Sunday, November 22, 2009

VOTAÇÃO DO PLC 122/2006, no Senado Federal, Comissão de Direitos Humanos

Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois tu possuis todas as nações. Salmos 82:8

Parabéns Senadores Marcelo Crivela (Rio de Janeiro) e Magno Malta (Espirito Santo), pela brilhante atuação dos Senhores na última votação do PLC 122/2006!

O Senador Magno Malta pediu vistas ao PLC por algumas sessões e já informou que quer a realização das Audiências Públicas que já haviam sido requeridas na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Pensando melhor, seria muito bom enviarmos e-mails para todos os Senadores cumprimentando a atuação dos Senadores Crivela e Malta, além de outros que se posicionaram contra este PLC, para que todos tomem conhecimento do nosso reconhecimento a eles diante dos demais Senadores, uma forma também de encorajar os outros a se posicionarem contra tal PLC. Os endereços eletrônicos dos Senadores se encontram no blog:
http://rozangelajustino.blogspot.com e www.abraceh.org.br (corpo da postagem anterior a esta).

Devemos ainda, escrever para os Deputados Federais incentivando-os a se fazerem presentes nestas ocasiões para fazer pressão política no Senado. Agradecemos a presença dos Deputados Henrique Afonso e Rodovalho na hora da votação do PLC 122/2006. Parece que foram os únicos que se organizaram para este dia importante para o povo brasileiro. Esperamos que os demais Deputados estejam presentes nas próximas votações e audiências. Por falar no Dep Henrique Afonso, ele estará no Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro, para mais uma Jornada em Defesa da Vida e da Família! Guardem esta data que eu divulgarei o local para os interessados em conhecer o nosso brilhante Deputado evangélico presbiteriano do ACRE, punido pelo seu antigo partido (PT) por defender a vida humana, família e princípios cristãos!

Dois rapazes que fazem parte do MOVIMENTO DE APOIO AOS QUE VOLUNTARIAMENTE DESEJAM DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE, eles mesmos tendo abandonado o comportamento homossexual, foram inquietados por Deus para participarem desta votação e compartilharam comigo as suas impressões. Ficaram surpresos (devido ao estereótipo da IURD) e contentes com o discurso do Senador Marcelo Crivela em prol da família e dos princípios cristãos. O Senador Marcelo Crivela é autor da Lei nº. 12.025, de 03 de setembro de 2009, que Institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Eu mesma já ouvi alguns discursos do nosso Exmo. Senhor Senador Crivela no Congresso Nacional, acerca do PLC 122/2006, e a minha impressão pessoal do Senador não difere da dos nossos irmãos que foram ao Senado Federal no dia da última votação. O Senador Crivela se posiciona muito bem contra este PLC. Testemunhada também pela assessoria da FPE - Frente Parlamentar Evangélica, o Senador Crivela esclareceu ao público a manobra que a Senadora Fátima Cleide usou para que o PLC 122/2006 fosse votado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Ele inclusive disse que foi procurado pela CNBB que solicitou a realização de um amplo debate sobre o novo voto da Senadora Fátima Cleide, relatora deste PLC.

Mas os argumentos contra o PLC não foram apresentados na Comissão apenas por parte dos Senadores evangélicos, segundo a assessoria da FPE. O Senador Mão Santa-PSC-PI foi duro ao afirmar que o PLC 122/2006 não tem razão de existir, que é uma proposta absurda e que ele deveria ser arquivado, pois a Constituição já garante proteção aos homossexuais e inclusive citou o artigo da Carta Magna que garante a inviolabilidade da intimidade. Ele ainda disse que o presidente do seu Partido pediu que lutasse para arquivar este PLC.

Durante as discussões observou-se que os Senadores contra o PLC eram maioria e se no início da reunião o PLC tivesse sido colocado em votação ele seria rejeitado nesta Comissão. No entanto, no decorrer da reunião, outros Senadores a favor do PLC 122 foram chegando ao Plenário que se encontrava cheio de ativistas do movimento pró-homossexualismo.

Segundo a assessoria da FPE, a Senadora Fatima Cleide, relatora deste PLC, disse que tinha para mostrar naquele momento fortes imagens de homossexuais agredidos e inclusive a tela e o projetores já estavam posicionados. O Senador Magno Malta, com ousadia e coragem, disse que ele também tinha muitas imagens de crianças sendo agredidas, abusadas e violentadas e também tinha imagens de jovens e adolescentes sendo destruídos pelas drogas no Brasil. Já pedi ao Senador Magno Malta para apresentar cenas de meninos sendo estuprados por pedófilos que vivenciam a homossexualidade, pois as estatísticas mostram que o abuso sexual entre os meninos é muito maior que o heterossexual, mas devido à banalização dos abusos entre os homens tal abuso não parece abuso para a sociedade - são banalizados -, como se fossem apenas jogos sexuais, uma forma também de negar as conseqüências negativas para a vida adulta de homens que sofreram abusos sexuais, tais como homossexualidade, impotência sexual, adultério, e outras. Quem tiver imagens, denúncias ou desejar compartilhar o depoimento de abuso homossexual envie para o Senador Magno Malta. Se atentarmos para os filmes que assistimos verificaremos que existem muitos que mostram o abuso entre os meninos/homens e meninos, no entanto, esta é uma realidade pouco denunciada e reconhecida socialmente como abuso sexual! Que tal fazermos uma relação de tais filmes?

Segundo a assessoria da FPE, a Senadora Patrícia Sabóia (Ceará) falou que como católica não aceita que em sua igreja se fale contra a homossexualidade, querendo defender o PLC 122/2006, fazendo parecer que os que são contra são discriminadores, o que não é verdade. Diante desta afirmação, o debate passou para um clima caloroso, vários outros senadores se manifestaram, a exemplo do Senador Valter Pereira que afirmou que tem dúvidas sobre o PLC 122.

Assim, segundo a assessoria da FPE no Congresso Nacional, parece que os argumentos que esta FPE-Frente Parlamentar Evangélica tem levantado sobre a inconstitucionalidade e a injuridicidade do PLC 122/2006 tem sido observadas e consideradas pelos demais Senadores, que estão em dúvida quanto a necessidade deste PLC. Não somente os Senadores do Congresso Nacional como também pessoas que vivenciam a homossexualidade começam a questionar a imposição da HOMONORMATIVIDADE na sociedade brasileira. Esta foi uma boa notícia de representantes do movimento de apoio presente num evento, no Rio de Janeiro, na semana passada. Já tenho dito muitas vezes que Projetos de Leis que parecem “proteger” pessoas que estão homossexuais não tem este objetivo, e os que estão homossexuais estão sendo usados como massa de manobra para um projeto político com finalidades econômicas muito maior. Oremos para que Deus abra os olhos das próprias pessoas que vivenciam a homossexualidade para esta realidade, antes que elas mesmas sejam as mais prejudicadas. Nós, do movimento de apoio, não lutamos contra a pessoa que apresenta o estado homossexual, mas queremos proteger e defender o ser humano que sofre e voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo. Não corremos atrás de ninguém para a saída da homossexualidade e os que nos procuram o fazem espontaneamente. Sentimo-nos incomodados com o cerceamento de direitos, como o meu caso, divulgado amplamente, por ser impedida pela RESOLUÇÃO 01/99 do CFP de forma a não acolher os insatisfeitos com a homossexualidade e ainda ameaçada de morte por muitos ativistas gays.

Estavam presentes no Plenário também a assessoria jurídica da FPE e do FENASP - Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política além dos jovens do MIB - Movimento Inova Brasil. Foi destaque também o Deputado Estadual Valter Araujo de Rondônia, um dos maiores líderes no Brasil na luta contra o PLC 122/2006 . Ele é do mesmo Estado da Senadora Fátima Cleide – Rondônia, o Estado com maior número de evangélicos do Brasil. O Dep Valter Araujo tem sido hoje o maior porta voz do povo evangélico de Rondônia, no combate à pedofilia – precisamos fazer uma campanha em Rondônia para que a Senadora Fátima Cleide não consiga mais se reeleger, assim como outros que trabalham contra a vida humana, a família e os princípios cristãos, como também a Senadora Patricia Saboya (Ceará) que defende o ativismo gay. Contudo, precisamos submeter este nosso desejo ao Senhor em oração:

Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois tu possuis todas as nações. (
Salmos 82:8)

Sunday, November 15, 2009

COMUNICADO DE ROZANGELA JUSTINO À SOCIEDADE BRASILEIRA:



Informo à sociedade brasileira que não mais atenderei as pessoas que desejam deixar a homossexualidade. Embora desenvolva este trabalho desde 1988, tanto em meu consultório quanto em instituições de apoio, reconheço que não devo ignorar a Resolução nº 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, ainda que a OMS-Organização Mundial da Saúde -, através da sua publicação oficial, CID 10, deixe claro que é possível procurar apoio terapêutico para mudança da orientação sexual homossexual em caso desta ser egodistônica, ou seja, quando a homossexualidade, fora de sintonia com o próprio eu, leva a pessoa a um estado de sofrimento psíquico. O transexualismo e o travestismo também são considerados transtornos de identidade sexual, além do transtorno de identidade sexual na infância, onde o pai ou responsável pode procurar tratamento, segundo a CID 10, que pode ser encontrada em qualquer livraria e também baixada através da internet. Trabalho de acordo com as orientações da OMS e também de conformidade com as correntes teóricas das escolas da psicologia; entretanto, de acordo com a Resolução 01/99, nenhum psicólogo pode ajudar as pessoas que voluntariamente procuram apoio para superar os transtornos psíquicos ligados à atração pelo mesmo sexo. Diante disso, decidi interromper o atendimento às pessoas que pretendem superar os pensamentos, desejos e comportamentos homossexuais, enquanto a Resolução 01/99 estiver vigente.

Ressalto que tenho sido perseguida por muitos ativistas gays e punida pelo Conselho Federal de Psicologia exatamente por ajudar aqueles que desejam abandonar a homossexualidade. Além disso, tenho recebido diversas ameaças de morte. Certamente, já comuniquei às autoridades a respeito de tais ameaças. Contudo, alguns militantes homossexuais estão decididos a fazer com que o CFP cace o meu registro profissional e impeça que eu continue exercendo a profissão de psicóloga, a qual eu tanto amo. Nesse contexto, informo a todos que as circunstâncias obrigam a minha decisão de não mais auxiliar aqueles que voluntariamente buscam um modo diferente de pensar, sentir e vivenciar a sexualidade. Apesar disso, deixo claro que não estou conformada com essa situação. De fato, tenho lutado para mudar tudo isso, de modo que as pessoas tenham o direito de ser quem elas quiserem e de viverem a sexualidade de acordo com o que elas mesmas decidirem, e é inegável que muitas não desejam se conformar com a sua condição homossexual. Afinal, está provado, até então, que ninguém nasce gay, e ainda que seja encontrada comprovação genética para a homossexualidade é inegável a procura de auxílio por parte de muitas pessoas para efetivar as mudanças que elas mesmas desejam em suas vidas e deveriam ter profissionais para apoiá-las e o direito de apoiar e ser apoiado, garantidos.

Estou lutando para mudar essa situação, mas não conseguirei suportar as ameaças e agressões dos ativistas gays nem serei capaz de enfrentar as decisões dos Conselho Federal de Psicologia sem a ajuda daqueles que também não se conformam com tudo o que está acontecendo. Estou gradativamente encerrando as minhas atividades no Consultório e desde a minha punição junto ao CFP não mais recebo pacientes novos, a não ser para algumas sessões de EMDR, somente para os indicados por pessoas da minha relação pessoal que insistem em realizar este procedimento comigo. É com grande tristeza que compartilho esta decisão muito pensada, pois apoiar pessoas desconhecidas está sendo um fator de risco para mim, especialmente no consultório. Reafirmo que não estou conformada e continuarei lutando, se você estiver participando comigo desta luta, pois me encontro amordaçada, mas você não - o meu processo está sendo julgado na justiça. Você poderá fazer com que o direito de apoiar e ser apoiado seja garantido pela sociedade e poder público. Continue atento a esta mensagem.

A SITUAÇÃO TENDE A PIORAR SE O PLC 122/2006 for aprovado, além de outras propostas legislativas pró-homossexualismo. Infelizmente, ativistas gays estarão no Senado Federal na quarta-feira (18/11) às 10h, pois o
PLC 122/2006 já está na pauta oficial da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para ser votado. Já foi aprovado, na semana passada, na Comissão de Assuntos Sociais, numa sessão extra que surpreendeu a todos.
Estão apressando a aprovação deste PLC ainda este ano no Senado e na Câmara, para onde retornará. Sensibilizaram os Senadores da casa e os cristãos que Deus ainda não abriu o entendimento acerca dos perigos deste PLC, mesmo que tenham incluído idosos, religiosos, portadores de necessidades especiais, ... Na Constituição Federal os direitos dos religiosos, por exemplo, já estão inclusos e não são respeitados. Na atualidade o politicamente correto é o apoio somente às religiões Afros, além do movimento gay. É só uma questão de tempo para que eles dominem e nenhum outro direito ser respeitado, nem o dos religiosos, nem o dos portadores de necessidades especiais, idosos, religiosos ou qualquer outro. Quanto aos cristãos católicos e evangélicos, com a aprovação deste PLC, serão os mais perseguidos; os profissionais que professarem a fé cristã estarão desqualificados e ameaçados, como eu, ainda que em meu processo há razões jurídicas para a sua anulação e científicas para realizar o trabalho de apoio a pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade.

Diante do exposto, sou totalmente contra qualquer Projeto de Lei de ação afirmativa do movimento gay e de lésbicas, ainda que incluam neles dispositivos de medidas protetivas para idosos, portadores de necessidades especiais, negros, religiosos e outros, simplesmente pelo fato de ELES NÃO SEREM PARA DEFENDER OS DIREITOS destes e nem mesmo das pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo, e muito menos para garantir o direito daquelas que desejam abandonar o comportamento homossexual. Se num Projeto de Lei do idoso, como o da pesca que a bancada evangélica e a católica derrotou há alguns meses, estiver inclusas palavras tais como ORIENTAÇÃO SEXUAL, IDENTIDADE DE GÊNERO, LIVRE EXPRESSÂO DA ORIENTAÇÃO SEXUAL, DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS e outras, inventadas pelos ativistas do movimento de gays e lésbicas ou apoiado por eles, saibam que está a serviço de interesses internacionais com finalidades políticas e econômicas. Precisamos de reunir documentos que tenham credibilidade jurídica para alicerçar a pressão que precisamos fazer no Congresso Nacional para a instauração da CPI destes movimentos sociais, como também a dos Conselhos de Psicologia. Quem tiver tais documentos faça contato comigo. Portanto, não sejamos ingênuos! Querem amordaçar todo o cidadão brasileiro que tiver opinião diferente da do movimento homossexual - os que pensam diferente receberão o CARIMBO de discriminadores, preconceituosos, homofóbicos e outros adjetivos para desqualificá-los.

Recomendo os 7 (sete) passos a seguir:

1º) FALE COM OS SENADORES através do AlÔ SENADO: 0800612211 para votarem “NÃO” no PLC 122/2006. Envie também seu e-mail. Se você participar de alguma ONG, for líder de igrejas, diga para os parlamentares quantos você representa em sua associação. Ao telefonar para o 0800 61 22 11 peça para os Senadores da Comissão de Direitos Humanos dizerem “NÃO” ao PLC 122/2006, incluindo os Senadores do seu Estado. Denuncie a enquete do PLC 122/2006, onde a pessoa limpando o histórico do seu computador consegue votar várias vezes. Eles já estão dizendo que nós estamos adulterando a enquete e na verdade o próprio Senado criou esta enquete que parece não ser séria, pois já deu vários problemas e já emitiram um resultado da pesquisa adulterado. Portanto, denuncie-a através do site do Senado e cesse as votações. Se você puder estar no Senado na semana que vem e participar desta audiência pública e levar faixas protestando o PLC 122/2006 será ótimo, mas seja discreto, silencioso e não cause tumulto no Senado Federal. E-mails dos Senadores, abaixo;

2º) FALE COM OS DEPUTADOS do seu Estado e os Federais pedindo a intervenção deles. A CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS fica próxima ao SENADO. Peça ao seu Deputado para participar da audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado e dizer “NÃO” ao PLC 122/2006, ainda que pareça “bom aos olhos”. Disque Câmara: 0800 619 619. Entre no site da Câmara e envie uma mensagem para o seu Deputado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado Clique em SOLICITE; no espaço para o DESTINATÁRIO DA MENSAGEM. No final do rolamento, selecione TODOS – se retiraram esta opção, você pode enviar e-mail para o(s) seu(s) Deputado(s);

3º) FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA e CATÓLICA: tenho alguns e-mails de católicos e de toda a evangélica – veja abaixo. A grande verdade é que os Deputados evangélicos, de forma geral, infelizmente, pouco se mobilizam para estas questões, com raras exceções. As eleições estão às portas. Queremos saber se eles estarão nos representando de verdade no Congresso Nacional ou se precisaremos eleger outros representantes. Telefone para os do seu Estado. A Senadora Marina quer se candidatar a Presidência da República – ela precisa se posicionar, pois ainda não sabemos se podemos contar com a firmeza dela quanto a este tema;


4º) CONSELHOS DE PSICOLOGIA: escreva cartas para os Conselhos Regionais e Federal de Psicologia e peça para os Conselheiros anularem a RESOLUÇÃO 01/99. Envie cópia da sua carta para a Caixa Postal 106.075 – Niterói, RJ CEP 24.230-970 (aos meus cuidados) ou para todos os e-mails ao mesmo tempo: rjustino@urbi.com.br; rozangelajustino@abraceh.org.br; rozangelalvesjustino@ig.com.br; rozangelajustino@gmail.com
Os e-mails dos Conselhos de Psicologia estão no final desta mensagem;

5º) Manifeste o seu apoio ao Decreto Legislativo número PDC 1640/2009, que o Dep. Paes de Lira – PTC-SP apresentou na Câmara dos Deputados Federais, para que sejam sustados os parágrafos 3º e o 4º da Resolução nº 01/99. Siga as orientações acima para falar com os Deputados. Aproveite para agradecer ao nobre Deputado esta iniciativa em prol da pessoa que se encontra em estado de sofrimento psíquico e deseja deixar a homossexualidade. O e-mail do Deputado Paes de Lira é: dep.paesdelira@camara.gov.br ;

6º) Encoraje psicólogos a se candidatarem nas próximas eleições em seus respectivos Conselhos Profissionais para anularem a Resolução nº 01/99, do CFP, e não deixarem os que estão no poder trabalharem contra a psicologia, em prol do politicamente correto, pois existem muitas teorias e técnicas psicológicas que verdadeiramente estão a serviço do apoio ao ser humano para que ele tenha melhor qualidade de vida; da mesma forma os Assistentes Sociais pró-vida e família precisam se candidatar às eleições em seus Conselhos, pois tem Resolução semelhante;

7º) Procure o Ministério Público Federal da sua cidade, setor de interesse do cidadão. Ele é pago pelos cofres públicos para ser o seu Procurador e irá recebê-lo. Diga-lhe que você deseja apoio para deixar a condição homossexual ou para seu familiar, mas que a Resolução 01/99 do CFP impede profissionais da Psicologia de apoiá-lo para efetivar as mudanças que você deseja. Peça a intervenção do Ministério Público Federal, que é o FISCAL DA LEI para a garantia do seu direito.

OS E-MAILS ESTÃO ABAIXO – mãos à obra! Exerça a sua cidadania, divulgue amplamente esta mensagem e que Deus nos abençoe a todos, em nome de JESUS!
Rozangela Justino http://rozangelajustino.blogspot.com/


RELAÇÃO DOS E-MAILS - envie as mensagens em blocos e não para todos ao mesmo tempo, para ficar mais garantida a chegada delas:


A) FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA:
frenteparlamentarevangelica@gmail.com; dep.dr.adilsonsoares@camara.gov.br; dep.andreiazito@camara.gov.br; dep.antoniobulhoes@camara.gov.br; dep.antoniocruz@camara.gov.br; dep.aroldeoliveira@camara.gov.br; dep.bispogetenuta@camara.gov.br; dep.carloswillian@camara.gov.br; dep.cleberverde@camara.gov.br; dep.davialvessilvajunior@camara.gov.br; dep.dr.nechar@camara.gov.br; dep.eduardocunha@camara.gov.br; dep.fatimapelaes@camara.gov.br; dep.filipepereira@camara.gov.br; dep.flaviobezerra@camara.gov.br;

dep.chicoabreu@camara.gov.br; dep.franciscorossi@camara.gov.br; dep.georgehilton@camara.gov.br; dep.geraldopudim@camara.gov.br; dep.gilmarmachado@camara.gov.br; dep.henriqueafonso@camara.gov.br; dep.takayama@camara.gov.br; dep.irisdearaujo@camara.gov.br; dep.joaocampos@camara.gov.br; dep.joaooliveira@camara.gov.br; dep.jurandyloureiro@camara.gov.br; dep.leonardoquintao@camara.gov.br; dep.lincolnportela@camara.gov.br; dep.lindomargarcom@camara.gov.br; dep.manato@camara.gov.br;

dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br; dep.marcosantonio@camara.gov.br; dep.mariodeoliveira@camara.gov.br; dep.natandonadon@camara.gov.br; dep.neiltonmulin@camara.gov.br; dep.neucimarfraga@camara.gov.br; dep.onyxlorenzoni@camara.gov.br; dep.pauloroberto@camara.gov.br; dep.rodovalho@camara.gov.br; dep.sabinocastelobranco@camara.gov.br; dep.silascamara@camara.gov.br; dep.walterpinheiro@camara.gov.br;


andrezacharow@camara.gov.br; dep.antoniocarloschamariz@camara.gov.br; dep.manato@camara.gov.br; dep.cleberverde@camara.gov.br; dep.elizeuaguiar@camara.gov.br; dep.majorfabio@camara.gov.br; dep.bispogetenuta@camara.gov.br; dep.leovivas@camara.gov.br; dep.jeffersoncampos@camara.gov.br; jorgetadeumudalen@camara.gov.br;

dep.zequinhamarinho@camara.gov.br; dep.zevieira@camara.gov.br; dep.capitaoassumcao@camara.gov.br; dep.marciomarinho@camara.gov.br; dep.sabinocastelobranco@camara.gov.br; dep.ricardoquirino@camara.gov.br; dep.dr.nechar@camara.gov.br; dep.sergiobrito@camara.gov.br; dep.silasbrasileiro@camara.gov.br; pastorpedroribeiro@hotmail.com

Senadores evangélicos e Deputados Católicos:

magnomalta@senador.gov.br; marinasi@senado.gov.br; crivella@senador.gov.br;
dep.miguelmartini@camara.gov.br; mailto:dep.paesdelira@camara.gov.br;%20dep.leandrosampaio@camara.gov.br; dep.drtalmir@camara.gov.br

B) E-MAILS DOS SENADORES:
adelmir.santana@senador.gov.br; acmjr@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br; gilberto.goellner@senador.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; jayme.campos@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br; marco.maciel@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br;

raimundocolombo@senador.gov.br; rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; inacioarruda@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br; gecamata@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; leomar@senador.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br;

paulo.duque@senador.gov.br; simon@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; valdir.raupp@senador.gov.br; valterpereira@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br; francisco.dornelles@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br;

magnomalta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; robertocavalcanti@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br;

eduardo.azeredo@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br; jtenorio@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; mario.couto@senador.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br; papaleo@senador.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; josenery@senador.gov.br;


mercadante@senador.gov.br; augusto.botelho@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; marinasi@senado.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; serys@senadora.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; fernando.collor@senador.gov.br; gim.argello@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br; zambiasi@senador.gov.br;


C) E-MAILS DOS CONSELHOS FEDERAL E REGIONAIS DE PSICOLOGIA:

federal@pol.org.br; cotec4@bol.org.br; gerenciageral@bol.org.br; crp-01@crp-01.org.br; atendimento@crp-01.org.br; crpacre01@brturbo.com.br; crpmanaus@vivax.com.br; crp01ro@brturbo.com.br; crp01rr@technet.com.br; crppe@crppe.org.br; crp03@crp03.org.br; crp04@crp04.org.br; etec@crp04.org.br; leste@crp04.org.br; norte@crp04.org.br;

sudeste@crp04.org.br; sul@crp04.org.br; uberlandia@crp04.org.br; crprj@crprj.org.br; subsedeni@crprj.org.br; subsedeniteroi@crprj.org.br; subsedepetropolis@crprj.org.br; info@crpsp.org.br; assis@crpsp.org.br; baixada@crpsp.org.br; bauru@crpsp.org.br; campinas@crpsp.org.br; abc@crpsp.org.br; ribeirao@crpsp.org.br; sjrpreto@crpsp.org.br; crprs@crprs.org.br; admin@crppr.org.br; crp08@crppr.org.br; crplondrina@crppr.org.br;

crpmaringa@crppr.org.br; crpumuarama@uol.com.br; crpcascavel@crppr.org.br; marabaran@terra.com.br; glauciawarken@hotmail.com; daysebortoli@hotmail.com; egleidemelo@hotmail.com; trmansano@yahoo.com.br; cecilia.fantin@uol.com.br; gcrrpsico@hotmail.com; gcrpsico@wln.com.br; mlaidane@ufpg.org.br; luciapwolf@gmail.com; sezineide@ibest.com.br; sezineide@yahoo.com.br; soniabls@yahoo.com.br;

nuci_oliveira@yahoo.com.br; karin.bruck@gmail.com; ccaba_psi@hotmail.com; betiulrich@hotmail.com; pogogeslki@uol.com.br; cranckel@yahoo.com.br;secretaria08@crppr.org.br; diretoria08@crppr.org.br; cof08@crppr.org.br; comunicacao08@crppr.org.br; gerencia@crppr.org.br;

admin@crppr.org.br; renego@crppr.org.br; cadastro@crppr.org.br; cadastro1@crppr.org.br; comissoes08@crppr.org.br; politicaspublicas08@crppr.org.br; crepop@crppr.org.br; crp09dir@terra.com.br; administração@crp09.org.br; crp09dir@terra.com.br; secaoto@crp09.org.br; atendimento@crp10.org.br; crp11@crp11.org.br; adm@crpsc.org.br;

secretaria@crp11.org.br; cobranca@crp11.org.br; cof@crp11.org.br; coe@crp11.org.br; contabilidade@crp11.org.br; ma@crp11.org.br; pi@crp11.org.br; cdh@crp11.org.br; adm@crpsc.org.br; secretaria@crpsc.org.br; financeiro@crpsc.org.br; cate@crpsc.org.br; projetos@crpsc.org.br; cof@crpsc.org.br; crp13@uol.com.br; crp14@terra.com.br; crp15@crp15.org.br; crp16@crp16.org.br; crprn@crprn.org.br

MAURICIO DE SOUSA e o personagem gay

Amados irmãos em Cristo:
Estejam atentos aos seus filhos e ao que eles lêem...

Como se não bastasse toda a desgraça que se abate na sociedade atual, em termos de corrupção e inversão de valores, agora até o Maurício de Souza se vendeu ao sistema mundano – vejam a notícia abaixo.

Se necessário, vamos estimular o boicote às revistas da Turma da Mônica, que, outrora ingênuas e divertidas, agora se tornam instrumentos de lavagem cerebral e indução de crianças e adolescentes a comportamentos pervertidos.

Lembrem-se: Deus ama o pecador, mas abomina o pecado. Vamos resistir à tentativa de tornar “naturais“ e “normais” os pecados que Deus abomina, ao mesmo tempo em que devemos estender o amor a todos os que, como nós, são pecadores. Amar o pecador não deve ser confundido com concordar com o pecado, a distorção, a perversão, e muito menos de disseminá-la e torná-la o padrão social...

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5:20)

NCI – Núcleo Cristão de Informação


14/11/2009 - 16h29
Revista "Tina" sugere personagem gay de Mauricio de Sousa

da Folha Online
A 6ª edição da revista "Tina", da editora Panini, apresenta o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.
Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ser "comprometido", indicando outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens. No entanto, ele não tem trejeitos típicos de homossexuais.

Divulgação

A personagem Tina, originalmente hippie, nos anos de 1960, agora tem um amigo gay, em história da edição número seis de sua revista

A assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, "de forma tranquila e sem levantar bandeiras".

No entanto, para brindar a inclusão dele na história, há nela também um discurso de Tina contra preconceito em geral.

O assessor afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay. Ele levanta até a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto. Ele também assegura que a história e o personagem terá a devida continuidade e encaminhamento.

Tina, agora estudante de jornalismo, é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e traços bem diferentes dos atuais.

Reprodução

Trecho polêmico da história de Mauricio de Sousa que mostra o personagem Caio, amigo de Tina, "comprometido"

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u652541.shtml

Wednesday, November 11, 2009

APROVADO PLC 122/2006 e CPI, Já!

“Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, mas quando domina o perverso, o povo suspira.” (Provérbios 29:2)

O PLC 122/2006 foi aprovado no dia 10/11/09, numa manobra da Senadora Fátima Cleide-PT-RO, assessorada pelo Senhor TONI, presidente do Movimento Gay do Brasil e o próprio tratou de informar aos Deputados e Senadores a notícia.

Envie a sua mensagem de repúdio, para TODOS os Senadores. Aproveite para pedir que eles instaurem a CPI do MOVIMENTO GAY, já!

Sugestão de mensagem:

Exmos. Senhores Senadores da República,

Expressamos o nosso repúdio à aprovação do PLC 122/2006, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, pois entendemos que a manobra para a sua aprovação, em se tratando de um tema sério e delicado, foi minimamente um desrespeito para com o povo brasileiro, e não queremos que este ato se repita nas demais Comissões da nossa “casa da lei”.

Todo movimento é livre para expressar suas idéias... isso é Democracia... mas, nenhum movimento social pode receber recursos públicos para expressar suas idéias... nem o Movimento dos Sem Terra, nem o Movimento Gay, nem o Movimento de Apoio ao Ser Humano e à Família, nem qualquer outro...; razão pela qual o povo brasileiro deseja que seja instaurada a CPI do Movimento Gay, já!

Atenciosamente,
...

Site para enviar a mensagem:

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

Se for possível, mande faxes, e-mails e telefone para os Senadores do seu Estado e ligue para o 0800612211, compartilhando a sua indignação – lembrando que os meios de comunicação mais pessoais são mais eficazes. Seria importante vários opositores do PLC 122/2006 visitarem os parlamentares na semana que vem no DF, participando das reuniões do Senado Federal, como também em nossas cidades realizarmos manifestações junto à Câmara de Vereadores, Deputados e outras autoridades municipais e estaduais. Envie e-mails para eles como também para os Deputados Federais: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado

Comentários advindos da CÂMARA E SENADO e pessoas do povo brasileiro, após a notícia do Senado:

Os Senadores e Deputados Federais não esperavam a aprovação do PLC 122/2006, hoje, dia 10/11/09, pois o correto seria realizar uma audiência para a discussão das emendas feitas pela relatora de tal PLC. Semana que vem pretendem aprová-lo na Comissão de Direitos Humanos e posteriormente, na Comissão de Constituição e Justiça, utilizando a brecha do Regimento Interno do Senado que permite colocar Projetos em pauta extra e aprovaram o PLC 122/2006 na Comissão de Assuntos Sociais. Este Regimento Interno precisa ser revisto.

Para sensibilizar os parlamentares e fazer parecer que este projeto é bom e humano, a Senadora Fátima Cleide colocou os portadores de necessidades especiais, religiosos, idosos, etc, todos dentro do pacote do PLC 122/2006 para conseguir mais facilmente aprovar a “livre expressão da orientação sexual”, juntamente com todos estes outros, ou seja, vale tudo para naturalizar todas as formas de expressão sexual. O que podemos entender como LIVRE EXPRESSÃO DA ORIENTAÇÃO SEXUAL ou ORIENTAÇÃO SEXUAL? Quais são os perigos deste termo e o que pode ser naturalizado a partir dele, além da homossexualidade?


Distraíram o povo com a enquete que saia e voltava do ar. Num determinado momento colocaram no ar um suposto resultado da pesquisa dizendo que a maioria evangélica votou no SIM, mas de onde tiraram tais informações? O SIM foi do “movimento gay cristão”? Como “a enquete” adivinhou a religião e outras informações se as pessoas não as forneceram? Com isso, questionamos a seriedade da enquete.

De qualquer forma, mesmo que você tenha votado, entre novamente na enquete porque ela foi zerada: Vote “NÃO”. Vamos bater na tecla e dizer que não queremos este PLC com e nem sem emendas:

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/


Vejam a nota da Agência Senado):


COMISSÕES / Assuntos Sociais
10/11/2009 - 12h20
Aprovado projeto que criminaliza a homofobia
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Proposta segue para a comissão de direitos humanos
A criminalização da discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na forma de um substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) ao projeto de lei da Câmara (PLC 122/06). A proposta original, de autoria da então deputada Iara Bernardi, inclui na já existente lei que pune a discriminação por racismo, religião ou local de nascença, a punição de atos discriminatórios por sexo, gênero ou orientação sexual.
A proposta agora volta à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso aprovado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados uma vez que foi modificado pelos senadores.
====================
Abaixo, o NOVO PLC 122/2006 com as argumentações da Senadora Fátima Cleide para aprová-lo. Pedimos que os advogados e juristas estudem e nos enviem os pareceres deste PLC para divulgarmos amplamente.

