido entre abril de 2009 e março de 2010, aí incluídos: honorários mensais, gratificação de férias, gratificação natalina (13º salário), participação nos lucros e resultados; passagens aéreas, previdência privada complementar, e auxílio moradia, nos termos do Decreto nº 3.255, de 19.11.1999, mantendo-se os honorários no mesmo valor nominal praticado no mês precedente à AGO de 2009, vedado expressamente o repasse aos respectivos honorários de quaisquer benefícios que, eventualmente, vierem a ser concedidos aos empregados da empresa, por ocasião da formalização do Acordo Coletivo de Trabalho [WINDOWS-1252?]– ACT na sua respectiva data-base de 2009;

São SEIS PESSOAS para dividirem mais de 8 MILHÕES no ano. Dá mais de CEM MIL REAIS POR MÊS para cada um! Se alguém achar que é boato... é só acessar o link abaixo:

http://www2. petrobras. com.br/ri/ port/Informacoes Acionistas/ pdf/ATA_AGO_ 08abr09_port. pdf

Ou entre diretamente no portal da Petrobrás. Vá até a página de informações aos acionistas. Procure o link para as atas das assembléias e depois selecione a do dia 08 de abril de 2009.

Agora uma pergunta: Em que condições é possível o acumulo de cargos públicos?

7.9.10

TODOS CONTRA A INIQUIDADE: http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI + 52 motivos ...

ABRACEH-ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA

"Assim diz o senhor...: eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há deus”. (Isaías 44:6)



Nos últimos meses, a ABRACEH tem sido representada em reuniões com pastores e líderes, além de conferências missionárias. Também temos nos ocupado com a organização interna da nossa associação. Devido ao cerceamento dos nossos direitos, nos preocupamos com os candidatos às eleições, pois trabalhamos para a garantia do direito a vida humana, da concepção até a morte natural, e a família, constituída segundo os princípios cristãos.


Católicos e protestantes estão juntos contra a INIQUIDADE institucionalizada em forma de LEI. Assista no youtube e divulgue amplamente a mensagem do Pastor batista Paschoal Piragine Jr: http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI . Vários pastores estão mostrando este vídeo durante as pregações em suas igrejas.

VEJA ABAIXO os 52 motivos para escolhermos candidatos provida e profamilia família, constituída segundo os princípios cristãos.

Tem gente que não gosta de política, por ser desagradável ter que se envolver numa área onde injustiças, corrupções e contradições são presenciadas a todo instante. No entanto, urge a necessidade de acompanharmos o trabalho daqueles que elegemos para nos representar em nosso país. Se os políticos se corrompem e são mantidos no poder é responsabilidade de todos nós, brasileiros e brasileiras! Precisamos nos unir e trabalhar para mudar a política da nossa nação! Não temos para onde correr, pois é na política que tudo é decidido em nossa vida: do preço do alimento à liberdade de expressão, que se encontra ameaçada. Personagens bíblicos famosos tiveram cargos políticos, tais como o Governador José do Egito, a Rainha Ester, o Rei Davi, a Juíza Débora e diversos outros. A Bíblia está cheia de relatos de líderes religiosos que ungiam os que ocupavam cargos públicos e Deus usava os profetas para falarem às nações, quando os seus dirigentes mostravam-se injustos. DEUS se preocupa com a política e com a JUSTIÇA:

“Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (Provérbios: 29:2)

Portanto, pedimos a sua paciência, além de orações, e continue a ler esta mensagem. Precisamos colocar pessoas justas para governarem a nossa nação!

Leia no final, os 52 motivos para votarmos em candidatos pró-vida e família. Vejam os Projetos de Leis que tramitam no Congresso Nacional, atualizados pelo Dr. Paulo Fernando Melo da Costa, que há mais de 20 anos vem assessorando deputados católicos e evangélicos no Congresso Nacional, agora, também, candidato. Além de votar no Dr. Paulo Fernando, 1456, precisamos fazer o possível para que sejam mantidos no Congresso Nacional, para defender a vida e a família constituída segundo os princípios cristãos, os seguintes Deputados Federais, dentre os demais da frente parlamentar evangélica e católica, que vem trabalhando para que Projetos de Leis provida família sejam aprovados e os para destruir a vida e a família, derrubados:

1) ACRE: Henrique Afonso, 4325 - http://henriqueafonso.com/ – foi punido pelo PT por defender a vida humana desde a concepção; soubemos que em sua cidade está sendo perseguido pelo seu antigo partido. Precisamos pedir aos nossos amigos do ACRE para votarem no Deputado Henrique Afonso. Ele é considerado por diversos assessores parlamentares como o melhor deputado federal provida família no Congresso Nacional – será uma perda irreparável a não reeleição do Dep Henrique Afonso;
2) SÃO PAULO: Dep Paes de Lira, 3638 - http://paesdelira.com.br/ – com o falecimento do Dep Clodovil Hernandes, o Dep Paes de Lira entrou em seu lugar; por defender a vida e família, segundo os princípios cristãos, passou a ser perseguido pelos ativistas do movimento pró-homossexualismo. Dep Paes de Lira está trabalhando para que itens da Resolução 01/99, do CFP, sejam sustados, e psicólogos possam ter liberdade científica para apoiar aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. Dep Paes de Lira tem se destacado no Congresso Nacional como um dos melhores deputados federais na atualidade! Este homem valente e corajoso, precisa ser reeleito!;
3) CEARÁ: Dep Pedro Ribeiro, nº 2223 - http://www.pastorpedroribeiro.com/ – também considerado um dos melhores Deputados Federais no Congresso Nacional, apoiador formal da ABRACEH.

Temos outros Deputados Federais que se destacam, que poderão ser observados, segundo os projetos de leis que criaram (v. abaixo). No entanto, os citados tem sido os apoiadores mais próximos da ABRACEH e de sua presidência. O Dep Paes de Lira, foi o único Deputado Federal que se pronunciou no plenário em defesa da psicóloga Rozangela Justino, quando em 2009, foi proibida de apoiar pessoas que voluntariamente desejam deixar a condição homossexual.

Nas eleições, precisamos colocar o máximo de candidatos católicos e evangélicos comprometidos com a VIDA e FAMÍLIA. Eis os novos candidatos, apoiadores formais da ABRACEH – ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA:

Rio de Janeiro:

1) Dep Federal: Walter Christie, nº 1264 - bispowaltercristie@gmail.com;
2) Dep Federal: Dori, nº 4323 – conheça os seus excelentes projetos: dori4323@gmail.com ;
3) Dep Estadual: Marcos Alípio, nº 43654 – marcosalipio@ig.com.br

Distrito Federal:
1) Deputado Distrital: Elias Castilho, nº 70.151 - elias.castilho@gmail.com ;
2) Deputado Federal: Paulo Fernando, nº 1456 – http://www.paulofernando.com.br/

Reafirmamos que existem outros candidatos excelentes no Congresso Nacional, mas, ainda, não são apoiadores formais da ABRACEH. Agora, os 52 Motivos para pensarmos em quem votar:


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De: paulo fernando [mailto:providafamilia@hotmail.com] Enviada em: sexta-feira, 3 de setembro de 2010 09:29Para: redeprovida@googlegroups.com; vidaparatodosbr@googlegroups.comAssunto: PROJETOS DE LEI EM TRAMITAÇÃO

Caríssimos,52 motivos para você votar num candidato Pró-VidaVeja alguns projetos de lei em tramitação sobre vida e família.Grato PAULO FERNANDO DEPUTADO FEDERAL 1456http://www.paulofernando.com.br/



1) Determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas.PLC 122/2006 Dep. Iara Bernardi PT/SP Equipara qualquer discriminação aos homossexuais ao crime da tortura e terrorismo, inafiançável e imprescritível.




2) Define os crimes resultantes de discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem. PL 6418/2005 Senador Paulo Paim PT/RS Bom projeto original mas o substitutivo ficou igual ao PLC 122/2006.




3) Institui o Dia Nacional do Orgulho Gay e da consciência homossexual.PL 287/2003 Dep. Laura Carneiro DEM/RJ




4) Cria o Dia da Visibilidade Lésbica PL 2000/2007 Dep. Cida Diogo PT/RJ




5) Permite aos travestis utilizaram o nome de guerra ao lado do nome oficial, mesmo sem cirurgia de mudança de sexo. PL 2976/2008 Dep. Cida Diogo PT/RJ e PL 70/95 Dep. José Coimbra PTN/SP que admite a mudança do prenome mediante autorização judicial após cirurgia de alteração do sexo.


6) Inclui na situação jurídica de dependente para fins tributários, o(a) companheiro(a) homossexual do(da) contribuinte do Imposto de renda de pessoa física.PL 3712/2008 Dep. Maurício Rands PT/PE



7) Define como crime de tortura o constrangimento com violência em razão de discriminação de gênero.PL 3047/2008 Dep. Sandes Júnior PR/GO




8) Susta a aplicação do parágrafo único do art. 3º e o art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1, de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.PDC 1640/09 Dep. PAES DE LIRA PTC/SP




9) Estabelece que nenhuma relação entre pessoas do mesmo sexo pode equiparar-se ao casamento ou a entidade familiar. PL 5167/2009 Dep. PAES DE LIRA PTC/SP e Capitão Assunção PSB/ES




10) Susta os efeitos da Portaria nº 457, de 19 de agosto de 2008, do Ministério da Saúde, que institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), as Diretrizes Nacionais para o Processo Transexualizador. Dep. Miguel Martini PHS/MG




11) Isentando de pena a prática de "aborto terapêutico" em caso de anomalia do feto, incluindo o feto anencéfalo, que implique em impossibilidade de vida extra-uterina. PL 4403/2004 Dep. Jandira Feghali PC do B /RJ




12) Altera o Artigo 128 do Código Penal isentando de punição o aborto quando o feto é anencefalo. PL 4834/2005 Dep. Luciana Genro PSOL/RS e Dep. Pinotti DEM/SP




13) Discriminaliza o aborto no Brasil e autoriza sua prática até 9º mês de gestação. PL 1135/91 Dep. Eduardo Jorge PV/SP e Sandra Starling PT/MG o aborto deixa de ser crime e poderia ser realizado até o nono mês de gestação.




