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26.10.11

Os Evangélicos e a Revolução Moral Gay

 
Albert Mohler Jr.

Dr. Albert Mohler é o presidente do Southern Baptist Theological Seminary, pertencente à Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos; é pastor, professor, teólogo, autor e conferencista internacional, reconhecido pela revista Times como um dos principais líderes entre o povo evangélico norte-americano. É casado com Mary e tem dois filhos, Katie e Christopher.

A igreja cristã tem enfrentado muitos desafios na sua história de 2000 anos. Mas agora está enfrentando um desafio que  sacode seus alicerces: o homossexualismo.

Para muitos observadores, isso parece estranho e até mesmo trágico. Por que os cristãos não podem simplesmente unir-se à revolução?

E não se enganem, é uma revolução moral. Como o filósofo Kwame Anthony Appiah da Universidade de Princeton demonstrou em seu recente livro, "The Honor Code" (O Código de Honra), as revoluções morais geralmente permanecem por longos períodos. Mas isso é difícil de acontecer com o que temos testemunhado na questão do homossexualismo.

Em menos de uma simples geração, o homossexualismo passou de uma coisa que era quase universalmente entendida como pecado, para outra  que está sendo declarada equivalente à moral da heterossexualidade — e merece tanto a proteção legal quanto o encorajamento público. Theo Hobson, um teólogo britânico, argumenta que isto não é exatamente o enfraquecimento de um tabu. Pelo contrário, é uma inversão moral que acusa aqueles que defendem a antiga moralidade de nada menos que "deficiência moral".

As igrejas e denominações liberais facilmente escaparam dessa situação desagradável. Simplesmente se acomodaram à nova realidade moral. Agora o padrão está estabelecido. Essas igrejas discutem o assunto com os conservadores argumentando que mantêm a antiga moral e os liberais defendendo que a igreja deve se adaptar ao que é novo. Finalmente, os liberais ganharam e os conservadores perderam. A seguir, a denominação consagra abertamente os candidatos gays ou decide abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Esse é um caminho pelo qual os cristãos evangélicos comprometidos com toda a autoridade da Bíblia não podem tomar. Uma vez que cremos que a Bíblia é a palavra de Deus revelada, não podemos nos acomodar com essa nova moralidade. Não podemos fazer de conta que não sabemos o que a Bíblia ensina explicitamente, que todos os atos homossexuais constituem pecado, o que acontece em todo o comportamento sexual humano fora da aliança do casamento. Cremos que Deus revelou um padrão para a sexualidade humana que além de apontar para o caminho da santidade, também indica a verdadeira felicidade.

Portanto não podemos aceitar os sedutores argumentos que as igrejas liberais adotaram tão rapidamente. O fato de que o casamento entre pessoas do mesmo sexo agora é uma realidade legal em diversos estados significa que devemos futuramente estipular que seguimos as Escrituras para definir o casamento como a união de um homem e uma mulher — e nada mais.

Fazemos isso sabedores de que antes, em nossa sociedade, muitos  partilhavam das mesmas pressuposições morais, mas agora um novo mundo está surgindo rapidamente. Não precisamos ler  as pesquisas e as avaliações, tudo o que temos de fazer é conversar com os nossos vizinhos ou assistir a entrevistas culturais.
Nesta situação cultural muito desagradável, os evangélicos devem se declarar dolorosamente explícitos de que não falamos sobre o pecado da homossexualidade como se nós não tivéssemos pecado. Na verdade, é exatamente porque nos reconhecemos pecadores e sabemos da necessidade de um salvador é que viemos a crer em Jesus Cristo. Nosso maior temor não é que a homossexualidade seja normatizada e aceita, mas que os homossexuais não reconheçam sua própria necessidade de Cristo e do perdão dos seus pecados.

Esta não é uma preocupação que seja facilmente expressa aos poucos. É no que verdadeiramente acreditamos.

Ficou abundantemente esclarecido que os evangélicos falharam de tantas maneiras na solução deste desafio. Temos com freqüência falado sobre a homossexualidade de maneira crua e simplista. Falhamos em reconhecer que a sexualidade define claramente que somos seres humanos. Falhamos em reconhecer o desafio da homossexualidade como questão evangélica. Somos aqueles, afinal, que supomos saber que o Evangelho de Jesus Cristo é o único remédio para o pecado, a começar do nosso próprio.

Minha esperança é que os evangélicos estejam agora prontos para assumir este desafio de uma maneira nova e significativa. Realmente não temos escolha, pois estamos falando de nossos próprios irmãos e irmãs, nossos próprios amigos e vizinhos, ou talvez os jovens nos bancos ao lado.

Não podemos escapar do fato de que estamos vivendo no meio de uma revolução moral. Entretanto, não é apenas o mundo que nos rodeia que está sendo testado, mas também a igreja cristã. Precisamos descobrir quanto cremos no Evangelho que tão impetuosamente pregamos.

Traduzido por: Yolanda Mirdsa Krievin
Copyright:
© R. Albert Mohler Jr.
©2011 Editora Fiel
Traduzido do original em inglês: Evangelicals and the Gay moral Revolution. Publicado originalmente no site: http://www.albertmohler.com/

Eliezer Barbosa
"Ecclesia semper reformanda est"

Desabafo do Psicólogo Gilberto Lúcio da Silva contra a prepotência do Conselho Federal de Psicologia.


Os profissionais estão começando a despertar!

"O Estado brasileiro é laico e democrático, mas não é ateu. As soluções de promoção de saúde, recuperação e ressocialização do usuário de álcool e outras drogas que fazem uso da dimensão espiritual têm legitimidade em um meio social onde a religiosidade é uma forma de estar e viver no mundo. A espiritualidade, religiosa ou não, salva vidas. Não se trata em absoluto de imposição de crença, mas de oportunizar o que faz sim sentido, e muito, para milhares de pessoas que conseguiram reorganizar sua vida sem o abuso e a dependência de drogas. Em nome de que materialismo o CFP generaliza como sendo uma “imposição” todas as práticas que manejam com maestria a potencialidade de recuperação do bom uso da dimensão espiritual? Quem elegeu o CFP como fiscal da moral e da religiosidade da população brasileira, para que venha agora, do alto da sua “ciência” fazer proselitismo ideológico anti-religioso?"
Leia a íntegra do documento abaixo:

Qual a política por trás das 13 (des)razões do Conselho Federal de Psicologia ao alegar defender a inclusão social de usuários de crack, álcool e outras drogas? Gilberto Lucio da Silva1 1 Analista Ministerial em Psicologia. Ministério Público de Pernambuco.