O site da ABRACEH voltou ao ar: www.abraceh.org.br
Visite também o BLOG:
http://rozangelajustino.blogspt.com
Há mensagens no blog que não foram colocadas no site, inclusive estudos que nos dão uma luz acerca das organizações internacionais que financiam movimentos sociais com interesses escusos e a conivência do atual governo brasileiro.
Continuemos persistindo, firmes, pois a palavra final vem do Senhor, e os atletas de Cristo não chegaram ao fim da caminhada. Perseverar com fé no Senhor é o que mais agrada ao Seu coração!
E que Deus nos abençoe a todos, em nome de JESUS!
“Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, mas quando domina o perverso, o povo suspira.” (Provérbios 29:2)

PARECER DA SENADORA FÁTIMA CLEIDE:

PARECER N.º , DE 2009

Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS,
sobre o Projeto de Lei da Câmara n.º 122, de
2006 (PL n.º 5.003, de 2001, na Casa de
origem), que altera a Lei n.º 7.716, de 5 de
janeiro de 1989, o Decreto-Lei n.º 2.848, de 7 de
dezembro de 1940, e o Decreto-Lei 5.452, de 1.º
de maio de 1943, para coibir a discriminação de
gênero, sexo, orientação sexual e identidade de
gênero.
RELATORA: Senadora FÁTIMA CLEIDE
I – RELATÓRIO
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 122, de 2006 (Projeto de Lei
nº 5.003, de 2001, na Câmara dos Deputados) é de autoria da Deputada Federal
Iara Bernardi, tendo sido aprovado naquela Casa em 23 de novembro de 2006.
A proposição tem por objeto a alteração da Lei nº 7.716, de 5 de
janeiro de 1989, cuja ementa proclama: “Define os crimes resultantes de
preconceito de raça ou de cor.”
Embora a ementa se refira apenas a duas hipóteses de motivação
discriminatória passíveis de tipificação penal, o art. 1º da mencionada lei, com
base na alteração efetuada pela Lei nº 9.459, de 15 de maio de 1997, estabelece
que “Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação
ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.
Durante o ano de 2007, o projeto esteve em tramitação na
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa dessa casa, onde
realizamos vários debates e audiências públicas relacionadas a essa proposição.
No final de 2007, na última sessão deliberativa do plenário, foi aprovado
requerimento do Senador Gim Argello para que o projeto fosse analisado por
essa comissão.
O PLC nº 122, de 2006, amplia novamente a abrangência dessa
norma, acrescentando à ementa e ao art. 1º da lei em vigor as motivações de
“gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.
Além das alterações propostas na ementa e no art. 1º, ampliando o
objeto da proteção antidiscriminatória da Lei n.º 7.716, de 1989, o projeto em
exame altera os demais artigos da referida lei para que, em todos os tipos penais
ali previstos, seja também considerada a motivação da discriminação ou
preconceito de “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.
No art. 4º da lei vigente, referente à discriminação no âmbito do
trabalho, cuja redação tipifica como crime “Negar ou obstar emprego em
empresa privada”, o PLC nº 122, de 2006, acrescenta o art. 4º-A, que tipifica
como conduta criminosa a de motivação preconceituosa que resulte em
“Praticar, o empregador ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta”.
O art. 5º passa a ter sua redação alterada, de “Recusar ou impedir
acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber
cliente ou comprador”, para “Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a
permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento, público ou privado,
aberto ao público”.
No art. 6º, voltado à discriminação no âmbito educacional, a
alteração consiste em substituir o texto vigente, que caracteriza como criminosa
a conduta de “Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em
estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau” por uma
tipificação mais ampla, definida por “Recusar, negar, impedir, preterir,
prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional,
recrutamento ou promoção funcional ou profissional”.
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O art. 7º propõe substituir a redação vigente “Impedir o acesso ou
recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou qualquer estabelecimento
similar” por “Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a hospedagem em hotéis,
motéis, pensões ou similares”. Ademais, acrescenta um dispositivo referente às
relações de locação e compra de imóveis, com o novo art. 7º-A com a seguinte
redação: “Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a
aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de
qualquer finalidade”.
No art. 8º, a proposição sob análise não altera o texto vigente, mas,
em seqüência, acrescenta dois novos artigos:
Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de
afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das
características previstas no art. 1.º desta Lei.
Art. 8.º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade
do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e
manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs.
O PLC n.º 122, de 2006, amplia a redação do art. 16 da Lei n.º
7.716, de 1989, acrescentando-lhe o seguinte: “inabilitação para contratos com
órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional; proibição de
acesso a créditos concedidos pelo poder público e suas instituições financeiras
ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou
mantidos; vedação de isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de
natureza tributária; e multa de até 10.000 (dez mil) UFIR, podendo ser
multiplicada em até 10 (dez) vezes em caso de reincidência, levando-se em
conta a capacidade financeira do infrator”.
A nova redação do art. 16 prevê, ainda, a destinação dos recursos
provenientes das multas estabelecidas na lei a campanhas educativas contra a
discriminação. Da mesma forma, na hipótese de o ato ilícito ser praticado por
contratado, concessionário ou permissionário da administração pública, além das
responsabilidades individuais, acrescenta a pena de rescisão do instrumento
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contratual, do convênio ou da permissão, sendo que, em qualquer caso, o prazo
de inabilitação será de doze meses contados da data da aplicação da sanção.
Ainda fica previsto nesse artigo que “As informações cadastrais e as referências
invocadas como justificadoras da discriminação serão sempre acessíveis a todos
aqueles que se sujeitarem a processo seletivo, no que se refere à sua
participação”.
Por meio de alteração do caput do art. 20 da Lei n.º 7.716, de 1989,
o projeto em exame propõe estender a proteção prevista: acrescenta a
discriminação ou o preconceito de “gênero, sexo, orientação sexual e identidade
de gênero”.
Acrescenta também ao art. 20 o § 5º, com a seguinte redação: “O
disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta,
constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou
psicológica”.
Após o art. 20, adiciona dois novos artigos. O art. 20-A, que prevê
procedimento para a apuração dos atos discriminatórios a que se refere a norma,
e o art. 20-B, que dispõe sobre a interpretação dos dispositivos da Lei no
momento de sua aplicação.
As duas últimas propostas do PLC nº 122, de 2006, referem-se ao
Código Penal e à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ao Código Penal,
acrescenta à denominada “injúria racial” as motivações decorrentes de “gênero,
sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou
portadora de deficiência”.
A proposição acrescenta ao art. 5º da CLT parágrafo único com a
seguinte redação: “Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e
limitativa para efeito de acesso a relação de emprego ou sua manutenção, por
motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor,
estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de
proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do caput do art. 7º da
Constituição Federal”.
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Após análise dessa Comissão, a proposição deverá seguir à
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para avaliação.
II – ANÁLISE
O atual conceito de cidadania está intimamente ligado aos direitos à
liberdade e à igualdade, bem como à idéia de que a organização do Estado e da
sociedade deve representar o conjunto das forças sociais e se estruturar a partir
da mobilização política dos cidadãos e cidadãs.
No entanto, quando surgiu, no século XVII, esse conceito não
incluía pobres, mulheres e escravos. No século XVIII, a partir do
desenvolvimento da indústria, difunde-se a percepção dos direitos à liberdade, à
igualdade e à fraternidade entre homens que “nascem e permanecem livres e
iguais em direitos.
Por demanda de novos atores econômicos, protagonistas das lutas
operárias e movimentos sociais diversos nos séculos XIX e XX, a cidadania se
estende, então, aos trabalhadores, às mulheres, aos negros e aos analfabetos.
Com essa inclusão, redefinem-se os direitos civis, políticos e
sociais. Após a Segunda Guerra Mundial, edita-se a Declaração Universal dos
Direitos Humanos, afirmando direitos universais a bens econômicos, políticos,
sociais, culturais e ambientais. E consagra-se o direito à vida como direito
humano básico para além da integridade física, abrangendo a moral, a
privacidade, a intimidade, a honra, a dignidade e a imagem.
Num primeiro momento, a percepção e regulamentação dos
Direitos Humanos caracterizaram-se pela proteção genérica, baseada na
igualdade formal. Mais tarde, a percepção dos Direitos Humanos se estende às
condições diferenciadas específicas do sujeito com suas peculiaridades e
particularidades.
A partir de então, se reconhece o direito à diferença ao lado do
direito à igualdade – condição que possibilita a instituição do Estado laico,
5
fundado nos princípios da democracia e da diversidade.
No entanto, historicamente, o reconhecimento e a expansão de
direitos não são suficientes para assegurar o que a filósofa Hannah Arent define
como “cidadania ativa”, que implica em sentimento de pertencimento, de
identidade e de solidariedade entre os membros de uma comunidade, no
cumprimento de normas jurídicas, no reconhecimento de novos sujeitos de
direito e na construção de novas normas de convivência que respondam às novas
demandas.
Nesse sentido, destaca-se o movimento social de mulheres,
sobretudo na proposição de novos direitos e na desconstrução de legislações
discriminadoras, que deu visibilidade e possibilitou o reconhecimento de direitos
sexuais e reprodutivos, alguns dos quais já inscritos em legislações brasileiras.
Avanços importantes, referentes a direitos sexuais como direitos
humanos, estão consagrados internacionalmente, desde os Planos de Ação das
Conferências do Cairo (1994) e de Beijing (1995) à Declaração dos Direitos
Sexuais (1997) e aos Princípios de Yogyakarta (2006) sobre a aplicação da
legislação internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e
identidade de gênero.
O conjunto da legislação firmada em âmbito internacional
considera que a sexualidade integra a personalidade de todo ser humano,
relaciona-se a necessidades humanas básicas e desenvolve interação entre os
indivíduos e as estruturas sociais.
Os direitos sexuais são, pois, direitos humanos universais baseados
na liberdade, dignidade e igualdade. Referem-se à necessidade e às
possibilidades de os indivíduos expressarem seu potencial sexual com segurança
e privacidade, tomarem decisões autônomas sobre sua própria prática sexual e
fazerem escolhas reprodutivas livres e responsáveis. Referem-se, também, à
informação científica, à educação compreensiva, à saúde e ao prazer sexual
como fonte de bem-estar físico, psicológico, intelectual e espiritual.
As conquistas legislativas no campo dos direitos sexuais
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acompanham as notáveis transformações socioculturais que se realizaram nos
últimos 50 anos.
Segundo a médica, psicanalista e mestre em Antropologia Elizabeth
Zambramo, a regulação do sexo e da sexualidade em nossa sociedade vem sendo
feita, predominantemente, por algumas instituições como a Igreja, o Judiciário e
a Medicina. Historicamente, essas instituições têm limitado a diversidade sexual
à existência de apenas dois sexos, o homem e a mulher; dois gêneros – o
masculino e o feminino; e a uma única forma considerada “correta” de eles se
relacionarem, a heterossexualidade. Dessa forma, o que escapa ao “padrão de
normalidade” assim instituído é tratado como pecado, como crime ou como
doença, conforme a instituição reguladora acionada.
Assim, novas legalidades reclamadas pelos movimentos sociais de
mulheres e de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) se justificam na
insuficiência da prescrição social da heterossexualidade e da classificação
tradicional do sexo e do gênero para assegurar direitos universais.
Por outro lado, ainda é significativa a resistência contra a
conformação dos direitos sexuais. No Brasil, os direitos sexuais ainda estão em
grande parte restritos ao campo da reprodução, o que retarda o reconhecimento
de direitos relativos à diversidade de orientações sexuais e identidades de
gênero.
A homofobia é a principal causa da discriminação e da violência
que se pratica contra homossexuais e transgêneros. O trato com essa
discriminação consagrou o termo para significar a intolerância e o desprezo por
quem demonstre preferências e identidades diferentes da heterossexual.
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids
(UNAIDS) registra que, em muitos países, a discriminação por orientação sexual
propicia sérias violações e omissões de direitos, como a invasão de privacidade
e a desigualdade de acesso à educação e ao trabalho.
A UNAIDS informa que, no México, foram assassinados 213
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homossexuais entre 1995 e 2000; no Chile, foram 46 em 2004, e 58 em 2005; na
Argentina, 50 vítimas de 1989 a 2004; no Brasil, dados recentes dão conta de
2.403 homossexuais assassinados nos últimos 20 anos, constituindo a média de
um homicídio a cada três dias, sendo 69% de gays, 29% de transexuais e 2% de
lésbicas.
A homofobia pode também ocorrer de forma velada, como nos
casos de discriminação na seleção de candidatos a emprego ou a locação de
imóvel, ou na escolha de um profissional autônomo como médico, dentista,
professor e advogado.
Pesquisa realizada por órgão da ONU no México constatou que,
enquanto a maioria da população não reconhece os homossexuais como grupo
violado em seus direitos fundamentais e específicos, 40% dos homossexuais se
declaram vitimados por algum tipo de discriminação homofóbica.
Nesse sentido, as altas taxas de evasão escolar e a baixa
escolaridade registrada no meio LGBT se explicam, em grande parte, pelo grau
de rejeição que vitima essas pessoas no ambiente escolar.
A pesquisa “Juventude e Sexualidade”, realizada pela UNESCO, no
ano 2000, com 16.422 alunos e alunas de 241 escolas brasileiras, revelou que
27% dos alunos e alunas não gostariam de ter homossexuais como colegas de
classe; 35% dos pais e mães de alunos e alunas não gostariam que seus filhos e
filhas tivessem homossexuais como colegas de classe; e 15% dos alunos e
alunas consideravam a homossexualidade como doença.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Melo (“A
igualdade é colorida”, Folha de São Paulo, 19/08/2007), assim descreve a
conjuntura resultante da homofobia:
São milhões de cidadãos considerados de segunda categoria: pagam
impostos, votam, sujeitam-se a normas legais, mas, ainda assim, são vítimas de
preconceitos, discriminações, chacotas.
Em se tratando de homofobia, o Brasil ocupa o primeiro lugar, com
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mais de cem homicídios anuais, cujas vítimas foram trucidadas apenas por
serem homossexuais.
Números tão significativos acabam ignorados, porque a sociedade
brasileira não reconhece as relações homoafetivas como geradoras de direito.
No âmbito da legislação ordinária, os movimentos sociais apontam
pelo menos 37 direitos, entre os consagrados a heterossexuais, que são negados
a cidadãos e cidadãs LGBT.
A reivindicação pela garantia de liberdades individuais e pela
inclusão da não-discriminação por orientação sexual nas normas vigentes marca
uma fase importante no surgimento de homossexuais e transgêneros como
sujeitos de expressão própria, de direitos universais e diferenciados. Nesse
processo, consagra-se a expressão “orientação sexual” para refletir
simultaneamente o desejo e a publicização da diferença, de modo a desconstruir
as referências de crime, pecado e doença.
Assim, ocorrem importantes avanços no reconhecimento de direitos
sexuais, em detrimento dos padrões conservadores, sobretudo a partir dos anos
90.
Conforme Sílvia Ramos, especialista do Centro de Estudos de
Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, é possível identificar
esses avanços em quatro campos distintos:
· As muitas iniciativas legislativas, de justiça e da
extensão de direitos, nas grandes cidades e
municípios médios, principalmente na
criminalização do preconceito homofóbico e na
garantia de direitos de pensão e outros benefícios
previdenciários a cônjuges homossexuais. No
Legislativo Federal, destaca-se emblematicamente
a proposta de Parceria Civil Registrada,
apresentada em 1996, pela então deputada Marta
Suplicy; e a criação, em outubro de 2003, da Frente
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Parlamentar Mista pela Livre Expressão Sexual
que, a partir de 2007, passou a chamar-se Frente
Parlamentar pela Cidadania GLBT e conta com 216
membros. A criação dessa frente institucionalizou
os direitos sexuais como temática relevante no
Congresso Nacional e altera a correlação de forças
em disputa na conformação desses direitos.
· Cresce o número de bares, boates, revistas,
livrarias, editoras, festivais de cinema e grifes,
inúmeros sites na internet associados ao público
LGBT, entre muitos outros produtos voltados ao
consumo específico desse público. Além do que,
cada região desenvolveu um tipo, misto e original,
de militância da homossexualidade.
· A criação de novas entidades em defesa dos
interesses LGBT. Em julho de 2004 eram cerca de
140 entidades filiadas à Associação Brasileira de
Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros –
ABGLT. Hoje, são 203 organizações nãogovernamentais
de todas as regiões brasileiras,
além de tantas outras articuladas em redes menores.
· Finalmente, a adoção das estratégias de visibilidade
massiva e o surgimento das paradas do orgulho
LBGT, que têm produzido eventos de crescimento
vertiginoso, ano a ano. Em 2004, estima-se que as
paradas tenham mobilizado diretamente mais de
quatro milhões de pessoas nas 42 cidades onde se
realizaram. Até o fim de 2007, estão programadas
180 paradas em todo o País.
As já realizadas neste ano contaram com número de participantes
expressivamente maior que as anteriores, com irrecusável efeito sobre os
mercados locais (principalmente de hotelaria, transporte, alimentação e lazer) e
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sua equivalente arrecadação aos cofres públicos. Nas grandes cidades
brasileiras, as anuais paradas do orgulho LGBT se firmam como importante
(quando não o mais importante) evento no calendário turístico local. A parada
da cidadania LGBT que se realiza na cidade de São Paulo já é a maior do mundo
e um dos eventos que geram maior arrecadação ao município.
No campo das políticas públicas, a primeira experiência data de
1999, com a implementação do “Disque Defesa Homossexual (DDH)”, criado
na Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro. E a mais recente, de iniciativa do
Governo Federal em parceria com a sociedade civil organizada: o “Brasil sem
Homofobia”, instituído em 2004, como amplo programa de combate à violência
e à discriminação contra LGBT e de promoção da cidadania homossexual.
Nos últimos anos, também no âmbito sociocultural, registram-se
mudanças significativas no trato com direitos sexuais e com a discriminação
homofóbica.
Conforme observa o ministro Marco Aurélio Melo (“A igualdade é
colorida”, Folha de São Paulo, 19/08/2007), alguns tabus foram por água abaixo;
“hoje em dia é politicamente incorreto defender qualquer causa que se mostre
preconceituosa. Se a discriminação racial e de gênero são crimes, por que não a
homofobia?”
No que diz respeito à avaliação da proposta no Senado Federal, o
PLC 122, de 2006, tem sido alvo de intensa mobilização e rico debate, onde se
destacam representações de LGBT e de religiosos cristãos evangélicos.
Fiel aos preceitos democráticos republicanos, esta Relatoria acatou
as solicitações de ampliação do prazo para aprofundamento da discussão sobre
os dispositivos propostos no projeto, de modo a contemplar os diferentes
interesses que se apresentaram nessa construção legislativa.
Com essa motivação, foi constituído um grupo de trabalho (GT)
com membros desta Comissão de Direitos Humanos e Deputados Federais,
representantes de órgãos do Executivo e do Ministério Público, membros de
organizações sociais e religiosas, além de cidadãos e cidadãs que
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voluntariamente se apresentaram e ofereceram diferentes sugestões quanto ao
projeto em exame.
Esgotada a fase informal dos diálogos, realizaram-se audiências
públicas.
Esta Relatoria também recebeu moções de apoio e de repúdio ao
projeto, abaixo-assinados, assim como variada correspondência, marcando
diferentes posicionamentos da sociedade sobre a matéria.
No período de discussão na Comissão de Direitos Humanos e
Legislação Participativa, o questionamento mais freqüente apontou possíveis
conflitos na aplicação das garantias constitucionais à liberdade de expressão e à
liberdade religiosa.
Alguns juristas também indicaram ressalvas quanto à técnica
legislativa do projeto, no tocante à definição de sujeitos passivos nos tipos
penais e das condutas delituosas, além da proporcionalidade das penas e sua
conformidade com as regras gerais do Código Penal e da Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT).
Acolhendo todas essas preocupações, essa Relatoria entende que,
no mérito, o projeto deve ser aprovado na forma de Emenda Substitutiva.
Dessa forma, esta Relatoria entende que o projeto, na forma do
Substitutivo, será um importante instrumento no combate à homofobia e na
garantia de cidadania a grupos drástica e continuamente violados em seus
direitos.
O Substitutivo que ora apresentamos a essa douta Comissão parte
de quatro pressupostos:
1. Não discriminação: a Constituição Federal em seu art. 3º, IV,
estabelece que constituem objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor,
12
12
idade e quaisquer outras formas de discriminação. Não bastasse, o art. 5º,
caput, preordena que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de
qualquer natureza”. Portanto, nossa Magna Carta não tolera qualquer
modalidade de discriminação. Assim, se outras formas de preconceito e
discriminação são criminalizadas, por que não a homofobia?
2. Intervenção mínima para um direito penal eficaz: na contramão
das correntes conservadoras que pregam um direito penal máximo, um Estado
Penal, sustentamos a idéia de que o direito penal, por ser o mais gravoso meio
de controle social, deve ser usado sempre em último caso (ultima ratio) e
visando tão somente ao interesse social. Nesse sentido, as condutas a serem
criminalizadas devem ser apenas aquelas tidas como fundamentais. Ademais, os
tipos penais (verbos que definem condutas) devem ser fechados e objetivos.
3. Simplicidade e clareza: o Substitutivo faz a nítida opção por uma
redação simples, clara e direta, com pequenas modificações na Lei nº
7.716/1989– e no Código Penal.
4 O Substitutivo amplia o rol dos beneficiários da Lei nº
7.716/1989, que pude os crimes resultantes de preconceito e discriminação.
Assim, o texto sugerido visa punir a discriminação ou preconceito de origem,
condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual
ou identidade de gênero.
Desse modo, além da criminalização da homofobia (orientação
sexual e identidade de gênero) e do machismo (gênero e sexo), presentes no
texto aprovado pela Câmara dos Deputados, o Substitutivo tipifica como crime a
discriminação e o preconceito de condição de pessoa idosa ou com deficiência.
O que o Substitutivo faz é trazer para a Lei nº 7.716/1989 esses dois segmentos
que já são beneficiados pelo atual § 3º do art. 140 do Código Penal1.
Na redação atual, a Lei nº 7.716/1989, criminaliza a discriminação
e o preconceito de procedência nacional. A proposição substitui esse termo por
origem. Com isso, além de criminalizar a xenofobia, a proposição atende à
1 O Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) promove a tutela penal da pessoa idosa. Os tipos penais previstos no
Estatuto do Idoso não concorrem com os tipos penais previstos na Lei nº 7.716/1989.
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reivindicação de vários segmentos internos, como os que são discriminados em
decorrência de sua origem nordestina, por exemplo.
Importante notar que, apesar do Substitutivo ampliar o rol dos
beneficiários, não são criados novos tipos penais. Isso significa que os tipos
penais são aqueles já existentes na Lei nº 7.716/1989 e no Código Penal.
Ao fim e ao cabo, o Substitutivo promove pequenas, mas
importantíssimas, modificações na Lei nº 7.716/1989, a saber:
a) modifica a ementa, o art. 1º e o art. 20 para tipificar como crime
o preconceito e a discriminação de origem, condição de pessoa idosa ou com
deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
b) modifica o art. 8º para incluir um parágrafo único que pune com
reclusão de um a três anos aquele que impedir ou restringir a expressão e a
manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público
de pessoas beneficiadas pela Lei, sendo estas expressões e manifestações
permitida às demais pessoas.
No Código Penal, a alteração ocorre no § 3º do art. 140 para
estender a injúria decorrente da utilização de elementos referentes a raça, cor,
religião e condição de pessoa idosa ou com deficiência, para aquelas decorrentes
de origem, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Em ambos os diplomas legais as intervenções são pontuais.
Ademais, repise-se o Substitutivo não cria novos tipos penais; apenas estende os
tipos já existentes aos seguimentos LGBT, mulheres, idosos e pessoa com
deficiência.
Esta Relatoria esta certa de que o Substitutivo proposto elide as
dúvidas e preocupações de diversos segmentos sociais, em especial, o religioso.
III – VOTO
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Em face do exposto, opinamos pela aprovação do Projeto de Lei da
Câmara 122, de 2006, na forma do Substitutivo que se segue:
EMENDA Nº - CAS (SUBSTITUTIVO)
PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 122, de 2006
Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o § 3º
do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro
de 1940 – Código Penal, para punir a discriminação ou
preconceito de origem, condição de pessoa idosa ou com
deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou
identidade de gênero, e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a
vigorar com a seguinte redação:
“Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de
raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência,
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gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 2º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de
discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de
pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade
de gênero.” (NR)
....................................................................................................
“Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes,
bares ou locais semelhantes abertos ao público.
Pena: reclusão de um a três anos.
Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou
restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou
privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º
desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitida às demais pessoas.”
(NR)
..........................................................................................................
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito
de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com
deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.” (NR)
Art. 3º O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de
dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a
raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência,
gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
....................................................................................” (NR)
16
16
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Comissões, de 2009.
Presidente,
Relatora

Sunday, November 08, 2009

NOTA: ENQUETE DO SENADO sobre o PLC 122/2006 e outras orientações urgentes

Leia até o final, pois existem orientações importantes e urgentes nesta mensagem.

A enquete sobre a PLC 122/2006 foi retirada do ar por problemas técnicos, segundo a Agência Senado: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=97147&codAplicativo=2

Se ela retornar diga "NÃO". Não queremos o PLC 122/2006, sem emendas e nem com emendas! Deixamos isso claro na votação, no entanto chegou até nós a notícias de que o "NÃO" ganhava e colocaram o resultado da enquete como se o “SIM” tivesse ganho. Estranho, não? Por fim, retiraram do ar o resultado e a enquete.

Observamos que o seu enunciado intimidava e colocava o que responde “NÃO” na posição de discriminador, mas todos nós já sabemos que não se trata de discriminar a pessoa que está homossexual, mas, sim, incriminar todos os que não aceitarem o comportamento homossexual como natural. Se tal PLC for aprovado criarão o delito de opinião, dentre outros inconstitucionais e detonadores dos direitos humanos.

Infelizmente, não podemos apoiar qualquer Projeto de Lei e nem lei pró-homossexualismo porque tais projetos de leis e leis têm finalidades políticas e econômicas, e na verdade não são para proteger e nem ajudar qualquer pessoa na condição homossexual, muito pelo contrário, é para impedir que sejam ajudadas, inclusive. Um exemplo é a RESOLUÇÃO 01/99 do CFP – os psicólogos estão proibidos de apoiarem pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade.

Verifique sempre que puder se entrou no ar a enquete: http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/

Saiba mais sobre o assunto assistindo o seguinte vídeo: http://www.internautascristaos.com.br/index.php/forum/3-defesa-da-fe/1072-igreja-crista-x-movimento-gayzista.html#1074

Acompanhe também do Projeto de Lei que está na Câmara, semelhante ao PLC 122/2006, o 6418/2005: http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes

Também fique atento às proposições legislativas na Câmara dos Vereadores e Deputados Estaduais, como também a movimentação do Poder Executivo, observando os que apóiam o movimento gay e não vote neles nas próximas eleições. A sua arma é o voto.

O que você pode fazer mais?

1) O levantamento das necessidades do seu Município, Estado e pedir para os Deputados, Senadores e Vereadores para:

  • Convocar os Ministros, Secretários, Governadores, Prefeitos, etc, conforme a sua alçada, para prestarem esclarecimentos acerca das prioridades do povo, apontando as áreas do seu Município, Estado, onde o Presidente da República, Governadores e os Prefeitos têm deixado a desejar, alegando falta de verba pública;
  • Apresentar as contas detalhadas dos seus gastos e apurar irregularidades – você mesmo pode fazer esta solicitação e denunciar irregularidades – informe-se através do site da CGU: http://www.cgu.gov.br/ e procure ver como funciona o CONTROLE SOCIAL;
  • Criar a "CPI das Passeatas Gays”; “ A CPI do Movimento Gay”.

Assim, estaremos verificando o porquê do investimento do poder público neste movimento desconstrutor social e dos princípios cristãos, em detrimento de necessidades básicas do povo brasileiro. Para financiar o movimento gay há verba à vontade e serão aumentadas, como prometeu o Governador do Estado do Rio, Sergio Cabral. Por que não há verba para investir em água potável para algumas localidades do Estado, hospitais, pavimentação das ruas, etc? O mesmo acontece em todo o Brasil.

3) PARTICIPE DAS COMISSÕES DE DIREITOS HUMANOS DE SUA CIDADE e influencie as políticas públicas na área da saúde, educação, serviço social, criança e adolescente, etc, - qualquer do povo pode participar, especialmente os representantes de igrejas, associações, ONGs, ...;

4) Se você for PSICÓLOGO OU ASSISTENTE SOCIAL - crie uma chapa para concorrer às próximas eleições junto aos seus Conselhos Profissionais para derrubar as RESOLUÇÕES HETEROFÓFICAS existentes, não só no Conselho de Psicologia como também no do Serviço Social, e para que tais Conselhos Profissionais respeitem a verdade científica e não obriguem os seus profissionais a seguirem a teoria da Desconstrução Social-"queer", que tem sido o referencial teórico destes Conselhos Profissionais, daí tais normas disformes e cerceadoras de direitos;

5) Se você conhece um psicólogo ou assistente social, incentive-o a se candidatar nas próximas eleições junto aos seus Conselhos Profissionais – peça para eles entrarem nos sites e blogs referendados nesta e outras mensagens que você tem recebido;

6) Peça para os Deputados Federais: http://www.camara.gov.br/ e Senadores: http://www.senado.gov.br/ solicitarem a prestação de contas detalhadas dos gastos e apurar irregularidades em tais Conselhos Profissionais.

EXERCITE A SUA CIDADANIA!

VOCÊ ESCOLHE OS REPRESENTANTES PARA TRABALHAREM EM PROL DOS SEUS INTERESSES - VOCÊ É O PATRÃO!

Acompanhe o trabalho de quem você elegeu para administrar a sua Cidade, Estado, País e Conselho Profissional.

ATENÇÃO: o site da ABRACEH saiu do ar, possivelmente pelo grande número de pessoas que o acessaram nos últimos dias. Estaremos colocando alguns informativos no blog da ABRACEH: http://abraceh.blogspot.com/ enquanto estiver fora do ar o site.

Leia todas as mensagens do blog: http://rozangelajustino.blogspot.com/ para você alicerçar mais as suas ações, assim como os sites já citados nesta e nas mensagens anteriores.

Os sites católicos também têm muito material para pesquisa: http://www.providafamilia.org.br/ e http://www.paulofernando.com.br/ .

Saturday, November 07, 2009

BISPO DE PORTLAND LANÇOU CAMPANHA DIOCESANA E DEBUBOU "CASAMENTO" HOMOSSEXUAL NO MAINE

Mensagem recebida de vários destinatários com a seguinte observação:

Como é bom poder elogiar. Modelo para os Prelados brasileiros: Bispo de Portland lançou campanha diocesana e derrubou "casamento" homossexual no Maine

Richard J. Malone lançou DVD, abaixo-assinado, anúncios em botetins paroquiais e até coleta para doar dinheiro à campanha política contrária à união nefanda.

ANTECEDENTES:

O Estado do Maine aprovou o "casamento" homossexual em maio; como a legislação estadual prevê a revogação de normas legais por iniciativa popular mediante consulta à população, o Bispo de Portland embarcou numa campanha estadual para repelir a legislação, colheu-se as assinaturas necessárias para obrigar o Estado a consultar os eleitores, e na Terça passada(3/11), seis meses depois da promulgação, realizou-se a votação que derrubou o "casamento" já em vigor.

Um único Bispo(de verdade!!!), criticado por vários "católicos" durante a campanha por politizar o seu episcopado, revogou a lei do pseudo-casamento no Estado do Maine inteiro.

(...) bishop, Richard J. Malone of Portland, (...)holds-barred campaign to roll back same-sex marriage in the Pine Tree State. Maine voters are to decide Nov. 3 whether to keep or reject a bill extending civil marriage to gay and lesbian couples that the state legislature passed and the governor signed in May.

(...)Bishop Malone is a primary leader in a highly visible and vocal campaign to stop any reformulation of civil marriage to include of same-sex couples.

Besides spearheading a parish-based petition signature drive, assisted by local and national socially conservative groups, Malone also padded church bulletins with anti-gay marriage messages — on six consecutive Sundays. He required that pastors throughout the diocese preach on traditional marriage.

Bishop Richard J. Malone Malone has produced a DVD, in which he stars, explaining why marriage matters, and directed that it be shown in all parishes.(...)

Last month, Malone called for a second collection to be taken up during Sunday Masses, with proceeds going to Stand for Marriage, the organization leading the repeal effort.

The second collection netted $86,000. In total, the Portland diocese has given $550,000 to the effort to repeal the same-sex marrieage legislation. The Catholic fraternal organization, the Knights of Columbus, has given another $50,000 to the cause.
(COLBERT. Chuck. “In Maine, same-sex marriage is a catholic issue”.


http://ncronline.org/news/politics/maine-same-sex-marriage-catholic-issue#at)

Pamella Starbird Beliveau of Lewiston, Maine, was removed as a lector and Eucharistic Minister after (...) she wrote for the local newspaper approving of same-sex marriage.
(COLBERT. Chuck. “Gay marriage supporter removed from ministries”


http://ncronline.org/news/gay-marriage-supporter-removed-ministries#at)

Página da Diocese tem até formulários para fiéis denunciarem clérigos irresponsáveis (se a moda pega...):
http://www.portlanddiocese.org/info.php?info_id=207

ORIGEM DO MOVIMENTO A FAVOR DO ABORTO (E HOMOSSEXUALISMO) NO BRASIL


ATENÇÃO:
As instituições financiadoras do aborto, mencionadas neste artigo, são algumas que também estão por trás do movimento gay. Instalando a CPI do aborto, estaremos legalmente mostrando ao povo brasileiro os que usam os movimentos feminista e gay para o controle de população, e com isso, favorecendo o domínio político e econômico mundial dos que se julgam "mais ricos e poderosos do mundo".
A CPI do aborto não é para punir as mulheres que fazem o aborto, mas para mostrar ao povo brasileiro o que está por trás da propaganda pró-aborto que vem enganando as mulheres. "Uma espécie de SERPENTE na atualidade." Veja abaixo.
Fonte: A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA - sdv@pesquisasedocumentos.com.br

DIFUNDA ESTA MENSAGEM.

EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.
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DE ONDE VEM O MOVIMENTO A FAVOR DO ABORTO NO BRASIL?
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APRESENTAÇÃO E RESENHA

Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III, que através do Conselho Populacional, fundado em Williamsburg em 1952 e sediado em Nova York, desencadeou o movimento internacional para o controle populacional.

Atualmente o maior aliado no Brasil deste projeto é o Partido dos Trabalhadores, que acaba de suspender a atividade legislativa de dois de seus parlamentares, Luis Bassuma (PT-BA) e Afonso Henrique (PT-AC), condenados por violarem a Ética Partidária ao terem militado contra a legalização do aborto e por haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da prática no Brasil.

A mensagem a seguir expõe como e por que, desde o final dos anos 80, o movimento internacional pela promoção do aborto entrou no Brasil e infiltrou-se nos quadros governamentais. Tudo isto e muito mais deverá ser explicado à população brasileira através da CPI sobre o Aborto, a qual, embora já criada, só não foi instalada devido ao forte lobby das organizações que promovem o aborto no Brasil e que seriam investigados caso a CPI se instalasse.

Para que a CPI seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação que o lobby dos promotores do aborto está impedindo.