14) Dispõe sobre a reprodução humana assistida. PL 1184/2003 Sen Lúcio Alcantara




15) Altera Art. 10, I da lei 9263 que trata sobre o planejamento familiar. Reduz a idade mínima para esterilização para 21 anos . PL 3326/08 Dep Almerinda de Carvalho DEM/RJ e Dep. Neucimar Fraga PR/ES para 18 anos.




16) Reduz a pena de detenção para um ou dois anos em caso de crime de aborto. PL 3673/2008 Dep Pompeu de Matos PDT/RS




17) Altera o Artigo 128 do Código Penal isentando de punição o aborto quando o feto é anencefalo. PL 4834/2005 Dep. Luciana Genro PSOL/RS e Dep. Pinotti DEM/SP




18) Revogando dispositivo que autoriza a realização do aborto necessário no caso de não haver outro meio de salvar a vida da gestante e no caso de gravidez resultante de estupro. PL 7235/2002 Dep. Severino Cavalcanti PP/PE




19) Acrescenta um parágrafo ao artigo 126 do Código Penal.” Aplicando pena de reclusão aos casos de abortos provocados em razão de anomalia na formação do feto ou "aborto eugênico". PL 1459/2003 Dep Severino Cavalcanti PP/PE




20) Inclui como crime hediondo o aborto provocado pela gestante, ou por terceiros, com seu consentimento.PL 4703/1998 Dep Francisco Silva PP/RJ




21) Dispõe sobre a assistência à mãe e ao filho gerado em decorrência de estupro. PL 1763/2007 Dep Jusmary PR/BA e dep. Henrique Afonso PT/AC




22) Institui a Semana de Prevenção do Aborto e dá outras providências. PL 343/1999 Dep. Chico da Princesa PTB/PR O substitutivo mudou para Semana de prevenção ao Doenças Sexualmente Transmissíveis.




23) Altera a Lei 9250/95 para incluir o nascituro no rol de dependentes que possibilitam dedução na base do Imposto de Renda. PL 1617/2007 Dep Dr. Talmir PV/SP e Dep. Henrique Afonso PT/AC




24) Inclui os métodos naturais no programa de planejamento familiar do SUS. PL 1686/2007 Dep Leandro Sampaio PPS/RJ e Dep. Dr. Talmir PV/SP




25) Determina que o SUS realize e os planos de saúde cubram despesas com cirurgia de reversão da vasectomia. PL 2464/2007 dep. Henrique Afonso PT/AC e Dr. Talmir PV/SP
Proíbe a distribuição da Pílula do Dia Seguinte. PL 1413/2007 Dep. Luís Bassuma PT/BA




26) Tipifica como crime a propaganda e o induzimento ao aborto “legal” Dep. Miguel Martini PHS/MG.


27) Obriga a impressão de advertência nas embalagens de produtos comercializados para a detecção de gravidez com a impressão das seguintes expressões: "aborto é crime; aborto traz risco de morte à mãe; a pena de aborto provocado é de 1 a 3 anos de detenção". Dep. Miguel Martini PHS/MG.




28) Dispõe sobre imagens de sexo na televisão. PLS 5269/2001 Sen Pedro Simon PMDB/RS




29) Regulamenta a prostituição como profissão. PL 98/2003 Dep. Fernando Gabeira PV/RJ




30) Distribuição de seringas aos usuários de drogas .PL 1692/2007 Dep. Cida Diogo PT/RJ




31) Proíbe a veiculação de anúncios de Tele-Sexo nos meios de comunicação. Pl 541/2007 DEP. André Luís PMDB/RJ.




32) Estatuto da Família. PL 2285/07 Dep. Sérgio Barradas Carneiro PT/BA Altera 300 artigos do Código Civil




33) Altera a Lei 8213/91 para estender o auxílio-acidente às seguradas que tiverem filhos prematuros, em virtude de acidentes de trabalho, desde que demandem cuidados especiais. PL 2090/2007 Dep. Dr. Talmir




34) Institui o Dia do Nascituro, a ser festejado no dia 8 de outubro. PL 2155/2007 Dep. Dr. Talmir PV/SP




35) Dispõe sobre criação de código de acesso telefônico para recebimento de denúncias de abortos clandestinos. PL 2154/2007 Dep. Dr. Talmir PV/SP




36) Proíbe a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiras nas ações e pesquisa de planejamento familiar. PL 2185/2007 Dep. Dr. Talmir PV/SP




37) Distribuição de preservativos femininos nos postos de saúde. PL 3088/08 Dep. Cida Diogo PT/RJ




38) Estabelece como crime o ato de fornecer instrumentos ou fármacos para praticar aborto. PL 2273/2007 Dep. Dr. Talmir PV/SP




39) Faculta aos pais autorização para matricularem os filhos em educação sexual e religiosa nas escolas. PL 42/2007 Dep. Lincoln Portela PR/MG




40) Dispõe sobre Semana da Família. PL 1080/07 Dep. RODOVALHO DEM/DF aprovado está no SF




41) Dispõe sobre Estatuto do Nascituro. PL 478/2007 Dep. Luis Bassuma PT/BA e Miguel Martini PHS/MG




42) Retira a imunidade tributária da industria pornográfica.pec 265/08 Dep. Henrique Afonso PT/AC




43) Regulamenta a prática da ortotanásia no território nacional brasileiro. PL-3002/2008 Dep.Hugo Leal PSC/RJ e Dep. Otávio leite PSDB/RJ




44) Institui o parto anônimo. PL 2747/08 Dep. Eduardo Valverde PT/RO




45) Determina que os ocupantes de cargos que representem o Governo em organizações internacionais sejam previamente aprovados pelo Senado Federal. PL 4274/08 Dep. Miguel Martini PHS/MG




46) Estabelece sobre a necessidade da plena capacidade da pessoa para recusar tratamento médico ou intervenção cirúrgica que envolva risco de vida. PL 3208/08 Dep. Miguel Martini PHS/MG




47) Acrescenta parágrafo único ao art. 81 da Lei nº 9.394, de de 20 de dezembro de 1996, que institui as diretrizes e bases da educação nacional e dispõe sobre o ensino domiciliar. Explicação:




48) Autoriza o ensino domiciliar no ensino básico. PL 3518/078 Dep. Henrique Afonso PT/AC e Miguel Martini PHS/MG


49) Acrescenta dispositivo legal à Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente - incriminando a apologia à pedofilia PL 2662/07 Dep. Henrique Afonso PHS/MG e Dep. Rodovalho DEM/DF




50) Legalização dos bingos PL 270/03 Dep. João Dado PDT/SP Aprovado na CFT Relator Dep. Pepe Vargas PT/RS




51) Altera a Lei Maria da Penha o PL 4367/08 da Dep. Elcione Barbalho PMDB-PA, que inclui a agressão praticada por namorado ou ex-namorado, incluindo pessoas do mesmo sexo




52) Dispõe sobre a prática cultural nociva do infantícidio indígena PL 1057/07 Dep. Henrique Afonso PT/AC Esse PL pune o agente público que se omite ou auxilia a morte de crianças indígenas que são enterradas vivas por serem gêmeas, filho de mãe solteira, ter alguma deficiência física ou mental




Paulo FernandoVIDA, FAMÍLIA E CIDADANIAhttp://www.paulofernando.com.br/DEPUTADO FEDERAL 1456
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“Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita, e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (Isaías 41:13)

"Disse JESUS: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6) “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual nos importa que sejamos salvos” (At 4:12)
Site da ABRACEH: http://www.abraceh.org.br/
Blog da Missionária: http://rozangelajustino.blogspot.com/
Blog da Psicóloga: http://psicologarozangelajustino.blogspot.com/


“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2ª.Cor 9:7)


ABRACEH: Banco do BRASIL ag 1251-3 c/c 24.611-5


Missionária: Banco Itaú ag 0720 c/c 34.527-1


Para a garantia do recebimento de suas mensagens envie para todos os seus e-mails quando desejar falar com
ABRACEH: info@abraceh.org.br; abraceh@urbi.com.br ou


Missionária Rozangela Justino: mailto:rozangelajustino@abraceh.org.br; rozangelajustino@gmail.com

E QUE DEUS NOS ABENÇOE A TODOS, EM NOME DE JESUS!

7.8.10

RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS


“A coragem de um líder é demonstrada quando ele está disposto a enfrentar fatos e condições desagradáveis, e até devastadoras, com equanimidade e firmeza. A sua coragem não é coisa de momento, mas continua até que a tarefa seja feita.” J. Oswald Sanders
‘’Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse.’’ Martin Niemoller
O mais importante porta-voz da resistência protestante ao Nazismo na Alemanha, foi o pastor luterano alemão e oficial naval Martin Niemoller(1892-1984), que escreveu um dos poemas mais célebres intitulado “E não sobrou ninguém”. Sua ordenação foi em 1931 na Igreja de Santa Ana em Dahlen, subúrbio de Berlim. Em 1966 foi condecorado com Prêmio Lênin da Paz e reconhecido como um dos mais proeminentes líderes que resistiram aos abusos e controles estatais nazistas sobre as igrejas protestantes durante o regime nacionalista de Adolf Hitler. Creio que a democracia no Brasil sofre atualmente sérias ameaças. E a Igreja Cristã também. Pense nisso.
Apesar dos números do IBGE revelarem um crescimento vertiginoso da população evangélica no Brasil, precisamos reconhecer também que a hostilidade e a ‘’cristianofobia’’ tem aumentado assustadoramente em solo brasileiro. Éramos 13,3 milhões em 1991, e quase 20 anos depois seremos em torno de 50 milhões em 2010. Estima-se que 50% da população brasileira em 2020 poderá ser evangélica. Apesar de sermos conhecidos mundialmente como um país cristão, onde também todos os credos são respeitados, é preciso reconhecer que essa tolerância está sendo seriamente ameaçada. Em outras partes do mundo, onde o cristianismo não é a religião predominante, a perseguição aos cristãos tem levado centenas e milhares de fies à morte. Até quando a democracia brasileira tolerará a fé cristã nesse país? Qual será o futuro religioso da nossa nação? Pense nisso.