 
1.
Optando por elencar exatos 13 pontos para sua argumentação (Por que não 14?), o CFP alega defender o Sistema Único de Saúde (SUS), e considera o conjunto das precariedades existentes como um dos maiores patrimônios nacionais. Embora inicialmente pensado como construção coletiva para cuidar da saúde da população brasileira, o que de fato se verifica no SUS que temos é a inadequação de equipamentos na maioria dos contextos que exigem atenção à saúde mental. Talvez fizesse bem aos conselheiros gastar parte dos recursos da categoria profissional inspecionando a rede (em muitos casos, evidentemente sucateada) que hipoteticamente deveria garantir ações de promoção, prevenção e tratamento de saúde, inclusive, mas não apenas, para a política de atenção aos agravos relacionados ao álcool e outras drogas. Hostilizar a rede de saúde privada, esperando que a população aguarde pelas benesses estatais que de fato nunca vêm, é discurso já bem representado por outras entidades na vida política do país.

2.
Estranhamente, ao alegar defender os princípios e diretrizes do SUS, o CFP prefere destacar apenas o princípio organizativo da Participação, do qual apresenta uma nova interpretação. Na versão do CFP este princípio garante o direito do usuário de ser esclarecido sobre a sua saúde, de intervir em seu próprio tratamento e de ser considerado em suas necessidades, em função de sua subjetividade, crenças, valores, contexto e preferências. Isto é uma inovação, pois o princípio é especificamente voltado a garantir o exercício do controle social. Sobretudo, cabe questionar como priorizar aquele princípio em face dos princípios doutrinários da Universalidade de Acesso – a possibilidade de atenção a saúde de todos os brasileiros, conforme a necessidade, da Integralidade de Assistência – o direito ao atendimento em qualquer situação de risco ou agravo, e da Eqüidade – que nos lembra que o que determina o tipo e a prioridade para o atendimento é a necessidade das pessoas e o grau de complexidade da doença ou agravo. Mais ainda, o que dizer de outro princípio organizativo esquecido, o da Resolutividade, que diz da capacidade de dar uma solução aos problemas do usuário do serviço de saúde de forma adequada, no local mais próximo de sua residência ou encaminhando-o aonde suas necessidades possam ser atendidas conforme o nível de complexidade? Por que, afinal, um princípio é considerado pelo CFP como sendo superior (em seus termos: "especial") diante dos demais? Esperar que a participação esclarecida do usuário – algo diverso do conceito de participação previsto no SUS – determinasse a intervenção em saúde é tentar priorizar a isenção em princípio, deixando a carga da decisão e a responsabilidade pelo resultado para o paciente. Alega-se defender a subjetividade para evitar tomar posição ética diante de crenças, valores, contextos e preferências que seduzem e reduzem o homem a condições subumanas de existência.

3.
A propalada defesa, continuidade e avanço – para onde ninguém sabe – do processo de Reforma Psiquiátrica Antimanicomial em curso no Brasil, busca se ancorar na Lei nº 10.216/2001. Mas esta mesma Lei prevê, em seu Artigo 2º - Direitos da pessoa portadora de transtorno mental, o Direito a ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades; E em seu Artigo 4º, especifica: a internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem ineficientes. Por sua vez, a internação psiquiátrica, prevista no artigo 6º, somente será realizada mediante laudo médico, sendo caracterizada como Voluntária, Involuntária e Compulsória. Ou seja, a própria Lei nº 10.216/2001, (mal)utilizada como ponta de lança da desassistência dos agravos que demandam internação, é claríssima na previsão de opções para casos em que o tal "modelo substitutivo" não atende a necessidade do paciente. Apenas um viés inexplicável sob a ótica da ciência e da ética profissional pode justificar a restritíssima interpretação que o CFP reiteradamente faz do texto legal. Violar direitos é impedir que, no leque de oportunidades de tratamento disponível para o usuário do sistema público de saúde, exista a possibilidade de aliar (1) o afastamento temporário do ambiente favorável à manutenção do problema com (2) a intervenção intensiva e qualificada para produzir mudanças no comportamento, nos valores e crenças do indivíduo dependente de drogas.

4.
O Estado brasileiro é laico e democrático, mas não é ateu. As soluções de promoção de saúde, recuperação e ressocialização do usuário de álcool e outras drogas que fazem uso da dimensão espiritual têm legitimidade em um meio social onde a religiosidade é uma forma de estar e viver no mundo. A espiritualidade, religiosa ou não, salva vidas. Não se trata em absoluto de imposição de crença, mas de oportunizar o que faz sim sentido, e muito, para milhares de pessoas que conseguiram reorganizar sua vida sem o abuso e a dependência de drogas. Em nome de que materialismo o CFP generaliza como sendo uma "imposição" todas as práticas que manejam com maestria a potencialidade de recuperação do bom uso da dimensão espiritual? Quem elegeu o CFP como fiscal da moral e da religiosidade da população brasileira, para que venha agora, do alto da sua "ciência" fazer proselitismo ideológico anti-religioso?

5.
 