Segundo a organização Provida Familia de Brasília,

"A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS. OS PROMOTORES DO ABORTO TEMEM TORNAR PÚBLICO O QUANTO ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES INTERNACIONAIS DE CONTROLE POPULACIONAL E QUE PARA ISSO SÃO INVESTIDOS MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO CONGRESSO NACIONAL. É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OS
LÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS, CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI".
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DE ONDE VEM O MOVIMENTO A FAVOR DO ABORTO NO BRASIL?
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Desde os anos 50 até a década de 90, o movimento mundial pelo controle populacional foi coordenado basicamente pelas organizações Rockefeller e pela Fundação Ford, com grandíssima participação da USAID (United States Agency for Internacional Development) a qual, nos anos 70, trabalhou exaustivamente na promoção mundial da esterilização forçada e do aborto clandestino.

Todo este trabalho, já reformulado pela Fundação Ford sob o prisma dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, assistiu, a partir dos anos 90, em grande parte por iniciativa desta mesma Fundação, à entrada de muitas outras organizações internacionais que vieram somar-se a este empreendimento, incluindo a própria ONU.

Na América Latina, até o final dos anos 80, não era possível promover a legalização do aborto, basicamente por causa dos governos militares. A técnica da promoção da legalização do aborto exigia a criação de numerosas organizações não governamentais financiadas por capital estrangeiro que, simulando uma origem nativa e uma falsa independência de iniciativa, obedecessem a uma estratégia unificada formulada desde o estrangeiro, o que era impossível de se conseguir sob as ditaduras militares. No final dos anos 80, porém, extintas as ditaduras, algumas comissões enviadas pelas grandes fundações internacionais percorreram a América Latina para determinar quais fossem os melhores lugares por onde começar a pressionar os governos para que o aborto fosse legalizado. Estas comissões chegaram à conclusão que, por dois motivos, o local ideal seria o Brasil. Os dois motivos foram os seguintes.

Em primeiro lugar, porque tratava-se do país que apresentava maiores facilidades para estabelecer uma rede de organizações não governamentais feministas.

Em segundo lugar, porque as leis brasileiras davam facilidades especiais para que estas ONGs pudessem monitorar e pressionar as políticas públicas do país.

De acordo com o Programa Populacional da Fundação MacArthur para o Brasil, uma das numerosas organizações atraídas pela Fundação Ford no final dos anos 80 para o financiamento internacional de políticas populacionais, "no Brasil, as disposições da Constituição de 1988, que estabeleceram o Sistema Único de Saúde, incluíam, como elemento intrínseco, conselhos operando em todos os níveis, nacional, estadual e municipal. Mais de cem mil pessoas participam de conselhos em todo o país. As forças inovadoras da sociedade brasileira podem contar com uma estrutura de mecanismos institucionais permanentes através dos quais a implementação das políticas podem ser monitoradas em todos os níveis. À medida em que as mulheres forem capazes de exercer suas escolhas mais amplamente, um novo padrão de fecundidade irá se tornar explícito no Brasil".

[MacArthur Foundation: Population Program In Brazil - Lessons Learned.
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/macarthur.pdf]

As grandes Fundações souberam aproveitar-se das novas informações e aproveitaram-se da especial situação cultural e política brasileira para desencadear a promoção do aborto na América Latina. A idéia era, através de organizações não governamentais a serem criadas no próprio Brasil, mas financiadas desde o exterior, pressionar desde dentro, através dos órgãos de monitoração criados pelo próprio governo brasileiro, as autoridades civis para que fosse montada uma extensa rede de serviços de abortos em casos de estupro, ampliando gradativamente tanto a oferta dos serviços como o próprio conceito do que seriam tais abortos, até que população amadurecesse suficientemente para que se pudesse propor a total legalização do aborto, retirando-a completamente, em todos os casos, do Código Penal.

Há uma quantidade enorme de documentos mostrando detalhadamente como todo este esquema foi implantado. Um deles é uma amostra suficiente para se ter uma idéia do conjunto.

Trata-se do relatório "Programa de População no Brasil", redigido por Sonia Correia e Peter McIntyre em 2002, que mostra uma parte do trabalho da Fundação MacArthur no Brasil entre 1990 e 2002, período em que a Fundação gastou 36 milhões de dólares com a promoção do aborto no Brasil.

O relatório inicia-se com a descrição da reunião inicial da Fundação no Brasil, ocorrida em maio de 1990, com as figuras mais badaladas da política e da sociedade brasileira, para definir as principais estratégias a serem adotadas.

O documento mostra, em seguida, como a Fundação financiou a criação da filial brasileira das Católicas pelo Direito de Decidir, com a missão de "questionar a base ideológica das posições religiosas ao aborto, tornando-as mais tolerantes"; como a MacArthur trouxe para o Brasil o IPAS, uma organização que hoje treina em técnicas de aborto mais de mil novos médicos por ano nas várias maternidades brasileiras; como financiou o CFEMEA, uma organização que trabalha em tempo integral no Congresso brasileiro assessorando os parlamentares na apresentar projetos de lei a favor do aborto; como financiou a organização da Rede Nacional de Saúde Sexual e Direitos Reprodutivos, que chegou a "congregar mais de duas centenas de ONGs a favor do aborto em todo o Brasil"; como financiou o treinamento de milhares de ativistas que, através da Rede, "tem hoje assento em vários conselhos de saúde, comitês e comissões nos âmbitos municipal, estadual e federal"; como financiou, entre 2000 e 2002, a professora Débora Diniz para que "pudesse iniciar uma série de pesquisas projetos de advocacy junto à mídia", da qual resultou a apresentação, em 2004, junto ao Supremo Tribunal federal do Brasil, da ADPF 54, que pretende legalizar o aborto em casos de anencefalia, como precedente para a total legalização do aborto; como financiou também as principais produtoras de material pedagógico sobre educação sexual liberal, atingindo cerca de 50 mil professores e dois milhões de alunos, e vários outros projetos similares dentro de um plano maior de conjunto.

Terminados os trabalhos em 2002, a Fundação MacArthur comissionou o CEBRAP e a CCR (Comissão de Cidadania e Reprodução) para continuar, com os fundos deixados pela MacArthur, os trabalhos iniciados em 1990. O relatório conclui, na seção intitulada "Os Desafios Restantes"
(Challenges Ahead) que, tal como estava a situação populacional do Brasil em 2002, após mais de uma década de trabalho da Fundação, "o exercício dos direitos sexuais e reprodutivos no Brasil é hoje consideravelmente mais amplo do que quando a Fundação MacArthur iniciou seu investimento no país. Isso se deve, no caso brasileiro, porque pode-se contar com uma estrutura de mecanismos institucionais permanentes, através dos quais as definições e a implementação de políticas de saúde podem ser monitoradas em todos os níveis.

A Fundação MacArthur decidiu em 1988 trabalhar no Brasil com questões populacionais e de saúde reprodutiva porque seu ambiente político permitiria que as ONGs influenciassem a política e a prática. A MacArthur identificou as ONGs que poderiam utilizar-se do financiamento externo para desenvolver sua capacidade de produzir mudanças. Estas atividades se concentraram em alguns pontos, entre os quais a criação de um conjunto de leis que permitisse às mulheres obter abortos e outros serviços necessários.

A maioria dos estudiosos consideram um dos grandes sucessos neste sentido foi a expansão dos serviços para vítimas de violência de gênero. O primeiro grande salto foi dado em 1989, com o estabelecimento em São Paulo do primeiro serviço público que oferecia o aborto nos dois casos previstos pela lei. Depois disso outro grande salto ocorreu em 1998, quando o Ministro da Saúde, apesar da grande oposição, aprovou as Normas Técnicas do aborto legal em casos de estupro ou risco de vida para a mãe. Embora a lei do aborto não tenha sido alterada, a prática evoluiu.

Houve grandes progressos no debate sobre o aborto. Criou-se um ambiente para uma aceitação progressiva de uma legislação mais liberal que incluiria outras circunstâncias em que o aborto seria permitido. A Norma Técnica para o aborto em casos de estupro e risco de vida para a mãe é considerada por muitos como o principal avanço da década em termos de saúde e direitos reprodutivos. Até o momento, no Brasil, a lei do aborto mudou pouco, mas os serviços de aborto em casos de estupro e risco de vida da mulher expandiram-se rapidamente. A maioria dos estudiosos considera que, agora, SOMENTE EXISTE UMA ÚNICA REFORMA PRINCIPAL QUE DEVE SER TENTADA: A COMPLETA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.

À medida em que as mulheres se tornem mais capazes de exercer suas escolhas, um novo quadro de mudanças populacionais irá surgir no Brasil, sua população provavelmente estabilizando-se no nível de reposição ou mesmo abaixo dele".

Baixe o documento completo neste endereço:
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/macarthur.pdf

Todo este trabalho, tal como se encontra descrito no Relatório sobre População no Brasil, realizado pela Fundação MacArthur em conjunto com inúmeros outros organismos internacionais, e do qual restava apenas "UMA ÚNICA REFORMA PRINCIPAL QUE DEVE SER TENTADA: A COMPLETA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO", deveria ser o estopim de reformas semelhantes em toda a América Latina. Ele seria retomado, a partir da posse do governo Lula, pelo próprio Partido dos Trabalhadores como seu principal impulsionador.

O governo Lula comprometeu-se inequivocamente, desde o início de seu mandato, a nível nacional e internacional, com a completa legalização do aborto, para mais além do que havia sido alcançado, inclusive nos Estados Unidos, com a decisão Roe x Wade. Em caso de sucesso, o governo brasileiro seria imediatamente apresentado como modelo internacional de progressismo para o restante do mundo, da América Latina e dos demais países em desenvolvimento.

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LÍDERES PARLAMENTARES QUE AINDA NÃO INDICARAM MEMBROS PARA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
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PTC Partido Trabalhista Cristão - CARLOS WILLIAN
(61) 3215-5522 dep.carloswillian@camara.gov.br
_________________________________________________________
PMN Partido da Mobilização Nacional - ULDURICO PINTO - BA
(61) 3215-5743 dep.ulduricopinto@camara.gov.br
_________________________________________________________
PCdoB Partido Comunista do Brasil - DANIEL ALMEIDA
- BA
(61) 32155-9732 lid.pcdob@camara.gov.br
_________________________________________________________
PSB Partido Socialista Brasileiro - RODRIGO ROLLEMBERG - DF
(61) 3215-9650 lid.psb@camara.gov.br
_________________________________________________________
PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro - HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN
(61) 3215-9181 lid.pmdb@camara.gov.br
_________________________________________________________
PTdoB/RJ Partido Trabalhista do Brasil - VINICIUS CARVALHO RJ
(61) 3215-5587 dep.viniciuscarvalho@camara.gov.br
_________________________________________________________
Governo Liderança do Governo - HENRIQUE FONTANA RS
(61) 3215-9001 lid.govcamara@camara.gov.br
_________________________________________________________
Minoria Liderança da Minoria - ANDRÉ DE PAULA - PE
(61) 3215-9820 lid.min@camara.gov.br
_________________________________________________________
PV Partido Verde - EDSON DUARTE - PE
(61) 3215-9790/9791/9792/9795/9796
Fax:3215-9794 lid.pv@camara.gov.br
_________________________________________________________
PPS Partido Popular Socialista - FERNANDO CORUJA SC
(61) 3215-9600 lid.pps@camara.gov.br
_________________________________________________________
PSC Partido Social Cristão - HUGO LEAL - RJ
(61) 3215-9761 lid.psc@camara.gov.br
_________________________________________________________
Bloco Parlamentar PSB, PCdoB, PMN, PRB - MÁRCIO FRANÇA - SP
(61) 3215-5543 dep.marciofranca@camara.gov.br
_________________________________________________________
PT Partido dos Trabalhadores - CÂNDIDO
VACCAREZZA/PT
(61) 3215-9102 lid.pt@camara.gov.br
_________________________________________________________
Bloco Parlamentar PMDB, PTC - HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN
(61) 3215-5539 dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br
_________________________________________________________
 

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Diz que homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich

Matthew Cullinan Hoffman

Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os ativistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.

Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.

Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.

“Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.

O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições européias de junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.

“A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a exceção de Jean-Marie Le Pen(sic), todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.
“É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É(...) algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”.
Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus,
começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu(...) possível passado homossexual(1).
De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista(sic) holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.
Jorg Haider, do neofascista(sic) Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais.
Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade.
A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as táticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por ativistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.

“Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo.

As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes refletem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.

NOTAS do REMETENTE: (1) P/ quem tiver dúvidas de q os SA eram um valhacouto de pederastas, onde o homossexualismo era até critério p/ promoção e seguranças de clubes invertidos berlinenses trabalhavam como dirigentes, segue trecho do perfil do comandante deles na Wikipedia, Ernst Rohm:
more or less open homosexuality of Röhm and other SA leaders such as his deputy Edmund Heines. [4][5] In 1931, the Munich Post, a Socialist newspaper, obtained and published Röhm's letters to a friend in which Röhm discussed his sexual affairs with men. This resulted in a national scandal.“By this time, Röhm and Hitler were so close that they addressed each other as du (the German familiar form of "you"). Besides Röhm, Hermann Göring and Joseph Goebbels were the only Nazis who used du with Hitler, and only Röhm addressed Hitler as "Adolf," rather than "mein Führer."” (http://en.wikipedia.org/wiki/Ernst_R%C3%B6hm)

(*) Embora o artigo cite errôneamente Le Pen, Fortuyn e Haider como fascistas, esquece do Ministro das Relações Exteriores de Israel e Líder do Partido Israel Nossa Casa, Avigdor Lieberman, fascista anti-clerical/rabínico, favorável a laicização radical de Israel, a legalização do "casamento" homossexual e do divórcio a pedido no país.
Traduzido por Julio Severo
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Thursday, November 05, 2009

ENQUETE SENADO, ELEIÇÕES, ALEGRIA E TRISTEZA

MENSAGEM ENVIADA PELA ABRACEH- ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA:

1) Diga “NÃO” à lei da mordaça gay votando na enquete do Senado Federal;
2) Diga “NÃO” nas PRÓXIMAS ELEIÇÕES ... (abaixo);
3) MOTIVOS DE ALEGRIA E DE TRISTEZA, e outros.

1) Vá a página do Senado Federal e vote NÃO!
http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/

A enquete fica no lado direito do site, logo abaixo do "Fale com o Senado".
Perceba que até o texto de divulgação da enquete é tendencioso, rotulando de antemão os divergentes como preconceituosos.

Se este Projeto de Lei 122/2006 (conhecido como lei da mordaça gay) for aprovado, estaremos institucionalizando em nosso país o sistema de castas e todos aqueles que não forem homossexuais serão considerados cidadãos de segunda classe. Este projeto maligno é cheio de erros e vícios jurídicos, e dará privilégios a uns enquanto rouba a liberdade de pensamento, expressão e culto de outros. Os movimentos gayzistas querem calar a Palavra de Deus. Não permita!

Saiba mais sobre o assunto assistindo o seguinte vídeo:
http://www.internautascristaos.com.br/index.php/forum/3-defesa-da-fe/1072-igreja-crista-x-movimento-gayzista.html#1074

Mais informações:
http://www.tempora-mores.blogspot.com/
http://www.juliosevero.com/
http://www.vinacc.org/


Mensagem originária: INTERNAUTAS CRISTÃOS http://www.internautascristaos.com.br/


2) DIGA “NÃO” nas PRÓXIMAS ELEIÇÕES não votando no Governador do Estado do Rio de Janeiro SERGIO CABRAL e nem no Prefeito EDUARDO PAES.

DIGA “NÃO” também para os Vereadores, Deputados Estaduais e Federais e Senadores do Estado do Rio de JANEIRO.

Não podemos admitir mais omissões daqueles que podem fazer e não fazem. Não concordamos com milhões de reais gastos nas passeatas gays que acontecem no Estado do Rio de Janeiro e nem no BRASIL!

Vamos votar em pessoas novas, pois não vemos qualquer pronunciamento dos que estão no poder contra o dinheiro que o ESTADO DO RIO vem investindo nas passeatas gays em detrimento das nossas necessidades básicas.

O Ditado Popular verdadeiro diz que “QUEM CALA CONSENTE”.

ü Não podemos deixar o nosso dinheiro ir para passeatas gays e os hospitais do Estado do Rio em condições precárias;
ü Não podemos pagar passeata gays e em diversos municípios do Estado do Rio “dizerem” que não há verba para água potável, esgoto, e pavimentação das nossas ruas, ETC;
ü Não podemos pagar passeatas gays e nos faltar transporte adequado e ainda os nossos trabalhadores serem punidos e maltratados;
ü Não podemos pagar passeatas gays e não termos segurança em nossas cidades;
ü ...

VAMOS VOTAR EM CANDIDATOS NOVOS E APOSENTAR OS QUE FORAM ELEITOS E QUE NOS ENVERGONHAM PELA OMISSÃO!

CIDADÃOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, vamos mostrar nas urnas que não somos tolos!


3) MOTIVOS DE ALEGRIA E DE TRISTEZA, e outras.

Muito nos alegra a mobilização do povo brasileiro votando “NÃO”, pois o “sim” estava ganhando e o povo em um dia reagiu e o “NÃO” passou a vencer, mas continue incentivando outros a votarem “NÃO” ao PLC 122/2006;

Foi triste ver os representantes do RIO nos carros alegóricos da passeata gay do RIO e a omissão dos demais representantes do nosso Estado. Somente o prefeito de Caxias disse NÃO à passeata, mas as pressões foram grandes e a falta de apoio de quem pode acaba não fortalecendo o posicionamento de quem diz NÃO.

A partir deste mês a ABRACEH estará com um escritório, mas não estaremos funcionando adequadamente, pois nos faltam recursos para contratação de uma secretária. Precisamos de mantenedores para este passo de fé que demos em alugar um espaço para nós. Temos recebido milhares de e-mails, mas contar somente com o trabalho voluntário não damos conta da demanda. Você pode nos ajudar contribuindo fielmente segundo o seu coração. CONTA DA ABRACEH: BANCO DO BRASIL: agência 1251-3 c/c 24.611-5
www.abraceh.org.br

Ainda aguardamos a decisão da justiça quanto ao pedido de anulação do processo de Rozangela Justino junto ao CFP. Em breve será enviada uma mensagem geral específica sobre o tema. Contribuições para o seu ministério: BANCO ITAÚ, ag 0720, c/c 34527-1
http://rozangelajustino.blogspot.com

E que Deus nos abençoe a todos, em nome de JESUS!

Bispos pedem instalação da CPI do aborto

(Punição imposta pelo PT aos antiabortistas gera indignação)

Ao punir, no dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) por “militarem” (sic) contra a descriminação do aborto, o Partido dos Trabalhadores deu uma enorme contribuição à causa pró-vida.

Com essa atitude, o PT deixou claro que a bandeira abortista, já explicitamente defendida em uma resolução do seu 3º Congresso Nacional (ago./set. 2007), é algo de intocável. Em outras palavras: não é possível pertencer ao PT e “militar” em defesa da vida.

Indignados, os Bispos do Regional Sul 1 (Estado de São Paulo) da CNBB, no dia 18 de outubro de 2009, redigiram um documento em que condenam duramente o abortismo petista. Eis o seu inteiro teor:

Na 31ª. Assembléia das Igrejas Particulares do Regional Sul 1 da CNBB, nós, povo de Deus reunido de 16 a 18 de outubro de 2009, em Itaici, Indaiatuba-SP, vimos a público manifestar nossa indignação diante do sucedido com os deputados federais, Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC), que foram processados, julgados e condenados pela Comissão de Ética de seu partido, à pena de suspensão de suas atividades parlamentares; retirados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados e ainda instados a retirarem todas as suas iniciativas legislativas que defendam e promovam a vida humana.

Os deputados foram punidos por assumirem a defesa do direito humano primário: o direito à vida do inocente indefeso, desde a concepção. O proceder do Partido dos Trabalhadores (PT), assim como de qualquer outro partido que se comporte da mesma forma, demonstra intolerância e desrespeito à liberdade de consciência garantida pela Constituição Federal, provocando um retrocesso na construção do estado democrático, além de violar o direito fundamental à vida, desde a concepção, garantido pela Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica) homologada pelo nosso Congresso Nacional, em 1992, e contrariando frontalmente a mensagem central do Evangelho: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), pois “Tu me teceste no seio materno” (Sl 139,13).

Manifestamos nossa solidariedade e apoio aos deputados pelo testemunho exemplar de cidadania e de profunda consciência humana e cristã, bem como apoiamos a instalação na Câmara dos Deputados, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Aborto, para investigar a prática do aborto clandestino, sustentada pelo financiamento e interesses estrangeiros, que querem impor ao Brasil e à América Latina a política perversa do controle populacional.

“Se quisermos sustentar um fundamento sólido e inviolável para os direitos humanos, é indispensável reconhecer que a vida humana deve ser defendida sempre, desde o momento da fecundação” (DA 467)

Uma questão de coerência

Pode-se e deve-se lamentar que o PT defenda o aborto. Mas deve-se admitir que o Partido, ao punir aqueles deputados, foi coerente consigo mesmo.

Se, por exemplo, existisse no Brasil um partido que tivesse por princípio irrenunciável a defesa da vida humana, seria lógico que ele não admitisse o ingresso de abortistas. E se algum parlamentar, após ter ingressado nesse partido, passasse a defender o aborto, poderia e deveria ser excluído. Seria uma questão de coerência.

Analogamente, agiria com coerência um bando ou quadrilha que resolvesse expulsar de seu meio alguém que não compactuasse com o crime.

Cabe ao cristão ter a coerência de não ingressar em partidos como o PT. Se por engano já houver ingressado, deve ter a coerência de desfiliar-se.

Quanto aos deputados punidos, é louvável sua posição em defesa da vida. Mas não foi coerente a insistência deles em permanecer em um partido abortista, como o PT. Muito antes de serem processados, eles próprios deveriam ter pedido sua desfiliação.

Somente após a punição, os dois resolveram desfiliar-se do PT para se filiaram ao Partido Verde (PV), que também é abortista.

O Estatuto do PV diz em seu artigo 12: “São deveres dos filiados ao PV: a) obedecer ao Programa e ao Estatuto”. E que defende o Programa do PV, ao qual todo filiado deve obedecer?
“g) legalização da interrupção voluntária da gravidez com um esforço permanente para redução cada vez maior da sua prática através de uma campanha educativa de mulheres e homens para evitar a gravidez indesejada”.

O esforço para redução da prática do aborto é louvável, mas, para o PV, isso se reduz a “evitar a gravidez indesejada”. E o ser humano que não foi desejado? Este deveria poder ser abortado legalmente, segundo o programa do PV. Infelizmente, os dois parlamentares foram incoerentes ao se filiarem, mais uma vez, a um partido abortista.

A CPI do aborto

Um dos motivos que levou à punição do deputado Luiz Bassuma foi ter apresentado em 10/4/2008 um requerimento de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) “para investigar denúncia feita pelo Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura, no dia 16 abril de 2007, sobre a existência do comércio clandestino de substâncias abortivas e da prática do aborto no Brasil”. Na ocasião da entrevista, o jornalista perguntou ao Ministro Temporão como o Sistema Único de Saúde (SUS), onde falta até gaze e esparadrapo, obteria dinheiro para custear a prática do aborto no caso de sua legalização. Segundo Bassuma, a resposta do Ministro ao jornalista foi: “se o Brasil legalizar [o aborto], não faltarão recursos internacionais”.

De fato, não faltam recursos externos para financiar no Brasil a prática do aborto, sua propaganda e sua legalização. Eis, por exemplo, a lista de “fundações no exterior” que apóiam o grupo CFEMEA (um “lobby” pró-aborto com sede em Brasília): “Fundação Ford, Fundação MacArthur, Fundação Friedrich Ebert/Instituto Latino-americano de Desenvolvimento Econômico e Social (FES/ILDES), NOVIB, Global Fund, ActionAid, Coalizão Internacional em Prol da Saúde da Mulher (IWHC), Heinrich Boell Stiftung (HBS), Organização Britânica OXFAM, AVINA, Ashoka”.

Os Bispos têm razão em insistir na instalação da CPI do aborto, que foi criada em 9/12/2008, mas até agora não foi instalada. E o governo tem razão em temer que tal CPI venha a tornar pública a conivência do PT com os interesses internacionais de controle demográfico.

O que falta para a instalação da CPI? Que os líderes das bancadas na Câmara indiquem os nomes dos deputados que devem compor a Comissão. Comunique-se com os líderes.

Use o Disque-Câmara – 0800 619 619 ou http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado
“Peço aos líderes das bancadas que nomeiem deputados para comporem a CPI do aborto. O financiamento internacional da causa abortista não pode ficar sem investigação”.

Roma, 1º de novembro de 2009
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

DN suspende direitos partidários de Luiz Bassuma e Henrique Afonso. Notícias. 17 set. 2009 – 20h08min. Disponível em: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=81962&Itemid=195
Moção de Apoio. CNBB – Regional 1. Publicado em 21 out. 2009. Disponível em: http://www.cnbbsul1.org.br/index.php?link=news/read.php&id=5379
http://www.pv.org.br/download/estatuto_web.pdf
Programa: 7 - Reprodução Humana e Cidadania Feminina. Disponível em: http://www.pv.org.br/download/programa_web.pdf.
Cf. Discurso feito durante audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, em 10 out. 2007. Ouça-se em: http://www.pesquisasedocumentos.com.br/audienciapublica.mp3
Disponível em http://www.cfemea.org.br/apoios/apoios.asp

Friday, September 18, 2009

CALE-SE!

DISSE JESUS:
O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10

Em pleno setembro de 2009, observamos grupos de extermínio de seres humanos e nações sem armas de fogo. A munição de guerra mais violenta de todos os tempos é aquela mais sutil, onde um ser humano é colocado contra o outro ser humano para a destruição do seu próximo e com ele a sua própria, a da sua cultura, e da sua nação. Os que trabalham em prol da vida são calados através de censura, ameaças, escárnio e outras formas de violência.

1) Como um cidadão brasileiro pode estar a serviço do extermínio de um outro cidadão brasileiro e de todo o país sem usar uma arma de fogo?

2) Que grupos estão sendo usados para o seu próprio extermínio e o da humanidade?

3) O apoio de um religioso às políticas de extermínio populacional.

4) Vamos nos defender e nos proteger ou deixar que grupos de extermínio continuem agindo de forma a destruir a todos nós?

Analisando estas questões:

1) Como um cidadão brasileiro pode estar a serviço do extermínio de um outro cidadão brasileiro e de todo o país sem usar uma arma de guerra?

1.1) Através do assassinato de crianças indefesas condenadas inocentemente a morte ainda no útero de suas mães. Grupos de extermínio de vidas humanas apresentam e defendem propostas legislativas e políticas públicas pró-aborto. Vejam as propostas legislativas pró-vida e família e as que são contra no site do Dr. Paulo Fernando Melo da Costa: www.paulofernando.com.br

Para que o povo brasileiro não perceba o peso desta atrocidade, os seguintes termos são utilizados para não chocar e também para passarem as propostas legislativas e políticas públicas anti-vida: controle da natalidade, controle da população, planejamento familiar, interrupção da gravidez “indesejada”, opção da mulher, direito da mulher, políticas de gênero, diversidade sexual, homofobia, livre expressão da orientação sexual, e outros.

Há países que condicionam empregos e obrigam casais a realizarem o tal “controle da natalidade”, ainda que o casal contrarie a sua própria vontade, em prol do plano político com finalidades econômicas para a redução e futuro extermínio de povos e nações.

Por esta razão, dois deputados do PT, foram julgados e condenados inocentemente no dia 17 de setembro de 2009, numa tortura inquisitiva das 10 às 18h30min, pelo PT, partido do Governo Federal, simplesmente por trabalharem em prol da vida humana, para salvar o povo brasileiro e a humanidade das políticas de extermínio.

Um desses deputados eu conheço bem de perto – é o Dep Henrique Afonso-AC, da bancada evangélica do Congresso Nacional, autor da Jornada Evangélica Nacional em Defesa da Vida e da Família, condenado a 90 dias de suspensão do partido e, o outro, é o Dep espírita BASSUMA, condenado há 1 anos de suspensão. Além disso, ambos não poderão participar de comissões que trabalham em prol da vida humana e família. Conheça mais o nosso Deputado evangélico pró-vida: www.henriqueafonso.com e veja as bandeiras que ele defende e não querem que ele as defenda mais.

Infelizmente, a Sra. BENEDITA DA SILVA também participou do julgamento condenando o Deputado Henrique Afonso. Ele é pastor presbiteriano e ela que se diz presbiteriana... fazendo um papel desses! Tive um embate com essa Sra. recentemente na conferência missionária na igreja Presbiteriana Betânia em São Francisco, Niterói, RJ. Ela se diz evangélica, mama votos dos evangélicos e apóia políticas de movimentos que trabalham contra o ser humano, família e princípios cristãos, e não ensina para as igrejas como participar das políticas públicas via Comissões de Direitos Humanos estando secretária de Direitos Humanos no Rio de Janeiro. E ainda por cima se coloca como vítima e “pede para as pessoas orarem por ela, pois muitos só fazem julgá-la!” É UMA VERGONHA PARA A NOSSA NAÇÃO, para o povo evangélico esta Senhora se denominar evangélica! Ela é uma vergonha para os negros, para a classe das mulheres, para aqueles que ela representa, pois parece trabalhar para a destruição dos pobres, dos que estão onde ela saiu!

Foram os participantes do PT quem votaram a condenação dos dois Deputados petistas pró-vida e eles foram condenados por unanimidade e esta Senhora BENEDITA DA SILVA os condenou por suas ações pró-vida família.

Não podemos permitir esta injustiça contra os nossos representantes pró-vida, não podemos admitir o extermínio do nosso povo, da nossa nação!

1.2) Para completar a política de controle de população há um incentivo constante para que políticas pró-homossexualismo sejam impostas na sociedade brasileira acompanhados de intimidação e censura aos contrários, acusados de homofóbicos.

Li o interessante depoimento de Paulo Nascimento, 21 anos (época em que escreveu), ele declarou vivenciar a homossexualidade e desabafou através de seu artigo, publicado na revista Caros Amigos: “A VIADAGEM ENCAMPANDO A POBREFOBIA”. Segundo ele o que se pretende em tais políticas públicas é o dinheiro dos que estão homossexuais, pois estes aquecem o mercado financeiro e dão muito lucro. Rapaz inteligente!

Os que estão homossexuais, também não fazem bebês, pois nas relações com o mesmo sexo não há procriação. Além disso, o quadro primário ou secundário obssessivo-compulsivo, sado-masoquista, da dependência emocional e outros, por parte da maioria dos que estão homossexuais podem favorecer o risco a integridade física de muitos – vide artigos do site da ABRACEH: www.abraceh.org.br e blog: http://rozangelajustino.blogspot.com.

Mas, a primeira a ser punida e calada pelos movimentos anti-vida fui eu, Rozangela Justino, uma simples psicóloga do Estado do Rio de Janeiro. Por que venho incomodando tanto as políticas públicas anti-vida e, inclusive, venho recebendo ameaça de morte como um alerta, caso já comunicado à autoridade policial?

A REDE GLOBO DE TELEVISÃO através do programa TOMA LÁ DA CÁ exibiu um quadro no dia 15 de setembro incitando as pessoas ao ódio a uma tal Dra. que ajuda pessoas a saírem da homossexualidade dizendo que ela dopa as pessoas com medicamentos e obriga-as a assinar um termo dizendo que não vão mais retornar à homossexualidade, além de amarrá-las, e outras atrocidades colocadas no programa. Em meio às dramatizações caricaturadas declaram que esta Dra. deveria ser presa, morta, dentre outras incitações ao ódio, e parecem instigar pessoas que estão homossexuais a irem às vias de fato.

Precisamos desligar as TVs e não mais assistir às programações da REDE GLOBO DE TELEVISÃO que ao longo dos anos vêm trabalhando de forma a inverter valores sociais e agora, declaradamente incitando o ódio de movimentos sociais contra uma pessoa que trabalha para o bem das próprias pessoas que estão homossexuais. É muita injustiça!

Se você conhece alguém que é assinante da globo, por favor, nos envie o filme todo que tem a duração de 35 minutos. Se tiver tempo transcreva todo o conteúdo deste programa e nos envie, por gentileza: rjustino@urbi.com.br e rozangelajustino@abraceh.org.br. Quem não é assinante só consegue ver parte do filme: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1124691-7822-DEISE+SURPREENDE,00.html e http://www.youtube.com/watch?v=Fv1KWWVKlAw

Não somente a REDE GLOBO, mas a TV RECORD vem trabalhando em prol das políticas anti-vida. Parece que concorrem entre elas para ver quem trabalha melhor contra a vida humana e família. Diversas pessoas observaram que a RECORD vinha fazendo propaganda de políticas pró-aborto e que em um dos seus programas, durante esta semana, apresentou um quadro com várias famílias que apóiam seus filhos homossexuais. Quem assistiu presenciou o escárnio diante da fala de pastores e pessoas que defendiam a Palavra de Deus e os princípios cristãos, não acreditaram estar diante de uma tela de TV dirigida por “evangélicos”.

PRECISAMOS REALIZAR A CAMPANHA “DESLIGUE A SUA TV”, especialmente no canal da GLOBO e da RECORD – não podemos assistir a competição para o mal da humanidade entre ambas.

INFELIZMENTE, TUDO ISSO ESTÁ ACONTECENDO PORQUE HÁ UMA RESOLUÇÃO, chamada Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia que PROIBE PSICÓLOGOS DE APOIAREM PESSOAS QUE VOLUNTARIAMENTE DESEJAM DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE.

Por conta da CENSURA PÚBLICA e ameaças à minha integridade física, infelizmente, tive que suspender o atendimento a pessoas que estão homossexuais até que a RESOLUÇÃO 01/99 do CFP seja anulada, pois ela me PROIBE de atender a tais pessoas.

O movimento de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade ao realizar o apoio às pessoas que o procuram, voluntariamente, não há qualquer medicamento e nem persuasão para que saiam deste comportamento.