Por exemplo, está em andamento um movimento maciço de fechamento de igrejas na Holanda. Estima-se que nos próximos dez anos 25% das igrejas locais holandesas desaparecerão. O ministério Portas Abertas da Holanda que investiga a perseguição religiosa mundial fez uma advertência especial aos cristãos holandeses, em especial aos protestantes: “Preparem-se para uma era de perseguição”. Segundo a organização é improvável que a intolerância religiosa fique limitada aos cristãos que vivem fora da Holanda.A perseguição está chegando aos países livres.

Talvez possa arriscar dizer, que nunca na história de nosso país, a moral, os valores e os princípios, pilares eternos de uma sociedade, foram tão hostilizados. Posso dizer ainda, que talvez nunca em nosso país, a liberdade religiosa, de expressão e de culto da igreja cristã foram tão ameaçados. Aliás, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e a PL 122/06, a chamada ‘’Lei contra a Homofobia’’ revelam o abuso que a sociedade está prestes a sofrer. É hora da Igreja agir, reagir e mostrar no poder do Espírito Santo que “ ....as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mt 16.18 . Aleluia! E você, meu amigo(a), o que tem feito em favor da liberdade de culto nesse país? Temos atualmente muitos críticos “evangélicos”, mas poucos profetas de Deus nesse país. Será que Ele pode contar contigo para ser uma voz profética da resistência protestante nessa nação? Creio que os olhos do Senhor nosso Deus procuram os corajosos, “....porém, aos covardes....e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Ap 21.8

Admiro a coragem moral e espiritual de Leonard Ravenhill, pregador avivalista, quando diz: “Minha maior ambição na vida é estar na lista de mais procurados pelo Diabo”. Definitivamente, a Igreja de Cristo em nosso país precisa sair do seu coma espiritual. Meus irmãos, não é hora de fomentar divisões, disputas ou competições denominacionais, que são uma verdadeira vergonha no Corpo de Cristo. Ao contrário disso, é hora de todo o Povo de Deus agir, reagir e resistir! Pois, a Igreja é e será sempre resistência nessa nação. Aleluia! Ele espera por você! “Em Deus faremos proezas...”

No amor de Cristo,
Pastor M. Price
www.mprice.com.br
Missionário e médico. Presidente do Diretório Estadual no RJ e Conselheiro Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil. Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.

18.7.10

O QUE TODO CIDADÃO BRASILEIRO PRECISA SABER

Nas próximas eleições precisamos perguntar aos futuros candidatos que irão administrar a nossa nação:

1) O que eles pensam a respeito das dívidas interna e externa brasileira;

2) Se estiveram no poder público, devemos perguntá-los qual foi a atuação deles junto ao tema e o quanto estão implicados nele;

3) Vamos perguntar também, para todos os candidatos: o que farão para impedir que o Brasil continue pagando as dívidas, pois os cidadãos brasileiros que vem acompanhando o desenrolar destes pagamentos, não querem mais assumir o ônus das dívidas contraídas por seus administradores, enquanto não houver uma auditoria transparente, com publicidade de forma que todos os brasileiros tenham consciência da realidade das dívidas, a partir dos fatos apurados, e possam participar do processo de negociação das dívidas.

Por fim, devemos pedir para os candidatos assinarem um “TERMO DE COMPROMISSO COM OS ELEITORES”, incluindo esta temática nele.

Mas, por que nos preocuparmos tanto com as dívidas interna e externa do Brasil? Vamos pedir aos nossos candidatos às eleições para não cumprirem com os compromissos financeiros assumidos pela nossa nação?

Muitos de nós pensamos que o Brasil já havia pago as dívidas, mas esta não é a nossa realidade! Segundo dados da:

http://www.divida-auditoriacidada.org.br

de onde transcrevi a maioria das informações a seguir, em 2009, 35,57% do orçamento brasileiro foi destinado a pagar as dívidas brasileiras, e suspeita-se de serem indevidas, devido às possíveis irregularidades envolvidas nelas.

Em 31/12/2009 a DÍVIDA EXTERNA atingiu a marca de US$ 282 bilhões e a DÍVIDA INTERNA R$ 2,04 trilhões, que saíram dos recursos que poderiam estar sendo investidos na melhoria das condições de vida do povo brasileiro! E o pior, esta dívida, estranhamente, é crescente! Por mais que o Brasil a pague, ela aumenta!

O endividamento público brasileiro afeta diretamente a nossa vida: enquanto a maioria dos recursos dos nossos impostos é destinado ao pagamento dos juros da dívida crescente, faltam recursos para saúde, educação, segurança, saneamento básico para a maioria do nosso povo, além de investimentos geradores de empregos e outros.

Você já parou para pensar que não precisaria pagar para o seu filho um excelente colégio e nem para você e a sua família uma assistência médica exemplar, além de ter garantida segurança pública e de excelente qualidade? Se você precisa pagar pelo básico, ou se o serviço público é de má qualidade, é porque:

· Na área da Saúde, o Brasil investe apenas 4,64% do seu orçamento - observamos filas de pessoas atendidas inadequadamente ou escolhidas para morrer nos hospitais públicos, por falta de recursos materiais e médicos suficientes. Alguns, labutam para conseguir recursos para pagar um plano de saúde para obter melhor assistência médica;

· Na Educação, o Brasil investe 2,88% do seu orçamento;

· Na Segurança Pública, somente 0,61% - milhares de pessoas são assassinadas por motivos diversos, diariamente, além de sofrerem roubos, assaltos e viverem constantemente em estado de tensão e vigilância, muitas sofrendo com o estresse e ataques de pânico advindos da insegurança pública;
· ...

Para o pagamento da dívida, possivelmente, indevida, o Brasil investiu em 2009, 35,57% do seu orçamento!

Veja no gráfico abaixo, o montante destinado à Previdência Social, que é muito menor que o para a dívida. Compare a dívida com o investimento em outras áreas básicas para a sobrevivência do ser humano:


Viram o quanto o Brasil investe em todas as áreas e a grande fatia destinada às dívidas? Não é estranho esta supervalorização das dívidas? Se a dívida é crescente, provavelmente, este percentual já esteja bem maior e os recursos para as outras áreas vão sendo reduzidos a cada dia, e o povo empobrecendo!

Observamos também que os nossos governantes têm feito minguar o salário dos aposentados para sobrar mais para pagar as tais dívidas! Esta é uma violência sem igual contra os idosos, além de violência estrutural contra os demais do povo, uma vez que o mínimo de investimento é feito em áreas para a sobrevivência básica do ser humano, a despeito da existência de recursos para um maior investimento, mas tais recursos são destinadas ao pagamento das crescentes dívidas externa e interna! O mais perverso, é que este mesmo povo sofrido, é cruelmente sacrificado e levado a pagar, e até mesmo a adiantar o pagamento da dívida que o maltrata!

Num dos artigos da Auditoria Cidadã, chamou-me a atenção o fato:

“Os trabalhadores sempre pagaram a conta para atender aos caprichos do mercado. Na hora da crise, enquanto os culpados recebem ajuda estatal, milhões de trabalhadores estão sendo demitidos em todo o mundo. Basta!” (grifo meu) O povo brasileiro precisa conhecer a verdade sobre as dívidas que paga! A sociedade brasileira precisa exigir o cumprimento da Constituição Federal e realizar ampla e profunda auditoria dessa dívida!

E quem é esse “mercado”?

“Exatamente as mesmas instituições financeiras nacionais, internacionais, multinacionais e empresas transnacionais ... Para pagar a dívida, que é crescente, já entregamos a maior parte das empresas nacionais (Vale do Rio Doce, Telebrás, Eletrobrás, etc.), leiloamos poços de petróleo e a ameaça à soberania é muito grave! “ (grifo meu)

Em minhas pesquisas no site da Auditoria Cidadã, observei também que, estranhamente, o Brasil já antecipou bilhões de dólares para o pagamento de dívidas aos seus credores, em detrimento de atender as necessidades básicas do povo brasileiro, ou seja, aquele que paga as dívidas. Nós não fomos consultados se queríamos antecipar ou não o pagamento destas dívidas!

O Brasil é um dos países mais ricos do mundo, mas os pagamentos das dívidas consomem grande parte do que produz, impedindo que a maioria dos brasileiros tenha vida digna! “Durante décadas a sociedade brasileira vem sendo privada de uma série de direitos porque os sucessivos governos vêm priorizando o pagamento dos encargos da dívida pública que nunca foi auditada, como prevê a Constituição Federal brasileira!”

Já foi feita uma CPI, cujo resultado não foi divulgado por não terem encontrado uma “solução” para as dívidas. Parece que sugeriria o envolvimento de muitos atores “comprometidos” com elas; tantos, que poucos escapariam do envolvimento com a injusta dívida, contraída diante da ignorância do povo sobre o assunto; e o mais grave: é o próprio povo quem tem pago a preço da falta de segurança pública, assistência médica e aposentadorias que não suprem as suas necessidades básicas, e o mais cruel, repito, é que no momento em que mais precisam de recursos financeiros, retiram deles tais recursos para pagar e até mesmo para antecipar o pagamento das dívidas!

Há quem diga que, se o Brasil não pagar a dívida, haverá uma grande crise econômica mundial; outros, dizem que se forem responsabilizados os atores envolvidos num possível escândalo da dívida, não haverá um justo e competente que governe o nosso país, e com isso, poderá surgir um sujeito tipo Hitler para assumir a nossa nação! Mas a AUDITORIA CIDADÃ, de onde retirei estes informativos, declara que países como o Equador, por exemplo, conseguiram uma solução para a dívida, e o Brasil poderá seguir este mesmo caminho, a partir de uma verdadeira auditoria e negociação, com a participação popular.