A idéia de liberdade implícita no discurso do CFP desconsidera a situação de desassistência brutal que vive a população em situação de rua neste país. Os mui falados "serviços substitutivos" dificilmente atendem em horário integral, deixando os pacientes sem apoio e sem guarida no período noturno e nos finais de semana. Cuidar em liberdade é apenas uma frase bonita e conveniente para tentar apagar a hipocrisia e o descaso para com os mais pobres, cujo isolamento e invisibilidade continuarão longe das políticas megalomaníacas do Planalto Central. Internação involuntária e compulsória no Brasil vai continuar existindo, mas somente para quem pode pagar.
6.
As cenas explícitas de uso de drogas, cracolândias, passeatas e festas públicas movidas a álcool e drogas ilícitas, incomodam a população em geral, mas atingem especialmente famílias, suas crianças e adolescentes, indivíduos em formação expostos não apenas a facilidade de acesso ao consumo, mas aos modelos de comportamento que uma pequena parte da sociedade valoriza e deseja ampliar. Ao invés de trabalhar em prol de mensagens claras de prevenção para todos os grupos vulneráveis, e se posicionar contra as parcerias entre as indústrias de drogas lícitas, como o álcool e o tabaco, e órgãos de governo em todas as esferas, o CFP prefere reforçar o mito de que lazer e cultura vão automaticamente, como que por mágica, desfazer o vínculo do usuário de álcool e crack com a subcultura do consumo da droga.

7.
A mística inclui a citação, é claro, dos pólos de exportação dos projetos-piloto em Redução de Danos, Consultórios de Rua, e outros experimentos teórico-práticos sem nenhuma comprovação sistemática de efetividade. A realidade de Recife (PE) é exemplo cabal do despreparo desta política, cuja "rede diversificada de serviços substitutivos" não assegura sequer atenção efetiva, quanto mais cidadania, para a maioria dos usuários e suas famílias que buscam sem sucesso uma atenção adequada em um dos poucos Capsad em funcionamento na capital do estado de Pernambuco. Uma simples visita de inspeção do CFP a um dos equipamentos existentes poderá constatar: insuficiência de pessoal qualificado, unidades com problemas estruturais, ausência de serviços em número suficiente para todos os públicos, em especial mulheres, adolescentes e crianças, ausência de adesão e resolutividade nas práticas adotadas. A sustentação radical desta política – por pura cegueira ideológica – tem gerado uma grande procura por comunidades terapêuticas em todo o Estado. E se, por enquanto, o Estado não está financiando o tratamento ofertado, a pressão pública de fato, não a de ideólogos de plantão, é que vai determinar a mudança de postura.

8.
Quem usa drogas não deve ser NUNCA vizinho, pai, mãe, filho, filha, irmão, irmã, amigo, amiga, parente de alguém, próximo de um membro do CFP. Se tivessem proximidade com a realidade e não com os seus discursos de manual, conheceriam o que qualquer familiar de usuário de drogas já sabe: Em sua busca da próxima dose o usuário pode ser perigoso para si ou para o outro, que tende a contrapor com força redobrada e desatenta ao vínculo emocional que com ele mantém. Ao contexto de urgência vivido pelas famílias, o CFP opina por uma "prévia reflexão necessária", injustificável e ilegítima para conter a violência vivida pelas pessoas que mantêm relações de afeto com usuários dependentes, estas sim, exiladas de toda esperança endereçada a certos conselheiros das políticas públicas.

9.
Talvez fruto de uma visão romantizada pela razão entorpecida, temos novamente de ler o "papo cabeça" de que a "humanidade sempre usou drogas em cerimônias, festas, ritos, passagens e em contextos limitados". A frase é mera colagem de exemplos, que muito a propósito separa indevidamente em dois momentos o que é um conceito antropológico. Não existem "ritos" e "passagens", mas sim "ritos de passagem", conforme formulação de Arnold Van Gennep em sua obra já clássica. Até que o CFP avançou um pouco no seu discurso, deste a divulgação de sua lista de "palavras de ordem", intitulada "Justiça Terapêutica: tratamento não pode ser punição", no início da década passada. Ao menos já considera que o uso sempre ocorreu em contextos limitados. Faltou dizer que eram contextos limitados pelo sagrado, onde o elemento "droga" compunha um conjunto de significados para propiciar uma espécie de costura entre posições e domínios, ordenando contradições e propiciando a passagem ritualizada de uma posição social para outra mais elevada. Mas isto exigiria que se fizesse a leitura prévia da obra "Os Ritos de Passagem", ou de "O Feiticeiro e sua Magia", de Claude Lévi-Strauss, e, sobretudo reconhecer a importância da dimensão espiritual nestes rituais. Para os conselheiros, entretanto, a "sociedade precisa se indagar sobre o significado do consumo que o mundo contemporâneo experimenta e tanto valoriza, buscando entender o uso abusivo de drogas nos dias de hoje e as respostas que tem dado ao mesmo". Mas enquanto esta "sociedade" desejada pelo CFP espera e se indaga sobre o "mundo que experimenta e valoriza" o uso de drogas, outras "sociedades" tentam fazer uma passagem menos dolorosa da infância para a vida adulta, sem valorizar indevidamente o uso de drogas no conjunto da obra.

10.
Em outra de suas generalizações, o CFP escreve que "as sociedades convivem com muitas drogas, lícitas ou ilícitas". Mas faltou especificar exatamente como se dá esta hipotética "convivência" em casos de dependência química ou psíquica que rompem o vínculo social estruturante, colaborando para situações de violência e abuso. Até concordo que as pessoas que usam drogas de forma prejudicial precisam de ajuda, apoio e respeito, mas é óbvio que isto só pode se feito com eficácia, resolutividade e adequação da proposta terapêutica ao padrão de uso. As redes públicas de atenção idealizadas nos gabinetes não garantem para o usuário de álcool e crack nem cidadania nem liberdade. O sonho dourado das ações de redução de danos deixa o cidadão totalmente entregue as suas escolhas impulsionadas pela dependência e, onde se estabelecem laços de solidariedade, estes têm compromisso com a manutenção do problema e não com a sua superação.