Tais pessoas, além do comportamento deixam a atração pelo mesmo sexo. Conhecemos as que desenvolveram a heterossexualidade, contraíram matrimônio, tem filhos e quase netos. Há relatos de pessoas que deixaram a homossexualidade e que não receberam qualquer apoio de psicólogo e nem de instituições, mas por decisão própria deixaram o comportamento homossexual, simplesmente porque desejaram. Receber alguma forma de apoio é um conforto, mas o ser humano muda o que quer na hora que quer e do jeito que deseja, com ou sem psicólogo, sozinho ou através do apoio de amigos, familiares ou grupos de apoio e mútua-ajuda que existem em todo o Brasil e através de suas redes de apoio ao redor do mundo. A saída da homossexualidade depende da motivação de quem deseja deixá-la e do quanto esta causa desconforto naquele que se estranha com a atração pelo mesmo sexo.

2) Que grupos estão sendo usados para o seu próprio extermínio e o da humanidade?

Venho observando que os movimento pró-homossexualismo e feministas vêm usando os mesmos argumentos e terminologias do movimento negro. Quem nunca ouviu a argumentação: “eu não escolhi ser homossexual assim como não escolhi ser negro”. O movimento negro parece que ainda não se deu conta de que está a serviço do seu próprio extermínio através de políticas para o controle de população passando pelo extermínio da raça negra através do aborto e homossexualismo. Observo com muita tristeza o movimento negro muito ligado aos que promovem a destruição da raça humana. É uma perversidade usar o negro para este propósito!

3) O apoio de um religioso às políticas de extermínio populacional.

Participando da Conferência Municipal na área de educação em Duque de Caxias-RJ, onde foram discutidos os planos para educação nos próximos 10 anos, completamente permeado pelas terminologias dos principais movimentos sociais anti-vida, um muçulmano participava do grupo de discussão. Ele estava apoiando as políticas públicas feministas e pró-gays nas escolas brasileiras. A princípio fiquei sem entender, achando que ele deveria ser um muçulmano desviado, pois os muçulmanos são contra o aborto e o homossexualismo. Todos sabemos que há um incentivo para a fertilidade das mulheres muçulmanas, visando o crescimento do número de muçulmanos. Até que ponto os muçulmanos não estão mudando o posicionamento para apoiar as políticas de extermínio dos não muçulmanos para se tornarem maioria da população em menos tempo?

4) Vamos nos defender e nos proteger ou deixar que grupos de extermínio continuem agindo de forma a destruir a todos nós?

VEJAM ARTIGO SOBRE AS POLÍTICAS DA ONU e suas agências financiadoras das políticas anti-vida e anti-cristã: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/comite-da-onu-os-paises-tem-de-garantir.html
Original aqui: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09082711

Verificamos que, no Brasil, a “Educação Sexual” está inclusa nos programas de educação pelo que presenciei nas discussões do plano na área da educação, mas ela está sendo palco de discussões em BERLIM: veja como as outras nações onde tais movimentos já se instalaram a luta em que se encontram. Precisamos cortar o mal pela raiz:
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/fnuap-retira-nome-de-educacao-sexual.html
Original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09090401.html

Assessores parlamentares, parlamentares e líderes do movimento pró-vida em todo o mundo tem nos ensinado como levar o povo brasileiro a realizar um movimento de forma a proteger a vida humana, família e princípios cristãos! Eu tenho tido o privilégio de fazer parte deste movimento, razão pela qual eu e o Deputado Henrique Afonso fomos alertados a nos calar.

Porém, você, cidadão(ã) brasileiro(a) não está censurado(a) e nem punido(a), portanto, não impedido(a) de lutar por sua vida e nem pela vida do seu semelhante. Se o povo brasileiro se levantar, quem irá calar a todos! Não espere que eu, Rozangela Justino e o Deputado Henrique Afonso além de calados e escarnecidos, sejamos mortos.

ESTÁ NA HORA DE TODOS NÓS NOS LEVANTARMOS E LUTARMOS JUNTOS!

MANIFESTAÇÃO POPULAR JÁ!

Antes que você seja eliminado da terra, lute enquanto há vida, lute contra as políticas de extermínio do nosso povo, da nossa nação!

Se todos nós nos levantarmos JUNTOS, não há quem nos cale, não há quem nos vença!

Em função do meu posicionamento pró-vida humana e família segundo os princípios cristãos, alguns se propõem a me julgar como louca e outros dizem que eu trabalho contra as próprias pessoas que estão homossexuais, mas quem conhece o meu coração é Deus. Tenho a consciência tranqüila do meu amor em primeiro lugar para com Deus e para com o meu próximo, especialmente para com aquele que se encontra na condição homossexual, independente de desejar ou não sair dela!

JESUS deus a sua vida por nós e devemos dar a nossa vida pelo nosso próximo e tal missão é loucura para muitos. Certamente, o missionário em muitos momentos esquece de si mesmo. No meu caso, dos prejuízos financeiros passando pelos da minha imagem acrescido das perdas de pessoas que pareciam amigas e companheiras. Tudo isso foi e tem sido muito doloroso, mas não me paralisou, pois sei que o meu redentor vive! Nem JESUS foi compreendido por todos e eu não tenho nem como me comparar ao mestre!

No entanto, de agora em diante, não aceitarei escárnio ou acusação injusta - estarei trabalhando de forma a estabelecer mais limites, pois DEUS é amor e também estabelece limites como forma de amor!

Sou apenas mais uma trabalhadora do REINO que tem um único e suficiente salvador: JESUS!

ELE MESMO DISSE:

O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10

Wednesday, September 16, 2009

EUA: EPIDEMIA DE INFECÇÕES SEXUAIS

NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 875, 50/09. Gacetilla n° 998. Buenos Aires, 16 septiembre 2009

998) USA: EPIDEMIA DE INFECCIONES SEXUALES. Fuentes: Mercator Net, 20-07-09; Provida Press n° 320, 15-09-09. Por Juan C. Sanahuja.

Las enfermedades de transmisión sexual se han convertido en una epidemia silenciosa, como consecuencia de la promiscuidad alentada por los programas de educación sexual basados en el uso de anticonceptivos y en las campañas del llamado “sexo seguro”.

El Journal of American Medical Association publicó un estudio (JAMA, 301; 817, 2009) sobre las enfermedades de transmisión sexual en Estados Unidos en 2007 y concluye que la clamidia y la sífilis continúan aumentando.

En efecto, en 2007 se reportaron 1.1 millones de nuevas infecciones, un 7.5% de aumento con respecto a 2006. Además el Centro para el Control y Diagnóstico de Enfermedades (CDC) de Atlanta, estima que alrededor de la mitad de los contagios no se diagnostican, por lo que cree que en 2007 se podrían haber producido alrededor de 2.8 millones de infecciones.

El número de infecciones por sífilis aumentó un 15% en 2007, alcanzando los 11.466 enfermos. El incremento ha sido continuado durante los últimos 7 años. La gran mayoría de los casos se dan en hombres homosexuales.

Con relación a la gonorrea, se dieron en 2007, 355.000 nuevos casos.
Un peligro añadido es que las mujeres son particularmente vulnerables a desarrollar problemas de infertilidad a largo plazo como consecuencia de las infecciones transmitidas por vía sexual no diagnosticadas.

Entre adolescentes

Después de disminuir anualmente desde 1998, la tasa de infección de gonorrea entre los adolescentes de ambos sexos entre 15 y 19 años se incrementó durante el período 2004-2006. La tasa de casos de SIDA entre los varones entre 15 y 24 años aumentó durante el período 1997-2006, (Tendencia desalentadora del sexo adolescente en USA; Report from the Centres for Disease Control and Prevention).

Desde fines de los años 90 hasta ahora, hubo una tendencia positiva para superar la epidemia gracias al auge de la educación en la abstinencia, sostenida con fondos federales, pero la continuidad de esos programas está en serio peligro, ya que el presidente Barack Obama redujo drásticamente su financiación en el presupuesto para el 2010.

Artículos relacionados: NG 386, 425, 505, 518, 537, 617, 622, 728, 726, 756, 787, 882, 910, 965. FIN, 16-09-09
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Thursday, September 10, 2009

A ONU E A "CARTA DA TERRA" - a proposta de uma religião universal

Perguntas:
1) Você quer que lhe seja imposta uma "religião universal" anti-cristã?
2) Por que alguns movimentos sociais são utilizados para a efetivação desta proposta?
3) A justificativa para a proposta da nova religião tem fundamento?
4) Quem desvaloriza a mulher: o cristianismo ou as políticas públicas?
5) A quem interessa a desconstrução da família, segundo os princípios cristãos?
4) Que interesses estão por trás da filosofia desta "nova religião"?

VEJA OS MENTORES DA PROPOSTA DA "NOVA RELIGIÃO"

NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 873, 48/09. Gacetilla n° 996. Buenos Aires, 10 septiembre 2009

996) ONU: ECLESIOFOBIA. MARXISMO. INDIGENISMO. PANTEÍSMO. Fuentes al pie. Por

Juan C. Sanahuja

El nuevo orden aprovecha al marxismo indigenista para descristianizar y poner la religión al servicio de los fines de la ONU. La Carta de la Tierra.

El 29 de agosto pasado, el presidente de la Asamblea General de la ONU, el marxista nicaragüense Miguel D’Escoto -sacerdote católico perteneciente a la congregación Maryknoll, suspendido a divinis por la Santa Sede hace 24 años (vid. NG 924, 970)- entregó en La Paz, a Evo Morales, presidente de Bolivia, el título de Héroe Mundial de la Madre Tierra, “máximo exponente y paradigma de amor a la madre tierra. Porque estamos en un momento en que necesitamos un cambio de valores. Regresar a los valores ancestrales”, (vid. NG 958, 963, 970, 974).

“Bajo mi Presidencia, dijo D’Escoto, la ONU ha comenzado a proponer esa nueva cultura al ponderar la labor de hombres como Fidel Castro, Evo Morales y el líder africano Julius Neyrere, paradigmas que encarnan virtudes y valores que todos debemos asumir para sobrevivir. Lo que estamos queriendo hacer es presentar ante el mundo a estas tres personas y decirle que ellos encarnan las virtudes, los valores dignos de ser emulados por todos nosotros”. Fidel Castro fue nombrado Héroe Mundial de la Solidaridad y el difunto presidente de Tanzania, Julius Nyerere, Héroe Mundial de la Justicia Social. (Incluir a Nyerere sólo puede tener por objeto confundir a los católicos) (*).

El miércoles 2 de septiembre, Miguel D’Escoto entregó el título a Fidel Castro en La Habana, en un encuentro que calificó de “regalo de Dios”.

Evo Morales: eclesiofobia indigenista

Recordemos que la Asamblea General de las Naciones Unidas aprobó este año que el día 22 de abril, al que solía llamarse Día Mundial de la Tierra, desde ahora fuera el Día Internacional de la Madre Tierra. La propuesta fue presentada al plenario por el presidente de Bolivia, Evo Morales, y respaldada por más de 60 países, (vid NG 436, 771, 772, 831, 846, 848, 850, 863, 891, 958, 963, 970). La resolución fue redactada por Leonardo Boff, (vid. NG 808, 809, entre otros).

En su afán cristofóbico las Naciones Unidas fomentan el panteísmo neomarxista, promovido por sacerdotes renegados como Miguel D’Escoto y Leonardo Boff, y sectarios indigenistas como Evo Morales que lleva adelante, en Bolivia, un sistemático plan de vuelta a la idolatría y al paganismo, imponiendo violentamente el retorno a los dioses ancestrales y el culto a la Pachamama, (vid. NG 958, 963, 970, 974).

Panteísmo neomarxista y Carta de la Tierra

El 22 de abril pasado, Leonardo Boff decía ante la Asamblea General de la ONU: “Desde la más alta ancestralidad, las culturas y las religiones testimonian la creencia de la Tierra como Gran Madre, Inana, Terra Mater, Magna Mater y Pachamama. Los pueblos originarios de ayer y de hoy tenían y tienen clara conciencia de que la Tierra es generadora de todos los vivientes.

Solamente un ser vivo puede producir vida en sus más diferentes formas. La Tierra es, pues, la Madre universal (…) No es que sobre la Tierra haya vida, la Tierra misma está viva y es llamada Gaia, la diosa griega para la Tierra viviente. Efectivamente la Tierra es Madre fecunda (…) Para eso existe ya un documento precioso que nos puede inspirar: la Carta de la Tierra. Nació de la sociedad civil mundial, involucró en su elaboración a más de cien mil personas de 46 países, y ya fue asumida en 2003 por la UNESCO ‘como instrumento educativo y una referencia ética para el desarrollo sostenible’. Participaron activamente en su concepción Mikhail Gorbachev, Maurice Strong y Steven Rockfeller, entre otros. La Carta entiende la Tierra como dotada de vida y como nuestro hogar. Presenta pautas concretas que pueden salvarla, cuidándola con comprensión, compasión y amor, como cabe hacer cariñosamente con nuestra Gran Madre. Ojalá un día esta Carta de la Tierra pueda ser presentada, discutida, enriquecida por esta Asamblea y, si fuera aprobada, tendríamos un documento oficial sobre la dignidad de la Madre Tierra”, (Agencia Latinoamericana y Caribeña de Comunicación -ALC-, 07-05-09).

La religión al servicio de la ONU

En esa ocasión, Evo Morales reclamó el reconocimiento de los “derechos” de la Madre Tierra, “no sólo los seres humanos tienen derechos humanos, sino la Madre Tierra (Pachamama) debe tener derechos, debemos apelar a nuestra razón y sensatez porque la vida humana no es posible sin la Madre Tierra”.

Según D’Escoto la propuesta de Morales “conmovió” al Rey Abdullah bin Abdul-Aziz Al Saud de Arabia Saudita, guardián de las Dos Santas Mezquitas, quien propuso el premio para Evo Morales, “y pidió que convocáramos una reunión al más alto nivel con el propósito de que nos comprometiéramos a reactivar y movilizar la fuerza moral de nuestros principios y valores religiosos o éticos y ponerlos al servicio de los grandes objetivos de las Naciones Unidas”, dijo D’Escoto. El tema fue incluido en la agenda de la Asamblea General en el item Cultura de Paz.

Para concluir, D’Escoto, que se definió como “sacerdote, teólogo de la liberación e hijo comprometido de la Revolución Sandinista”, dijo: “Va a irrumpir, nos decía (Pierre Teilhard) de Chardin, la noósfera, después de haber irrumpido en el proceso evolutivo la antropósfera, la biósfera, la hidrósfera, la atmósfera y la litósfera. Ahora es el turno de una nueva esfera, la esfera de las mentes y de los corazones sincronizados: la noósfera. Como saben noos (nus) en griego significa el espíritu y la mente unidos al corazón”, (Discurso en la Conferencia de Educación para la Paz y la Reconciliación en Centroamérica, Managua, julio 2009). FIN, 10-09-09

(*) Julius Nyerere murió en 1999, con fama de católico fervoroso. Tiene abierto el proceso de beatificación.

Fuentes: Propias; UN, AG, A/Res 63/278, 01-05-09; UN, GA 63°, 80th session, General Assembly proclaims 22 april ‘International Mother Earth Day’, 22-04-09; UN, AG A/63/PV.80, 22-04-09; UN, Observaciones del Presidente de la Asamblea General de las Naciones Unidas en el acto especial sobre la madre tierra, Nueva York, 63° periodo de sesiones, 22-04-09; UN, Discurso del Presidente de la Asamblea General de las Naciones Unidas en la Conferencia de Educación para la Paz y la Reconciliación en Centroamérica, Managua, 16/18-07-09; AP, 28-08-09; La Capital, 29-08-09; ABI, 30-08-09; Bolpress, 02-09-09.
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NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 867, 42/09. Gacetilla n° 990. Buenos Aires, 06 agosto 2009
990) NELSON MANDELA, MÁSCARA DE OTRA LOGIA. Fuentes: Propias; web The Elders; Life Site, 11-01-07, 23-07-07, 22-07-09. Por Juan C. Sanahuja
La reingeniería anticristiana de las religiones. The Elders: Abortistas y pro homosexuales. Los 12 Ancianos.

Dentro de los grupos de presión que impulsan la reingeniería social anticristiana, en julio pasado apareció una vez más en la prensa The Elders (Los Ancianos), un grupo formado por el sudafricano Nelson Mandela y sostenido por el millonario Richard Branson (Virgin Group) y por el músico Peter Gabriel (The Peter Gabriel Foundation), ambos ingleses, quienes sólo para el lanzamiento de la logia, en 2007, recaudaron 9 millones de libras esterlinas.

Según la información oficial, The Elders “es un grupo independiente de eminentes líderes mundiales, reunidos por Nelson Mandela, que ofrecen su influencia colectiva y experiencia para apoyar la consolidación de la paz, ayudar a solucionar las principales causas de sufrimiento humano y promover los intereses comunes de la humanidad”.

El 2 de julio pasado, The Elders hizo público que se dedicaría a forzar un cambio en las “religiones tradicionales”, para que permitan a las mujeres convertirse en ministros, sacerdotes y obispos, como primera acción de su programa Igualdad para Mujeres y Niñas (Equality for Women & Girls).

“La justificación de la discriminación contra mujeres y niñas basada en la religión o en las tradiciones, como si fuera algo prescrito por una Autoridad Suprema, es inaceptable”, dice la declaración, haciendo un llamado a líderes de todos los ámbitos a “confrontar y cambiar enseñanzas y prácticas malsanas que justifican esta discriminación contra la mujer”.

El portavoz de la iniciativa fue el ex-presidente norteamericano Jimmy Carter, quien tras 60 años de pertenencia, abandonó la Convención Bautista del Sur y anunció que lucharía junto con Koffi Annan, el obispo anglicano Desmond Tutu, Fernando H. Cardoso y todos los otros miembros del grupo para que las religiones no discriminen a la mujer.

Relaciones

A través de Mabel van Oranje, su Chief Executive Officer, The Elders se relaciona con el European Council on Foreign Relations, con el Foro Económico Mundial de Davos (vid. NG 256) y con el Open Society Institute de Georges Soros, (vid. NG 205, 735, 804, 908, 961).

Los 12 Ancianos


El The Elders fue presentado en sociedad por Nelson Mandela en 2007. Está compuesto por él y otros 11 “líderes mundiales” (*). Entre los doce destacan varias cabezas visibles de la internacional del aborto y del homosexualismo, promotores de una nueva religión universal, en sus variados intentos: ética planetaria, Carta de la Tierra, Alianza de las Civilizaciones, etc. (vid. NG 337, 738, 772).

-Kofi Annan, ex Secretario General de la ONU; promotor del aborto y del homosexualismo, (vid. entre otros, NG 214, 291, 331, 337, 338, 599, 631, 765).

-Ela Bhatt, de la India. Recibió el Right Livelihood Award, llamado Premio Nobel de la Paz alternativo (vid NG 850).

-Lakhdar Brahimi de Argelia; ex asesor especial del Secretario General de la ONU (2004); miembro a su vez de otro grupo de presión de líderes políticos, la Global Leadership Foundation.

-Gro Brundtland, ex-primer ministro de Noruega; organizó la comisión de Medioambiente y Desarrollo de la ONU; ex directora general de la Organización Mundial de la Salud (OMS); fundadora de la Comisión de Gobernabilidad Global; abortista y pro-gay; (vid. NG 04, 214, 254, 481, 489, 679, 771, 831, 852, entre otros).

-Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente de Brasil, fundador de la Comisión de Gobernabilidad Global (**); (vid. NG 679).

-Jimmy Carter, ex-presidente de USA, fundador de la Comisión de Gobernabilidad Global; (vid. NG 679).

-Graça Machel, tercera mujer de Nelson Mandela.

-Mary Robinson, ex-presidente de Irlanda y ex-Alto Comisionado de Derechos Humanos de la

ONU; abanderada del pseudo derecho al aborto y del lobby gay internacional; en contra del orden natural impulsa la Ethical Globalization Initiative; (vid. entre otros, NG 214, 526, 527, 679, 865, 868).

-Desmond Tutu, obispo anglicano abortista y pro-gay; (vid. NG 256, 548, 679, 772, 851).

-Muhammad Yunus, creador del Grameen Bank.

-Aung San Suu Kyi, activista política de Burma/Myanmar.
FIN, 06-08-09

(*) En el primer listado de 2007, figuraba como miembro de The Elders, Li Zhaoxing, ex ministro de Relaciones Exteriores de China comunista.

(**) Para más datos, vid. J. C. Sanahuja, El Desarrollo Sustentable. La Nueva Ética Internacional, Vórtice, Buenos Aires.
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A ONU e a "EDUCAÇÃO SEXUAL DAS CRIANÇAS"

Nós Brasileiros, queremos mesmo que a ONU "eduque" sexualmente as nossas crianças?


NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 872, 47/09. Gacetilla n° 995. Buenos Aires, 01 septiembre 2009

995) ONU-UNESCO: PLAN DE PERVERSIÓN SEXUAL DESDE LOS 5 AÑOS. Fuentes: UNESCO, International Guidelines on Sexuality Education: An evidence informed approach to effective sex, relationships and HIV/STI education; UN News, 27-08-09; Family Edge, 31-08-09. Por Juan C. Sanahuja

Masturbación y homosexualidad desde los 5 años

El 27 de agosto pasado la ONU dio a conocer oficialmente la Guía de Educación Sexual para el Empoderamiento de los Jóvenes, elaborada por UNESCO, con el asesoramiento de UNICEF, la Organización Mundial de la Salud (OMS), Organización Panamericana de la Salud (PAHO), y el Fondo para la Población de las Naciones Unidas (FNUAP-UNFPA).

La Guía de 98 páginas, es un manual de perversión de menores y se enmarca dentro de los esfuerzos para realizar los Objetivos o Metas del Milenio para el Desarrollo (NG 772), fijados por la ONU en el año 2000, con la excusa de luchar contra la pandemia de HIV-SIDA.

El documento, también denominado Directrices Internacionales para la Educación Sexual, separa a los niños en cuatro grupos de edad: de 5 a 8 años, de 9 a 12 años, de 12 a 15 años y de 15 a 18 años.

Los contenidos

Si bien todo el contenido violenta el orden natural, destacan por su perversidad la iniciación a la masturbación a partir de los 5 años, así como, a partir de la misma edad, la mentalización en “los roles de género y en los estereotipos de género”, es decir la apología de la homosexualidad.

A partir de los 9 años, los niños deberán ser instruidos sobre los “efectos positivos y negativos de los afrodisíacos”, y deberán aprender a luchar contra “la homofobia, transfobia y la violencia de género", es decir, más exaltación de la homosexualidad.

A los 12 años, profundizarán en las “razones para abortar”, que antes se les inculcarán bajo el eufemismo de violencia de género, para llegar a los 15 años convertidos en activistas de la promoción “del derecho al aborto y del derecho al acceso al aborto seguro”.

La Guía reúne los papeles de trabajo elaborados en una reunión que se realizó en febrero pasado en Menlo Park (USA), en la que junto a las agencias de la ONU antes nombradas intervinieron representantes del SIECUS (Sexuality Information and Education Council of the United States); Population Council; The Swedish Association for Sexuality Education; World Population Fund (WPF); The William and Flora Hewlett Foundation; etc. FIN, 01-09-09
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"IGUALDADE DE GÊNERO"

Perguntas:
1) O que se pretende com políticas públicas para a "igualdade de gêneros"?
2) Quem realmente será beneficiado?
ESTUDE, PESQUISE, PERGUNTE-SE E RESPONDA.


NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 862, 37/09. Gacetilla n° 985. Buenos Aires, 13 julio 2009

985) VENEZUELA: LOS OBISPOS Y EL SOCIALISMO DEL SIGLO XXI. Fuentes: Propias y web de la Conferencia Episcopal Venezolana. Por Juan C. Sanahuja

Proyecto de ley de equidad de género. Solidaridad con Honduras. La situación en Venezuela.
La Conferencia Episcopal de Venezuela, al finalizar la 92ª Asamblea Plenaria Ordinaria el 10 de julio pasado, dio a conocer un comunicado sobre el proyecto de ley orgánica para la equidad e igualdad de género, presentado y discutido en la Asamblea Nacional de la República Bolivariana de Venezuela, que responde a la ideología del neomarxista Hugo Chávez.

En el documento los obispos manifiestan su interés en participar del debate de la ley y además señalan que tienen “fundadas razones para afirmar que en él se cometen graves violaciones y daños irreparables a derechos y estructuras fundamentales de la sociedad”.

Los obispos señalan: “Frente a los graves daños que ya ha estado sufriendo el matrimonio y la familia por el deterioro económico, social y moral y por el impacto de una cultura pan sexual que atenta contra su estructura social y jurídica, se suma este nuevo intento legislativo de la Asamblea Nacional, que la Iglesia católica, lo mismo que otras iglesias cristianas hermanas y otros credos, ve con suma preocupación”.

“El nuevo Proyecto legislativo de Igualdad y equidad de género atenta gravemente contra derechos consagrados y protegidos por nuestra Constitución Nacional: concretamente las instituciones del matrimonio y la familia y el interés superior de niños, niñas y adolescentes (…) al legitimar uniones del mismo sexo, otorgándoles los mismos efectos jurídicos y patrimoniales que al matrimonio; en el proyecto de la nueva ley estos derechos quedan jurídicamente vulnerados. Igualmente desconoce la protección constitucional al derecho a la inviolabilidad de la vida humana, sea por medios anticonceptivos o por el aborto”.

El documento reafirma el derecho natural, “superior a cualquier ley humana”, que exige de los Estados la obligación de defender la vida humana, el matrimonio y la familia.

Ante el peligro que el proyecto representa para la “institución natural” del matrimonio, como unión de un hombre con una mujer, y para “la institución de la familia como una comunión de amor, de respeto, de fidelidad y de auxilio mutuo, conformada por padre, madre, hijos e hijas”, los obispos venezolanos llaman a “las diversas instituciones de la sociedad a ponerse en movimiento para su defensa”, porque “es legítima la reacción y el rechazo de la sociedad cuando se pone en peligro la dignidad de la persona humana y los derechos que le son inherentes, como el de gozar de una estructura familiar constituida por un hombre y una mujer y sus hijos”.
Finalmente agregan, “urge igualmente salvaguardar el derecho de todo niño, niña y adolescente a ser formados y educados en el seno de su familia natural”.

Solidaridad con Honduras

Ante la presión marxista sobre Honduras, en la que participa no sólo Hugo Chávez, sino la Organización de Estados Americanos (OEA) dirigida por el socialista chileno José Miguel Inzulza (NG 935) y varios gobiernos del continente, en la Exhortación Final de la Asamblea Plenaria, los obispos de Venezuela dicen: “Nos duele la crisis político social del hermano país de Honduras, pedimos al Señor que el pueblo hondureño encuentre la reconciliación a través del diálogo, la sanación de sus heridas y el camino del proceso democrático, ‘sin presiones unilaterales de cualquier tipo’ (Cf Comunicado de la Conferencia Episcopal Hondureña, Edificar desde la crisis), respetando la soberanía de ese país”.

Y refiriéndose a las arbitrariedades que sufre Venezuela por parte de Chávez agregan: “Después del referendo del 15 Febrero de 2009 se ha acelerado la imposición arbitraria y unilateral del proyecto de socialismo del siglo XXI, lo cual irrespeta la voluntad popular. (…) El desconocimiento de las autoridades electas el año pasado, cercenándoles sus atribuciones con cambios legales que violan el texto constitucional, contraría la igualdad que debe reinar entre todos los electos, quienes tienen los mismos derechos y obligaciones”.

“Hacemos un llamado de alerta para que todos estemos atentos ante la discusión de leyes que afectan ampliamente el ejercicio responsable de la libertad de los ciudadanos, de sus familias, del recto desempeño social; en particular, la de educación, la de equidad e igualdad de género, la de la propiedad social y la que se refiere a la libertad de expresión e información. Para la elaboración de las leyes es necesario consultar a toda la sociedad sin exclusiones. El tema de la propiedad privada, la propiedad social y el papel del Estado en su reglamentación no puede ser objeto de una decisión unilateral. Nos preocupa mucho la celeridad en la discusión de estas leyes en tiempos de vacaciones”. FIN, 13-07-09
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EUA e a CAUSA HOMOSSEXUAL

Perguntas:
1) Por que nos EUA há tanto interesse em promover a causa homossexual?
2) Que tipo de "transformação social" se espera e até que ponto é para o benefício das pessoas que estão homossexuais?
3) Por que em Washington ha mais SIDA que na África?
LEIA, PESQUISE e TIRE AS SUAS CONCLUSÕES


NOTICIAS GLOBALES, Año XII. Número 860, 35/09. Gacetilla n° 983. Buenos Aires, 01 julio 2009
983) USA: OBAMA, CAMPEÓN DE LA CAUSA HOMOSEXUAL. Fuentes: Propias; The New York Times, 23-05-09, 02/03/12/16/18/26/28-06-09; Life Site, 17-06-09, 29-06-09. Por Juan C. Sanahuja

Obama se califica como campeón de la causa homosexual. Homosexualidad y bestialismo. Reingeniería social. En Washington más SIDA que en África. Colonizar las conciencias. Homosexualidad, adopción y pedofilia.

El 29 de junio, el presidente Barack Obama recibió en la Casa Blanca a los líderes de la comunidad gay lésbica (LGTB) y les aseguró que él se considera un campeón de la causa homosexual, pidiéndoles paciencia para llevar a cabo lo que les prometió durante la campaña electoral, para lograr a largo plazo un éxito duradero.

Obama recibió a cientos de activistas homosexuales para celebrar el mes del Orgullo Gay (NG 978) y el 40° aniversario de los disturbios de Stonewall, que son considerados el inicio del “movimiento de derechos de los homosexuales”.

El presidente se detuvo especialmente con el obispo episcopaliano de New Hampshire, Gene Robinson y con Frank Kameny.

La “ordenación” como obispo de Robinson, abiertamente homosexual, fue una de las causas que provocó el reciente cisma en la denominación episcopaliana, (NG 712, 853). La división se concretó el 22 de junio pasado con el lanzamiento de la Anglican Church in North America (ACNA), que no admite la “ordenación” de mujeres ni de homosexuales (CNA, 24-06-09).
Homosexualidad y bestialismo

Por su parte, Frank Kameny, al que Obama llamó pionero de los derechos civiles, fue el gestor del exitoso lobby sobre la American Psychiatric Association, para que la homosexualidad no se considerara más un desorden mental. Ahora, con 80 años, se dedica a la promoción de la pornografía dura y el bestialismo, (Life Site, 04-06-09). Obama elogió a Frank Kameny por llevar a cabo lo que le dictaba su conciencia con extraordinaria valentía, y agregó: “estamos orgullosos de usted, Frank, y le damos las gracias por su liderazgo”.

Reingeniería social

El presidente reconoció que muchos de los dirigentes LGTB estaban descontentos con la lentitud en el “reconocimiento de sus derechos”, por eso les renovó la promesa de poner todo su empeño en conseguir una “verdadera transformación social”.

Obama se comprometió a revocar la Defence of Marriage Act (DOMA), a derogar la prohibición de que sirvan en el ejército homosexuales declarados, a impulsar la legislación antidiscriminatoria en el trabajo y la nueva legislación federal sobre crímenes de odio, y a abolir la prohibición de que los enfermos infectados de HIV-SIDA ingresen a los Estados Unidos, norma que el presidente considera una forma de “discriminación”.

Obama reconoció que el SIDA “continúa siendo una amenaza para muchas comunidades”, incluyendo el Distrito de Columbia.

En Washington más SIDA que en África

Efectivamente, el Distrito tiene una tasa de infectados de SIDA superior a la de África Occidental. El 3% de los habitantes de Washington son enfermos de SIDA, lo que supone haber sobrepasado el umbral del 1% que define una epidemia generalizada y severa. La directora del programa sobre SIDA de Washington, Shannon L. Hader, declaró “nuestra tasa es superior a la de África Occidental”. Su informe también reveló que el sexo entre homosexuales sigue siendo “la principal fuente de contagio”, (Forum Libertas, 03-04-09; Life Site, 04-10-06, 18-06-09). A Barack Obama, empeñado en sus políticas pro-gay, que el sexo homosexual sea la principal causa del SIDA parece tenerle sin cuidado.

Como buen demagogo declaró “con orgullo” que, el sábado 27 de junio, Día Nacional de Pruebas de HIV-SIDA, se sometió a los análisis junto con su mujer, Michelle.

Colonizar las conciencias

Por último, Obama dejó claro que la victoria final para el movimiento homosexual no llegará sólo por la legislación, sino a través de una persistente campaña de persuasión a todos los niveles.
"Todos somos testigos de los cambios monumentales que se están operando en este país. Esto nos da esperanza, pero no podemos descansar. Hay que seguir avanzando -paso a paso, ley por ley, cambiando cada conciencia-” afirmó Obama.

“Quiero que sepan que yo en esta tarea no sólo seré su amigo, voy a seguir siendo un aliado y un campeón, un presidente que lucha con ustedes y para ustedes”.

Cabe agregar que el 17 de junio, Barack Obama, firmó un decreto presidencial otorgando a los empleados federales que conviven maritalmente -ya sean parejas heterosexuales u homosexuales- los mismos beneficios sociales que a los agentes de la administración casados legalmente. The New York Times (17-06-09) se quejaba porque la nueva política no incluye los beneficios de salud y retiro para la generalidad de las parejas homosexuales; sólo los gays del servicio exterior gozan de más ventajas.

Homosexualidad, adopción y pedofilia

Por otra parte, el 30 de junio se conoció que el FBI había arrestado a Frank Lombard, director asociado del Centro de Políticas de Salud de la Universidad de Duke (Carolina del Norte), por ofrecer para prácticas pedófilas a uno de sus hijos adoptivos.