De qualquer forma, a mídia se calou após a CPI, e nós, até quando nos omitiremos ou “vamos deixar como está e ver como fica”, ou não procuraremos conhecer o tema mais profundamente ou nos calaremos? O fato é que precisamos, minimamente, compartilhar o que chegou ao nosso conhecimento e informar uns aos outros o que está ocorrendo; estudar e conversar sobre o tema é o mínimo que podemos fazer; buscar juntos uma solução será um avanço! O povo paga e não tem conhecimento do que ocorre – isto tudo é muito injusto! Precisamos divulgar estas informações, amplamente, discutindo o tema com os nossos amigos, com os futuros administradores do Brasil que elegeremos e exigir que assumam compromisso sério com o povo brasileiro! Estamos às portas das eleições! A quem confiaremos a administração da nossa nação! Haverá algum justo a quem possamos confiar a administração da nossa nação?

Estou fazendo a minha parte e disposta a dialogar, trocar, buscar uma solução com outros cidadãos! Precisamos estar juntos neste momento sério e delicado! Podemos fazer as nossas pesquisas até mesmo sem sair de casa, pela internet. Parece um primeiro passo a ser dado. Os documentos estão disponíveis não só no site da Auditoria Cidadã, como também nos postados no site do Ministério da Fazenda/Tesouro Nacional e outros. Não sou economista, mas uma cidadã consciente de que precisamos exigir a descontinuidade do pagamento das dívidas brasileira, até que haja uma auditoria transparente, de forma que todos os brasileiros participem ativamente da solução deste drama, independente de quem iremos eleger para nos representar a partir do processo eleitoral.
Segundo a Constituição Federal, promulgada em 1988, em seu Art. 1º, Parágrafo único, "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição". (grifo meu)

Você poderá obter todos os documentos e informações necessárias para dar início aos seus estudos através do site:
http://www.divida-auditoriacidada.org.br

Neste site, foi inserida a versão escaneada do Relatório da CPI e tudo o que você precisa saber sobre a dívida interna e externa brasileira. Desta forma, você pode ter acesso imediato aos documentos, bastando dar um click! A auditoria cidadã vem trabalhando ao longo dos anos por todos nós. Compartilho o que recebi deles:

Comissões do Congresso Nacional
Relatórios que investigaram o endividamento

COMISSÃO MISTA DO CONGRESSO NACIONAL - 1989 (Auditoria da Dívida)
Relatório (não votado) - Luis Salomão

Relatório Parcial - Severo Gomes

COMISSÃO MISTA DO CONGRESSO NACIONAL - 1989 (Auditoria da Dívida) Resumo Comentado
Comissão Especial do Senado Federal para a Divida Externa - 1987 Resumo Comentado
Comissão Especial do Senado Federal para a Divida Externa - 1987 Relatório

Podemos criar uma lista de conversação sobre o tema, e trocarmos idéias pela internet. Sugiro que a própria Auditoria Cidadã, a instituição que reuniu tais informações para pesquisarmos crie esta lista para que os cidadãos brasileiros possam colocar as suas idéias, sugestões, e até sejam orientados por estes cidadãos que já labutam nesta causa há alguns anos.

E que Deus nos abençoe a todos nesta empreitada, em nome de JESUS!
Rozangela Alves Justino, fala do lugar de missionária, cursou a especialização em violência social/doméstica ...
“Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (Prov 29:2)
QUANDO SEREMOS GOVERNADOS POR JUSTOS, OH! DEUS?
"Disse JESUS: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6) “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual nos importa que sejamos salvos” (At 4:12)
Site da ABRACEH:

“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2ª.Cor 9:7)
ABRACEH: Banco do BRASIL ag 1251-3 c/c 24.611-5
Missionária: Banco Itaú ag 0720 c/c 34.527-1


O PAPEL DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE RESTAURAÇÃO

“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou;homem e mulher os criou.”(Gn 1. 27)

O PAPEL DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE RESTAURAÇÃO
Por Lourdes Dias - RJ, 29/05/10.

“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior que o descrente.” (1 Tm. 5:8)

O que é família? (Jeremias, 2002:4)

ü É a base da sociedade e a mais eficiente estrutura de relação humana;
ü É a célula-mater da sociedade;
ü É a comunidade constituída por um homem e uma mulher, unidos por laço matrimonial, e pelos filhos nascidos desta união.

A formação familiar se inicia no casamento, conforme Deus revelou em Gn. 2:24: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”.

Os papéis bíblicos

Maridos: Ef. 5:25; 28;33 / 1 Pe 3:7

Esposas: Ef. 5:22-24 / 1 Pe 3:1-2

Modelos de famílias (Dr. Fábio Damasceno, 1996 apud Jeremias, 2002:29):

1. Família simbiótica ( dependência emocional)

As pessoas não conseguem definir claramente o que é competência de um e de outro. Não se diferenciam psicologicamente, não definem competências, direitos e deveres não estão claros. Parecem um purê, e não batatas.

“São excessivamente carentes, suguentos e não quer ir embora, pois querem estabelecer uma relação de dependência. Os membros vivem uma relação de invasão, sem respeito aos direitos. Qualquer movimento de individualização é percebido como traição.”

2. Família cismática (divergente)

Há dificuldade de se expressar amor um pelo outro. É o conflito que nutre a relação familiar. Os membros estão ligados por este conteúdo, prestando atenção nos deveres alheios para cobrança. As palavras saem sem qualquer controle, provocando culpa e arrependimento no indivíduo.
“São individualistas, enclausurados e com enorme dificuldade diante da perda.”

3. Família Mista

Estabelecem confirmação e limites, mas em blocos onde só uns passam os limites e outros só confirmação. Por exemplo, o pai muito rígido e a mãe superprotetora; ou o pai cismático (conflituoso) e a mãe simbiótica (sufocante). Os papéis são mantidos com rigidez. Lar aranha: a mãe tece a teia e domina tudo e todos.
“Desenvolvem uma individualidade oscilante, ora egocêntrica, ora frágil e dependente, sem encontrar o equilíbrio”.

4. Família individualizada

É amadurecida. Os pais se apoiam e se ajudam, mas não se sufocam. Conseguem alternar seus papéis com harmonia e coerência, sem entrar em competição. A família aprende a respeitar direitos e deveres de cada um. Há flexibilidade na troca de opiniões.
“Pessoas individualizadas que fornecem e recebem ajuda. Se ligam emocionalmente a outros sem se ‘pendurar’ neles. Têm senso de humor e valor próprios”.
Homossexualidade: Uma possível resultante da família disfuncional

Nascemos com uma identidade biológica: macho ou fêmea. Quem nasce com testículos mais tarde se tornará um macho adulto, mas não um homem. Quem nasce com ovários, se tornará uma fêmea adulta, mas não necessariamente uma mulher. Nosso corpo é parte de nosso ser, não a totalidade dele, pois somos corpo, alma e espírito. A identidade sexual masculina ou feminina não é recebida no nascimento, pois precisa se desenvolver. A homossexualidade não é um problema sexual, mas uma busca por afeto.

Nem sempre os pais conseguem suprir as carências de seus filhos, o que não significa que aquele pai não se dedicou ao filho(a). Os homens têm o papel de suprir emocionalmente a família. A mãe nutre afetivamente e o homem protege. Essa inteiração fornece uma visão adequada da família e leva os filhos a desejarem ter famílias semelhantes no futuro. A estabilidade emocional no lar é o bem mais precioso que se pode dar aos filhos. Não se trata de perfeição, mas de estabilidade.

Os filhos podem passar sem luxo, mas não podem passar sem os pais. O bem-estar emocional é o maior bem que os pais podem dar aos seus filhos. E esse bem-estar também resulta em uma identificação sexual saudável, estabilidade emocional e auto-estima equilibrada. Os papéis de pai e mãe sendo adequadamente exercidos levam os filhos a serem equilibrados e, um dia, a quererem ser como seus pais, macho e fêmea, homem e mulher.


E quando a homossexualidade se instala, qual o papel da família no processo de restauração dos filhos?

A primeira reação poderia ser distanciar-se da pessoa que assume a homossexualidade; porém, alguns pais, conselheiros e profissionais vitoriosos pensam diferente:

Ame incondicionalmente.
Rejeite o pecado, não a pessoa. “É nossa tarefa amar nossos filhos”, diz Bárbara Johnson. “E é tarefa de Deus trabalhar em suas vidas. A condenação não funciona, só o convencimento vindo de Deus pode causar uma mudança”.

A mãe recorda o momento em que o filho se declarou: “Cabeça inclinada, lábios retorcidos, eu sabia o que ele estava me dizendo: ‘Se você me rejeitar, não sei o que farei’”.

Amar a pessoa não representa apoiar o estilo de vida que ela leva. Um rapaz recorda as palavras que seu pai lhe disse: “Filho, você é carne da minha carne. Sua mãe e eu queremos te ajudar. Pode falar conosco quando quiser”. Hoje, o filho está feliz, casado e tem dois filhos: “sei que o amor incondicional de meus pais foi o que me ajudou a superar tudo”.

Transmita esperança
Muitos homens e mulheres que vivem o estilo de vida homossexual nunca ouviram falar de uma saída e precisam saber da existência de ministérios de apoio que podem oferecer ajuda. “Como adolescente, não enxergava nenhuma outra opção”, recorda. “Meu psicólogo me disse que simplesmente devia aceitar o fato”.

“Uma mulher já nasce mulher, mas um homem precisa tornar-se um. A masculinidade é arriscada e ardilosa. Conquista-se por meio de uma rebelião contra uma mulher e só se confirma por meio de outros homens”. (Camille Paglia, ativista lésbica, apud Nicolosi, 2005:21).