11.
Pegando carona nos achados ainda inconclusos de pesquisa nacional em andamento, o CFP reduz a realidade de sofrimento de usuários e familiares a uma mera leitura do fenômeno do uso abusivo de drogas, e nos apresenta como contraposição exatamente uma... leitura, toda sua, de que o aumento expressivo do consumo de crack no Brasil é fruto de uma mera "reação social que instaura o medo e autoriza a violência e a arbitrariedade". A par da "reação" da sociedade que padece dos problemas originados pela ampliação do consumo, e da violência a ele associada, exigindo a instalação de equipamentos de tratamento intensivo que atendam os casos onde os serviços substitutos se mostram ineficazes, insiste o CFP na prática da negação, como o industrial que recomenda que os trabalhadores usem máscaras para lidar com a poluição causada pelo próprio trabalho.

12.
Diverso do que apregoa o CFP, comunidades terapêuticas são dispositivos auxiliares na promoção de saúde. São recursos da rede de suporte que oferecem a assistência que os serviços substitutivos não oferecem. Rompem com a inoperância da estrutura de rede rigidamente proposta pelos supostos "ideólogos" do SUS, buscando atender ao absoluto caos de desassistência e desamparo que vivenciam usuários e familiares em todo o Brasil.

13.

Recife, 08 de outubro de 2011.
E longe da "leitura" tendenciosa de nossos conselheiros, entendo que TODOS os direitos humanos, TODOS os princípios da saúde pública, bem como as deliberações responsáveis e cabíveis, que estejam pautadas na legislação vigente, das Conferências Nacionais de Saúde e de Saúde Mental devem orientar a aplicação e os investimentos públicos na criação das redes e serviços de atenção a usuários de álcool e outras drogas. Qualquer política que proponha agregar outros serviços que apresentem eficácia, e não apenas belas palavras de ordem, atende a demanda da população real, e não a "sociedade da experimentação e valorização" de certas diferenças, que parece fazê-lo em nome de outros motivos ou interesses alheios à ciência e à ética profissional, produzindo um claro desrespeito à comunidade e à saúde de todos.

25.10.11

AUTORIDADES DEVEM OLHAR MAIS O ASSÉDIO NO FUTEBOL...

'Autoridades devem olhar mais o assédio no futebol', diz Neto

Ex-jogador fala ao 'Direto da Fonte' sobre Copa do Mundo no Brasil, política e pedofilia