Lombard, homosexual que vive “en pareja”, quien adoptó dos niños con su partner, ofrecía por Internet a uno de los chicos, un afro-americano de 5 (cinco) años.
Vid. Historial anti vida y anti familia de Obama FIN, 02-07-09
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NOTICIAS GLOBALES es un boletín de noticias sobre temas que se relacionan con la PROMOCIÓN Y DEFENSA DE LA VIDA HUMANA Y LA FAMILIA. Editor: Pbro. Dr. Juan Claudio Sanahuja; E-mail: noticiasglobales@noticiasglobales.org ; http://www.noticiasglobales.org ;
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Sunday, August 23, 2009

EMDR e TERAPIA REPARATIVA: um modelo com base em traumas para tratar a atração indesejada pelo mesmo sexo

Apresentação do Dr. Norman Goldwasser no Treinamento Clínico na Convenção da NARTH
Notícias da Convenção da NARTH


EMDR e TERAPIA REPARATIVA: UM MODELO COM BASE EM TRAUMAS PARA TRATAR A ATRAÇÃO INDESEJADA PELO MESMO SEXO

por Norman Goldwasser

É vastamente conhecido o fato de que uma maioria significativa de homens que lidam com a atração pelo mesmo sexo foram vítimas de algum tipo de abuso, seja sexual, emocional ou físico, o que pode traumatizar a criança em desenvolvimento e prejudicar seu desenvolvimento psicossexual. Há outros tipos de traumas, às vezes menos óbvios, que também podem alterar a capacidade de um menino ou adolescente se ligar a sua masculinidade, experimentar contatos não erotizados com homens ou sentir atração pelo sexo oposto. Todos eles representam rompimentos traumáticos com o desenvolvimento psicossexual normal, que geralmente levam à atração pelo mesmo sexo (AMS), mas que são tratáveis.
O melhor padrão de tratamento para traumas é o EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares) , desenvolvido pela Dr. Francine Shapiro nos anos 80. Ela descobriu, acidentalmente, que o mesmo tipo de efeitos dessensibilizantes que o Movimento rápido do olho (REM) tem para sonhos traumáticos durante o sono, quando muitas lembranças de sonhos são apagadas ou bastante diminuídas, pode ser reaplicada quando uma pessoa é levada a reviver uma lembrança traumática e, então, se aplica uma técnica de estimulação bilateral similar ao estágio REM que, de fato, dessensibiliza a memória e permite que o indivíduo se libere ou desligue dos efeitos dolorosos do trauma.
Em 1995, Iniciei meu treinamento clínico em EMDR e, imediatamente, me surpreendi muito com o tremendo impacto desta técnica em pacientes traumatizados, por facilitar a cura das feridas causadas pelas situações emocionalmente dolorosas. Achei muito significativo que as experiências traumáticas e suas seqüelas psicopatológicas, que até aquele momento eram difíceis de ser tratadas, diminuíssem ou fossem de todo curadas em um período de tempo consideravelmente pequeno. Quando, no ano seguinte, eu conheci a terapia reparativa e comecei a trabalhar com pacientes com AMS, percebi que muitas das demandas destes pacientes eram relacionadas a traumas e comecei a usar o EMDR para melhorar meu trabalho com essas pessoas. O resultado que tive em muitos casos foi impressionante. Contrário aos difíceis desafios anteriores ao uso do EMDR, eu consegui resultados mais completos e profundos na cura de dinâmicas inconscientes como resultado da técnica, de uma forma muito mais eficaz em alcançar a superação completa da AMS do que quando usava somente a terapia reparativa.

Um exemplo clínico que ilustra o poderoso efeito do EMDR é o de *Steve, 38 anos, solteiro e com uma história de insatisfação com a AMS. Ele é o filho caçula e único homem entre três irmãs, cujo pai morreu quando ele era criança. Além disso, sua mãe tinha problemas com exibicionismo e, com frequência, se expunha a ele de uma forma ou de outra, o que criou uma associação extremamente nociva e avessa com mulheres e, mais especificamente, com a forma feminina. Ainda teve a falta de vínculos masculinos e o sentimento de ter sido sobrecarregado pela superproteção de sua mãe e irmãs, o que o levou a uma intensa necessidade de se envolver em pornografia masculina e fantasias homoeróticas. Como resultado da terapia reparativa intensa para lidar com sua AMS, a terapia cognitivo-comportamental para lidar com sua personalidade obsessiva e compulsiva, que alimentava a compulsão sexual e seu senso de inadequação, e o EMDR para dessensibilizar e reprogramar a imagem repulsiva do corpo de sua mãe, bem como para potencializar o desejo heterossexual, ele conseguiu eliminar a compulsão, a atração pelo mesmo sexo foi drasticamente reduzida e Steve pode construir seu senso próprio de masculinidade. Hoje, ele é bem casado com uma adorável mulher, mãe de seus dois lindos filhos e relata um alto grau de satisfação emocional e sexual em seu casamento.

Em suma, o EMDR é um forte aliado da terapia reparativa. Ele facilita um tratamento mais profundo e eficiente da atração indesejada pelo mesmo sexo, que atinge homens que almejam uma vida mais completa, constituir uma família ou ainda para manter o nível de sucesso com homens casados para que seus casamentos possam ser mais saudáveis e plenos.

Notas: * O nome e características foram alterados para manter a privacidade do paciente.

2. Para mais informações sobre EMDR, veja EMDR: The Breakthrough Therapy (artigo) da Drª. Francine Shapiro (1996), ou procure nos sites www.emdr.com www.emdria.org

Apoie, doe, envolva-se!

FONTE:
NARTH - 1-888-364-4744 - www.narth.com
Rozangela Justino: além de psicodramatista também fez o treinamento em EMDR.

MOTIVAÇÃO PARA MUDAR A ORIENTAÇÃO SEXUAL DA HOMO PARA A HETEROSSEXUAL, segundo Spitzer


Arquivos de Comportamento Sexual, Vol. 32, No. 5, Outubro de 2003, pp. 403–417 (ã 2003).
0004-0002/03/1000-0403/0 ã 2003 Plenum Publishing Corporation
Traduzido pela ABRACEH, com permissão do autor.

É possível que alguns homens e mulheres homossexuais mudem sua orientação? Duzentos participantes relatam mudança da orientação homossexual para a heterossexual
[1].
Robert L. Spitzer, M.D.
[2],[3],[4]

Para a maioria das organizações de saúde mental dos Estados Unidos não há evidências científicas de que a orientação homossexual possa ser mudada pela psicoterapia, freqüentemente citada como “terapia reparativa”. O presente estudo testou a hipótese de que alguns indivíduos com orientação predominantemente homossexual pudessem, com algum tipo de terapia reparativa, passar a predominantemente heterossexuais. Os 200 voluntários (143 homens e 57 mulheres) relataram ao menos uma discreta mudança da orientação homossexual para a heterossexual, mantida no mínimo por cinco anos. Utilizou-se uma entrevista telefônica estruturada que avaliou a atração, a fantasia e o desejo sexual pelo mesmo sexo, além da homossexualidade assumida. Em todos esses aspectos, o ano anterior à terapia foi comparado ao ano anterior à entrevista. A maioria dos participantes relatou mudança da orientação predominante ou exclusivamente homossexual antes da terapia, para a orientação predominante ou exclusivamente heterossexual no ano anterior à entrevista. Relatos de completa mudança foram incomuns. As mulheres entrevistadas relataram mais mudanças que os homens. Alguns homens e mulheres homossexuais submetidos à terapia reparativa de fato mudam sua orientação predominantemente homossexual para a orientação predominantemente heterossexual, como também alguns elaboram narrativas de mudança auto-enganosas (ou até mentiras), ou as duas coisas. Por muitas razões, concluiu-se que os relatos dos participantes foram, em geral, fidedignos e que poucos elaboraram narrativas enganosas ou mentiram. Assim, há evidência de que a mudança da orientação sexual seguindo algum tipo de terapia reparativa ocorra em alguns homens e mulheres homossexuais.
Palavras-chaves: homossexualidade; orientação sexual; terapia de conversão; reorientação sexual; terapia reparativa.
...

Eis um trecho da pesquisa do Dr. Sptizer sobre a motivação das pessoas para buscar saída da condição homossexual:


Motivação para Mudar


Muitos participantes apontaram mais de um motivo para mudar, entre os 11 apresentados. Os mais comuns foram que a vida homossexual não era emocionalmente satisfatória (homens, 85%; mulheres, 70%; X2(1)=4.5, p<.05); o conflito entre sentimentos e comportamentos homossexuais e seus princípios religiosos (79%) e o desejo de casar ou permanecer casado (homens, 67%; mulheres, 35%; X2(1)=15.8, p<.001).
.....


[1] Um relatório preliminar dos resultados deste estudo foi apresentado na reunião anual da Associação Americana de Psiquiatria, no dia 09 de março de 2001, em Nova Orleans, Louisiana (E.U.A.).
[2] Departamento de Pesquisas Biométricas, Instituto de Psiquiatria do Estado de Nova York.
[3] Departamento de Psiquiatria, Universidade de Columbia, Nova York, Nova York.
[4] A quem as correspondências devam ser endereçadas no Biometrics Research Department, New York State Psychiatric Institute, Unit 60, 1051 Riverside Drive, New York, New York 10032; e-mail: rls8@columbia.edu.

A HISTÓRIA DE TIM - a saída da homossexualidade


Obediência fez a diferença
Por Tim Wilkins
Traduzido e divulgado com autorização do autor

“Levanta pra levar outro soco!!” Parei horrorizado no meio do corredor enquanto meu pai gritava essas palavras para minha mãe, caída aos pés dele. Ele tinha acabado de jogá -la contra o piso da sala de estar. A briga de meus pais me acordara no meio da noite.
Essa é uma das minhas primeiras lembranças dos 5 ou 6 anos de idade. Creio ter feito uma promessa inconsciente naquele momento, “Não serei como este homem!” Assim começou minha rejeição pela masculinidade e a acolhida da homossexualidade.
O caos caracterizou o que chamávamos de “lar”.Mesas viradas e blasfêmias traumatizantes ecoavam por toda a casa. Pela manhã, era comum achar pedaços de vidro cobrindo o chão, campo de batalha doméstico da noite anterior. Certa vez, papai estourou o tímpano dela com uma ‘sapatada’. Ela gritava com uma dor horrível! Na noite seguinte, ele ameaçou fazer o mesmo no outro ouvido se ela não parasse de chorar.
Gritos inconscientes por ajuda
O clima era tão intenso que virei sonâmbulo. Como disseram minha mãe e meu irmão, eu andava pelo corredor, estalava a garganta e emitia sons chocantes. Minha rotina noturna levou minha mãe ao completo terror; meu pai ‘dormia’ para os meus gritos inconscientes por ajuda. Nenhum dos dois percebeu que o filho caçula precisava de acompanhamento, embora provavelmente tenham entendido que aquela raiva contínua contribuiu para os meus medos crescentes.
Várias décadas não apagaram a lembrança de uma tarde de verão em que eu brincava sozinho em um morro perto de casa, desejando ser abraçado por um homem. Eu era pequeno. Não havia sentimentos eróticos, só um desejo diferente por intimidade e proteção masculina – uma necessidade humana dada por Deus que não se concretizou na minha infância.
Já sabia que era diferente; alguma coisa não batia bem. Aos oito, lembro de admirar vestidos. Os babados e fitas me hipnotizavam, eu queria usá-los, mas como não tinha irmã, insisti com minha mãe que me comprasse um. Mamãe achava estranha minha insistência, mas infelizmente ela cedeu e me comprou um vestido.
Sofrimento sem fim
Raramente experimentei a aprovação e amor de meu pai, e minha mãe, cujas próprias necessidades não eram saciadas, me procurava para receber conselho e ajuda. Tornei-me seu marido substituto. Ela me falava abertamente do seu desprezo por meu pai e de seu desgosto por sexo. Com freqüência ela me repreendia para que fosse o mediador entre eles (é importante frisar que nunca ouvi ou li nenhum caso de pais que tentaram, de forma consciente, transformar seu filho ou filha em gay ou lésbica.)
Eu era muito maduro e excessivamente tímido, como a criança a quem eu nunca me enquadrei. Minha auto-estima era penosamente baixa.
Na puberdade, reconheci a atração pelos garotos da escola. “Deus, por que isso está acontecendo comigo? Por que os jogadores de basquete me são mais atraentes que as líderes de torcida?”
Minha dor emocional era tão intensa que tive um pedacinho de papel sob a pulseira do relógio por anos, no qual eu rabiscava quase microscopicamente, “Senhor, eu lhe confio a minha cura.” Embora, aos 9 anos, eu tenha entregado meu coração a Jesus, sabendo que Ele morreu pelos meus pecados, meu tumulto emocional continuava.
Abandonado!
Quando as discussões de meus pais alcançaram um nível insuportável, papai nos deixou e passou meses na casa de meus avós. Mamãe me pediu que dormisse com ela por conforto emocional. Por vezes, nossos utensílios eram quebrados. Uma vez, ele veio nos visitar; quando estava indo embora, minha mãe jogou um pote de farinha nas costas dele.
Lá pelos meus 10 anos, papai ficou tão bravo comigo que me tranquei no banheiro. Ele socava a porta me mandando sair. “Por favor, pa re!”, gritei. Quando me recusei a abrir, por medo de apanhar, ele começou a chutar a porta, enquanto ela me suplicava para sair; “Tudo ficará bem”, ela disse. Eu sabia que não ficaria! Quando a porta cedeu, eu pulei pela janela do segundo andar e me escondi em uma casa vazia próxima.
Minha escolha consciente pelo pecado!
Foi nessa época que cedi a minhas atrações pelo mesmo sexo. Eu tinha um amigo de escola há anos. Seu sorriso agradável e de aceitação me fascinava; ele gostava de mim. Pela primeira vez, um outro homem gostava de mim. Assim, começou meu envolvimento esporádico na prática homossexual. Logo percebi que era excitante, mas não me preenchia. Agradava, mas não satisfazia.
Em casa continuava um inferno. Mamãe me manipulava para chegar ao papai. Quando eu não cooperava com seus desejos, ela me acusava: “Você o ama mais que a mim.” Eu não queria escolher entre eles; só queria que eles se amassem e parassem de brigar.
Em outra ocasião, nós discutimos devido a um incidente. Quando meu pai chegou do trabalho, ela mandou que ele me punisse. As marcas roxas em minhas pernas eram tão notórias que na manhã seguinte acordei minha mãe antes de ir à escola e pedi que ela escrevesse um bilhete de desculpas por eu não usar a roupa de ginástica. Eu sabia que as marcas do sinto chamariam a atenção.

Obediência
Minha atividade homossexual continuou até os 20 e poucos anos, quando eu decidi que, embora não soubesse como me tornar heterossexual, eu saberia ser obediente.
Embora a Bíblia não desse o passo a passo para a saída da homossexualidade, era um livro repleto de princípios que eu poderia aplicar a minha vida. O salmista escreveu sobre não olhar para a tentação. Recusei-me a ver pornografia e desviava o olhar quando via um homem atraente. Tinha de fazer ajustes em minha vida. Focar-me no melhor de Deus para mim; em vez de em minha dor psicológica, eu meditava na admoestação de Paulo: "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro...respeitável . . . justo . . . puro . . .amável . . . de boa fama – se alguma virtude há e se algum louvor existe – seja isso que ocupe o vosso pensamento ." (Fil 4:8) Já que a Palavra de Deus exalta o amor entre homem e mulher, eu pedi ao Espírito Santo para ser meu mentor pessoal e me ensinar o jeito certo de amar uma mulher. Mais ainda, pedi que Ele me ensinasse o jeito certo de me relacionar com outro homem.
Relembro do primeiro milagre de Jesus – no casamento de um homem com uma mulher. Quando o vinho de qualidade terminou, a mãe de Jesus lhe apresentou a situação complicada. Acho que Jesus a repreendeu.“Ainda não é chegado meu tempo”.
Mas logo depois Maria diz aos criados da casa: “O que Jesus lhes mandar fazer, façam.” Não acho que, naquela época, Maria tivesse consciência do significado eterno de seu conselho; quando fazemos o que Jesus nos manda fazer, aí o milagre acontece. Muitas vezes me pergunto se os criados expressaram alguma emoção ao trazer os barris de água para o interior da casa. Eles teriam tido medo de ser despedidos pela atitude tão descabida de oferecer água aos convidados?
Mas eles seguiram as instruções de Jesus, e a água se fez vinho.
A Transformação Contínua
Aos 22, entendi que Deus dizia, “Tim, volte pra faculdade”, e eu o fiz! Naqueles anos, me conscientizei de que Deus tinha um propósito na minha vida. Viver em um alojamento masculino tinha um efeito de cura sobre mim. Eu era obrigado a interagir com outros homens diariamente, ser seu parceiro, aprender a me relacionar corretamente com eles. Sobressai-me na música, recebendo 5 premiações durante a graduação.
Nos verões, servia como evangelista de louvores e pregações e diretor jovem na convenção denominacional de meu estado. Passei do tímido, introvertido e inibido, para o homem seguro que proclamava com audácia a autoridade da Palavra de Deus. O menino que desprezava os seminários no ensino médio estava sendo transformado em um homem de Deus que dividia o amor de Cristo sem nenhuma vergonha.
Durante um desses verões, enquanto pregava pelo estado, meus pais se separaram e divorciaram após 33 anos de casamento; nossa linda casa fora vendida. Soube de tudo depois de ocorrido. As notícias me abalaram, mas não me pararam.
Da faculdade, fui para o Seminário de Southwestern. Quando o maestro do coral soube que eu iria estudar a Bíblia em vez da música, ele foi categórico em sua oposição: “Tim, você se superou em composição, teoria musical, arranjo de coral; por que não seguirá a música no seminário?” Tudo que eu pude dizer foi: “é o que Deus quer e é o que me basta”.
Ao começar o seminário, eu era como uma esponja em um grande lago; absorvia tudo.A Bíblia crescia viva em mim. Eu não só recebia uma grande educação teológica para um futuro ministério sobre o qual eu nada sabia, como também aplicava a verdade bíblica a minha fragilidade sexual.
As atrações pelo mesmo sexo continuaram na faculdade e no seminário, porém num nível bem menor. Mantive-me firme na recusa de ceder. Na verdade, eu já tinha dito a Deus: “Não importa se me sentirei atraído por uma mulher, desde que eu tenha o Senhor!”. Essa oração era um marco; não importava se eu tinha atração pelo sexo oposto, o que interessava era ser um discípulo de Jesus Cristo.
E depois?
Após a graduação, fui chamado a pastorear em minha cidade natal – um solteiro vivendo em uma casa de 4 quartos. Nessa época, meu pai perdeu sua casa por inadimplência, separou-se da segunda mulher, era alcoólatra e estava perto do suicídio. Com todas as responsabilidades de um jovem pastor solteiro em meus ombros, coloquei-o em um abrigo da igreja e cuidei dele até poder colocá-lo em uma instituição para alcoólatras – nada disso revelado a minha congregação.
Renunciei desse pastoreio –desiludido e deprimido. Clamei a Deus, “O que o Senhor quer de mim? Vivo no celibato a mais de dez anos. Eu o segui o mais de perto que pude. O que o Senhor que e mim”?
A intervenção surpreendente de Deus
Eu estava perto de descobrir! Uma amiga visitou minha cidade. Lembro de ter gostado dela no seminário, mas nunca a acompanhei. Passamos muitos dias juntos. Nos afeiçoamos, nada além, mas foi o bastante. Em um dia de novembro experimentei pela primeira vez, em meus 33 anos, uma atração fabulosa, estática e romântica pelo sexo oposto. O que Deus queria de mim? A fé de confiar nele sem limites!
Queria dizer ao mundo O que Deus fizera, mas não podia, pois para isso teria de revelar minha homossexualidade passada.
Não casei com essa amável senhora, que é hoje casada com um cristão maravilhoso. Conhecem minha história e me dão muito apoio.
Cinco anos depois, em uma quinta-feira, 17 de setembro de 1992, às 7:19 da noite, Lisa entrou em minha vida. Nos encontramos em um evento para solteiros e as faíscas voaram – no bom sentido. Lisa era tudo que eu esperava – uma linda mulher de Deus, com um sorriso dos céus. A Bíblia estava certa! “Agrada-te do Senhor e Ele atenderá aos anseios do teu coração.” Deus era meu prazer e me enviou meu desejo... Lisa.
Antes de ficarmos noivos, tivemos uma longa conversa: “Lisa”, disse, “você deve saber algo do meu passado que pode influenciar nosso futuro”.Com voz firme, falei, “Eu fui gay!”
Lisa nunca hesitou em seu amor por mim. Desconhecido nas duas igrejas que servi como pastor, estudei e preguei especificamente textos bíblicos que eu podia aplicar em meu processo de cura. Aqueles sermões e o material exegético estavam colocados sobre a mesa do café para que ela visse.
Lisa e eu nos casamos em 21 de agosto de 1993. Eu tinha 38 anos. Regozijo em dizer que “embora não seja mais gay (alegre, em inglês), sou mais feliz que nunca e devo isso a Jesus Cristo”.
Mais de um ano depois de Lisa e eu nos convencermos que eu deveria testemunhar, muitos amigos cristãos se colocaram contra. Um deles me disse, “Mas isso arruinará seu testemunho!”, ao que eu respondi: “Mas esse é o meu testemunho”.Fui lembrado de que após Jesus curar um homem de Gadara, disse a ele: “Vá e dize as grandes coisas que o Senhor tem feito por ti, o quanto ele tem misericórdia de ti”, desde então faço isso!
Deus nos abençoou com mais milagres – três filhas - Clare, Grace e Ellie. Como diz o louvor, “Deus é bom o tempo todo! E todo o tempo, Deus é bom!”.
Adendo: Deus, na sua graça, providenciou cura na minha família. Minha mãe, agora com o Senhor, deixou saudades; “Oh, Deus, desejo ouvir sua doce voz de novo. E irei! E antes da morte de meu pai, finalmente nos tornamos o que Deus queria desde o princípio... pai e filho”.

O pastor Tim Wilkins, diretor do Cross Ministry, deixou a homossexualidade e é hoje casado e pai de três filhos.
Fonte:
www.crossministry.org

O Cross Ministry, Inc. (Cross) é uma organização cristã, que torna visível a realidade de mudança para o homossexual através de Jesus Cristo.

"DEFENSORES DA FAMÍLIA TRADICIONAL LUTAM PARA DEFENDER SEUS VALORES NA INGLATERRA" - a questão homossexual

NARTH www.narth.com

Esperamos que esses artigos de membros da NARTH sejam úteis para que se entenda os desafios de alguns terapeutas, pesquisadores e cidadãos de muitos países que trabalham para apoiar o direito de todos que procuram ajuda para sua homossexualidade indesejada. Esclarecemos que estas pessoas não representam a posição oficial da NARTH nem a opinião de todos os seus membros.

Defensores da família tradicional lutam para defender seus valores na Inglaterra

Conferência em abril para levar os profissionais da Narth a Londres
Por Lisa Nolland, Ph.D.

O Reino Unido enfrenta hoje vários desafios, alguns bastante sérios. Não me refiro à crise econômica ou à grande emissão de carbono, mas ao desafio dos defensores dos valores sociais tradicionais, devido ao status indiscutível da agenda GLBT no cenário cultural.

O último desafio envolve o sistema educacional, em que as crianças da escola primária devem celebrar as diferenças sexuais. Alguns pais londrinos, que recentemente não mandaram seus filhos à escola durante uma semana de programação gay, estão enfrentando uma medida disciplinar em forma de multa ou um possível processo judicial. Esperemos os resultados. Assuntos sobre sexualidade humana se tornaram um campo político minado, dada a atual legislação contrária ao chamado "discurso do ódio"(subjetivamente definido para incluir objeções à mudança de formas de expressão sexual), que atualmente tramita na Câmara dos Comuns inglesa.

Muitos observadores acham que a Igreja da Inglaterra está ficando comprometida na sexualidade, se já não está. Muitos percebem que há padres gays assumidos na Igreja, muitos com parceiros, desafiando a tradição da igreja, vivendo nas acomodações paroquiais. A Igreja Católica Romana tem conseguido ser mais firme em seus padrões éticos históricos, os quais também estão sendo enfrentados com desafios nessa área. Muitos devotos anglicanos e cristãos ortodoxos de outras denominações (e doutrina própria oficial da igreja) têm mantido a moral ética do sexo dentro do casamento tradicional e do celibato. Contudo, lado a lado está a crescente presença de gays e lésbicas ativos na vida da igreja, bem como o crescente poder de grupos de defesa pela afirmação aberta GLBT . Dada a falta de inclinação da maioria das pessoas decentes de bisbilhotar a vida íntima alheia, os que têm uma visão radical da sexualidade e da moral humanas ganharam espaço; conseguiram estabelecer o rumo da discussão, deixando as pessoas da igreja , de visão mais conservadora, se sentindo inseguros, turbulentos e finalmente silenciados nos debates públicos. É claro que muitos não opinam porque não percebem que há uma possibilidade real de mudança. Poucas pessoas com valores sólidos sabem que pessoas com atração pelo mesmo sexo não têm que se entregar a esses desejos aparentemente intratáveis, nem abraçar uma identidade ou estilo de vida gay , os quais podem se tornar muito difíceis de abandonar. Com estes conhecimentos em mente, a organização evangélica CARE (Ação cristã de pesquisa educacional) e o Anglican Mainstream (um grupo de redes globais de ortodoxos anglicanos) de Londres, se uniram para trazer o Dr. Joseph Nicolosi, o Dr. Jeff Satinover , o rabino Arthur Goldberg, J.D., e outros a Londres, em 24 de abril deste ano para falarem sobre sexualidade humana. A conferência se chamará: 'Sex and the City: Redeeming Sex Today' (O sexo e a cidade: Redimindo o sexo hoje) e se dirige a clérigos, mestres, educadores, psicólogos, terapeutas e outros preocupados com os inúmeros assuntos sobre sexo que nos confrontam na sociedade atual. Haverá um foco especial em como profissionais religiosos e amigos e parentes podem agir pastoralmente com aqueles que lutam com a atração pelo mesmo sexo. A conferência também abordará temas como "o gene gay", pornografia, casamento, a Bíblia e o sexo, a sexualização de nossa cultura, etc.
O grupo judeu JONAS e a comunidade judia ortodoxa de Londres farão sua própria conferência logo após a da CARE. Visto o aborrecimento que esses amigos passaram recentemente nas ruas de Londres, o CARE e o Anglican Mainstream decidiram apoiá-los neste momento.

O Dr.Nicolosi falará das abordagens terapêuticas para se tratar e entender a atração pelo mesmo sexo. O Dr. Satinover abordará as agendas sociopolíticas da comunidade GLBT, inclusive o mito do "gene gay". Arthur Goldberg discutirá como os profissionais e outros religiosos podem aconselhar pessoas com atração pelo mesmo sexo.

Outros palestrantes falarão sobre a Bíblia e o sexo; conhecimento e abordagens pastorais para sexualidade partidas, incluindo o vício na pornografia; e sobre a sexualização na cultura. Outros assuntos serão casamento, família e sexo.

Com o grande reconhecimento social hoje dado à homossexualidade e mais direitos na sociedade britânica em muitos aspectos diferentes do casamento tradicional e da vida familiar, a CARE acredita ser esta uma conferência atual e importante, não só para a Inglaterra, como para toda a Europa.
Fonte:www.narth.com
Trad: Lourdes Dias

Desordem de Identidade de Gênero e Tendências da Mídia Hoje

Por David Daleiden


A História de Bobby

Para um observador eventual, "Bobby" tem a aparência de um saudável menino de 6 anos. Ele tem grandes olhos brilhantes, fala rápido e de forma enérgica e faz comentários precoces do mundo a sua volta. Os professores dizem que ele é muito criativo e quase sempre se comporta de modo perfeito. Assim, muitos podem se surpreender ao saber que a professora chamou os pais de Bobby para uma conversa particular sobre o recente problema que tiveram com ele na escola. A professora conta como Bobby, geralmente tão bom menino, se tornou intratável durante qualquer atividade de gênero na sala de aula. Quando a turma se divide em meninos e meninas, Bobby insiste em ficar com as meninas. Ele tenta usar o banheiro delas no recreio e, muitas vezes, tem vindo de ‘saia’ para a escola – aparentemente um lençol trazido de casa em sua mochila.
A mãe de Bobby reconhece, em lágrimas, que o filho tem agido assim em casa. Com frequência pergunta por que tem que viver como um menino e se recusa a brincar com outro brinquedo que não sejam Barbies e as roupas da mãe. Ele dá incríveis acessos de raiva se alguma dessas coisas lhe é negada. A professora assegura aos pais que não há nada de ‘errado’ com Bobby , que ele é uma ‘criança transgênera”. O comportamento oposto ao gênero dele é ‘uma variação humana normal’, diz a professora, e logo que a família aceite e afirme o transgenerismo de Bobby, o comportamento na escola e a tensão em casa cessarão. A professora fala com aprovação da nova droga ‘bloqueadora da puberdade’ que Bobby tem que tomar por alguns anos para prevenir a futura masculinização de seu corpo. Quanto tiver 18 anos, ele estará apto à cirurgia para mudança completa de sexo, finalizando a ‘transição’ para a sua verdadeira identidade feminina.

A Luta pelas Crianças com Desordem de Identidade de Gênero (DIG)

A cena descrita acima, tão bizarra quanto possa parecer, reflete não só uma tendência nova e perturbadora, mas também o alvo de alguns pediatras e defensores da infância para crianças que apresentam confusão da identidade de gênero. Os ativistas pró-transgêneros e seus aliados da área médica estão no meio de uma agressiva campanha publicitária para normalizar a DIG infantil. Desde o último ano, seguindo uma história de Barbara Walters
[1] no seu programa 20/20, tem crescido a cobertura da mídia de repercussão sobre histórias de crianças com essa desordem, frequentemente apoiando e encorajando a mudança de identidade como a solução para o transtorno de gênero em crianças pequenas. Stephanie Guinan, Trans-Coordenadora da organização pró-gay americana PFLAG (pais, famílias e amigos de gays, lésbicas e transgêneros) escreveu em um artigo para o programa 20/20 que “O único recurso para essas crianças é se vestirem como se identificam e esperar que ninguém se lembre o que elas têm de fato por baixo das roupas".

A edição de novembro de 2008 da revista americana The Atlantic incluiu um artigo de 5 páginas que culminou no episódio de 13 de janeiro no programa do Dr. Phil
[2]. À exceção parcial do episódio do programa do Dr. Phil, que teve como convidados o Dr. Joseph Nicolosi, ex-Presidente da NARTH (Associação para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade) e o pesquisador Glenn Stanton, a abordagem da luta por crianças com Desordem de Identidade de Gênero tem sido ensurdecedoramente de mão única. Ao mesmo tempo em que cita uma breve colocação do Dr. Kenneth Zucker sobre os malefícios do tratamento de mudança de sexo, o artigo “A Vida de um Menino” ("A Boy's Life") da Revista Atlantic dedica pouco espaço para a exposição convincente de suas teorias e práticas, parecendo mais preocupado com visões demagógicas de um contraponto vago do que com adotar uma verdadeira discussão de idéias. Enquanto isso, em vez de ser mostrada como uma reunião ideológica e política como o próprio site revela ser, a ‘Conferência Trans-Saúde’ – pró-mudança de sexo – é apresentada como a mais recente e esclarecedora reunião de pesquisadores e profissionais médicos.

O Dr. Nicolosi comenta no site da NARTH que, enquanto ele e Glenn Stanton eram tratados com gentileza pelo Dr. Phil, a descrição cuidadosa que fez da importância da abordagem da criança com DIG com a terapia reparativa foi cortada na edição final do programa. Segundo profissionais como Zucker, Nicolosi e até mesmo pesquisadores pró-transgêneros como Dan Siegel, essa abordagem é primordial para entender tanto o desenvolvimento saudável da criança como a intervenção terapêutica eficiente. Terapeutas como Zucker e Nicolosi nos lembram que os fatores psicológicos envolvidos nas causas (etiologia) do DIG em crianças estão quase ocultos – o modelo da família “triádica-narcísica” proposto por Nicolosi e a experiência do caótico “ruído familiar” citado por Zucker, descrevem as mesmas dinâmicas familiares básicas que criam a Desordem de Identidade de Gênero em meninos pequenos. Quase sempre de temperamento sensível, experimentam uma ligação confusa e sufocante com a mãe – geralmente dominadora –, enquanto o pai se mantém física ou emocionalmente ausente e afastado.

Décadas de experiência clínica e ainda um significativo volume quase desconhecido de pesquisas publicadas confirmam esse modelo como típico. Até pesquisadores pró-transgênero como o Dr. Heino F.L. Meyer-Bahlburg, professor de psicologia clínica da Universidade de Columbia e membro do Comitê da Associação Mundial de Profissionais para a Saúde de Transgêneros, comenta a dinâmica familiar de meninos com DIG: “O menino com DIG é particularmente muito próximo da mãe ou outra mulher, como uma avó, irmã adolescente, babá ou vizinha. O pai pode estar junto a outra criança ou pode estar completamente à margem da vida familiar”.

Logo, esse é o problema principal em se usar bloqueadores da puberdade ou operações de mudança de sexo em uma criança com Desordem de Identidade de Gênero: eles não tratam as causas da Desordem; então, nunca poderão ser soluções eficientes de verdade. Ao contrário, procedimentos invasivos e intensivos para induzir à ilusão de que um garoto com DIG é mesmo “uma menina presa no corpo de um menino” serve somente para aliviar a consciência de pais de famílias disfuncionais ao fazerem vista grossa a suas patologias adjacentes, resultando na vitimização de seus filhos. O Dr. Zucker comentou em 2003, no jornal americano de psiquiatria (Psychiatric News):

"Considere, por exemplo, uma menina de 3 anos que afirma repetidamente ser um menino ou que quer ser menino. Os pais rebatem dizendo que ela é menina e a reação da criança é chorar e insistir. A interpretação de Hill é que tal tensão é meramente o resultado da reação dos pais, e não uma provável luta da criança com um sentimento complexo. Com certeza, se os pais concordassem com a fantasia da criança de que ela é um menino, não haveria tensão declarada, mas também não resolveria o problema adjacente, podendo simplesmente reforçá-lo”.

A visão dos que alegam que a criança com Desordem de Identidade é uma ‘variação’ do comportamento humano e rotulam essas crianças com uma identidade inflexível de “transgêneros” poderia ser vista como extremamente negligente. Tal perspectiva não vê essas crianças como seres emocional e psicologicamente complexos, mas como indivíduos com um problema de encanamento a ser corrigido com hormônios e cirurgia. Uma criança com DIG não precisa de mudança de sexo ou de uma saia para esconder seu “complexo estado de sentimentos” por baixo da roupa; o que essa criança de fato precisa é de aconselhamento. Se um menino como o "Bobby" da história que inicia este artigo for drogado com bloqueadores de puberdade, ele continuará um menino drogado com bloqueadores de puberdade em um ambiente familiar disfuncional.

A pesquisa de Susan Coates descobriu que 53% das mães de meninos com DIG se encaixam no diagnóstico clínico de Desordem de Personalidade (Borderline) ou mostram sintomas depressivos. Tais dados são quase que esperados em um modelo psicodinâmico de desenvolvimento da Desordem de Gênero, mas a normalização dessa desordem tem o perigoso potencial de ignorar esses fatores e perpetuar o trauma psicológico. É claro que os ativistas transgêneros muitas vezes parecem proclamar que o afastamento entre pai e filho é devido à própria desordem do menino, e não ao contrário – bem como talvez eles pudessem defender descaradamente uma abordagem do tipo “culpe a criança” no caso de mães com Desordem de Personalidade.