Não existe nenhuma evidência conclusiva de que se nasce homossexual. “Não existe uma inclinação ”natural” para o comportamento homossexual, mas existem situações adversas na vida de um garoto/garota que podem conduzir às tentações homossexuais”, afirma o Dr. George A. Rekers, professor de neuropsiquiatria e ciências do comportamento da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Sul.

Tais fatores podem surgir dentro da família. Muitos homens homossexuais, por exemplo, nunca sentiram carinho e aceitação de seus pais. Outros foram criados com mães controladoras e hostis. Outros fatores significativos incluem rejeição dos companheiros, abuso sexual, experiências sexuais com o mesmo sexo, descoberta de pornografia homossexual e a falta de uma educação sexual saudável.

“O ideal feminino: criativo, expressivo, intuitivo, receptivo, com empatia, ligado à matéria e ao espírito, perdeu-se de algum modo”. (Diane Eller-Boyko, conselheira, ex-lésbica, apud Nicolosi, 2005:153).

Com as lésbicas, a falta de vínculo com a mãe, com frequência, leva a uma sensação de sentir-se isolada de seu próprio gênero (“Nunca me senti mulher”). Essa falta de identidade sexual pode também resultar do fato de o pai não ter afirmado a sua feminilidade. Outro fator comum no desenvolvimento do lesbianismo é o trauma sexual. “Pelo menos 85% das lésbicas que atendo foram vítimas de abuso”, indica Darlene Bogle, conselheira americana.

Recuse a autocondenação
A família, com frequência, luta com um grande sentimento de culpa ao descobrir a homossexualidade de seu filho ou filha. Porém, é importante saber que, mesmo quando as circunstâncias não são ideais, os fatores familiares nem sempre causam o comportamento homossexual. Cada filho toma a decisão consciente de ir atrás de qualquer tentação que surja. Adotar um estilo de vida gay surge das decisões da pessoa, e não dos fracassos dos pais.

Peça perdão
Um pai arrependido de não ter estado em casa para ajudar a criar o filho, disse: “Não se pode desfazer o passado, Deus quer que depositemos sobre Ele essa carga. Troque a culpa pela paz de Deus”. Nos últimos anos, o pai tem trabalhado para restaurar sua relação com o filho: “Tenho aprendido que nunca é tarde demais”, conclui.
Hoje, seu filho abandonou a vida gay e está envolvido em um ministério para quem quer superar a homossexualidade.

Busque Deus todos os dias
Os pais também necessitam de cura em suas próprias vidas, não somente na vida de seus filhos. Uma mãe americana saiu do abismo da depressão gravando versículos das Escrituras em uma fita cassete, deixando espaço suficiente entre eles para poder repeti-los. Esses versículos se converteram em seu “café da manhã espiritual” a cada dia. “A Bíblia nos faz promessas importantes, assinala ela”. Uma de suas favoritas está em At 16: 31. Outros pais citam Jr 31: 16-17, I Sm 1: 28, Pv 22 : 6 e Jr29: 11.

Seja realista
Milhares de homens e mulheres têm deixado a homossexualidade. Porém, para a maioria deles, a restauração tem envolvido um processo bastante longo. Muitas pessoas restauradas dizem que a vitória é um processo de discipulado dia a dia. Pode haver tentações, assim como há para quem foi viciado em álcool, drogas ou jogo. Um ex-homossexual, casado agora, recorda suas primeiras lutas: “Depois de dois anos convertido, caí novamente em atividades homossexuais. Havia cultivado em secreto os meus desejos homossexuais e me isolado de outros cristãos.” Logo se arrependeu de seus atos, confessou-os a um irmão na fé e continuou caminhando. Há onze anos, desde aquela data, tem aprendido mais sobre a graça e misericórdia de Deus e não voltou mais a cair em comportamento homossexual.

Coloque seu ente querido nas mãos de Deus
A oração é a arma mais forte que há contra a homossexualidade. “Pude pôr o meu filho no altar de Deus quando me dei conta de que eu não podia mudá-lo, mas Deus sim”, disse uma mãe. “Eu o entreguei ao Senhor e estou em paz”.

Compreenda que a cura chegará
“Ah, se alguém tivesse me dito que eu superaria isto!”, se lamenta Barbara Johnson. Na década dos 70, ninguém queria falar sobre este assunto, o que fez com que minha dor fosse ainda maior”. Barbara resolveu que, se sobrevivesse, se abriria a outros que estivessem com o mesmo trauma. Desde então, o Senhor restaurou sua alegria e ela tem ajudado milhares de vidas.

Uma mulher recorda o primeiro passo de sua própria recuperação: “Comecei a buscar o Senhor para que curasse meu coração quebrantado e não pelas circunstâncias na vida de meu filho”.

Com o tempo, estes pais não somente sobreviveram, mas foram capazes de reconhecer alguns benefícios desta prova de fogo.

ü Alguns casamentos se fortaleceram: “Nossa crise familiar nos uniu, meu esposo e eu, na meta comum de orar pela nossa filha”.

ü Aumento da maturidade espiritual: “Meu caminhar com o Senhor agora é mais forte, sou uma pessoa melhor devido ao que se passou com o meu filho”.

ü Renovação dos relacionamentos: “Quero que me perdoe pelos anos de sofrimento que te causei, mãe, volto a dedicar minha vida ao Senhor. Me libertei da escravidão e o Senhor tem me limpado”.
“Hoje entendo que o problema do meu filho será solucionado em uma relação com o sexo oposto, mas quando ele aprender a se relacionar, de forma saudável, com o mesmo sexo”.

Libere a pessoa amada
A “liberação” de um ente querido não significa que o abandonamos ou que passamos a negligenciar nossas responsabilidades em relação àquela pessoa. Porém, significa:

ü abrir mão de nossa expectativa quanto àquela pessoa, sem exigir que ela realize os sonhos que são nossos com relação a ela;
ü que você abre mão de “receber qualquer pagamento” por parte daquela pessoa por qualquer coisa que lhe tenha feito;
ü perder o direito de uma tranquilidade ininterrupta;
ü às vezes, abrir mão do direito de “respeitabilidade” (talvez se tenha que enfrentar comentários indesejáveis de outras pessoas);
ü permitir que a pessoa enfrente dor e sofrimento, assumindo as consequências de suas próprias ações.


Referências

JEREMIAS, Rosemary. Família: plano de Deus e compromisso do homem. PIB-Niterói, 2002.

MINISTÉRIO EXODUS BRASIL: www.exodus.org.br

TORRESIN, Willy. A identidade sexual dos filhos precisa ser desenvolvida e cuidada. Disponível em: www.exodus.org.br

HOMOSSEXUALIDADE: um guia de orientação aos pais para a formação da criança

Agradecimentos
Desejamos agradecer a Lela Gilbert por sua habilidade e paciência na preparação da primeira prova deste livro. Nossa apreciação sincera vai também a Don Schmierer por seu incentivo e apoio e por acreditar na importância do livro para pais, bem como pela confiança de que nós conseguiríamos levar adiante este trabalho. E somos especialmente gratos a Richard Wyler, que nos permitiu citar extensamente percepções extraídas das histórias de pessoas em seu site, www.peoplecanchange.com.

Introdução
Para pais: palavras aos sábios

Jacob, um paciente de 25 anos, estivera em tratamento durante alguns meses por causa de sua depressão em razão de sua indesejada homossexualidade. Um dia – impulsionado por sentimentos tanto de tristeza como de raiva – ele confrontou sua mãe: Eu falei para ela: “Mãe, você me viu brincando com as bonecas Barbie. Você permitiu que eu usasse maquiagem e arrumasse o cabelo na frente do espelho durante horas. Meus irmãos nunca faziam nada disso. Por que você não me fez parar? O que você achava daquilo?” Eu não duvido que mamãe desejava o melhor para mim. Mas ela não teve nada a dizer. Ela só ficou sentada ali e olhou para mim, atordoada e com lágrimas.

Por muitos anos, trabalho com homens homossexuais que estão profundamente insatisfeitos com a atração que sentem pelo mesmo sexo. A vida de gay não dava certo para eles, e eles todos suspeitavam, de alguma forma, que eventos nos primórdios de sua vida lançaram a base para os sentimentos homossexuais. Este livro decorre diretamente daquilo que aprendi nas minhas duas décadas de trabalho com esses homens, à medida que tentavam captar e compreender as causas de sua atração pelo mesmo sexo a fim de alcançar uma progressiva liberdade. Vez após vez, esses homens me ensinaram o que é que faltava em sua infância. As histórias de vida que eu escuto todos os dias, contadas por homens como Jacob que lutam para se curar da homossexualidade, tipicamente incluem lembranças dolorosas de confusão de gênero. O fato é que há uma alta correlação entre não-conformidade de gênero na infância e o adulto homossexual. A maioria dos homens que aconselho não eram tão femininos na infância como Jacob – não brincaram com bonecas nem se vestiam como meninas. Mas, assim mesmo, houve sinais reveladores de conflito e de dúvida sobre identificação de gênero; particularmente, tinham um medo perturbador de que eles, de alguma forma, não se encaixavam bem com os outros garotos. E, mesmo assim, muitas vezes, seus pais – a vasta maioria desses pais amavam muito seus filhos e buscavam o melhor para eles – não viam os primeiros sinais de alerta e esperaram tempo demais para procurar auxílio para os filhos. Uma razão disso é que o profissional especializado, psicólogos, psiquiatras e outros, não lhes diz a verdade sobre a confusão de gênero de seus filhos. Os pais não têm nenhuma idéia do que fazer a respeito disso, se é que existe o que fazer.
Perpetuar estereótipos de gênero?