24 de outubro de 2011 | 3h 06

DÉBORA BERGAMASCO - O Estado de S.Paulo
Entre Dilma e Ricardo Teixeira, Neto escolhe a presidente para mandar no Mundial de 2014. "Ela é que tem que partir para cima em termos de estrutura para que tenhamos uma boa Copa, porque uma ótima Copa nós não teremos". O polêmico comentarista da Band, que agora ganhou um programa para chamar de seu - O Dono da Bola - acaba de ser convidado para se filiar ao PPS. O ídolo corintiano com quase um milhão de seguidores no Twitter despista: "Agora não é o momento para entrar na política". Se fosse, já teria até bandeira para levantar: "Muita gente usa o poder como diretor, como técnico para usar do benefício sexual com os meninos (da categoria de base)", revela Neto, sugerindo mais atenção das autoridades para isso. A seguir, trechos da conversa.
'Dilma deveria tomar a dianteira. Tem que partir pra cima em termos de estrutura', diz sobre a Copa - Paulo Giandalia/AE
Paulo Giandalia/AE
'Dilma deveria tomar a dianteira. Tem que partir pra cima em termos de estrutura', diz sobre a Copa
Por que não vai para o PPS?
Já recebi convites também do PTB, mas não penso nisso... ainda. Trabalho na TV, tenho um bom salário, estou focado.
Quem tem que mandar na Copa: Dilma ou Ricardo Teixeira?
É a Dilma que deveria tomar a dianteira. Tem que partir para cima em termos de estrutura para que tenhamos uma boa Copa, porque ótima nós não teremos. Adorei a indicação dela para que o Pelé fosse o embaixador do Mundial. Se levar só pelo lado político, vai dar tudo errado. Mas você vê, o Pelé, que não falava com o João Havelange nem com o Ricardo Teixeira, agora está sentado junto conversando. Se não tiver um Pelé encabeçando, é melhor nem ter Copa aqui.
O que você acha da possível demissão de seu colega de emissora Rafinha Bastos, da Band?
Ele foi indelicado, mas tudo tem uma conversa, né? Eu não perderia um talento como ele por causa disso.
Você já foi chamado pela direção da Band pedindo para que pegasse leve?
Já. Mas não foi uma crítica. Me disseram: "Neto, você é comentarista de futebol, não de política ou de polícia". É que, às vezes, eu interagia com o Datena e acabava metendo o pau onde não devia. Mas nunca na Band ninguém me proibiu de falar do Ricardo Teixeira, do Dunga, do Joseph Blatter ou do ministro dos Esportes.
Nem mesmo para mudar o sotaque caipira?
Uma vez marcaram uma consulta com a fonoaudióloga da Band. Ela está até hoje me esperando (risos). O que eu estou tentando fazer é acertar o português. Como estudei até o primário, tenho dificuldades. Faço aula particular uma vez por semana. É conversação.
Como é uma aula de conversação em português?
Não preciso ter um português para empresa, nem fazer redação. A professora me assiste muito na TV, sabe os termos que uso. Às vezes, tenho dificuldades para fazer concordâncias. Já falei "mais maior", "chego", "fazem tantos anos". Hoje já não erro mais o plural. Não terminei os estudos porque fui idiota. Comecei a jogar bola, ganhar dinheiro e ninguém falou o que eu tinha que fazer, nem meus pais.
Por que decidiu fazer a cirurgia de redução de estômago?
Tentei de tudo, tomei até umas bolinhas fortes. Mas engordava tudo de novo. Quando parei de jogar, ganhei mais peso. Tenho 1,74 de altura e pesava 110 quilos. Já eliminei 27.
O que mudou na sua vida depois da operação?
Tudo. Sou mais disposto, brinco com meus filhos, jogo bola no master do Corinthians e meu desempenho sexual e a artrose nos tornozelos também melhoraram. Depois de cinco anos só usando roupa preta e larga, hoje visto calça jeans. Fui a uma festa e coloquei smoking, coisa que não fazia. Como as mesmas coisas, só que em quantidades pequenas.
Enquanto era jogador, você já sofria com sobrepeso. Já pegavam muito no seu pé.
Ainda pegam no meu pé. Hoje me veem magro e perguntam: "Pô, por que você não era assim quando jogava?". Falo: "Não era assim porque eu não queria, ué". As pessoas estão acostumadas a te cobrar pelo que acham que você deve ser.
Mas o excesso de peso não atrapalhava o rendimento?
Ah, atrapalhava. Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, teria disputado três Copas do Mundo e nunca fui a nenhuma. Não bebo há 11 anos, não fumo há quase oito.
E essa caixa de charutos e a pinga na estante?
Ah, isso eu ganhei. O charuto eu fumo, só que eu não trago, né? Com a bebida eu parei completamente quando minha filha nasceu. Eu ficava violento quando bebia, sofri acidente, quase morri. Agora, por que não fui para Copa? Fui irresponsável, não me cuidei. Fui considerado duas vezes o melhor jogador do Brasil, fui capitão de quase todos os times que joguei, mas não fui profissional, fui um boleiro que jogou muita bola. Poderia ter jogado no Milan, no Barcelona. Se o Rivaldo, o Romário e o Bebeto jogaram, acho que tinha condições de ter ido também.
Recomendaria uma cirurgia de redução de estômago para o Ronaldo?
O jogador profissional é sempre privado de comer, beber, dormir tarde. Ele tem que pensar na saúde. Ponto. Se eu fosse o Ronaldo, eu faria. Mas ele acabou de parar, deixa o cara ficar de férias.
Nesses anos de futebol, presenciou consumo de drogas?
Muito. Vi muita maconha, cocaína, glucoenergan (composto polivitamínico) na veia. Sem falar na bebida, né? Tenho uma história bonita, a do Alceu. Jogamos na Seleção Brasileira, no Guarani e moramos juntos. Ele sempre gostou de fumar maconha. Eu até já fumei uma vez, quando tinha 17 anos, e nunca mais. Aí as vidas tomaram rumos diferentes e fiquei uns 18 anos sem vê-lo. Soube então que ele viveu durante 11 anos viciado em crack, mas que agora tinha se recuperado. Liguei na hora para ele. Choramos. Há cinco anos ele não usa mais drogas e virou coordenador da fazenda de reabilitação de viciados em Florianópolis. Perguntei qual era o seu maior sonho e ele disse que era voltar a estudar. Hoje pago a faculdade de psicologia. Ele é o melhor aluno, me manda boletim e frequência. O problema é que a maioria dos ex-jogadores não estudou, muitos não souberam aplicar o dinheiro, e quase todos se separaram. Os clubes do futebol brasileiro não orientam os seus funcionários para essas questões, nem sobre as drogas.
Mas tem psicólogos nos Centros de Treinamento.
Ah, não acredito nisso, não. Eu acho que deveria ser uma coisa mais efetiva desde a categoria de base. Vamos citar o Jobson (que assumiu ser viciado em crack). Jogava no Brasiliense, ficou famoso no Botafogo, e ninguém ajudou o moleque? E a Fifa ainda quer afastá-lo do futebol por um ano? Em vez de colocá-lo numa clínica, reabilitá-lo, fazê-lo voltar para o futebol e servir como exemplo, os caras querem acabar com a vida dele tirando o seu emprego.
E a homossexualidade é comum no futebol?
Nas divisões de base sempre teve. E tem até hoje.
Como assim, na base? O jogador deixa de ser gay quando sobe para o profissional?
Não, não falei que os jogadores são homossexuais. O que eu disse é que muita gente usa o poder como diretor, como técnico, como outras coisas, para usar do benefício sexual com os meninos. Foi isso o que eu disse.
Existe isso no Brasil?
Muito.
No Estado de São Paulo?
No Brasil inteiro. Existe bastante. É que essas coisas não são divulgadas, mas quando eu trabalhei como gerente de futebol e quando fui jogador, a gente sabia disso. É velado. Para falar a verdade, é uma coisa muito séria, que o ministro dos Esportes e as autoridades deveriam olhar mais.
Mas as pessoas sabem disso?
Sabem sim, ué. Vou até te explicar: esses meninos, quando chegam nas categorias de base, deveriam ter escola, psicólogo, deveriam aprender sobre esse tipo de coisa, serem orientados mesmo.
Como seria esse assédio sexual? Seria do tipo...
Do tipo, não. Do poder que o cara tem e do menino que chega lá do cafundó do Judas e vem fazer teste em um determinado time. E, muitas vezes, tem que fazer esse tipo de coisa.
Tem que transar com o chefe?
Opa. É isso aí.
Você já foi assediado sexualmente?
Eu não, eu tinha cara de bravo. E com 15 anos já era titular do Guarani. Comecei na base com 11 anos, mas meu pai estava sempre comigo, isso faz toda diferença. As pessoas pegam sempre os meninos desprotegidos, que às vezes não têm dinheiro para comprar um lanche, uma bala. Isso é uma coisa que os dirigentes dos clubes deveriam perceber e fazer uma coisa legal. E não tem problema você ser homossexual, hétero ou bi. O problema é você usufruir de seu poder para ter vantagens sexuais.
Na época, aconteceu com algum amiguinho seu?
Ah, se eu tô falando isso é porque já, né? Mas eu não vou falar.
Por que jogador não assume publicamente ser gay?
Ah, tem um preconceito grande, o cara pode ter medo de perder o emprego, são muitas questões para compreender. Você vê aí o que o coitado do Richarlyson passa. Ninguém sabe se ele é homossexual ou não. Eu mesmo não sei, não o conheço. Mas e o que ele sofre no dia a dia jogando futebol? E o menino é um baita de um jogador extraordinário. Mas será que vale a pena expor a família? Não sei. Eu tenho homossexual na família.
Qual é o parentesco?
Não, não vou falar. E não tem problema, graças a Deus.
Arrepende-se de algo na vida?
A coisa mais horrível que eu fiz foi ter cuspido no rosto do juiz José Aparecido de Oliveira, em 1991. Foi feio demais da conta. No dia seguinte eu queria sumir, desaparecer, não queria ser eu mesmo. Senti vergonha da minha família. As pessoas que te amam, te perdoam. Fui massacrado. E foi merecido. Mas sou tão sortudo que, no mesmo ano, o santo papa veio para o Brasil e anistiou todos os pequenos pecadores. Eu pedi perdão para o José Aparecido ele me perdoou. Depois até o entrevistei. Mas eu não queria que minha filha Luísa soubesse disso na escola. Então cheguei para ela e falei: "O papai cuspiu no rosto do juiz, o papai foi muito sujo e nunca mais fez isso".
Em seu primeiro casamento, você e sua mulher tentaram gravidez por inseminação artificial. Foi com o mesmo médico do Pelé, o Roger Abdelmassih, condenado por assediar pacientes?
Não, não, foi em Campinas. Deus me livre. Olha isso: um dia eu estava deitado no sofá, olhando uma foto minha na parede de quando eu fui campeão pelo Corinthians em 1990. Pensei: "Caramba, conheço aquele cara". Aí levantei, olhei bem e... "Caralho, é aquele fdp daquele doutor!" Ele estava bem do meu lado. Tirei o quadro na hora. E joguei fora.