Temas mais amplos

O antigo credo da medicina, nas palavras de Hipócrates, é “não causar danos”. Até a época moderna, a prática terapêutica tem reconhecido sempre sua tarefa de servir à natureza humana, sem trabalhar contra ela, não tentar ‘melhorá-la’ e nunca destruí-la. A desconstrução das categorias sexuais de macho e fêmea, essenciais à natureza humana e vitais para a transmissão dessa natureza, nunca produzirá um resultado sustentável. O Dr. Paul McHugh, psiquiatra-diretor do Hospital John Hopkins, fala do que ele tem testemunhado dessas tendências destrutivas: “Nós temos desperdiçado recursos científicos e técnicos e prejudicado nossa credibilidade profissional ao colaborar com essas loucuras em vez de tentar estudar, tratar e prevenir isso”.

As crianças hoje diagnosticadas com DIG constituem uma nova geração que ou florescerá com intervenções saudáveis que respeitem a integridade da pessoa humana, ou perecerá com ‘tratamentos’ autodestrutivos que atacam a imagem de indivíduos de um gênero que naturalmente nasceram para ter. Que nunca nos envergonhemos de defender a masculinidade ou a feminilidade, que é um direito de nascença dessas crianças; que nunca tenhamos medo de dizer a verdade.


(Esse informe especial para a Narth – Associação para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade – é um parecer do autor sobre as tendências atuais da mídia. Mesmo se não expressar necessariamente o ponto de vista oficial da NARTH ou de todos os nossos membros, é uma contribuição relevante na importante discussão dos assuntos sobre a Desordem Infantil de Identidade de Gênero. NARTH © 2009)

Fonte:www.narth.com
Narth Bulletin – 03/2009
Tradução autorizada: Lourdes Dias
[1] Barbara Walters é conheida pelos anos em que trabalhou no programa de notícias 20/20, junto com o apresentador Hugh Downs, desde 1979.
[2] Programa de grande repercussão nos EUA

Tuesday, August 18, 2009

"Um Conselho contra a Psicologia" - Claudemiro Soares


Agora o Presidente Lula sabe que pessoas que vivenciavam a homossexualidade podem mudar. Ele recebeu um livro do autor Claudemiro Soares:
HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA: Escolha ou Destino?

Veja um capítulo do mesmo.
Está resolvido?
Não se curam os homossexuais, a despeito de serem absolutamente
curáveis. Jacques Lacan, psic analista francês.

De acordo com o psicólogo Fabrício Viana, a atração pelo
mesmo sexo não faz parte do currículo dos cursos de
Psicologia no Brasil. Em seu livro O Armário, o Dr. Fabrício
Viana afirma que, durante todos os anos de faculdade, seus
professores jamais mencionaram sequer a existência da homossexualidade
e dos homossexuais.1


Outros profissionais da Psicologia atestam a afirmação
do Dr. Fabrício Viana. O professor Fernando Silva Teixeira
Filho, Ph.D em Psicologia Clínica pela UNESP, por exemplo,
reconhece que “a homossexualidade, ainda hoje, é abordada
com pudor, medo, silêncio”. 2 Nesse mesmo sentido, a sexóloga
e terapeuta Rinna Riesenfeld, em seu livro Papai, Mamãe, Sou
Gay!, afirma que médicos, psicólogos e psiquiatras conhecem
muito pouco sobre a homossexualidade.3


Ao que parece, muitos especialistas assumem que os profissionais
da saúde mental desconhecem a atração pelo mesmo
sexo e as vicissitudes do comportamento homossexual. Apesar
disso, muitos psicólogos, psiquiatras, psicanalistas e sexólogos
aparecem regularmente na mídia afirmando que algumas pessoas
nascem homossexuais e que não existe nenhuma droga,
cirurgia ou psicoterapia que possa auxiliar aqueles que pretendem
se livrar da homossexualidade.

De acordo com o que você leu até agora, a homossexualidade
– tal como a conhecemos nos dias de hoje – nunca existiu
em nenhum momento da história da humanidade nem em qualquer
região geográfica deste planeta. Além disso, as evidências
científicas não permitem afirmar com a mínima racionalidade
que a atração pelo mesmo sexo decorre de fatores genéticos,
hereditários ou hormonais. Entretanto, existem estudos científicos
que atestam a importância do ambiente na formação da
identidade de gênero e da personalidade. Esses estudos comprovam,
ainda, que é possível mudar a orientação sexual e que essa
mudança não traz nenhum efeito colateral para quem a realiza
com sucesso. Apesar de tudo isso, lamentavelmente, o Conselho
Federal de Psicologia (CFP) atrapalha a vida de quem deseja
simplesmente se livrar da atração pelo mesmo sexo e viver de
acordo com seu próprio sexo biológico.


O CFP, por meio da Resolução nº 01/99, estabelece que:
Art. 1° – Os psicólogos atuarão segundo os princípios éticos da
profissão, notadamente aqueles que disciplinam a nãodiscriminação
e a promoção e bem-estar das pessoas e da
humanidade.
Art. 2° – Os psicólogos deverão contribuir, com seu conhecimento,
para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento
de discriminações e estigmatizações contra aqueles
que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.
Art. 3° – Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça
a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas,
nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar
homossexuais para tratamentos não solicitados.
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão
de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação
de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais exis229
tentes em relação aos homossexuais como portadores de
qualquer desordem psíquica.
Ao que parece, o CFP decretou que os profissionais da
Psicologia não podem estudar o fenômeno da mudança de
orientação sexual, nem podem teorizar sobre esses fenômenos.
Essa decisão corresponde ao que muitos chamariam de
“estabelecer a verdade por decreto”.
Um Conselho contra a Psicologia

Você viu neste livro que Freud, Adler Ellis, Jung, Lacan e
muitos outros nomes importantes para a Psicologia consideravam
o homossexualismo uma condição patológica e que merecia
ser tratada por meio de psicoterapia, sempre que o próprio
paciente solicitasse esse tratamento. Além disso, agora você sabe
que a homossexualidade é tratada por meio da psicoterapia desde
o final do século 19. Nesse sentindo, está claro que muitos
psicólogos, sexólogos, sociólogos e antropólogos reconhecem
que é possível mudar a orientação sexual com o auxílio de um
terapeuta competente. Diante disso, como pode o Conselho Federal
de Psicologia adotar um posicionamento contrário ao tratamento
da homossexualidade?


Em 1973, independentemente de qualquer estudo científico
e mediante forte pressão política de grupos que defendem
os interesses dos homossexuais, a Associação Americana
de Psiquiatria (APA) retirou o homossexualismo da sua lista
de doenças mentais. Essa decisão não recebeu o apoio de todos
os psiquiatras estadunidenses. Na verdade, quase 40% dos psiquiatras
reprovaram a idéia de serem sacrificados princípios
científicos em favor dos direitos civis.


Embora um consenso entre cientistas requeira muitos anos
de estudos e experimentos, as pesquisas sobre a origem biológica e
o caráter imutável da homossexualidade começaram muitos anos
depois de a APA decidir essa questão. Desse modo, parece inegável
que a APA tenha decidido “normalizar” a homossexualidade por
motivos que nada têm a ver com a Ciência. Na verdade, a decisão
da APA foi repudiada por quase metade dos psiquiatras.4

Para Joseph Nicolosi, Ph.D em Psicologia, a decisão de
“normalizar” a homossexualidade realmente não decorre do
fato de que algum especialistas tenha descoberto que a atração
pelo mesmo sexo é uma variação normal da sexualidade
humana. Ele acredita que muitos psiquiatras e psicólogos ignoram
as causas da homossexualidade e desconhecem as abordagens
terapêuticas para tratamento desse problema. Assim,
para o Dr. Nicolosi, existem terapeutas que não corroboram
a “normalidade” do comportamento homossexual, mas, por
desconhecerem qualquer tratamento eficaz para a homossexualidade,
preferem dizer que, nesse caso, não há nada a ser
tratado. Parece que esses terapeutas acreditam no ditado que
diz: “o que não tem remédio, já está remediado”.

Assim como o Dr. Nicolosi, o Dr. Gerard van Aardweg
é Ph.D em Psicologia. Ele entende que a afirmação de que a
homossexualidade não pode ser tratada com sucesso é uma
atitude fatalista e desencorajadora que decorre da falta de investigação
séria sobre essa matéria.

Ao que parece, o CFP apenas “copiou” o que a Associação
Americana de Psiquiatria APA “decretou” a respeito da homossexualidade
no início da década de 70.

Embora saibam muito pouco sobre a homossexualidade,
alguns especialistas dizem que o tratamento da atração pelo mesmo
sexo não funciona e provoca “distúrbios psicológicos” nos pacientes
que tentam mudar a sua orientação sexual. Esse fato, no
entanto, jamais foi comprovado. Na verdade, como destaca o Dr.
Warren Throckmorton, Ph.D em Psicologia, a única “prova” de
que o tratamento psicoterápico do comportamento homossexual
é prejudicial aos pacientes está no discurso daqueles que ignoram
os fatos sobre a mudança. Portanto, percebe-se que essa descrença
dos especialistas revela apenas sua ideologia dogmática.


As pessoas que me conhecem e os ex-homossexuais que eu
conheço comprovam que mudar a orientação sexual é saudável,
prazeroso e emocionante. Assim, de acordo com a minha experiência e segundo a opinião das pessoas que são ou conhecem exhomossexuais,
não há dúvida de que o pensamento do Dr. Throckmorton
está correto no que concerne à falta de evidências sobre os
prejuízos que a mudança causaria na psique daqueles que a experimentam.
Além disso, os estudos sobre a vida dos ex-gays demonstraram
que eles não são portadores de nenhuma patologia.


Dr. Robert Spitzer, professor do departamento de Psiquiatria
da Universidade Columbia, de Nova York, atuou de modo
determinante na retirada do homossexualismo da lista de distúrbios
mentais da Associação Americana de Psiquiatria em 1973.


Apesar disso, ele não tem dúvidas de que os homossexuais podem
mudar. Conforme noticiou a revista Veja, o Dr. Spitzer acredita
que “é possível que esteja errada a idéia de que a orientação sexual
pode ser combatida, mas não mudada”.5


O descompasso entre a resolução do CFP e o entendimento
dos especialistas pode ser facilmente observado em uma reportagem
recente da revista Época. A revista questionou se pode ser
considerado “bem de cabeça” um homem casado que paga para
fazer sexo com um homem que parece ser mulher.


Ainda de acordo com a revista Época, os especialistas não
têm uma resposta unânime para essa questão. Apesar disso, Época
destacou a opinião do psicanalista Oswaldo Rodrigues, do Instituto
Paulista de Sexualidade. Conforme declarou à revista, ele
entende que alguns homens que procuram sexo com outros homens
são portadores de uma patologia. O psicanalista afirmou
ainda que “muitos fazem isso num impulso de autodestruição”.6
Por que seria possível mudar o sexo, mas não a orientação
sexual?


Você pode estar se perguntando: “se não há embasamento
científico que prove a origem genética e a condição imutável da
atração pelo mesmo sexo nem qualquer estudo que demonstre
os malefícios causados por qualquer terapia que vise a ajustar
sexualmente um homossexual que deseja mudar, como pode o
Conselho Federal de Psicologia proibir que se tratem os homossexuais
que manifestam interesse nesse tratamento?”

Embora eu tenha pesquisado exaustivamente esse tema,
não encontrei nenhuma explicação lógica, científica, profissional
ou racional para que o CFP tenha expedido uma resolução que
proíbe até mesmo que os psicólogos se pronunciem publicamente
sobre a homossexualidade. Apesar disso, fiquei perplexo ao saber
que existem leis, programas governamentais e profissionais
da Psiquiatria e da Psicologia preparados para ajudar qualquer
homem a mudar de sexo, tornar-se uma “mulher”.

Recentemente, o Governo Federal determinou que o Sistema
Único de Saúde (SUS) realize a cirurgia de mudança de sexo,
à custa dos impostos arrecadados de todos os cidadãos. Assim,
todos contribuem para que uma pessoa mude de sexo, mas um
homem que deseja apenas “ser homem”, além de não receber nenhuma
atenção específica do SUS, está “legalmente” impedido de
receber qualquer ajuda profissional para realizar o sonho de ter
uma esposa e filhos. Apesar disso, durante a realização da Conferência
Nacional de Políticas Públicas de Juventude, realizada em
Brasília, entre os dias 27 e 30 de abril de 2008, o governo brasileiro
decidiu promover o reconhecimento e a valorização da LIVRE
orientação sexual e de identidade de gênero.

Para a psicóloga Rozângela Justino, a decisão do CFP atenta
contra os direitos à liberdade, igualdade, expressão de pensamento,
livre atividade científica e de comunicação, assegurados
no art. 5º da Constituição Federal de 1988.

O Dr. Paul Medeiros Krause, procurador do Banco Central
em Belo Horizonte (MG), bacharel em Direito pela Universidade
Federal de Minas Gerais, entende que o Estado brasileiro está
agindo de maneira totalitária no que se refere ao tratamento da
homossexualidade. Ele acredita que a naturalidade do homossexualismo
seja um dogma falacioso que está sendo imposto ao
povo brasileiro e denuncia que oposições filosóficas ou científicas
(psicológicas) a esse dogma estão proibidas.7

Alguns especialistas do Direito discordam da interpretação
da Drª. Rozângela Justino e entendem que os psicólogos
podem, sim, atender aos gays que solicitam ajuda para adquirir
comportamentos heterossexuais.

Uma interpretação sistêmica da Resolução nº 01/99 revela
que os profissionais da Psicologia só não podem garantir
cura, mas são livres para exercer sua profissão de acordo com a
solicitação do paciente, sem coerções.

Alguns juristas alertam que não se pode confundir o exercício
regular da profissão com posições pessoais dos psicólogos,
afinal, a ética da Psicologia é laica e, portanto, neutra de crenças
religiosas e ideologias politicamente corretas.

Ao que parece, a Resolução nº 01/99 está de acordo com a
Constituição Federal, porém, é problemática sua interpretação por
parte daqueles que, sem fazer uma análise sistêmica, pegam expressões
ou dispositivos isolados dessa Resolução e fazem interpretações
parciais para atender a conveniências e interesses pessoais.
Segundo noticiou a BBC Brasil, “O Conselho Federal
de Medicina proíbe que psicólogos prometam ‘curar’ a homossexualidade,
mas diz que quem estiver infeliz com sua
condição pode procurar ajuda”.8

Em suma, à luz do Direito e do bom senso, está claro que
um psicólogo não pode obrigar o paciente a mudar a orientação
sexual nem persuadi-lo a desistir dessa idéia, esquivando-se de
lhe prestar auxílio nos limites da ciência e da experiência clínica.
Antígonas do século 21

Dr. Luiz Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da
Bahia (GGB), em seu livro Crônicas de Um Gay Assumido, declarou
que a Ciência e as leis estão ao lado dos homossexuais.
De acordo com as evidências demonstradas neste livro, nenhum
cientista encontrou qualquer indício da origem genética ou do
caráter imutável da homossexualidade. Desse modo, parece ingênua
a afirmação de que a Ciência seja partidária do homossexualismo.

Embora não se possa afirmar racionalmente que a Ciência
corrobora as idéias sobre a origem biológica e a condição inalterável
da homossexualidade, o mesmo não se pode dizer da legislação
brasileira. A Resolução nº 01/99 do CFP, por exemplo,
parece mesmo estar ao lado dos homossexuais.

Felizmente, muitos terapeutas no Brasil estão de acordo com
o psicanalista Oswaldo Rodrigues e acreditam que há pessoas que
buscam na prática homossexual sua autodestruição. Assim, esses
terapeutas não se omitem frente ao desafio de evitar que alguns
indivíduos sejam destruídos pelo desejo sexual. Esses profissionais
não apenas tratam a homossexualidade mas também publicam livros
e descrevem minuciosamente os procedimentos terapêuticos
utilizados no tratamento da atração pelo mesmo sexo.
A psicóloga Solange Cigagna, por exemplo, auxilia seus pacientes
homossexuais a mudar a orientação sexual por meio da Terapia
de Vidas Passadas. Além de possuir formação acadêmica em
Psicologia, ela é Bacharel em Direito e não parece constrangida pela
Resolução do CFP que proíbe o tratamento da homossexualidade.

A Drª. Renate Jost também parece não enxergar nenhuma
limitação no que o CFP recomenda aos profissionais da Psicologia
quanto à patologização da homossexualidade. Ela afirma que
em muitos casos a homossexualidade provoca sofrimento psicológico
ao indivíduo e por isso defende que essas pessoas têm direito
à ajuda de um terapeuta profissional.

Além dos psicólogos que não se deixam intimidar pela decisão
do Conselho Federal de Psicologia quanto ao tratamento da
homossexualidade, existem muitos terapeutas cuja atuação profissional
não pode ser impedida pelo CFP.

O Dr. Magnus Amaral, por exemplo, é psiquiatra formado
pela Universidade de São Paulo (USP) e oferece livremente na Internet
um tratamento inédito e revolucionário para cura do que
ele chama de neurose homossexual. Além desse médico paulista, a
terapeuta holística Valéria Bastos, o hipnoterapeuta Luiz C. Crozera,
o terapeuta oriental Rildo Moraes e muitos outros profissionais espalhados pelo Brasil utilizam abordagens terapêuticas
alternativas no tratamento da homossexualidade.

Ao que parece, existe um grupo de terapeutas “rebeldes” que
entende que a saúde de uma pessoa não está vinculada apenas à
satisfação de desejos e fantasias sexuais. Esse grupo acredita que a
saúde humana envolva o bem-estar físico, psíquico, emocional e social
e, como Antígona*, não se omitem frente à tirania de ninguém.
Na verdade, esses terapeutas parecem discordar da ideologia do politicamente
correto e não pretendem assistir passivamente às pessoas
sucumbirem aos desejos e comportamentos autodestrutivos.

Até os psicólogos mudam!

Diante da ausência brutal de evidências sobre a origem
genética e o caráter imutável da homossexualidade e sem poder
negar séculos de experiência clínica de muitos psicólogos, a Associação
Americana de Psicologia reconheceu em pronunciamento
recente que cabe ao cliente a escolha do tratamento mais adequado
a seus objetivos. Assim, nos Estados Unidos, qualquer pessoa
pode solicitar e receber livremente auxílio psicológico para se
livrar da atração pelo mesmo sexo e desenvolver a heterossexualidade,
se assim o desejar. De acordo com esse entendimento, os
profissionais da Psicologia devem respeitar o direito de escolha
do paciente e não podem convencê-lo a aceitar a homossexualidade
como uma variação normal da sexualidade humana.


Notas
1 – O Armário, pg. 122.
2 – “Homossexualidades, gênero e direitos humanos: questões que dizem respeito
a todos (as) nós”. Disponível em: www.assis.unesp.br/perfilvertentes/include/
getdoc.php?id=31&article=10&mode=pdf, 19/06/08.
3 – Papai, Mamãe, Sou Gay! pg. 35.
4 – Revista Mente & Cérebro, nº 165, pg. 42 e 43.
5 – http://veja.abril.com.br/160501/p_122.html, em 17/07/08.
6 – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT4421-15228-4421-393
4,00.html, em 19/06/08.
7 – Disponível em http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=9306, em
13/06/2008.
8 – Disponível em http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2003/10/
031007_gayrepercut1mt.shtml, em 19/06/08.
*Personagem de Sófocles (495ª.C – 406 a.C) que desafiou o decreto do rei Creonte
e, mesmo em face da morte, não traiu a própria consciência.

Pense por si mesmo!
Faça o que você quiser fazer
E vá aonde você precisa ir
Pense por si mesmo
Porque eu não estarei lá com você
Think For Yourself, Beatles.
Apesar de todas as evidências sobre a mudança de orientação
sexual, há quem afirme que esse fato “não existiu
nem jamais existirá”. Até mesmo autores de livros que
se tornaram fenômenos de venda repetem esse dogma. Eles afirmam
erroneamente que as abordagens terapêuticas para o tratamento
da homossexualidade falharam em todos os casos. Assim,
fica evidente o totalitarismo ideológico desses autores.
De acordo com as evidências apresentadas neste livro, é
razoável acreditar que esses autores estejam pouco informados
sobre os resultados das terapias para tratamento da atração pelo
mesmo sexo. Apesar disso, é preciso reconhecer que algumas pessoas
gostam de pensar que não se pode mudar, afinal, elas estão
acostumadas a pensar “eu sou assim... sempre fui assim e é assim
que eu continuarei sendo para sempre”.
Felizmente, nem todos os especialistas que estudam o comportamento
humano sucumbem ao discurso ideológico contrário
à possibilidade da mudança de orientação sexual. Há profissionais
renomados que não se filiam a nenhuma corrente do pensamento
psicológico e que mantêm a sua autonomia intelectual e política.
O psiquiatra Thomas A. Harris, por exemplo, defendia
a idéia de que algumas experiências só podem ser validadas a
partir dos seus efeitos na vida de uma pessoa. De igual modo,
o psicólogo Flávio Gikovate parece acreditar que as possibilidades
de mudança do comportamento humano não podem se ....

Compre o livro do Claudemiro Soares! Leia-o todo.

Thursday, August 13, 2009

INFORMAÇÕES SOBRE O JULGAMENTO DE ROZANGELA E OUTRAS



Tudo o que ocorre não tem sido novidade para mim, nem o fato do Conselho Federal de Psicologia ter mantido a decisão do Regional e nem a repercussão nacional e mundial do tema. Neste momento, ainda em meio aos tiroteios dos movimentos contrários e veiculação do assunto através da mídia, ainda não temos toda a clareza do que está por vir. Mas sei que Deus está no controle e veremos em pouco tempo manifestação maior do Seu poder!

Pessoas não religiosas estão tendo a oportunidade de ver, ouvir e opinar acerca de todo o ocorrido e estão me enviando seus e-mails de apoio, incluindo autoridades. Estas me parabenizam e agradecem por estar elucidando algumas das suas percepções acerca do movimento da desconstrução social ‘queer’ na sociedade em que vivemos! É incrível como Deus fala aos corações, ainda que as pessoas não tenham se dado conta de que Ele mesmo está abrindo os seus olhos!

Em e-mails passados relatei que a minha maior preocupação não era com a minha condenação junto ao CFP, pois o registro profissional não me impedirá de continuar a missão que Deus colocou em meu coração. Preocupo-me com o que este fato poderá representar para as igrejas cristãs, movimento de apoio em geral, para o povo brasileiro, independente de suas convicções religiosas, pois é um Conselho Profissional alicerçando as leis da homofobia (inquisição) e isto atingirá diretamente o cidadão brasileiro.

Recebi a notícia de que há um requerimento para a realização de uma audiência pública para tratar do PLC 122/2006, ainda não marcada. Temos muita luta pela frente! Acompanhem as notícias sobre os Projetos de Leis de interesse à vida humana e familia no site do Dr. Paulo Fernando: www.paulofernando.com.br

Na semana anterior ao meu julgamento, estava muito inquieta. Conversando com Deus pedi a Ele para falar comigo enquanto organizava os meus livros. De repente peguei um livro e o título chamou-me a atenção: A ÚLTIMA COLHEITA. O autor é o pastor da Igreja Atos de Vida, onde realizamos uma reunião da ABRACEH-DF no dia 1º de agosto, um dia após o julgamento. O título deste livro aquietou o meu coração. Penso que este é um tempo de oração, consagração de vidas a Deus, adoração ao Senhor criador dos céus, da terra e tudo o que há! Daquele que nos criou para refletirmos a Sua Imagem e Semelhança! O que esperamos é o consequente avivamento da igreja do Senhor! Esteja atento!

O JULGAMENTO:

Muitas pessoas querem saber detalhes do meu julgamento junto ao CFP.

Deus enviou 4 advogados para me acompanharem neste momento. Dois deles entraram comigo na sala do julgamento. Além destes, mais dois assessores do Deputado Paes de Lira-SP me apoiaram todo o tempo, além da assessora do Dep Henrique Afonso-AC que também esteve presente conosco na sala de espera do Conselho de Psicologia. Vejam a nota de repúdio do Deputado Paes de Lira-SP, após o meu julgamento:
http://deputadopaesdelira.blogspot.com/2009/08/paes-de-lira-escreve-nota-de-repudio.html
O Pr Rodrigo - Bola de Neve DF, sempre presente, trouxe alimento espiritual e se preocupou em nos comprar algum alimento físico devido às horas que passamos na sala de espera. Neste dia, vários psicólogos estavam sendo julgados e alguns desabafaram conosco descontentes com a postura dos conselheiros do CFP, compartilharam coisas que não podemos dizer aqui. O meu processo foi o último a ser julgado.

Dias antes do julgamento, alguns advogados entraram com um Mandado de Segurança muito bem fundamentado. Soube que a juíza que o analisou contatou o Conselho de Psicologia, além da Secretaria de Direitos Humanos, e acabou não acolhendo o Mandado. É possível que tenham feito algum acordo. Pedimos orações para que um juiz leia e acolha o Agravo, nome jurídico dado a uma forma de rever a decisão, que os advogados já entraram. Não sabemos o resultado que nos espera. A equipe que está me dando apoio jurídico é muito competente, no entanto, pelo que estamos vendo, se Deus não der um basta logo, precisarei de uma equipe de advogados só para mim e estes irmãos necessitam de uma remuneração digna por tão precioso trabalho! Peço-lhes orações por estes advogados que têm se levantado para me apoiar.

DURANTE O JULGAMENTO

Na sala onde ocorrem os julgamentos sentamos diante dos 9 conselheiros, além do advogado do Conselho Federal de Psicologia. A relatora passou à leitura do processo, não tão longo comparado ao julgamento no Rio. Dr. Paulo Fernando Melo da Costa (www.paulofernando.com.br ) pontuou algumas falhas no mesmo. Dentro dos nossos 15 minutos de pronunciamento, o Dr. Paulo, em suas colocações iniciais pediu a anulação do processo alegando que o relator do julgamento do CRP-RJ, que é o atual presidente do CRP é um ativista gay - provou o Dr. Paulo através de vários fatos documentados e a Lei diz que isto anula processos. Além disso, observou que havia a prescrição do processo. No entanto, os conselheiros do CFP passaram por cima da lei e decidiram prosseguir com o julgamento.

Dr. Paulo continuou mostrando que não haviam provas materiais contra mim, pois todo o processo é baseado em suposições e não em fatos. Em seguida, eu mostrei a CID 10 que permite ao profissional tratar dos transtornos ligados à sexualidade e homossexualidade, embora, na prática, eu coloque de lado as nomenclaturas da CID 10 (publicação da OMS) e utilize as técnicas psicoterápicas aprendidas na academia, segundo as minhas especializações, muito mais atenta a dor do paciente que me procurou, que ao rótulo que lhe foi dado e ele acreditou por um bom tempo. Alguns conselheiros, timidamente, fizeram perguntas à relatora e ela não soube encontrar as respostas dentro do processo. Abandonaram as buscas e deram continuidade ao julgamento. A relatora manteve a Censura Pública e nenhum conselheiro teve a coragem de votar contra o voto da relatora, embora parecesse para eles que havia algo errado quanto ao meu processo. Pareciam pensativos, mas tudo indica que foi orquestrado antecipadamente, um acordo para manter a minha condenação. Fiquei com a impressão de que os conselheiros não tem contato prévio com os processos e concordam com o relator sem maiores reflexões – vão para o Conselho compor o quorum necessário no dia marcado para o julgamento de vários profissionais.

Como podemos observar, a lei não está sendo respeitada, nem a verdade científica tem prevalecido. O processo que teria tudo para ser anulado não foi. O Mandado de Segurança com fundamentações científicas e jurídicas não foi acolhido. Os Direitos Humanos só valem para ativistas do movimento pró-homossexualismo e para o movimento de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade não é considerado. É o que tem ocorrido até aqui, mas isto vai mudar, em nome de JESUS!

COMPORTAMENTO DA MÍDIA

Jornais, revistas, internet e TVs em todo o Brasil noticiaram o acontecimento, no entanto, a maioria, na net, mostrou-se tendenciosa, voltada para o apoio ao movimento da desconstrução social ‘queer’. Somente a TV Gênesis colocou no ar os 30 minutos de entrevista comigo e com dois dos advogados que estiveram presentes no dia do julgamento. Embora eu já estivesse cansada no final do dia, parece ter sido a melhor entrevista do dia. A mídia continua me chamado para entrevista, no entanto, estou com pouco tempo para me dedicar a tais solicitações.

Mas todos ficaram curiosos porque me apresentei de peruca, óculos escuros e mordaça. No dia do julgamento os ativistas prometeram fazer um manifesto em frente ao CFP e por esta razão, nós, do movimento de apoio optamos pelo não manifesto. Levei uma peruca encontrada no baú de uma pessoa da família e óculos escuros para passar em meio a suposta multidão de ativistas sem ser reconhecida. No entanto, o manifesto deles não ocorreu, não coloquei os apetrechos, inicialmente, mas como a imprensa estava em peso na porta do CFP, após o julgamento tive a idéia de colocá-los e vejo que foi bom, pois foi uma forma de:

1) Denunciar o cerceamento científico, de pensamento e expressão;
2) Não é o meu rosto que deve aparecer, pois sou protagonista de um drama social. Psicólogos e milhares de apoiadores no Brasil trabalham clandestinamente devido ao cerceamento do direito humano e constitucional de apoiar pessoas em estado de sofrimento psíquico desejosas de deixar a homossexualidade. Como o tema já chegou ao povo brasileiro, pelo retorno que recebo, o que todos esperam é que o direito de apoiar e ser apoiado seja garantido pelos conselhos profissionais e poder público;
3) Qualquer paciente meu poderia passar por pessoa com transtorno na área sexual, o que não é verdade - a maioria apresenta transtornos afetivos e comportamentais diversos – precisava protegê-los da curiosidade alheia;
4) O fato da mídia toda estar em cima de mim - tive receio de me tornar uma pessoa famosa e não ter a privacidade de uma pessoa comum, que anda nas ruas do Rio de Janeiro;
5) Denunciar a hostilidade por parte do movimento pró-homossexualismo em relação a minha pessoa. Eles parecem sentir muita raiva de mim e isto foi confirmado pelo repórter da Folha de São Paulo que se disfarçou de paciente, e esteve presente no DF cobrindo o meu julgamento. A carta aberta do Jean Wyllys é uma prova dessa ira. Eu já recebo e-mails de xingamentos, intimidações, sou perseguida por eles, especialmente via CRP-RJ. Temos a experiência de diversos líderes do movimento de apoio, incluindo pessoas que deixaram a atração pelo mesmo sexo, que além das ameaças uma delas já teve o quintal da sua casa cheia de fezes, além de um bilhete aterrorizador. Neste momento, estou planejando a minha mudança de endereço residencial, já efetivei a de um dos consultórios, após o advento do repórter da Folha de São Paulo disfarçado de paciente.

Quanto à entrevista à revista VEJA, desta semana (vide blog: http://rozangelajustino.blogspot.com ), não cessam os comentários de elogio a mim. Sugiro que sejam enviadas cartas para a VEJA elogiando a publicação da matéria que contribuiu para o esclarecimento de muitas pessoas. Eis o trecho de uma psicóloga, que abandonou a profissão e foi estudar para ser advogada, não é religiosa. Ela concordou que estou sendo discriminada:

“Tenho repetidamente conversado com meus familiares e amigos ( muitos deles também pais) sobre as "tendências pró-movimento gay" nos nossos adolescentes. Especialmente com relação às musicas, ao modo de vestir, aos ídolos que apresentam ao chamado "mundo teen". Vejo claramente a tentativa de mercado de orientar esses futuros adultos para a homossexualidade, melhor dizendo, para a BISSEXUALIDADE. Portanto compreendi perfeitamente suas colocações na entrevista de Veja e no pouco que li de seu blog.
Agradeço também por isso, pois estava começando a pensar coisas como: Estou "ficando doida" , "criando teorias de conspiração", "estou ficando velha e conservadora", etc. Em especial por conta de minha vivência em Psicologia, cobrava uma postura mais ampla e compreensiva do meu modo de pensar.
Vejo que não estava " enxergando nenhuma conspiração", mas correta em constatar uma "manobra" de mercado que tem seu alvo, principalmente, nos adolescentes de hoje ( adultos consumidores do futuro).
Obrigada por demonstrar que não sou a única a enxergar essa tendência e, não deixe que essa discriminação ( perseguição também)por parte dos meios de comunicação e do CRP) modifiquem seu pensamento. É um direito acima de tudo!”

Esta Senhora entendeu tudo! Teve um click intuitivo, um insight, utilizando a nossa linguagem, em psicologia para expressar quando a pessoa chegou ao pleno entendimento de uma determinada situação!