Não podemos concordar com as pessoas – muitas delas profissionais especializados, psicólogos, psiquiatras e outros – que dizem que cada um de nós pode “ser qualquer coisa que queremos ser”, em termos de identidade de gênero ou orientação sexual. Falam como se ser gay ou lésbica não tivesse as mais profundas conseqüências para nós, como indivíduos, para nossa cultura e para a raça humana. Falam como se nossa anatomia não fosse de forma alguma nosso destino. Deixam implícito que quando ajudamos nossos filhos a desenvolver de forma mais completa sua masculinidade ou feminilidade, de acordo com seu destino criado, estamos meramente perpetuando estereótipos ultrapassados de gênero! Mas a raça humana foi planejada para dois gêneros: macho e fêmea; não há nenhum terceiro gênero. Além disso, a civilização já nos mostrou que a família humana natural (pai, mãe e filhos), com todos seus defeitos, é o melhor meio-ambiente possível para a nutrição de gerações futuras. Será que realmente entendemos isso de forma totalmente errada durante tantas centenas de séculos? Jogaremos de lado toda a história, em favor do mais recente show de TV sobre as glórias do gênero alterado? Como diz um eminente psicanalista, dr. Charles Socarides, “Em nenhum lugar os pais dizem: ‘Não faz diferença para mim se meu filho é homossexual ou heterossexual’”.

2. Dada uma escolha, a maioria dos pais preferiria que seus filhos não se achassem envolvidos com comportamento homossexual. Em rodas de intelectuais, é elegante crer que nós, os seres humanos, não temos nenhuma “natureza humana” inata e que a essência de ser humano é a liberdade de redefinir-nos como desejarmos. Mas que bem essa liberdade pode nos trazer, se for usada para desafiar quem somos? Algumas coisas, argumentaríamos, não são passíveis de redefinição. Se, de fato, a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu projeto” – e nós cremos que isso é verdade –, então a natureza nos chama para cumprirmos nosso destino, como homem ou como mulher.

Neste livro, utilizaremos os seguintes termos de forma equivalente: pré-homossexual, conflito de gênero, confusão de gênero e alteração de gênero. Todas essas condições têm o potencial de resultar em homossexualismo. Distúrbio de Identidade de Gênero (DIG) refere-se a uma condição psiquiátrica que é um exemplo extremo desse problema de conflito interno de gênero. Em DIG, a criança (menino
ou menina) é infeliz com seu sexo biológico. Muitas das crianças que descrevemos – no decurso de seu desenvolvimento em direção à homossexualidade – não chegaram a apresentar os critérios precisos para um diagnóstico clínico de DIG, mas, ainda assim, os sinais de aviso de conflito de gênero e de homossexualidade estavam presentes. Em desacordo com o profissional especializado, psicólogos, psiquiatras e outros. Hoje a mídia, de modo geral, transmite a mensagem de que homens devem ser encorajados a descobrir sua identidade homossexual ou bissexual. “A diversidade sexual não é maravilhosa?”, perguntam. Certo número de produtores de TV e de filmes de cinema (alguns dos quais são gays) tentam persuadir-nos com histórias idealizadas sobre o revelar sua identidade homossexual, ou o “sair do armário”, como dizem. Cremos que seus esforços são tentativas mal-orientadas de incentivar a situação real, mas desafortunada, na qual um grande número de nossos jovens se encontra.

É claro que, ao tomar esse ponto de vista, eu (Joseph) estou muitas vezes em desacordo com membros de minha própria profissão. Aqueles que se opõem a mim dizem que a decisão de 1973 da Associação Americana de Psiquiatria de tirar a homossexualidade do Diagnostic and Statistical Manual [Manual de diagnóstico e estatística] (DSM) já resolve a questão: a homossexualidade é normal. Mas aquela decisão de 1973 foi tomada (como, até mesmo, alguns ativistas gays observam) sob a pressão política incisiva de ativistas gays.

3. A remoção da homossexualidade do [manual] DSM teve o efeito de desencorajar o tratamento e a pesquisa. Quando passou a ser “do conhecimento geral” que a homossexualidade “não era um problema”, clínicos foram desencorajados — e em muitos casos — proibidos — de expressar opiniões contrárias ou de apresentar trabalhos em reuniões profissionais. Logo, as publicações científicas, em sua grande maioria, silenciaram-se sobre a homossexualidade como expressão de um problema de desenvolvimento. De fato, no momento do preparo desta obra, a Associação Americana de Psiquiatria recusa-se a cooperar de todas as maneiras com a [Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade] (NARTH), porque eles discordam com o ponto de vista da NARTH, ou seja, de que a condição é uma desordem de desenvolvimento. E mais, acreditam que uma posição científica desta sorte “contribui ao clima de preconceito e discriminação a que gays, lésbicas e bissexuais estão sujeitos.

4. Com efeito, a Associação Americana de Psiquiatria procura adiar o debate sobre o assunto. Esse silêncio entre pesquisadores não foi causado por novas evidências científicas que demonstrassem que a homossexualidade é uma variante saudável da sexualidade humana. Ao contrário, tornou-se elegante simplesmente não discutir mais a condição como um problema. A homossexualidade foi relatada e discutida da mesma maneira como se relata o noticiário da noite – como algo que “é assim”, como o clima do dia seguinte.

Ronald Bayer, um pesquisador da Hastings Center for Ethics [Centro Hastings de Ética] em Nova York, resumiu todo o processo. Ele declarou: “A Associação Americana de Psiquiatria caíra vítima da desordem de uma era tumultuada, quando elementos de rompimento ameaçavam politizar todo aspecto da vida social americana. Um furioso igualitarismo [...] compelia psiquiatras peritos a negociar a condição de patologia da homossexualidade com os próprios homossexuais.” O resultado — a retirada da homossexualidade do manual de desordens — aconteceu não por intermédio de um processo racional de arrazoamento científico, “mas, em vez disso, foi uma ação exigida pelo teor ideológico dos tempos”.

5.Prevenção: uma necessidade crescente
Antes que a decisão da Associação Americana de Psiquiatria de 1973 fosse tomada, a prática aceita era tentar evitar a homossexualidade. A condição era considerada uma desordem, e o desenvolvimento da identidade sexual alterada deveria ser evitado sempre que possível. Hoje, cremos que já é hora dessa idéia de prevenção ser revista. É com esse propósito que escrevemos este livro. Poucos livros, antes deste, foram escritos para os pais, a não ser o clássico Growing Up Straight [Heterossexual desde a infância], de Peter e Barbara Wyden. Depois que a homossexualidade foi retirada do manual de diagnóstico, o único livro escrito por um clínico sobre a prevenção foi o livro do dr. George Rekers, Growing Up Straight: What Every Family Should Know About Homosexuality [Heterossexual desde a infância: o que toda família deve saber sobre homossexualidade] (Chicago: Moody Press, 1982), que oferece, para conselheiros pastorais experientes, idéias de sabedoria prática fundamentadas na ciência. Agora esperamos que Homossexualidade: um guia de orientação aos pais para a formação da criança continue a responder à necessidade crescente. A maioria dos pais de crianças pré-homossexuais que vêm a nós em busca de ajuda são pessoas de fé religiosa — católicos, protestantes, mórmons, judeus —, mas alguns, também, são secularistas que intuitivamente sentem que a humanidade é projetada para ser heterossexual. Nós podemos sentir empatia com a preocupação desses pais, porque compartilhamos sua visão de mundo. Contudo, alguns ativistas gay (a maioria dentro de círculos acadêmicos), certamente, condenar-nos-ão por assumirmos essa posição. Quem somos nós para levantar a questão sobre a identidade sexual de alguém, para ajudar uma criança a evitá-la ou um adulto homossexual a mudá-la? Mas assumimos nossa posição com a história e com a maioria da população que acha sexo do mesmo gênero algo que fere, que traz prejuízo as pessoas. Aqui incluímos os testemunhos de muitos clientes para ilustrar os capítulos deste livro. Naturalmente, nomes, lugares e quaisquer detalhes identificadores foram mudados para proteger a privacidade deles. Mas esteja certo de que as histórias são verídicas.

O enfoque deste livro, o papel dos pais, não tem a intenção de culpar, mas sim de educar. Nenhum dos pais com quem trabalhei desejava influenciar seu filho a ponto de lançar a base para a homossexualidade futura — nem mesmo de deixar de intervir quando a intervenção fosse necessária. Mas, a despeito da melhor das intenções, muitos ficaram presos em hábitos de família que foram prejudiciais. E, na verdade, muitos estavam tristemente mal-informados, crendo que nada podia ser feito para influenciar o desenvolvimento da identidade sexual de uma criança. As razões para essa vergonhosa falta de informação correta dos profissionais especializados, psicólogos, psiquiatras e outros, são discutidas no capítulo oito, “As políticas de tratamento”. É com muita gratidão que vemos que os pais, assim que recebem um aconselhamento apropriado, rapidamente fazem mudanças e passam com entusiasmo a ajudar seus filhos a desenvolver uma identidade de gênero sadia. Um pai reconheceu que em seu “íntimo” sabia que algo estava errado e, realmente, sentiu o que devia fazer, mas só ouviu avisos de professores e conselheiros para não “traumatizar seu filho”, a fim de aceitá-lo “como ele é”. Mas quando os pais consultam um psicoterapeuta que confirma e valida seu desejo de heterossexualidade em seu filho, e que oferece direcionamento específico para aquilo que eles sabem intuitivamente que devem fazer em resposta a confusão de gênero do menino, há a esperança de uma saída heterossexual. Uma vez que encontraram apoio profissional para sua intuição de progenitores, essas mães e esses pais captam imediatamente o plano de tratamento de seu terapeuta. Estão mais do que dispostos a começar a aplicar as estratégias positivas e afirmadoras que foram esquematizadas para eles. Este livro contém muitas dessas mesmas estratégias de intervenção. Dr. George Rekers, um perito em desordens sexuais, conhecido em toda a nação, escreve que a “não-conformidade de gênero na infância pode ser o único fator observável mais comum associado com homossexualidade”. E há considerável evidência, afirma ele, de que a criança que tem problema de identidade de gênero pode resolver a dificuldade – com ou sem intervenção psiquiátrica. Rekers relata:
“Em um bom número de casos, [...] a desordem de identidade de gênero se resolve completamente”.