ATIVISMO POLÍTICO E IDEOLÓGICO NO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA

"Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito
de dizer aos outros o que eles não querem ouvir" George Orwell

O Conselho Federal de Psicologia – CFP perdeu o rumo. Movido por um forte ativismo
ideológico, o órgão passou a negligenciar sua verdadeira missão institucional. A atual
gestão, presidida pelo Sr. Humberto Verona, tem pautado suas ações por uma agenda
política totalmente alheia aos interesses profissionais dos psicólogos.

Leia a partir da fonte: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B0607SBSZ2B-YTI5NThmMmYtYzkxYi00NWQ1LTk4OGUtMDcwZjI3Yjc1OTRm&hl=en_US

* Luciano P. Garrido

A AL MA MILITANTE: TODOS CONTRA UM

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/75643-a-alma-militante-todos-contra-um


Em agosto, protesto de estudantes contra o deputado Jair Bolsonaro (à direita), por suas posições em relação à questão homossexual. /Alan Marques-Folhapress

Saudosos tempos aqueles em que os jovens esquerdistas investiam galhardamente contra cavalarianos armados de sabres! Atualmente eles se reúnem às centenas para intimidar um homem só, minoria absoluta no Congresso, e se acham uns heroizinhos por isso. Ou, montados no apoio do Estado e de ONGs bilionárias, se articulam maquiavelicamente para cortar os meios de subsistência de um pai de família que, perseguido e acuado em sua terra, vaga de país em país com a mulher e quatro filhos, rejeitado e humilhado por toda parte, sem ter onde cair morto.
Em ambos os casos, os ativistas imaginam, sentem e acreditam, no interior do seu teatrinho mental, que são ousados combatentes pela liberdade lutando contra o centro mesmo do poder opressor, quando na realidade são eles próprios o braço do maior esquema de poder que já se viu no mundo, a aliança do Estado com os organismos internacionais, as grandes fortunas globalistas e a mídia em peso, todos juntos contra focos isolados de resistência, ingênuos e desamparados idealistas que, certos ou errados, nada ganham e tudo arriscam para permanecer fiéis a seus valores.
É a caricatura grotesca, a inversão total da coragem cívica, a perda radical do senso da equivalência de forças, das leis do combate honroso que um dia prevaleceram até em brigas de rua, entre malandros, e hoje desapareceram por completo nos corações daqueles que, para cúmulo de ironia, continuam se achando a parcela mais esclarecida da população. 
Quem os ensinou a ser assim?  Quem arrancou de suas almas o sentimento mais elementar de justiça, de honra, de amor ao próximo e até mesmo daquela tolerância que tanto exaltam da boca para fora, substituindo-o pelo ódio projetivo, insano, misto de terror, que só enxerga no rosto do oponente a imagem do demônio que os intimida por dentro e os leva a sentir-se ameaçados quando ameaçam, perseguidos quando perseguem, oprimidos quando oprimem, odiados quando odeiam?
Quem os ensinou a temer a tal ponto os argumentos vindos de uma voz solitária que, ao menor risco de ouvi-la, sentem a necessidade de sufocá-la com gritos e ameaças, e acreditam ser isso a apoteose da democracia, da liberdade e dos direitos humanos? Quem os doutrinou para crer que qualquer desafio às suas convicções é crime e não pode ser tolerado nem por um minuto? Quem os ensinou a imaginar a estrutura do poder de cabeça para baixo, com dois ou três cidadãos isolados e sem recursos no topo, e o conjunto das forças internacionais bilionárias em baixo, gemendo sob o jugo implacável de algum Jair Bolsonaro, Júlio Severo ou Padre Lodi? 
Quem os ensinou a enxergar "crimes de ódio", imputáveis à consciência religiosa, em cada assassinato de homossexuais praticado por garotos de programa, com toda a evidência homossexuais eles próprios, e desprovidos, é claro, de qualquer vestígio de escrúpulos religiosos? Quem os ensinou a proclamar, diante desses assassinatos, que "a Igreja tem as mãos sujas de sangue", quando o próprio Movimento Gay da Bahia confessa ser a maior parte deles cometida por profissionais do sexo e até hoje não se exibiu  nem um único caso de homicídio cometido contra homossexuais por motivo de crença religiosa ou sentimentos conservadores?
Quem os ensinou a desprezar a tal ponto a realidade e apegar-se a lendas insanas, carregadas de ódio injusto contra inocentes que nunca lhes fizeram mal algum, além de discordar de suas opiniões, e que não têm aliás o mais mínimo meio de defesa contra os ataques multitudinários e bem subsidiados que se movem contra eles?
Posso explorar essas perguntas em artigos vindouros, mas nenhuma resposta vai jamais atenuar a estranheza de um fenômeno deprimente, abjeto, moralmente inaceitável:a perda do sentimento de justiça e de honra por toda uma geração de brasileiros. 
Eu mesmo, quando escrevi O imbecil juvenil em 1998 (v. http://www.olavodecarvalho. org/textos/juvenil.htm), não esperava que o mecanismo sociológico ali descrito se tornasse, por assim dizer, oficializado, consagrando como virtudes cívicas a covardia, o servilismo grupal e o assalto coletivo a bodes expiatórios desproporcionalmente 
mais fracos. 
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