Penso que está na hora de estendermos as nossas tendas e realizarmos uma manifestação popular, a única capaz de mudar a política e a justiça voltar a reinar em nosso país! O que já vem sendo feito e sugestões que surgiram:

1) Igrejas diversas tem orado por esta causa, algumas até realizando vigílias – isto é sinal de avivamento por vir;
2) Os advogados me disseram que os abaixo-assinados podem ser mantidos, pois ainda que alguns juízes estejam comprometidos com o movimento da desconstrução social ‘queer’, outros poderão não estar – tudo dependerá dos juízes que pegarem os processos. Pedimos as orações daqueles que entendem que os nossos processos precisam chegar em mãos de juízes que estarão compreendendo a importância da ordem voltar a nossa nação! Veremos os reflexos em toda a terra e no mundo espiritual das nossas ações, pois este é o começo!
3) Também surgiu a idéia de recebermos cartas de pessoas que deixaram ou que querem deixar a homossexualidade explicando os seus motivos para anexarmos aos processos. Aquelas que não tiverem problemas em expor publicamente os seus depoimentos ou se já são públicos eu poderia postar em meu blog as suas cartas, se estas consentirem;
4) Outra sugestão é a de colhermos o depoimento destas pessoas através de filmes e declarações curtas. Quem sabe aquelas que não querem mostrar o rosto poderão fazer como eu fiz: usar peruca, ou utilizar outra forma criativa para o seu rosto não ser identificado!
5) Da mesma forma, pensamos em juntarmos declaração de profissionais que têm a mesma experiência que a minha;
6) Devido à proporção de tudo o que tem acontecido vou precisar de mais pessoas para participar das diversas frentes necessárias ao bom desenvolvimento da nossa missão. Se você se sente chamado, escreva para mim e fale acerca das suas motivações e também compartilhe as suas idéias. Vamos marcar uma reunião, posteriormente - a sua participação será preciosa neste momento da história. Contribuições para a ABRACEH são bem-vindas: BANCO DO BRASIL: agência 1251-3 c/c 24.611-5:
7) Estaremos restringindo os informativos acerca dos locais das reuniões da ABRACEH para o público que irá participar da mesma nas instituições que nos convidarem. Os apoiadores formais da ABRACEH poderão receber maiores informações para nos acompanhar em tais reuniões se manifestar este desejo. Se você quer fazer a sua adesão à ABRACEH escreva um e-mail para info@abraceh.org.br e abraceh@urbi.com.br . Manteremos as nossas reuniões em vários Estados do Brasil, dentro de igrejas e instituições religiosas interessadas em capacitação para o apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade e outros transtornos/disfunções sexuais. As instituições interessadas deverão fazer contato conosco. Estaremos nos preocupando mais com a prevenção primária (conscientização) e secundária (capacitação para líderes) para que mais líderes possam atuar na prevenção terciária – no apoio propriamente dito;
8) Enviem cópias de todas as publicações sobre este tema em jornais e revistas para o endereço do correio terrestre abaixo, ou cópia escaneada ou link das notícias para os nossos e-mails: rjustino@urbi.com.br; rozangelajustino@abraceh.org.br; info@abraceh.org.br;
9) Vamos manter o enunciado do abaixo-assinado que deverá ser enviado para o nosso endereço: Caixa Postal 106.075 – Niterói – RJ CEP 24.230-970, assim como todas as correspondências via correio terrestre. Eis o enunciado que é só copiar e colar:

ABAIXO-ASSINADO

Considerando os termos dos Arts. 3º, IV; 4º, II; e 5º, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XIII, XIV, XV, XVI, XVII, XVIII da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, que nos assegura o direito de:
a) PENSAR (liberdade de consciência);
b) EXPOR NOSSAS IDÉIAS (liberdade de expressão, intelectual e científica);
c) ASSOCIAR PARA APOIAR OS QUE QUEREM SER APOIADOS (liberdade de atuar e/ou fornecer informações à sociedade).
É que abaixo assinamos em apoio à psicóloga Rozangela Alves Justino, CRP 05/4917, para que continue a incluir em seu atendimento profissional, também as pessoas que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo e a realizar trabalhos preventivos, de forma a garantir este direito humano e constitucional. A psicóloga Rozangela Alves Justino prometeu e vem cumprindo o seu juramento quando da colação de grau que por meio do seu exercício profissional contribuiria para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão na direção das demandas da sociedade, promovendo saúde e qualidade de vida a cada sujeito e a todos os cidadãos e instituições cumprindo todos os princípios fundamentais e artigos que envolvem a sua responsabilidade segundo o seu Código de Ética Profissional.
NOME
PROFISSÃO
DOCUMENTO

O site da ABRACEH voltou ao ar e podemos participar do abaixo-assinado on line: www.abraceh.org.br – do lado esquerdo tem um menu e o abaixo assinado encontra-se no final.

“...Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para a glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou,...” (Romanos 9:22-24ª)

Wednesday, August 12, 2009

"O CURRICULO GAY DEVERIA SE SUBMETER À CIÊNCIA"

Associação Americana de Pesquisa e terapia da Homossexualidade
NARTH Atual
Fevereiro 13, 2009

Grande entrevista com membro do Comitê Consultivo Científico da NARTH , Dr. Rick Fitzgibbons

Psiquiatra: O Currículo Gay Deveria se Submeter à Ciência

PorJohn P. Connolly, The Bulletin
Publicado: Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nota do Editor: Esta é a parte final da série sobre homossexualidade no currículo escolar ,em atraso devido aos feriados. A pressão para a educação de tolerância à homossexualidade nas salas de aula é conduzida pelo desejo de fornecer ambientes seguros e favoráveis para todos os alunos. O programa de educação é baseado no testemunho de professores de que a intimidação de crianças com atração pelo mesmo sexo é agressivo nas escolas e que o preconceito contra os gays é forte o suficiente para evitar que os professores "se assumam".

Porém, um psiquiatra da Filadélfia disse nesta entrevista que muitos dos conceitos que levam à pressão pelo currículo que defende o estilo de vida homossexual não têm base nas descobertas científicas.

O Dr. Rick Fitzgibbons é diretor do Instituto para a Recuperação Conjugal em West Conshohocken e trabalhou com milhares de pacientes nos últimos 30 anos. Ele palestrou no Instituto Internacional da Cultura sobre identificar e resolver conflitos emocionais em crianças. O Dr. Fitzgibbons disse que há uma ampla evidência de que as relações homossexuais não se assemelham às heterossexuais.

"As pessoas estã sendo ensinadas pela mídia e pelo governo que não há diferença entre o estilo de vida homossexual e o heterossexual" disse o Dr. Fitzgibbons. Mas ele afirma que não há provas científicas que sustentem esta afirmação.

O Dr. Fitzgibbons e outros psiquiatras pesquisadores da Associação Americana de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH) compilaram informações de vários estudos científicos sobre a homossexualidade para questionar as afirmações sem base científica sobre as relações homossexuais.

"As relações homossexuais são abusivas entre 35 e 55% do tempo," disse o Dr. Fitzgibbons. "As relações heterossexuais têm cerca de 7% de abuso.

"Joanne Glussman, líder do grupo Mainline Youth Alliance (MYA) (português: Aliança Principal Acesso Jovem), que se destina a ser um local de interação social de alunos que se identificam como homossexuais, promovendo iniciativas educacionais que endossem a homossexualidade. Ela citou uma pesquisa de 2008 feita pela Rede de Educação Gay, Lésbica e Heterossexual (GLSEN) com mais de 6.000 alunos do ensino fundamental e médio em que 9 entre 10 estudantes gays se sentiram prejudicados na escola no ano passado. Cerca da terça parte desses alunos disseram ter faltado um dia de aula no mês passado por não se sentirem seguros.

"É isso que acontece," disse Glusman. "Porque vocês saberiam, se tivessem feito suas pesquisas, que essas crianças têm um alto risco de assedio, dano físico e até morte.

"O Dr. Fitzgibbons ainda apresentou pesquisas científicas para reforçar a sua posição. Os cientistas descobriram que as pessoas com atração pelo mesmo sexo apresentam muito mais risco de sofrer de outras desordns psicológicas, como depressão, abuso de drogas e pensamentos de suicídio. Esses estudos foram publicados no Jornal Americano de Saúde Pública, no Jornal Internacional de Epidemiologia e nos Anais de Medicina Doméstica.

O Dr. Fitzgibbons disse que tais estudos indicam que as relações homossexuais têm problemas com compromisso e nem chegam perto dos níveis de comprometimento refltidos pelas relações heterossexuais. Esse cenário relacional, diz ele, vai contra o que as pessoas esperam dos relacionamentos.

"Fomos equipados para o compromisso", disse o Dr. Fitzgibbons. "Se você olhar as relações homossexuais , há uma falta de exclusividade; há uma falta de compromisso. A promiscuidade é excesiva.

"A compreensão da atração pelo mesmo sexo pode ser adquirida na observação das causas do desenvolvimento e do ambiente que levam a ela. Enquanto não há evidências científicas que as pessoas nasçam com a atração pelo mesmo sexo, estudos mostram que muito da atração pelo mesmo sexo são produtos da Desordem de Identidade de Gênero (DIG), em que uma criança se associa com o comportamento do sexo oposto. Muitos casos de DIG começam com assuntos familiares ou com a rejeição dos pares.

"A atração pelo mesmo sexo é muito fluida, especialmente quando se é jovem", ele disse. "Pode-se tê-la por um período de tempo e depois deixá-la na maturidade. Um dos problemas, espcialmente com meninos, é a falta de coordenação esportiva. Vivemos em uma cultura obcecada por esportes. Se alguém não os pratica, é difícil sentir-se aceito no mundo masculino. Os meninos rejeitados por isso podem começar a se identificar com as meninas em vez dos meninos. "

O Dr. Fitzgibbons disse que devia-se ensinar às crianças sobre os riscos das relações homossexuais, e não que essas relaçõe são tão estáveis e saudáveis como as heterossexuais.

"Acho que as crianças têm o direito de saber que se as pessoas escolhem este estilo de vida, suas chances de ser abusada é cinco vezes maior que no estilo de vida heterossexual", disse o Dr. Fitzgibbons. "E elas não estão aprendendo a verdade. Elas estão sendo educadas na mentira. Estão sendo colocadas em risco, pois os relacionamentos são profundamente instáveis, e as crianças merecem coisa melhor que isso. O melhor padrão para se educar as crianças é uma casa onde haja um pai e uma mãe que sejam estáveis. Uma mãe e um pai trazem um dádiva especial para a criança que dois pais ou duas mães não podem dar.

"A Sra. Glusman disse a este Boletim que os perigos do bullyng são de suma importãncia para os programas que apoiam uma visão inclusiva dos relacionamentos homossexuais."Há muita pressão nas crianças hoje para seguirem um modelo e quando elas não o seguem acabam sofrendo danos" , ela disse.

O Dr. Fitzgibbons admitiu que o bullying (intimidação) é um problema nas escolas, mas disse que as crianças tendem mais a intimidar as outras pela aparência delas.

"Queremos proteger as crianças do bullying, mas não queremos fazer isso apoiando um estilo de vida perigoso para a saúde emocional e física delas", continuou ele. "Temos sérios problemas com a raiva excessiva nas crianças. Há muitas razões para isso, originadas de problemas na família.

"O Dr. Fitzgibbons sustenta um retorno a uma abordagem mais positiva da psicologia, enfatizando forças e virtudes para construir um caráter entre as crianças.

"As maiores virtudes que superam o ódio são a ternura e o perdão", afirmou. "Isso precisa ser enfatizado."

Thank you!
Tradução:LOURDES DIAS
AUTORIZADA A DIVULGAÇÃO DESDE QUE CITADA A FONTE


The National Association for Research and Therapy of Homosexuality
www.narth.com
1-866-364-4744 (toll-free)

Depoimento do filho do ex-Presidente americano Ronald Reagan: Michael Reagan

Extraído do site Pfox: http://www.pfox.org/ (Organização americana que reúne pais e amigos de pessoas que deixaram a homossexualidade)
Em 29/12/06 e atualizado em 07\08\2008
Traduzido e divulgado com autorização do autor

Trecho do livro Twice Adopted (sem título em português), de Michael Reagan.
Filho do ex-Presidente americano Ronald Reagan. Michael Reagan foi molestado quando criança por seu tutor de acampamento.

Jogando ‘Verdade- ou- desafio’

Crianças molestadas nem mesmo conseguem expressar o que aconteceu, pois lhes falta o entendimento e até vocabulário para isso. Os adultos acham que os pequenos podem chegar a elas e dizer “Oi, mãe. Oi, pai. Eu fui abusado.”. Mas crianças não conhecem palavras como molestado, abuso sexual e pornografia infantil. Elas não sabem como explicar a seus pais o que aconteceu com elas.

Quando fui abusado, eu sabia que era algo errado, mas eu não sabia o porquê nem como aquilo se chamava. Mas eu morri de medo de que alguém descobrisse e eu pudesse ser rotulado. Rotulado de quê? Eu não sei. Eu nunca tinha ouvido a palavra homossexual. Porém, eu sabia que o rótulo, seja lá qual fosse, significaria que eu era mau. Poderia significar que fui tocado por um homem ou que eu seria odiado e condenado pelo resto de minha vida.

Quando olho para trás e lembro da culpa e do medo que senti naquela época, percebo que minha experiência tem a ver com algo que se vive hoje, mais de quinze anos depois. Falo da controvérsia sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Enquanto escrevo, infelizmente parece-me que a sociedade americana está prestes a aceitar o casamento gay. Vamos entender o que isso significa.

Se o casamento entre pessoas do mesmo sexo for equiparado ao casamento heterossexual tradicional, que tipos de pressão social nossos filhos e netos enfrentarão? A comunidade gay dirá que deve ser aceita porque nasceram assim. Mesmo não havendo evidências que sustentem tal apelo, vamos aceitá-lo por enquanto e seguir com a discussão.

Agora, se o casamento homossexual for aceito com equivalência moral e legal ao casamento heterossexual tradicional, então virá um tempo em que nossos filhos e netos não precisarão nascer homossexual para terem um comportamento homossexual, já que a homossexualidade e a heterossexualidade serão equivalentes, sendo a prática sexual uma questão de escolha e não de orientação. Homens poderão casar-se com homens, mulheres com mulheres, ou qualquer um poderá casar-se com o sexo oposto, se quiserem assim – as escolhas estarão em pé de igualdade.

Virá um tempo, não muito distante, pois já vemos o seu início, em que a comunidade gay fará com que os jovens se sintam culpados por se casarem com pessoas do sexo oposto sem que tenham tido pelo menos uma experiência com o mesmo sexo. Já ouvimos falar do jogo ‘verdade-ou-desafio’, popular nas festas adolescentes. Os participantes têm que dizer a verdade sobre algum tópico (geralmente de natureza sexual ou constrangedora) ou escolher um desafio a cumprir.

Se a sociedade tomar os rumos que estão se apresentando a nossa frente, então muitas crianças serão induzidas a ter uma experiência homossexual como desafio. Dirão a elas, “Como você saberá se é gay ou hétero se não fizer sexo homossexual?”. E porque elas não deveriam fazê-lo? Não há estigmas quanto a isso. Sexo e casamento gay são equivalentes ao sexo e casamento heterossexual. Haverá somente uma atitude que será estigmatizada, e esta atitude é chamada de ‘homofobia’. Se as crianças pelo menos não tiverem uma experiência homossexual, serão rotuladas de ‘homofóbicas’.

O que acontecerá com nossos filhos e netos após serem desafiados a uma experiência homossexual? Como conseqüência, eles conhecerão a culpa e o sofrimento, assim como eu. Depois, por terem tido um relacionamento sexual com o mesmo sexo, em seu íntimo e aos olhos da sociedade, eles serão taxados de homossexuais, sem nunca se livrar disso. Viverão com a culpa e sofrimento como eu tenho vivido.

Essa é razão pela qual hoje eu digo honestamente em minhas apresentações, “ Eu admito, sou homofóbico. Se não o era antes, agora eu sou. Sinto um grande receio da comunidade homossexual ensinando a meus netos que está tudo bem em ser gay , mesmo que você não tenha nascido assim.”

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O livro Twice Adopted , de Michael Reagan, é publicação da Broadman & Holman Publishers.

Saturday, August 08, 2009

“O MOVIMENTO PRÓ-GAY X(?) NEO-NAZISTA”

Circula na net a síntese do artigo “O MOVIMENTO PRÓ-GAY X(?) NEO-NAZISTA” escrito por mim em 2003, publicado na Revista Ultimato, quando ainda não havíamos criado a ABRACEH-ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA (http://www.abraceh.og.br/) e o filósofo e sociólogo francês Jean Baudrilard, citado no artigo, ainda era vivo.

Desde 2003, o cenário das igrejas evangélicas com relação à homossexualidade também mudou – o MOVIMENTO DE APOIO AOS QUE VOLUNTARIAMENTE DESEJAM DEIXAR A ATRAÇÃO PELO MESMO SEXO tem aflorado dentro das igrejas e estas acolhido cada vez mais os que estão homossexuais, dando-lhes apoio e compreensão.

Neste momento, em que igrejas e profissionais da área de psicologia e psiquiatria estão mais abertos para o apoio aos que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, ainda que este trabalho tenha passado a ser clandestino após o advento da Resolução 01/99, do CFP-Conselho Federal de Psicologia, a perseguição e opressão por parte de grupos contrários poderá ficar mais intensa a partir da minha condenação a CENSURA PÚBLICA pelo CFP no dia 31 de julho de 2009.

O que não mudou e que ficou mais claro para nós, que observamos os movimentos sociais ligados à liberação sexual é a sua estreita relação semelhante aos ideais do NAZISMO, ou seja, com o projeto de auto e hetero destruição, como os próprios pesquisadores do movimento da desconstrução social ‘queer’ relatam. Segundo a Dra. Guacira Lopes Louro (2001) e outros estudiosos, tal movimento social não está mais preocupado com a pessoa e nem com a garantia de direito - o alvo dessa política e dessa teoria não seriam propriamente as vidas ou os destinos de homens e mulheres homossexuais, mas em se divertir com o poder do seu movimento desconstrutor e o prazer em ser contra o sistema de crenças e valores instituídos pela sociedade que denominam “conservadora”.


Visto que DESCONSTRUIR é minar, escavar, abalar os alicerces, derrubando-os até destruí-los, tais movimentos acabam impondo a cultura da morte aos atacados ao planejarem o extermínio do homem macho heterossexual, como afirmou o Dr. Sócrates Nolasco, em 2001, e com ele, todos os demais seres humanos. Semelhantemente ao tempo da “inquisição” o que se pretende agora é “colocar os heterossexuais na fogueira” juntamente com toda a humanidade, inclusive os que vivenciam a homossexualidade. Não foi o que o próprio Hitler fez? Na época, Hitler que evidenciava características de pessoa na condição homossexual não poupou nem os seus semelhantes.

Enquanto cristãos, precisamos estar atentos ao cenário mundial e cumprir o nosso papel nesta geração que não encontra sentido para a vida - penso que vivemos no tempo da última colheita. Cumpriremos a nossa missão se seguirmos o mandamento "IDE" mais do que nunca: pregar o evangelho da Salvação de JESUS CRISTO a toda criatura.


Vejam o artigo completo, escrito por mim em 2003:



O MOVIMENTO PRÓ-GAY X(?) NEO-NAZISTA
Por Rozangela Justino
Agosto de 2003.


“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
(Romanos 12:2)

O movimento pró-gay (movimento sócio-político-cultural para a transformação do mundo em gay) está mudando os costumes brasileiros – filmes e novelas já mostram cenas de relações entre casais que “estão” homossexuais, tanto masculinos quanto femininos. Há revistas que já exaltam a “beleza” do “tipo gay”. As passeatas gays estão se transformando em festa folclórica brasileira. Como o movimento de defesa das mulheres e de crianças/adolescentes têm trabalhado contra o marketing do cenário brasileiro associado às “mulatas rebolantes” devido ao tráfico/prostituição de mulheres/crianças/adolescentes, as passeatas gays se transformaram na bola da vez para atrair o turista nacional e internacional. Nestas, famílias levam seus filhos para apreciarem/divertirem-se às custas da miséria humana, embora os ativistas gays acreditem que as passeatas sejam medidas para melhor aceitação social de sua condição.

O termo “gay” é o adotado pelo movimento pró-gay. Consideram discriminatórias e preconceituosas as palavras homossexualidade, especialmente homossexualismo. Prefiro utilizar a palavra homossexualidade, pois designa o estado da pessoa, passível de mudança e não homossexualismo porque o radical “ismo” sugere doença. O manual de Classificação Internacional de Doenças-CID tem abolido a palavra “doença” e trocado-a pela “transtorno” para designar um conjunto de sintomas ou comportamentos associados a sofrimento com disfunção pessoal. Os termos atuais mais utilizados para falar sobre a homossexualidade são comportamento homossexual (atos) e orientação sexual (impulsos, fantasias, desejos homossexuais, heterossexuais e bissexuais).

Pessoas com a orientação sexual hétero, em situações especificas, quando da ausência das do sexo oposto, tais como prisão, serviço militar e outras, eventualmente, poderão praticar relação sexual com as do mesmo sexo. Em função destas experiências, algumas poderão desenvolver a orientação bissexual. Assim como a bissexualidade poderá ser desenvolvida, a partir de relações homossexuais na idade adulta, a homossexualidade poderá ser aprendida e desenvolvida ao longo da vida.

O comportamento homossexual é mais fácil de mudar - deixar de namorar homo, de freqüentar "points" gays ou namorar e casar com alguém do sexo oposto. Podemos dizer que a orientação seja mais “visceral”, conforme compartilhou comigo uma pessoa que vivencia a homossexualidade. A pessoa pode mudar o comportamento e lutar com a orientação. É possível a mudança da orientação homossexual, além do comportamento, embora a orientação possa levar mais tempo que o comportamento.

Quando alguém abandona a homossexualidade, a mídia divulga que a pessoa sofreu lavagem cerebral, foi obrigada pela igreja, família e sociedade - sofre discriminações por isto e é estimulada a se rebelar contra o seu próprio sistema de crenças e valores. Se um “corajoso(a)” apresenta o seu depoimento de mudança, publicamente, a tendência é ser levantada alguma suspeição acerca da pessoa - se a mudança realmente se concretizou ou não. Por estas razões, faz-se necessária a ampliação do nosso entendimento observando o contexto social, grupal e individual em que nos encontramos.


CONTEXTUALIZANDO

Vivemos num mundo em que, por um lado, nos deparamos com o movimento sócio-político-cultural dos ativistas gays e, por outro, o movimento dos neo-nazistas (grupos com raízes nazistas) - ambos influenciam toda a sociedade.

Os ativistas gays propagandeiam as maravilhas da vida gay - conquistaram a mídia, e usam o mundo acadêmico (parte das “Ações Afirmativas das minorias sociais para a garantia dos Direitos Humanos) para realizarem o projeto de “homossexualização da sociedade”. Os neo-nazistas atuam de forma a limpar, purificar e higienizar. Prontos para exterminarem os que vivenciam a homossexualidade da face da terra é possível que sejam os responsáveis por assassinatos diversos aos mesmos.

No passado, os neo-nazistas estiveram mais fortalecidos – certamente vão continuar utilizando formas mais sutis de discriminação. Será que serão “exterminados” pelo movimento pró-gay? Não. Tanto as idéias neo-nazistas, quanto as pró-gays continuam vivas no contexto social, que por sua vez atravessam os diversos contextos grupais e individuais e se influenciam mutuamente. De que maneira podemos identificar estas manifestações?


Contexto Social Brasileiro e Contextos Grupais

Dentro dos grupos pró-gays quando alguém se mostra insatisfeito com a homossexualidade há uma constante pressão para que se mantenha fiel ao movimento gay – há grupos de mútua-ajuda para as pessoas se fortalecerem e vencerem as pressões sociais/familiares e aceitarem a homossexualidade como algo que faz parte da sua natureza. Existem trabalhos, inclusive, com o apoio do Ministério da Saúde para que as pessoas “saiam do armário” (assumam a homossexualidade) para a família e sociedade. Os “gays” que não concordam com o trabalho e filosofia do movimento pró-gay são considerados “traidores”. Construíram a idéia de que aqueles que vivenciam a homossexualidade nasceram assim e não vão mudar. A estratégia é fundamentar conceitos de forma que o maior número possível de pessoas que “estão” homossexuais acreditem que “são” homossexuais.

Notícias sobre os neo-nazistas são veiculadas nos meios de comunicação e revelam que um dos seus modos de sua atuação tem sido através de gangues de jovens que aterrorizam pessoas que vivenciam a homossexualidade, especialmente, nas grandes cidades brasileiras. Através do Disque-Defesa, idealizado pelos ativistas-gays, diversas denúncias de agressão são recebidas, diariamente. Pessoas são agredidas a bofetadas, quando não são assassinadas, além de sofrerem agressões verbais.

Como os ativistas gays são bem articulados e parecem apresentar forte interesse político/econômico em manter os grupos de oposição para se apresentarem como vitimizados suspeita-se das estatísticas que apresentam, bem como de que muitos grupos de agressores estejam a serviço dos próprios ativistas gays, pois se não há agressores e denúncias, os ativistas gays não poderão justificar a necessidade de defesa da sua ideologia política e nem poderão sustentar financeiramente as suas ongs, empenhadas na construção sócio-político-cultural para a transformação do mundo em gay.

Sócrates Nolasco, em seu livro “De Tarzan a Homer Simpson”, Ed. Rocco, 2001, realiza estudos sobre a violência masculina em sociedades contemporâneas ocidentais e faz um alerta quanto ao sistema político-social-cultural que vem sendo construído, onde o homem (macho e heterossexual) é apresentado como um ser violento, representante do próprio mal. Pautado em diversos autores, dentre eles o Jean Baudrillard (um francês considerado um dos mais provocativos pensadores da contemporaneidade), declara que o homem heterossexual está sendo enfraquecido/exterminado - o que já constatamos. Nolasco aponta como possíveis responsáveis por detonar o homem neste momento da história mundial: os grupos feministas e o movimento ativista gay. “O homem heterossexual, considerado herdeiro direto do sistema patriarcal, foi colocado como inimigo do propósito de liberação sexual representado pelo movimento de mulheres e gay.” (NOLASCO, 2001, p.187). Também nos alerta para o perigo da humanidade ser destruída, pois se o homem heterossexual for destruído, toda a humanidade também o será, pois a destruição do outro sempre gera a sua própria.

Leonardo Boff, no livro “Feminino e Masculino – uma nova consciência para o encontro das diferenças”, Rio de Janeiro, Ed. Sextante (GMT Editores Ltda.), 2001, embora com outro enfoque, apresentam as mesmas preocupações de Nolasco: “A humanidade está passando inegavelmente por uma crise que atinge os fundamentos da sua subsistência na Terra.” (BOFF, 2001, p.17). Interessante é que Leonardo Boff faz parceria neste livro com a Rose Marie Muraro, que é conhecida pelas suas idéias feministas e pró-gays.

A preocupação de Boff está em convocar homens e mulheres para unirem forças e encontrarem um meio de sobrevivência diante do que está sendo vivido. Parte das considerações acerca dos gêneros masculino e feminino e declara que os estudos constatam que há uma diferença entre o homem e a mulher e que estas foram construídas pela cultura e sociedade, assim como as relações de dominação entre os sexos e os conflitos advindos desta construção. Por estas razões, para Boff faz-se necessária uma redefinição das relações de gênero para “(...) junto com outras forças, nos ajudem a construir uma alternativa salvadora para a humanidade e para a própria Terra.” (BOFF, 2001, p.18)

O psiquiatra Fábio Damasceno, no artigo publicado no Boletim de Psicoteologia do CPPC-Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos, em janeiro de 1989, denominado ”Modelos Familiares” analisa o Patriarcado Formal e as suas conseqüências, assim como os modelos Matriarcado e o Creantiarcado e propõe o “Patriarcado Informal”. Neste, a família é centrada na relação co-participativa entre o casal e relação vertical/horizontal quando no papel de pais na relação com os filhos. Assim, o direcionamento da família parte dos pais ao mesmo tempo em que mantém um canal de diálogo com os filhos. Parece que a co-participação traz maior harmonia para o casal, além de propiciar uma base segura para o desenvolvimento da identidade dos filhos.


Contexto Evangélico:

Observamos que a crise do macho e fêmea chegou ao mundo evangélico - homens e mulheres estão longe de serem co-participantes, companheiros, conforme o propósito do Criador. Cada denominação percebe as Escrituras de uma maneira diferente, mas a maioria entende que o gênero masculino deve dominar o feminino. Quando os homens se deparam com versículos bíblicos, onde são exortados a “amarem as suas esposas como Cristo amou a igreja e por ela se entregou até a morte”, muitos dizem que isto é para ser vivido na eternidade, conforme já ouvi de um colega. Creio que o ser humano foi chamado para amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo - a submissão em amor deverá ser mútua entre o casal.

A igreja não está imune à crise dos homens e mulheres casados – os divórcios estão crescentes – muitos advogados da área de família declaram que as causas-divórcio, na maioria dos casais, está associada a desentendimentos sexuais. A pornografia (via revistas, jornais e internet), a utilização de objetos e apetrechos diversos para auxiliar a prática sexual, o obrigar a esposa a relações que elas não desejam, além do adultério com parceiros homos e héteros, conjugado muitas vezes com o abuso sexual dos filhos, já faz parte do cotidiano do casal evangélico brasileiro.

Como os casais estão em crise – as famílias também. Estas refletem um conjunto de desconfortos advindos do meio social e muitas estão se deparando com a homossexualidade em seus lares, assim como a igreja com pessoas em luta contra a homossexualidade fazendo parte do seu rol de membros. Também não é de nos espantar a filosofia ativista gay e neo-nazista no seio da igreja.


O Neo-Nazismo nas Igrejas:

Observa-se o neo-nazismo nas igrejas quando é conhecida a existência dos que vivenciam a homossexualidade e não há espaço para que possam falar sobre os seus conflitos - o que pode gerar “morte” para estas pessoas. Nega-se a realidade de que nas igrejas há quem necessite de libertação da homossexualidade e pensa-se que ela está “limpa”, “purificada” deste tipo de pecador.

As idéias neo-nazistas também são constatadas nas pregações quando todos os que apresentam fantasias, desejos homossexuais e/ou vivem vida dupla são condenados pelo pregador a irem para o fogo do inferno – é uma forma de exterminar a quem já se desistiu de ajudar por não sentir que a igreja tem competência para tal.

Uma outra forma de extermínio na igreja é quando se evita o contato com as pessoas que vivenciam a homossexualidade com medo da “contaminação” através delas. Homens têm medo de conviver com outros que estão sob suspeição de estarem homossexuais ou quando apresentam trejeitos homossexuais – afinal, se for amigo destas pessoas o que vão pensar a seu respeito?

Observamos muitas outras formas de extermínio a pessoas que vivenciam a homossexualidade nas igrejas, mas uma muito comum é a exclusão de membros quando se torna pública a sua homossexualidade. Sem qualquer preocupação da igreja em ajudar a estas pessoas - simplesmente são colocadas para fora, a fim de limpar o espaço, como se dentro das igrejas não tivessem tantos outros pecadores que persistem em seus pecados praticando a injustiça, idolatria e outros pecados.

O Potencial Terapêutico e Restaurador da Igreja:

A igreja tem um grande potencial terapêutico e curativo para todo e qualquer pecador. Seria viável a restauração das pessoas que vivenciam a homossexualidade, se não fosse a ignorância de muitas igrejas, o medo do desconhecido e a forma de proceder, incoerente com os ensinamentos de Jesus Cristo. Na verdade, estas, em vez de se constituírem um espaço de refrigério e restauração para as pessoas acabam afastando-as, trazendo-lhes mais sofrimento.

Stu Weber, em seu livro “Um Abraço Amigo” da Editora Quadrangular, 1995, embora tenha sido escrito para homens que não vivenciam a homossexualidade, as suas afirmações são aplicadas a estes. Weber nos aponta um caminho para a restauração e fortalecimento dos homens: Homens aprendem a ser homens na relação com outros homens, quando criam e realizam projetos juntos, são afetivos uns para com outros e permitem-se abraçar de forma afetuosa uns aos outros.

Homens/mulheres que vivenciam a homossexualidade necessitam da aceitação pessoal e confirmação da sua masculinidade/feminilidade, principalmente por parte de pessoas do mesmo gênero. Apresentam uma carência incomum do amor por pessoas do mesmo sexo e precisam ser amados(as) e acolhidos(as) como um pai/mãe ama e acolhe a um(a) filho(a). Carecem do carinho, respeito e consideração, sem que abusos sejam cometidos em proveito das suas fragilidades e carências emocionais.

Constata-se que na experiência de diversos rapazes que deixaram a homossexualidade masculina, quando os homens da sua igreja, espontaneamente, os acolheram, sentiram-se supridos, emocionalmente, e aprenderam a separar o afeto do sexo, assim como a estabelecer vínculos saudáveis nas relações com os do mesmo sexo.

O que acontece é que o medo e o desconforto dos homens faz com que se afastem dos que “estão” homossexuais. Só lhes resta o convívio com os que têm as mesmas dificuldades que eles onde se sentem mais à vontade, compreendidos e aceitos. Incorrem, então, no risco da mistura do afeto com o sexo na relação com os iguais, enquanto não estiverem completamente restaurados.

Ativismo gay nas igrejas:

Notamos que a igreja está sob a influência do pensamento ativista gay quando declara que todo pecado é passível de perdão, mas na prática, não acredita que o pecado da homossexualidade possa ser abandonado e perdoado – é como se as Escrituras não se aplicassem a este exemplo de pecador – acredita-se que o pecado da homossexualidade seja como o pecar contra o Espírito Santo – não há perdão.

Um outro exemplo é quando perguntamos à igreja quantos gêneros Deus criou: ela irá responder que masculino e feminino até se deparar com alguém que vivencia a homossexualidade – na realidade prática, as pessoas pensam como os ativistas gays: a homossexualidade é um terceiro sexo, uma nova raça.

A influência pró-gay é percebida na igreja de maneira sutil, velada – a forma declarada ocorre através do movimento gay-cristão. Neste, reúnem-se aqueles que não acreditam que a homossexualidade possa ser um comportamento abandonado, muito pelo contrário, procura-se respaldo bíblico para o mesmo.

O desejo de ser aceito e amado por Deus, o não ter encontrado espaço na igreja para compartilhar as suas angústias, as incertezas de que seria acolhido com afeto se abrisse o seu coração para os irmãos, associado ao fato de que para deixar a homossexualidade, necessariamente, teria que entrar em contato com o sofrimento no enfrentamento das verdades motivadoras ao desenvolvimento da sua homossexualidade, se não for uma pessoa persistente em objetivos à longo prazo, desiste de lutar contra a homossexualidade. Como deseja muito a comunhão com Deus e carece do amor dEle, passa a tomar como verdade que a Graça e aceitação de Deus são suficientes, sem necessidade de qualquer mudança em seu comportamento, que o que Deus quer é a nossa felicidade, ... e concluem que não há mal na homossexualidade.

Reflexo do neo-nazismo/ativismo gay dentro e fora das igrejas:

Uma vez tendo recebido o “rótulo homossexual” é muito difícil a pessoa ser olhada como um homem e/ou mulher criados à imagem e semelhança de Deus, lavada e remida pelo sangue de Jesus, restaurada para a eternidade. Os sobreviventes que deixaram a homossexualidade e estão nas igrejas são verdadeiros heróis, merecedores de respeito e consideração, pois enfrentaram/enfrentam todo tipo de discriminação através das ações neo-nazistas e ativistas gays dentro e fora das igrejas. São apontados como o “ex-gay”/“ex-lésbica” e não como um homem ou mulher que um dia esteve homossexual, mas que não é e nunca foi “homossexual” (gay ou lésbica), mas homem ou mulher criados à imagem e semelhança de Deus e que, por algumas razões, desenvolveu a homossexualidade.