Embora fatores biológicos tenham, sim, um efeito de predisposição em algumas crianças, dr. Rekers crê que a mudança é possível porque a família e as influências sociais parecem ser um fator fundamental e poderoso no desenvolvimento da homossexualidade. Ele observa: “A maioria dos pais espera por heterossexualidade para seus filhos, e o terapeuta não deve dirigir o curso do tratamento para operar contra os valores dos pais”.

6. E mais, dr. Rekers crê que quando o terapeuta trabalha com um adolescente, ele deve esclarecer alguns pontos importantes:

· Há riscos de saúde, que ameaçam a vida, ligados ao estilo de vida gay.

· Um ajustamento ao estilo de vida gay é difícil e socialmente controverso.
· Atividade sexual prematura é psicologicamente arriscada.
· O cliente será muito mais capaz de fazer escolhas sábias na vida adulta sobre sua sexualidade.
O maior volume de pesquisa sobre identidade de gênero foi feito com meninos e com rapazes. Homossexualidade masculina é, de fato, minha especialidade clínica; portanto, a maior parte do aconselhamento neste livro é sobre meninos. Esperamos que outro escritor leve nosso trabalho adiante para investigar mais completamente o lesbianismo e sua prevenção. Talvez você esteja preocupado com o desenvolvimento sexual de seu filho ou de sua filha. Talvez seu filho ou sua filha diga coisas como: “Devo ser gay”, ou: “Sou bissexual”. Você encontrou algum material pornográfico com pessoas do mesmo sexo no quarto dele. Achou, na agenda ou diário da filha, escritos íntimos sobre outra menina. A mensagem mais importante que podemos oferecer é que não existe uma “criança gay” ou um “adolescente gay”. Somos todos projetados para sermos heterossexuais. Confusão de gênero é, antes de tudo, uma condição psicológica e, até certo ponto, pode ser modificada. Achamos que você considerará as informações nas páginas que se seguem animadoras e afirmadoras. Ao ler essas histórias, talvez você veja algo de seu filho ou de sua filha e seja motivado(a) a afirmar mais fortemente o desenvolvimento sadio, apropriado ao desenvolvimento do sexo daquela criança. Para terminar, desejamos reiterar que temos fortes diferenças filosóficas com a Associação de Psicologia Americana (APA) da qual sou membro. Eles, em anos recentes, optaram por uma posição unilateral afirmadora do gay, ao apoiar uma filosofia política que promove ativamente o casamento gay, a adoção de filhos por gays e a normalização do homossexualismo e, ao mesmo tempo, ao estigmatizar valores tradicionais, corroendo o modelo da família nuclear. As posições da Associação Americana de Psiquiatria não são puramente científicas. Visto que nenhuma delas é matéria estritamente científica, elas representam as opiniões político-filosóficas da Associação Americana de Psiquiatria e de seus valores de liberalismo sexual.
O controle político da Associação Americana de Psiquiatria em relação ao livre fluxo das idéias, de fato, tornou-se tão opressivo em anos recentes que nós não deveríamos mais chamá-la de um grupo científico, mas de uma corporação comercial profissional, cujo alvo é avançar uma agenda política liberal dentro de nossa sociedade. O fato é que, em um raro artigo de censura publicado em um importante revista profissional, um psicólogo, crítico e corajoso, acusou que a falta de respeito da Associação Americana de Psiquiatria pela diversidade de pontos de vista realmente “faz com que a pesquisa passe a ser tendenciosa em relação às questões sociais, prejudica a credibilidade da psicologia com os formadores de opinião e o público, impede de servir a clientes conservadores, resulta em discriminação real contra estudantes e estudiosos conservadores e tem um efeito de perpetuar a educação liberal”.

7. Ao escrever este livro, fizemos todo esforço para representar os dados científicos de uma maneira justa exata. Não desejamos deixar implícito que o modelo de pré-homossexualidade descrito aqui é o único caminho à homossexualidade. No entanto, cremos que esse modelo é o mais comum. Nem desejamos sugerir que há uma resposta simples que seja capaz de evitar o desenvolvimento homossexual. O que você, como um dos pais, pode fazer é fornecer, na medida do possível, o meio-ambiente ideal. Se você concordar conosco que a normalidade é “aquela que funciona de acordo com seu projeto”, e que a natureza nos chama para cumprir nosso destino de gênero, como macho e fêmea, então convidamos você para seguir em frente em sua leitura. Como pais que somos, nosso alvo é lhe oferecer esperança, suporte, instrução e encorajamento.

Observação: Como você provavelmente já observou, este livro por vezes usa a primeira pessoa do singular e outras vezes a primeira do plural para expressar a opinião dos autores. Essa alternância não é tão randômica como possa parecer. A primeira pessoa do singular representa Joseph Nicolosi; todas as outras seções representam as contribuições dos dois autores.

30.6.10

O CIENTISTA QUE CRÊ EM DEUS

O cientista que crê em Deus

Francis Collins, o homem mais poderoso da ciência norte-americana faz questão de professar publicamente a fé cristã

Leoleli Camargo, iG São Paulo

Quando foi convocado para substituir o biólogo James Watson – um dos descobridores da estrutura de dupla hélice do DNA – na liderança do recém criado Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, em 1993, o geneticista Francis Collins já era um pesquisador conhecido e já havia descoberto a localização de genes responsáveis por três doenças importantes: fibrose cística, distrofia muscular de Duchenne e doença de Huntington.

Dono de um currículo impecável dentro do mundo científico e de um entusiasmo contagiante em relação a tudo o que se refere à genética, Collins foi encarregado de encabeçar um consórcio público integrado por centros de pesquisa norte-americanos, britânicos, franceses, alemães e japoneses – o chineses vieram mais tarde – com a tarefa hercúlea de seqüenciar todos os três bilhões de pares de bases que constituem o DNA humano.

Foto: Divulgação

O médico Francis Collins em seu laboratório de pesquisas: reconciliação com Deus
Entre 1995 e 1999, Collins e sua equipe protagonizaram, com a Celera Genomics, do cientista Craig Venter, uma competição acirrada pela primazia no anúncio do seqüenciamento completo do “mapa da vida”. A corrida entre os consórcios público e privado culminou com um anúncio em conjunto, na Casa Branca, de que o Genoma Humano estava finalmente completo e pertencia, a partir dali, a toda a humanidade.

A data histórica ainda não havia completado seu sexto aniversário quando, em 2006, Collins lançou, nos Estados Unidos, o livro A Linguagem de Deus (Ed. Gente), no qual discorria sobre como havia resolvido dentro de si o dilema entre fé e ciência. Em 300 páginas escritas com elegância e sinceridade, um dos mais notórios homens da ciência admitiu ao mundo que acreditava piamente em Deus. A obra reacendeu o velho debate entre crentes e ateus, movimentou evolucionistas e criacionistas e suscitou embates históricos – o mais famoso deles deu-se entre Collins e o zoólogo e evolucionista britânico Richard Dawkins.

A polêmica, no entanto, não foi suficiente para abalar o prestígio de Collins na comunidade científica ou afastá-lo das salas de aula e dos centros de pesquisa. Pelo contrário. No ano passado, ele foi nomeado por Barack Obama para dirigir os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, aos quais está diretamente ligado o Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, que ele liderou ente 1993 e 2008.

Como o prestígio do cargo no âmbito da ciência o coloca mais ou menos na mesma posição ocupada por Obama entre os chefes de estado do planeta, há quem diga que a crença religiosa do cientista o coloca em uma situação delicada, levando-se em conta que Collins tem sob sua responsabilidade controlar um orçamento de mais de 30 bilhões de dólares destinados exclusivamente a pesquisas biomédicas e de saúde.

“Será que devemos confiar o futuro da pesquisa biomédica nos Estados Unidos ao homem que sinceramente acredita que a compreensão científica da natureza humana é algo impossível?” chegou a questionar o neurocientista e escritor Sam Harris em um editorial publicado no jornal The New York Times, logo após a nomeação de Collins.

Alheio à polêmica gerada em torno de suas crenças, o cientista cristão segue firme no cargo e acaba de lançar mais um livro. Entitulada A Linguagem da Vida (Ed. Gente), a obra é um apanhado sobe as mais recentes descobertas pós-genoma. Nela, Collins conta – entre outras coisas – os bastidores do Projeto Genoma sob sua ótica e mostra ao leitor como genética está conduzindo a medicina para um caminho de total transformação. Um caminho onde, segundo ele, a personalização dos tratamentos já é uma realidade e a prevenção e a detecção precoce de doenças serão uma ciência cada dia menos imprecisa.

17.5.10

POR UM BRASIL NÃO HETEROFÓBICO!

Por Um Brasil Não Heterofóbico!
- Conceitos e Preceitos Não São Preconceitos -

Recife (PE), 19 de março de 2007.
Exmo(a)s. Sr(as). Senadore(a)s
Senado Federal
Brasília – DF

Excelentíssimo(a)s Senhore(a)s,

Em nome da Diocese do Recife – Comunhão Anglicana, das jurisdições eclesiásticas integrantes do Movimento Anglicano por Uma Causa Comum, e certo de que também expressamos a posição de milhares de brasileiros, particularmente integrantes das igrejas e organizações evangélicas, gostaria de expressar as nossas congratulações pela retirada de pauta do PL 5003/2001 – PLC 122/2006, a pedido da própria relatora, Senadora Fátima Cleide, aprovada unanimemente pelo plenário da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, presidida pelo eminente senador Paulo Paim, e a criação de um Grupo de Trabalho para estudar a matéria. Com essa sábia e sensata decisão, esperamos que seja assegurado o elementar Princípio do Contraditório, e que sejam ouvidos os setores da Sociedade Civil, que poderão ser afetados pela aprovação do referido projeto, se mantida a redação atual.

Vale recordar que Documentos Sociais emanados das Igrejas Cristãs, na Idade Contemporânea – consentâneos com as Sagradas Escrituras e a Tradição Apostólica – têm afirmado a dignidade de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, detentora de iguais direitos e deveres. Os mesmos Documentos afirmam o Princípio da Isonomia, pelo qual todos os cidadãos são iguais perante a Lei, princípio norteador da nossa Constituição Federal e de todo o nosso Ordenamento Jurídico.