20.10.11

Homossexualidade e abuso sexual de crianças

Escrito por Timothy J. Dailey
11 Abril 2011

Artigos - Movimento Revolucionário


O falecido poeta "beat" Allen Ginsberg ilustra a ligação natural entre a homossexualidade e a pedofilia. Muitos conhecem Ginsberg como um ilustre poeta homossexual "liberado": menos pessoas sabem que ele também era um pedófilo.

Escândalos envolvendo o abuso sexual de garotos menores de idade por padres homossexuais têm sacudido a Igreja Católica. Ao mesmo tempo, os defensores da homossexualidade sustentam que organizações para a juventude, como os Escoteiros, deve ser obrigadas a incluirem homossexuais entre seus líderes adultos. Igualmente, a Gay Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) [Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero], uma organização de ativistas homossexuais que visa escolas, é a cabeça da formação de "Alianças Gay-Hetero" entre estudantes. A GLSEN incentiva os professores homossexuais -- mesmo nas séries mais primárias -- a serem francos sobre sua sexualidade, como um meio de oferecerem modelos para os alunos "gays". Além disto, leis e políticas proibindo a discriminação empregatícia baseada em "orientação sexual" normalmente não abrem exceção para os que trabalham com jovens ou crianças.


Muitos pais receiam que os filhos sejam molestados, encorajados a se tornarem sexualmente ativos ou mesmo "recrutados" para adotarem uma identidade e estilo de vida homossexual. Os ativistas gays rejeitam estas preocupações -- em parte, insistindo energicamente em que não há nenhuma ligação entre homossexualidade e o abuso sexual de crianças.


Entretanto, apesar dos esforços dos ativistas homossexuais para distanciarem o estilo de vida gay da pedofilia, uma ligação perturbadora permanece entre os dois. Isto porque, por definição, os homossexuais masculinos são atraídos por outros homens. Embora muitos homossexuais possam não procurar parceiros sexuais jovens, as evidências indicam que um número desproporcional de homens gays busca adolescentes do sexo masculino e meninos como parceiros sexuais. Neste artigo, considerarei as seguintes evidências ligando a homossexualidade e a pedofilia:


Pedófilos são invariavelmente homens: Quase todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos por homens.

 
Um número significativo de vítimas são do sexo masculino: Até um terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra meninos (ao invés de meninas).

A falácia dos 10 por cento: Estudos indicam que, ao contrário das afirmações inexatas (mas amplamente aceitas) do pesquisador sexual Alfred Kinsey, os homossexuais constituem entre 1 e 3 por cento da população.


Os homossexuais estão sobre-representados nas infrações sexuais infantis: Indivíduos de entre 1 e 3 por cento da população que tem atração sexual pelo mesmo sexo cometem até um terço dos crimes sexuais contra crianças.


Alguns ativistas homossexuais defendem a ligação histórica entre a homossexualidade e a pedofilia: Tais ativistas consideram a defesa dos "amantes de garotos" como uma questão legítima dos direitos gays.


Os temas pedófilos são abundantes na cultura literária homossexual: A ficção gay e também tratados acadêmicos sérios promovem a "intimidade intergeneracional."

Os homossexuais masculinos são responsáveis por um número desproporcional de casos de abuso sexual de crianças

Os apologistas homossexuais admitem que alguns homossexuais molestam sexualmente crianças, mas negam que os homossexuais sejam mais propensos a cometerem estas infrações. Afinal de contas, argumentam eles, a maioria dos casos de molestamento sexual de crianças são de natureza heterossexual. Embora isto esteja correto em termos de números absolutos, este argumento ignora o fato de que os homossexuais constituem apenas uma porcentagem muito pequena da população.


As evidências indicam que os homens homossexuais molestam garotos em taxas crassamente desproporcionais em relação às que os homens heterossexuais molestam garotas. Para demonstrar isto, é necessário ligar várias estatísticas relacionadas ao problema do abuso sexual de crianças : 1) os perpetradores são quase sempre homens; 2) até um terço ou mais dos casos de abuso sexual de crianças são cometidos contra meninos; 3) menos de três por cento da população é homossexual. Portanto, uma porcentagem minúscula da população (homens homossexuais) comete um terço ou mais dos casos de molestamento sexual de crianças.


Os homens respondem por quase todos os casos de abuso sexual de crianças

Um ensaio sobre infratores sexuais adultos no livro Sexual Offending Against Children [Crimes sexuais contra crianças] informa: "Há uma ampla opinião de que a imensa maioria dos abusos sexuais é cometida por homens, e que as infratoras sexuais mulheres só respondem por uma proporção minúscula das infrações. Na verdade, com 3 000 infratores sexuais masculinos na prisão na Inglaterra e no País de Gales em qualquer época, a cifra correspondente para as infratoras sexuais mulheres é 12!" 1


Kee MacFarlane, et al., escrevendo em Sexual Abuse of Young Children: Evaluation and Treatment [Abuso Sexual de Crianças Novas: Avaliação e Tratamento] informam: "A grande maioria dos responsáveis parece ser de homens (Herman & Hirschman, 1981; Lindholm & Willey, 1983)." 2


Um relatório da American Professional Society on the Abuse of Children [Sociedade Profissional concernente ao Abuso de Crianças] afirma: "Em amostragens tanto clínicas quanto não-clínicas, a imensa maioria dos criminosos é homem." 3