Este é o único pecador que carrega o rótulo homossexual para o resto da vida em sua comunidade ou tem que estar sempre provando de alguma maneira que deixou a homossexualidade (comportamento e orientação homossexual). O fato de ter deixado este comportamento não significa que a pessoa tenha desenvolvido a heterossexualidade, mas elas são cobradas a provarem que saíram da homossexualidade através de ações próprias dos que desenvolveram a heterossexualidade como casar-se, ter filhos, etc.

Contexto Individual

Ao nascer a criança não tem consciência do seu sexo biológico e nem do papel social masculino e feminino ligado a sua pessoa. Quando começa a perceber o Eu diferente do TU, assim como as diferenças sexuais pode entrar em contato com a realidade de que não escolheu ter nascido menino ou menina.

A aceitação do seu sexo biológico e o sentimento de pertencimento ao mesmo gênero irá depender de diversos fatores psico-sócio-cultural-familiar associados à própria percepção e leitura do mundo que cada um faz. Também está relacionado ao aspecto afetivo ligado à aceitação/carinho de sua pessoa como um todo, bem como se as pessoas do mesmo gênero são bem vistas ou não por aquelas a quem está ligado afetivamente.

Pessoas que vivenciam a homossexualidade queixam-se de terem sofrido “bullying’ na infância e/ou adolescência. Bullying é uma palavra inglesa que representa todas aquelas situações desagradáveis provocadas por uma criança e/ou adolescente contra um(a) outro(a), causando dor, tristeza ou humilhação. Podemos citar como exemplos de Bullying as seguintes ações: botar apelidos; agredir (bater, chutar, empurrar, beliscar, etc); excluir ou isolar do grupo; roubar ou tirar pertences; rasgar ou quebrar o material escolar/brinquedo; discriminar (não respeitar as diferenças entre as pessoas); perseguir; ameaçar; inventar histórias falsas sobre alguém; etc. Portanto, Bullying pode ser entendido como zoar, gozar, sacanear, implicar, ‘pegar no pé’, perseguir, encarnar, etc.” (ABRAPIA, 2002).

O bullying é aplicado para diversos tipos de violência (física, psicológica e sexual) cometido entre os pares na infância e/ou adolescência com conseqüências para a vida adulta. Pessoas que vivenciam a homossexualidade continuam sofrendo bullying na vida adulta ou vivem estressadas devido ao receio da repetição de tais violências.

Realizei uma pesquisa exploratória juntamente com a colega Sylvanir Castro, na PUC-Rio, em 2002, para verificar as violências sofridas na infância e/ou adolescência e os seus reflexos na vida adulta com diversos grupos, dentre eles o de pessoas que vivenciam/vivenciaram a homossexualidade. Este foi um dos que mais relatou ter sofrido violências na infância e/ou adolescência.

As violências mais citadas foram as agressões verbais, discriminações e abusos sexuais e as demais: criação diferente da cultura/costumes do país ou lugar em que nasceu, opressão emocional e espiritual, presenciar cenas de violência, abandono, agressão física, negligência e exploração sexual.

Rosa Cukier, psiquiatra, psicanalista e psicodramatista, em seu livro “Sobrevivência Emocional”, São Paulo, Agora, 1998, em seus estudos sobre as dores da infância revividas no drama adulto, declara que:

“(...) quando uma criança percebe que um adulto está sendo injusto ou abusivo, sente raiva, mas nada pode fazer a não ser se submeter. Tal submissão forçada gera, por sua vez, sentimentos de vergonha, humilhação e inferioridade que jamais serão esquecidos, apesar de todos os esforços que fizer para negá-los, disfarçá-los e/ou modificá-los.
Nestes momentos de tensão a criança decide algo secreto, como se fosse uma espécie de juramento consigo mesma, e que consiste basicamente num pacto de vingança e ou resgate da dignidade perdida. Algo como: ‘Quando eu crescer e tiver o poder físico que os adultos têm, nunca mais vou permitir que façam isso comigo ou com as pessoas que amo’.
Em suma, por trás das dificuldades dos meus clientes adultos, comecei a perceber a existência quase que sistemática de uma criança com seus projetos de vingança e resgate da dignidade perdida, e que, exatamente pela perseverança do projeto infantil, acabava criando as dificuldades adultas atuais.” (CUKIER, 1998, p. 24)

É possível que as violências sofridas na infância e/ou adolescência tenha favorecido o desenvolvimento da homossexualidade de muitas pessoas. O comportamento homossexual na vida adulta também poderá ser uma forma de repetir os jogos sexuais vividos na infância. No que se refere ao abuso sexual, no Brasil, 165 crianças ou adolescentes sofrem abuso sexual por dia ou 7 a cada hora e 50% das vítimas se tornam abusadores. (ABRAPIA. Abuso Sexual: mitos e realidade. Coleção Garantia de Direitos – escola e comunidade. 4a. edição. Petrópolis, RJ : Editora Autores e& Agentes e& Associados, 2002, p.7)

Na pesquisa exploratória já citada acima, verificamos os sentimentos que as pessoas experimentaram com os abusos que sofreram. Quanto ao abuso sexual, o sentimento mais citado foi o prazer, seguido da vergonha, culpa, confusão e medo. Interessante que estes são os mesmos sentimentos que percebemos no cotidiano da maioria dos que vivenciam a homossexualidade.

Parte destas pessoas parecem procurar o afeto na relação com o mesmo gênero; outras, são impulsionadas pelo prazer que o “jogo” da relação homossexual proporciona. Este prazer que acompanha a vida de algumas, é possível que tenha se iniciado a partir dos abusos que sofreram na infância e/ou adolescência.

Há casos em que pessoas parecem ser movidas pelo sentimento de “liberdade” no intercurso sexual com os do mesmo sexo, onde também se sentem mais “compreendidas” e “aceitas”. Com o igual elas experimentam maior segurança, sabem o que fazer e acreditam que só com estes têm condições de sentir o prazer que desejam. Também há o mito de que estas “brincadeiras” só podem ser feitas entre o mesmo sexo - é como se houvesse alguma interdição quanto ao “brincar” com o sexo oposto.

Tal interdição parece semelhante à cultura masculina hétero antiga. Entendem que os homens não podem ter liberdade sexual com as mulheres que se casam só com as prostitutas. As mulheres devem ser tratadas como mãe/irmã e as que se mostram mais fogosas, sexualmente falando, são olhadas com desconfiança como se fossem prostitutas. No caso dos que vivenciam a homossexualidade masculina estas sensações são mais intensas levando-os a perceberem todas as mulheres como mães/irmãs e as que se mostram erotizadas na relação com eles podem gerar em muitos deles verdadeiro pavor. Tudo isto reforçado pelo sentimento de menos-valia e falta de ressonância interna de sensações que confirmem a sua masculinidade. Daí o fato de muitas pessoas que praticam a homossexualidade acharem que só vão poder experimentar o prazer e a liberdade na relação com o igual.

A homossexualidade parece fruto de um somatório de fatores, deixando muitas pessoas confusas e estas necessitam de uma rede de apoio, de um espaço relacional que favoreça a compreensão das mesmas. Todo este relato é para podermos entender melhor de que forma a influência neo-nazista/ativista gay atravessa o contexto individual.

A influência pró-gay e neo-nazista no contexto individual:

O Pr Víctor Orellana, em declarações às revistas Eclésia (Ed. Bompastor, ano 8, nº 86, 02/2003) e Época (Ed. Globo, nº 254, 31/03/2003) optou por sair da igreja Assembléia de Deus e montar a sua própria igreja gay-cristã, ou seja, aceitar a sua homossexualidade, após ter sido assediado pelo dirigente de sua igreja e pensou: “Por que eu me culpo a ponto de me anular, enquanto dentro da igreja há esse tipo de hipocrisia? (ÉPOCA, 2002, p.16)

No imaginário de muitas pessoas não há nada demais em abusar sexualmente de pessoas que vivem a homossexualidade ou que estão na prostituição. É possível que para muitas delas Víctor Orellana continuou sendo a pessoa que precisava mudar o comportamento, pois já era do conhecimento da sua comunidade (pelo menos do seu conselheiro abusador) a sua vivência homossexual, mas, possivelmente, quem abusou sexualmente dele continuou na igreja, sem qualquer arrependimento, como se não tivesse pecado.

As violências sofridas ao longo da vida trazem muitos reflexos negativos para a vida das pessoas em geral - nos que vivenciam a homossexualidade é comum a baixa auto-estima, ansiedade, depressão, comportamentos obssessivos-compulsivos e necessidade de auto-punição, devido a um forte sentimento de culpa que carregam. O sofrimento emocional acaba interferindo no físico, contribuindo para a baixa imunidade e vulnerabilidade à contração de doenças, infecções, inclusive a AIDS.

Além da fragilidade emocional e a física, também existe a espiritual, pois está sempre confrontando os seus sentimentos com os seus próprios valores. A vida de muitos gira em torno destes sentimentos e emoções onde empregam toda a sua energia em detrimento de outras áreas como estudo, trabalho e convívio social.

Os sentimentos advindos da influência pró-gay/neo-nazista são especialmente aflorados diante das situações de tensão. Muitos vão buscar alívio através da pornografia (revistas e internet), masturbação mútua, práticas sexuais com objetos e mais de uma pessoa, abuso de crianças e adolescentes. São comportamentos que acabam entrando num círculo vicioso: tensão-excitação-prazer-alívio; acrescenta-se, dependendo da pessoa: culpa- auto-punição.

Os espaços anônimos como cines pornôs e banheiros públicos, são muito procurados por aqueles que “estão” homos, onde praticam sexo oral e anal com pessoas desconhecidas, colocando em risco a sua própria vida, bem como a vida do próximo. Quando a pessoa é casada poderá levar enfermidades de todo o gênero para o cônjuge. É uma forma de auto/hétero extermínio – é o ativismo gay/neo-nazismo entrando no contexto individual – uma forma de dizer: “eu não tenho mais jeito / eu nasci assim / vou acabar comigo e com o outro.” Vivem o que chamo de “Complexo de Gabriela: Eu nasci assim, eu cresci assim”. A crença de que a homossexualidade faz parte da natureza é a raiz tanto do pensamento pró-gay quanto do neo-nazista.

Alguns adotam o uso do preservativo (camisinha), acreditando que seja confiável, porém diversos estudos apontam para o fato de que a camisinha não previne contra o vírus da Aids. Nem mesmo para impedir a gravidez é um método seguro. A verdade é que com ou sem a camisinha as pessoas colocam em risco as suas próprias vidas e a dos outros, tornando-se este um problema de saúde pública.

Vez por outra jornais e revistas noticiam: “Cinemas pornôs são reduto de sexo clandestino – salas viram palco de relações sexuais e freqüentadores são passíveis de detenção por prática de ato obsceno” (Jornal “O Globo”, 30/07/2000, RIO p.29) ; “Noites perigosas: o medo da aids diminui, a prevenção afrouxa e cresce a infecção entre os gays jovens” (= adolescentes e jovens) - Revista Veja, 25 de julho de 2001, p. 66. Estas notícias mostram que as pessoas são impulsionadas pela compulsão sexual – ausência de controle dos seus impulsos, fazendo com que coloquem em risco tanto a sua saúde física e emocional, quanto também a sua moral.

Nos EUA e Suíça as propagandas preventivas estão voltadas para a reeducação do povo e para a abstinência sexual, porém, no Brasil, ainda se bate na tecla de que com o povo brasileiro não dá para trabalhar a prevenção de forma educativa. O brasileiro é visto pelas autoridades como ignorante e a camisinha tem sido exaltada como a grande “salvadora” da população brasileira, um povo que se deixa exterminar, especialmente aqueles que vivenciam a homossexualidade.

Estes são como bodes expiatórios de seu contexto grupal e social. Por um lado a sociedade apóia os que vivenciam a homossexualidade tendo como pano de fundo os interesses políticos e econômicos. Por outro lado, as pessoas são tratadas como “o(a)” personagem da composição do Chico Buarque de Holanda: “Geni” – feita para apanhar, ser cuspida e considerada maldita.


Observações finais - O Fenômeno da Individuação – A Liberação Sexual

O mundo está sendo preparado para negar a importância da sexualidade heterossexual, conforme propósito do Criador e entrar na era da liberação sexual/individualização. O que importa é o máximo de prazer individual que cada pessoa pode obter, a auto-realização onde tudo pode, inclusive a homossexualidade, como vários pensadores e estudiosos dos movimentos sociais já têm denunciado.

Não é casual a união entre os movimentos feministas (que querem exterminar os homens heterossexuais do modelo patriarcal), os movimentos pró-gays e a revolução cientifica, como nos chama a atenção Jean Baudrillard (1999), em seu livro, A Ilusão Vital, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, publicado em 2001: “A primeira fase da liberação sexual envolve a dissociação da atividade sexual da procriação, (...). A segunda fase, na qual começamos a entrar agora, é a dissociação entre a reprodução e o sexo. Primeiro, o sexo foi liberado da reprodução; hoje é a reprodução que é liberada do sexo, por meio de modos de reprodução assexuais e biotecnológicos, tais como a inseminação artificial ou a clonagem total do corpo.” (BAUDRILLARD, 1999, p. 16)

Muitas pessoas entendem a homossexualidade como uma forma de se rebelar contra Deus. Baudrillard entende que a “A morte de Deus” representa mais do que a eliminação do princípio religioso como um princípio de organização social; ela corresponde à restrição de uso do universo simbólico ao tecnológico e ao mercadológico. Temos então a recriação do humano segundo a imagem e semelhança da máquina. Surge o transexual, o transeconômico, o trangênico e o transestético como representações pós-modernas do sujeito contemporâneo.” (BAUDRILLARD, J., Simulacros e Simulações (1991); Tela total (1997); A Transparência do Mal (1992), in NOLASCO, De Tarzan a Homer Simpson: banalização e violência masculina em sociedades contemporâneas ocidentais. Rio de Janeiro: Rocco, 2001, p. 115)

“E não vos conformeis com este mundo , mas transformai-vos ....”(Romanos 12:2)

Rozangela Alves Justino
(psicóloga CRP 05/4917)
rjustino@urbi.com.br ou
rozangelalvesjustino@ig.com.br
Agosto de 2003.

Comportamento da mídia em relação ao meu julgamento junto ao CFP


Jornais, Revistas e televisão em todo o Brasil noticiaram a minha condenação dada pelo Conselho Federal de Psicologia, no dia 31 de julho de 2009: CENSURA PÚBLICA.

Continuo sendo convidada para participar de programas de televisão diversos.


Embora a maioria dos jornais coloquem um título sensacionalista na matéria, além de associar as minhas práticas a "cura" e dizerem que "ofereço" e trato como "doença" a homossexualidade, todos estes termos não utilizados por mim, de forma geral noticiaram com seriedade a matéria.

Só se esqueceram de dizer que esta censura científica, de expressão e pensamento hoje, são para mim, mas, amanhã, até mesmo a imprensa poderá sofrer sanções se fizer algum pronunciamento contra o movimento ou filosofia homossexual, se os Projetos de Leis da Homofobia forem aprovados no Congresso Nacional. Várias instituições já vem sendo processadas por ativistas do movimento pró-homossexualismo, independente de Leis Federais aprovadas.

Contudo, a imprensa e os próprios ativistas do movimento pró-homossexualismo tem estado preocupados com a manifestação popular que tem sido extremamente positiva em relação a mim. Inúmeras mensagens solidárias tenho recebido, inclusive por parte de pessoas não religiosas. O povo está achando absurdo o controle exercido por determinados movimentos sociais sobre um Conselho Profissional e sociedade. A condenação para a maioria foi injusta e infundada.

Vejam o que o Correio Brasiliente publicou antes do julgamento:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/07/31/brasil,i=131033/PSICOLOGA+QUE+DIZ+RESGATAR+A+HETEROSSEXUALIDADE+DE+PACIENTES+SERA+JULGADA+HOJE+NO+CFP.shtml

E depois do julgamento:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/08/01/brasil,i=131312/PSICOLOGA+QUE+DIZ+QUE+CURA+GAYS+SOFRE+CENSURA+PUBLICA.shtml

O áudio que postaram no site, imediatamente, quando do resultado do julgamento - vejam o que falei:


http://www.correiobraziliense.com.br/page/215/podcast.shtml#video_20854



A Revista Veja, desta semana, também produziu uma matéria. A jornalista colheu mais material do que postou e apresentou parcialmente os motivos de eu estar colocando peruca, óculos e mordaça, além da camiseta:

1) Denunciar o cerceamento científico, de pensamento e expressão;

2) Não é o meu rosto que deve aparecer, pois sou protagonista de um drama social: de psicólogos e milhares de apoiadores no Brasil que desenvolvem um trabalho clandestino, como se estivessem fazendo algo muito errado: apoiar pessoas que espontaneamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo;

3) Qualquer paciente meu poderia passar por pessoas com transtornos na área sexual, o que não é verdade, pois a maioria apresenta transtornos afetivos e comportamentais diversos;

4) Denunciar a hostilidade por parte do movimento pró-homossexualismo em relação a minha pessoa;

O que ela colocou além do acima foi sua interpretação e não corresponde a verdade e nem a minha fala.

Ao ser chamada a atenção por parte dela, após ter relatado as semelhanças do movimento politicamente organizado pró-homossexualismo com o nazismo, ela me perguntou se eu não teria receio da reação dos ativistas e eu disse que se ela achava que isto iria me prejudicar não deveria colocar esta parte da entrevista, pois a própria revista também poderia ser prejudicada por estar divulgando tal fato na matéria - esta frase final ela não colocou e foi a que deu mais destaque, embora tenhamos falado muito pouco sobre o assunto, mas tudo está nas mãos de DEUS!

VEJA a matéria:
































Tuesday, August 04, 2009

JESUS DISSE: "Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo" (Jo 12:47)

Carta de Dom Claudio Hummes aos presbíteros

em 03/08/2009 10:45:00

Jesus disse: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47).

Caros Presbíteros,

A atual cultura ocidental dominante, sempre mais difundida em todo o mundo, através da mídia global e da mobilidade humana, também nos países de outras culturas, apresenta novos desafios, não pouco empenhativos, para a evangelização. Trata-se de uma cultura marcada profundamente por um relativismo que recusa toda afirmação de uma verdade absoluta e transcendente e, em consequência, arruina também os fundamentos da moral e se fecha à religião. Dessa forma, perde-se a paixão pela verdade, relegada a uma “paixão inútil”. Jesus Cristo, no entanto, apresenta-se como a Verdade, o Logos universal, a Razão que ilumina e explica tudo o que existe. O relativismo, ademais, vem acompanhado de um subjetivismo individualista, que põe no centro de tudo o próprio ego. Por fim, chega-se ao niilismo, segundo o qual não há nada nem ninguém pelo qual vale a pena investir a própria inteira vida e, portanto, a vida humana carece de um verdadeiro sentido. Todavia, é preciso reconhecer que a atual cultura dominante, pós-moderna, traz consigo um grande e verdadeiro progresso científico e tecnológico, que fascina o ser humano, principalmente os jovens. O uso deste progresso, infelizmente, não tem sempre como escopo principal o bem do homem e de todos os homens. Falta-lhe um humanismo integral, capaz de dar-lhe seu verdadeiro sentido e finalidade. Poderíamos referir-nos ainda a outros aspectos dessa cultura: consumismo, libertinagem, cultura do espetáculo e do corpo. Não se pode, porém, não frisar que tudo isso produz um laicismo, que não quer a religião, faz de tudo para enfraquecê-la ou, ao menos, relegá-la à vida particular das pessoas.

Essa cultura produz uma descristianização, por demais visível, na maioria dos países cristãos, especialmente no Ocidente. O número das vocações sacerdotais caiu. Diminuiu também o número dos presbíteros, seja pela falta de vocações seja pelo influxo do ambiente cultural em que vivem. Tais circunstâncias poderiam conduzir-nos à tentação de um pessimismo desencorajante, que condena o mundo atual, e induzir-nos à retirada para a defensiva, nas trincheiras da resistência.

Jesus Cristo, ao invés, afirma: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47). Não podemos nem desencorajar-nos nem ter medo da sociedade atual nem simplesmente condená-la. É preciso salvá-la! Cada cultura humana, também a atual, pode ser evangelizada. Em cada cultura há “sementes do Verbo”, como aberturas para o Evangelho. Certamente, também na nossa atual cultura. Sem dúvida, também os assim chamados “pós-cristãos” poderiam ser tocados e reabrir-se, caso fossem levados a um verdadeiro encontro pessoal e comunitário com a pessoa de Jesus Cristo vivo. Em tal encontro, cada pessoa humana de boa vontade pode, por Ele, ser alcançada. Ele ama a todos e bate à porta de todos, porque quer salvar a todos, sem exceção. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida, para todos. É o único mediador entre Deus e os homens.

Caríssimos Presbíteros, nós, pastores, nos tempos de hoje, somos chamados com urgência à missão, seja “ad gentes”, seja nas regiões dos países cristãos, onde tantos batizados afastaram-se da partecipação em nossas comunidades ou, até mesmo, perderam a fé. Não podemos ter medo nem permanecer quietos em casa. O Senhor disse a seus discípulos: “Por que tendes medo, homens fracos na fé?” (Mt 8, 26). “Não se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candieiro, para que ilumine a todos os que estão na casa” (5,15). “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,20).

Não lançaremos a semente da Palavra de Deus apenas da janela de nossa casa paroquial, mas sairemos ao campo aberto da nossa sociedade, a começar pelos pobres, para chegar também a todas as camadas e instituições sociais. Iremos visitar as famílias, todas as pessoas, principalmente os batizados que se afastaram. Nosso povo quer sentir a proximidade da sua Igreja. Faremo-lo, indo à nossa sociedade com alegria e entusiasmo, certos da presença do Senhor conosco na missão e certos de que Ele baterá à porta dos corações aos quais O anunciarmos.

Cardeal Cláudio Hummes
Arcebispo Emérito de São Paulo
Prefeito da Congregação para o Clero

Sunday, August 02, 2009

BISPO ANGLICANO HIPOTECA SOLIDARIEDADE À PSICÓLOGA

Notícia Nacional
Bispo Anglicano Hipoteca Solidariedade à Psicóloga
Punida pelos Heterofóbicos

Diante da punição imposta pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) à psicóloga cristã Rozangela Justino, por seu apoio terapêutico a pessoas de comportamento homossexual insatisfeitas e que buscam reversão à heterossexualidade, o Bispo Anglicano da Diocese do Recife, Revmo. Robinson Cavalcanti, expressou o seu mais veemente protesto por esse ato de perseguição heterofóbico do CFP, e a sua mais profunda solidariedade à psicóloga Rozangela Justino, encorajando-a a prosseguir o seu trabalho profissional.

“Trata-se de um conflito político e ideológico, e não científico. O homossexualismo é uma doença espiritual, um distúrbio emocional e uma perversão moral em sua prática. Apoiar pastoralmente a conversão e a santidade, e apoiar psicoterapeuticamente aos quebrantados são expressões de amor ao ser humano que busca superar as suas limitações e buscar a realização desenhada pelo Criador”, afirmou Dom Robinson Cavalcanti.

A Diocese do Recife, hoje sob autoridade primacial da Igreja Anglicana no Cone Sul da América, apóia a Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth, 1998, sobre Sexualidade Humana da Comunhão Anglicana.

Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação SocialSecretaria EpiscopalDiocese do Recife - Comunhão AnglicanaEscritório Maceió - AL(das 8h às 13h)Visite nossa página: www.dar.org.br"O que semeamos em nossas mentes, colhemos em nossas ações" (Rev. John Stott)

Opinião: Cassação Rozangela Justino

Opinião: Cassação Rozangela Justino

Por Julio César
Psicólogo e mestrando em Ciências da Religião
(CRP 06/80058)

No próximo dia 31 de julho o Conselho Federal de Psicologia julgará o pedido de cassação do registro profissional da psicóloga Rozângela Justino. O motivo é que ela oferece serviço de terapia para gays e lésbicas que queiram mudar a orientação ou as práticas homossexuais. Segundo resolução do Conselho feita há 10 anos, a homossexualidade não é uma doença, nem distúrbio, nem perversão, por isso é proibido ao psicólogo tratá-la como uma anomalia. O curioso é que o código de ética dos psicólogos veda também ao profissional induzir o paciente a agir contra os seus valores morais, a discriminá-lo por suas crenças religiosas, muitas das quais qualificam a orientação ou prática homossexuais como pecado ou perversão.

Pensemos um pouco. Um homossexual bem resolvido na sua homossexualidade, satisfeito e que não que não se sente inferiorizado como sua orientação, procuraria os serviços de Rozângela? Creio que não, a não ser se por intenções de desqualificá-la ou de incriminá-la.

Um homossexual liberto de seus traumas e de seus complexos de inferioridade, que vive com alegria sua homossexualidade, ficaria perturbado, abalado e ameaçado na sua liberdade, com o testemunho de alguém que diz que deixou de ser gay, lésbica ou travesti? Creio que não, porque seguro de sua homossexualidade, mesmo que exista a possibilidade de se tornar heterossexual ele não quer mudar sua orientação. Olha para aquele que quer mudar e diz “se você quer isso para sua vida, vá em frente, busque aquilo que você acha que vai te fazer feliz”.

Desqualificar a possível eficácia da terapia oferecida por Rozângela pelos numerosos casos de ex-ex-gays, de gente que tentou, com muita força e disposição, e não conseguiu, e de gente que até aprendeu a desempenhar papéis heterossexuais em público e na família, mas que clandestinamente vive sua homossexualidade, é algo relativamente complicado. Por essa linha de raciocínio teríamos também que desqualificar as terapias para dependentes químicos, detentos e pacientes psiquiátricos, pelos fartos casos de abandono do tratamento, recaída quando não de pioramento.

Outro problema é estaríamos pondo em xeque a autenticidade dos depoimentos das pessoas que se dizem ter saído da homossexualidade. Deveríamos pensar que elas sofreram lavagem cerebral ou que estão mentindo? Mas ao conferir descrédito ao relato dessas pessoas o psicólogo não estaria agindo com preconceito, violentando emocionalmente o paciente e, assim, violando a ética e o espírito da ciência que é livre e aberto a novas possibilidades?

Um caso curioso é o do psiquiatra estadunidense Robert Spitzer, da Universidade de Columbia, Nova York. Em 1973 ele foi aplaudido pelo movimento glst por ter se posto na linha de frente da Associação Psiquiátrica Americana pela retirada da homossexualidade da lista de transtornos psiquiátricos. Passaram-se 18 anos e ele, após 247 entrevistas com pessoas que passaram por algum tipo de tratamento de reorientação sexual, chegou à conclusão de que com muita vontade e ajuda terapêutica é possível um homossexual virar heterossexual. E foi além, afirmou que o homossexual que livre e espontaneamente queira mudar sua orientação deve receber ajuda especializada. “A medicina não trata apenas de doenças”, disse ele.

Rozângela pensa semelhante. Ela também diz que é possível – não inevitável – a mudança, que depende da vontade do paciente. Críticas a parte, o que não é possível dizer é que as crenças dela não têm paralelo e respaldo na ciência.

Se duas das marcas da ciência são a pluralidade e a mutabilidade do conhecimento, por que o Conselho de Psicologia dogmatiza ao decretar que os psicólogos diante dos homossexuais mal-resolvidos podem de duas uma, ou ajuda eles a se resolverem na sua homossexualidade ou a se resignarem como tais? Seria só para não fomentar ainda mais a discriminação aos homossexuais e não por que o Conselho estaria de joelho à plataforma glst? Se sim, seria então justo que a Psicologia mesmo sendo possível, privasse os homossexuais que querem ser heteros de receber ajuda e indiretamente dizer para eles que a única ajuda que ela pode dar é ajudá-los a se aceitarem? Uma postura desse tipo não põe em xeque a credibilidade da Psicologia?

Espero que o Conselho aja com bom senso, não movido por ideologismo, por patologias políticas-partidárias, e garanta a liberdade científica e profissional de Rozângela, levando em consideração também o testemunho das pessoas que foram beneficiadas pelos serviços prestados por ela. Agora, se ela for cassada, nada a impedirá de continuar prestando serviço de apoio terapêutico, não somente porque a Psicologia não tem o monopólio, nem a paternidade, da terapêutica da alma, mas também porque creio que os homossexuais que querem mudança não vão deixar de buscar serviços do gênero. Quem deixar de procurar será pela descrença ou pela ineficácia do seu caso, não porque a Psicologia desacreditou.

Assim penso eu, para quem a liberdade e a moralidade autêntica não é coletiva, mas só é possível no exercício da consciência individual.

Friday, July 31, 2009

COntinuarei exercendo a minha profissão

Amados amigos e irmãos, agradeço a Deus pela vida de todos vocês que oraram e torceram por mim, por nós todos!

O CFP manteve a decisão do CRP-RJ condenando-me a censura pública. Isto significa que eles declararam que eu faço algo muito errado: apoiar pessoas que volutariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo. No entanto, isto não me impede de exercer a profissão e muito menos as pessoas de procurarem apoio de qualquer profissional.

Os ativistas do movimento pró-homossexualismo continuarão me perseguindo para me impedir de exercer a profissão. Respondi na quarta-feira a mais um processo junto ao CRP-RJ. Por esta razão, precisamos manter o abaixo-assinado.

Estarei escrevendo uma mensagem mais detalhada durante a semana.
Paz e todo o bem.
Rozangela
Ainda nos encontramos na sala de espera do CFP e estou me sentindo muito bem acompanhada pessoal e tecnicamente por divesos advogados, e pelo pastor Rodrigo da igreja Bola de Neve-DF, além da Assessoria do Deputado Paes de Lira.

Deus colocou diversos advogados e amigos ao meu redor. Milhares de pessoas em todo o Brasil oram por mim e em tudo vejo a mão de DEUS.

Embora o site da ABRACEH esteja fora do ar porque milhares de pessoas entraram para participar do abaixo-assinado as pessoas continuam enviado seus nomes, profissão e número do documento. Não sabemos qual será o desdobramento disso, razão pela qual os advogados me disseram que o abaixo-assinado deve contiuar.

Continuamos aguardando e enviaremos mais notícias.
Paz e todo o bem.
Rozangela

Thursday, July 30, 2009

MANIFESTO DO POVO QUE AMA A DEUS

Prezados amigos e irmãos, é grande a expectativa para amanhã, mas sinto-me fortalecida devido ao amplo apoio que venho recebendo! Já são mais de 2 mil assinaturas no abaixo-assinado, e continuamos a receber envelopes e mais envelopes via correio terrestre. O site da ABRACEH saiu temporariamente do ar devido às inúmeras visitas para a participação no abaixo-assinado e estamos trabalhando para que retorne ao seu funcionamento normal.

Se você deseja participar do abaixo-assinado envie o seu nome, profissão e o número de um dos documentos diretamente para o e-mail de Rozangela Justino: rjustino@urbi.com.br e rozangelajustino@abraceh.org.br

Fui informada que o abaixo-assinado permanece firme nos endereços:

http://spreadsheets.google.com/embeddedform?key=tBTFmT6YkYzkSughOUgCBYA

ou

http://www.google.com.br/search?q=cache:oeRbpyhELXsJ:www.abraceh.org.br/v2/links/abaixo-assinado.php


Dei uma entrevista na SBT e deverá ir ao ar amanhã - eles ficaram de sombrear o meu rosto, daí eu ter autorizado a publicação. Não sei em que horário, mas deverá aparecer em um dos jornais durante o dia. A mídia irá fazer a cobertura completa durante o julgamento. Acompanhem e me enviem informações.

Amanhã os ativistas do movimento pró-homossexualismo prometeram estar em frente ao CFP, mas nós não iremos fazer qualquer manifesto. Os manifestos em todo o Brasil e até mesmo por parte de irmãos do exterior serão através das orações a Deus. Peço que não orem somente por mim, mas para Deus manifestar o seu poder diante dos próprios ativistas para que eles conheçam a Sua soberania.

E vamos aguardar a palavra final que é dELE, pois além dEle não há DEUS!
Paz e todo o bem.
Rozangela

Saturday, July 25, 2009

AS ADESÕES AO ABAIXO-ASSINADO SÃO CONSTANTES

Desde o dia em que foi divulgado o abaixo-assinado em apoio a Rozangela Justino, não param de chegar e-mails solidários, telefonemas de pessoas amigas e muitos declarando que as suas igrejas tomaram a iniciativa de veicular o abaixo-assinado em suas reuniões!

Diversos psicólogos, médicos, psiquiatras, advogados, donas de casa, pastores e diversos outros profissionais têm participado do abaixo assinado que se encontra on line no site da ABRACEH: www.abraceh.org.br - embaixo do menu do lado esquerdo do site.

Se você deseja veiculá-lo em sua instituição copie o enunciado e reproduza-o. Envie o máximo de páginas, o mais rápido possível para a CAIXA POSTAL 106.075 – Niterói – RJ CEP 24.230-970

ABAIXO-ASSINADO

Considerando os termos dos Arts. 3º, IV; 4º, II; e 5º, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XIII, XIV, XV, XVI, XVII, XVIII da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, que nos assegura o direito de:
a) PENSAR (liberdade de consciência);
b) EXPOR NOSSAS IDÉIAS (liberdade de expressão, intelectual e científica);
c) ASSOCIAR PARA APOIAR OS QUE QUEREM SER APOIADOS (liberdade de atuar e/ou fornecer informações à sociedade).

É que abaixo assinamos em apoio à psicóloga Rozangela Alves Justino, CRP 05/4917, para que continue a incluir em seu atendimento profissional, também as pessoas que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo e a realizar trabalhos preventivos, de forma a garantir este direito humano e constitucional. A psicóloga Rozangela Alves Justino prometeu e vem cumprindo o seu juramento quando da colação de grau que por meio do seu exercício profissional contribuiria para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão na direção das demandas da sociedade, promovendo saúde e qualidade de vida a cada sujeito e a todos os cidadãos e instituições cumprindo todos os princípios fundamentais e artigos que envolvem a sua responsabilidade segundo o seu Código de Ética Profissional.
NOME - PROFISSÃO - DOCUMENTO

Crie quantas linhas couberem numa folha. No Word em forma de paisagem cabem 25 assinaturas.

No mais, só nos resta pedir a Deus para fazer a parte que não está ao nosso alcance, pois dELE vem a palavra final!