Preocupa-nos, por outro lado, a questionável tendência de se estabelecer diplomas legais para setores particulares do conjunto dos cidadãos, que poderá, em decorrência, resultar em limitações de direitos para outros segmentos. É tanto mais preocupante quando tais diplomas incorrem em sanções penais, notadamente penas restritivas da liberdade. Estudiosos do Direito já têm denunciado uma tendência do atual estágio do Estado ao que denominam de “pan-penalismo” ou “tirania penal”, como um desnecessário e danoso furor normatisante-penalisante sobre o comportamento de cidadãos e segmentos sociais.

Os avanços práticos do Princípio da Isonomia e da Dignidade da Pessoa não podem, nem devem incorrer em riscos de tiranias nem de maiorias sobre minorias, nem de minorias sobre maiorias. Os povos têm uma História, uma Cultura e Costumes, este último também uma fonte de Direito. A História já nos tem ensinado que fúrias iconoclastas têm, quase sempre, resultado em despotismos esclarecidos, de grupos auto-proclamados de iluminados e de vanguarda, com a pretensão de “civilizar” aqueles por eles considerados “atrasados”, e que tem sido uma das mais nefastas facetas negativas da herança do Iluminismo. As mais graves violações dos Direitos Humanos, em nosso tempo, têm sido decorrentes dessa distorcida abordagem.

Bem sabem Vossas Excelências que, dentre os Direitos Civis emanados da nossa Carta Magna está a Liberdade Religiosa, não apenas em um sentido individualista, subjetivista, mas de crença e profissão da fé, que forma a visão de mundo dos seguidores das diversas religiões, seus valores, seus usos e costumes, sua contribuição para a Cultura e o seu exercício da Cidadania responsável, dentro da Lei, dos parâmetros do Pacto Social típico de um Estado Democrático de Direito, como prescreve a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, da Organização das Nações Unidas, subscrito por nosso País.

Como a sabedoria popular nos ensina que “não se pode cobrir a cabeça para descobrir os pés”. Devemos sempre estar advertidos para que a afirmação dos direitos de uns não implique na negação dos direitos de outros, em atos de injustiça, geradores de tensões sociais.

A presença do Cristianismo, e de outras expressões religiosas, é um fato histórico no Brasil, e a religião uma variável social que não se pode negar, desprezar ou agredir. A separação entre Igreja e Estado não significa uma dicotomia radical, não comunicante, entre a Sociedade Política e a Sociedade Religiosa, como parte da Sociedade Civil. O Estado Laico, que todos nós prezamos, tem sido, muitas vezes, em nossa época, transformado em Estado Ateu ou em Estado Confessional, com Ideologias Materialistas fazendo às vezes de uma religião intolerante e excludente. O que aconteceu com o Nazismo e o Marxismo, de trágica memória, está hoje se manifestando, de forma mais sutil, porém cada vez mais crescente, no Ocidente Pós-Cristão, onde a Secularização está dando lugar a uma nova e perniciosa ideologia, o Secularismo, que tem a pretensão de tutelar e de se impor à Sociedade, ocupando o aparelho de Estado, em uma atitude agressivamente negadora do papel das religiões, particularmente das monoteístas, notadamente o Cristianismo. Esse, lamentavelmente, é o atual contexto preocupante de mudança cultural, do qual o Brasil não está isolado, nem isento de sua influência.

A União Européia, recentemente, recusou reconhecer o papel Histórico do Cristianismo no Preâmbulo da sua proposta de Constituição. Símbolos religiosos têm sido proibidos em vários países do Velho Continente. Grupos cristãos, operando há mais de um século, estão sendo proibidos de se reunir em Universidades britânicas, em cujo país projetos de leis ora em debate no Parlamento pretendem obrigar os orfanatos religiosos a permitir a adoção de crianças por pares homossexuais e proibir os Colégios religiosos de ensinarem os posicionamentos de suas igrejas sobre a Sexualidade Humana. A comemoração do Natal, ou a presença das Tábuas das Leis nos Tribunais, estão sendo atacados nos Estados Unidos da América. Um pastor luterano escandinavo foi detido por trinta dias por pregar, em sua Paróquia, um sermão contrário à opção pela prática homossexual.

São apenas alguns exemplos, dentre tantos, de uma Pós-Modernidade, que torna relativo os absolutos e torna absoluto o relativo (Relativismo), de um Multiculturalismo extremado, que não respeita a cultura das maiorias, e de um Secularismo ideológico, que tem como um dos seus alvos o ataque às religiões, em particular as monoteístas de revelação, em virtude dos seus ensinos normativos sobre Ética, Moral e padrões de comportamento. Não é exagero reconhecermos que estamos tendo, no Ocidente, mais um ciclo de sistemática perseguição religiosa, procurando-se forçar a sua irrelevância.

As religiões monoteístas semíticas de revelação escrita – o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo – têm estabelecido conceitos multisseculares, desde cinco mil anos, que consideram como valores a serem livre e publicamente expressados em sua vida social, cultural e política, e que são preceitos para os seus seguidores. Conceitos que muitas vezes se chocam com aqueles defendidos hoje pelo Secularismo, e com os estilos de vida emanados dessa ideologia em crescente processo de hegemonia. Objetivamente, sabemos que Conceitos e Preceitos não são Preconceitos.

Não há, então, apenas a possibilidade de um “Choque de Civilizações” entre o Ocidente e o Oriente, mas já se está dando um “Choque dentro da Civilização”, no Ocidente, entre os adeptos da ideologia Secularista e as religiões monoteístas históricas. Choque esse que se evidencia na Academia, nas Artes, na Mídia e no interior do aparelho do Estado.

Com o colapso do modelo soviético, as esquerdas abdicaram de elaborar uma atualizada crítica ao Capitalismo como modo de produção, e a sua eventual superação, substituindo o seu núcleo ideológico pelo chamado “Politicamente Correto”: uma original união de Socialismo e Puritanismo, ou, como já foi denominado, um “puritanismo de esquerda”, com todas as intolerâncias dos seus co-irmãos conservadores. A denominada “Agenda Homossexual” decorre desse movimento cultural.

É importante, particularmente, denunciar a agressividade contra a minoria dos ex-homossexuais e, no Brasil, a criminalização pelo Conselho Federal de Psicologia, do direito de livre exercício profissional, vedado o trabalho terapêutico de apoio àqueles que, não se sentindo confortáveis com sua atual orientação, procuram o apoio de profissionais para a busca de alternativas que lhe tragam bem estar pessoal e sanidade. Psicoterapeutas e clientes, como cidadãos e como pessoas, são vítimas da violência dogmática e intolerante, pretensamente em nome da “Ciência”, privados do inalienável direito ao exercício da liberdade. Corremos o risco de uma “Inquisição às Avessas”, com a ideologia Secularista lançando mão do braço do Estado para impor normas e sanções, criminalizando e penalizando os que pensam, se manifestam e agem de modo divergente.

Alertamos para o risco de que o programa “Por Um Brasil Não Homofóbico” termine se transformando, na prática, na promoção “Por um Brasil Heterofóbico”: do desrespeito ao direito (de religiosos e não religiosos) de se afirmar a normatividade dos padrões da estabilidade das uniões heterossexuais, ou do celibato voluntário.

A Comunhão Anglicana, e outras igrejas e religiões, afirmam a dignidade da pessoa humana, mas afirmam, também, a realidade do pecado (ao contrário da “bondade natural” defendida pelas ideologias seculares modernas) como um distanciamento físico, intelectual, emocional e moral dos seres humanos dos ideais do seu Criador. Afirmam, também, os direitos humanos e os deveres humanos. Afirmam, ainda, a acolhida, a escuta, o amor, a solidariedade e o respeito; mas, afirmam, igualmente, que a Graça de Deus em Cristo, pelo poder do Espírito Santo, alimentada pela Palavra e pelos Sacramentos, é capaz de transformar o que cada um de nós é – com nossas limitações, ambigüidades e negatividades – no que Deus pretende que sejamos, no processo permanente e dinâmico que a Teologia denomina de Santificação.

A tentação ou a prática homoerótica é apenas uma manifestação dentre tantas – nem maior, nem menor – do estado pecaminoso da humanidade, e essa prática, para os cristãos, é incompatível com os ensinos das Sagradas Escrituras. É dever dos cristãos amar os pecadores e rejeitar o pecado.

Anunciar a consciência do pecado e a possibilidade da Graça transformadora não deve ser entendido como uma atitude de agressividade, mas, sim, de amor pelo próximo.

Aqui, senhores Senadores e senhoras Senadoras, chegamos ao âmago da questão: a humanidade, nem o Brasil, terão experimentado grande progresso, se, em um movimento de cento e oitenta graus, apenas substituirmos a penalização dos homossexuais pela penalização dos anti-homossexuais; a penalização de uma minoria pela penalização de amplas maiorias.

Cremos que a Constituição Federal e todo o nosso Ordenamento Jurídico já são suficientemente claros na afirmação da dignidade de toda pessoa humana e na igualdade de direitos de todos os cidadãos. Preocupa-nos o fenômeno do pan-penalismo. Afirmamos os valores culturais morais que marcam a formação da nossa nacionalidade. Defendemos a Liberdade Religiosa, de clérigos e leigos, no interior de seus templos e lares, no seu trabalho e nas várias formas de inserção social, inclusive com suas doutrinas sobre a Sexualidade Humana, sem riscos de sofrerem processos penais, que poderão privá-los da sua liberdade.

Não se constrói um Brasil justo e solidário mandando para a cadeia os homossexuais ou os anti-homossexuais.

Que o Deus invocado no Preâmbulo da nossa Carta Magna vos ilumine como pessoas, como cidadãos e como legisladores, na construção do Bem-Comum.

Atenciosamente,

W Dom Robinson Cavalcanti, ose
Bispo Diocesano
Diocese do Recife – Comunhão Anglicana