Um estudo do Journal of Sex Research [Jornal de pesquisa sexual] afirma que "a pedofilia não existe ou é extemamente rara entre as mulheres." 4


Um proporção significativa das vítimas de abuso sexual são meninos


De acordo com o Journal of Child Psychiatry: [Revista de Psiquiatria Infantil] "Antes era comum se acreditar que havia um excesso de abuso de meninas em relação ao de meninos em uma razão de 9 para 1, mas estudos atuais agora indicam que a razão de meninas para meninos abusados estreitou impressionantemente... A maioria dos estudos da comunidade sugere uma ... razão... da ordem de 2 a 4 meninas para 1 menino." 5 O estudo acrescenta que "alguns autores agora acreditam que os meninos podem estar sendo sexualmente abusados com a mesma frequência que as meninas (Groth, 1978; O'Brien, 1980)." 6

Um estudo com 457 criminosos sexuais homens na Journal of Sex & Marital Therapy [Jornal de Terapia Sexual e Marital] descobriu que "aproximadamente um terço destes infratores sexuais dirigiam suas atividades sexuais contra o sexo masculino." 7


Nem todos os abusos sexuais de meninos são relatados

A porcentagem real dos meninos que são vítimas de abuso sexual muito provavelmente excede as estatísticas acima. Muitos pesquisadores esposam a opinião do estudo da Journal of Child Psychiatry, que se refere "aos casos não relatados da incidência e prevalência do abuso sexual de meninos." 8

Dr. Robert Johnson, em Medical Aspects of Human Sexuality, escreve: "A imensa maioria dos casos de molestamento sexual masculino não é relatado. O resultado é que estes jovens guardam tanto os incidentes quanto seus sentimentos para si mesmos." 9


O Relatório do Departamento de Justiça sobre a exploração sexual de crianças explica o porque de a porcentagem de meninos vítimas ser subestimada: "Os garotos adolescentes vítimas são altamente propensos a negarem certos tipos de atividade sexual ... Eles se sentem embaraçados ou envergonhados de seu cormportamento e acreditam, com razão, que a sociedade não entenderá o que eles sofreram... Não importa o que faça o investigador, a maioria dos adolescentes negará que foi vítima." 10


O Journal of Child Psychiatry acrescenta: "Inculca-se nos meninos uma cultura em que a auto-confiança, a independência e o arrojo sexual são valorizados, enquanto que se denigrem as mostras de sofrimento ou homossexualidade... Isto pode levar a uma poderosa repressão ou a um apagamento da experiência, com a supressão do relato." 11

Os homossexuais constituem menos de 3 por cento da população


Baseando-se em três grandes conjuntos de dados, a General Social Survey, a National Health and Social Life Survey, e o censo dos Estados Unidos, um estudo demográfico recente estima o número de homens exclusivamente homossexuais na população em geral em 2.5 por cento e o número de mulheres exclusivamente lésbicas em 1.4 por cento. 12


Um estudo sobre o comportamento sexual dos homens nos Estados Unidos, baseado na National Survey of Men (uma amostra nacionalmente representativa, constituída de 3 321 homens com idades de 20 a 39 anos, publicada na Family Planning Perspectives), descobriu que "2 por cento dos homens sexualmente ativos de 20 a 39 anos... tinha tido alguma atividade sexual com o mesmo gênero durante os últimos 10 anos. Aproximadamente 1 por cento dos homens (1.3 por cento entre brancos e 0.2 por cento entre negros) relataram ter tido atividade exclusivamente homossexual". 13


J. Gordon Muir, escrevendo no The Wall Street Journal, discute vários estudos que descobriram que os homossexuais constituem entre 1 e 3 por cento da população. 14


Em uma pesquisa sobre estudos a respeito de homossexuais em diferentes populações, os Archives of Sexual Behavior [Anais do comportamento sexual] relataram sobre uma amostragem aleatória de moradores do estado do Havaí entrevistados por telefone. O estudo descobriu que "só cerca de 3 por cento dos homens e 1.2 por cento das mulheres havia tido alguma atividade homosexual ou bissexual." 15 Entretanto, este número relativamente alto é atribuído ao fato de que o estudo não estava limitado a homossexuais exclusivos, mas incluía todos os que em algum momento de suas vidas praticaram atividades homossexuais. 16


Os pedófilos homossexuais estão vastamente sobre-representados nos casos de abuso sexual de crianças


Os pedófilos homossexuais molestam sexualmente as crianças em uma taxa muito mais alta do que a porcentagem de homossexuais na população em geral. Um estudo do Journal of Sex Research [Jornal de pesquisa sexual] descobriu, como observamos acima, que "aproximadamente um terço dos [molestadores sexuais de crianças] tinha feito vítimas entre meninos e dois terços tinha feito vítimas entre meninas." Os autores então fazem uma penetrante observação: "O interessante é que esta proporção difere sbstancialmente da proporção de ginéfilos (homens que eroticamente preferem mulheres fisicamente maduras) para andrófilos (homens que eroticamente preferem homens fisicamente maduros), que é de pelo menos 20 para 1." 17

Em outras palavras, embora os heterossexuais sejam mais numerosos que os homossexauais em uma proporção de pelo menos 20 para um, os pedófilos cometem cerca de um terço do número total de crimes sexuais contra crianças.


Igualmente, os Arquives of Sexual Behavior também observaram que os pedófilos homossexuais estão significativamente sobre-representados em casos de crimes sexuais contra crianças:


As melhores evidências epidemiológicas indicam que entre apenas 2 e 4 por cento dos homens que sentem atração por adultos preferem homens (ACSF Investigators, 1992; Billy et al., 1993; Fay et al., 1989; Johnson et al., 1992); em comparação com isto, cerca de 25 a 40 por cento dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos (Blanchard et al., 1999; Gebhard et al., 1965; Mohr et al., 1964). Desta forma, a taxa de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais alta entre os pedófilos." 18


O desequilíbrio crasso entre os molestamentos infantis homossexuais e heterosexuais foi confirmado no próprio estudo dos Archives of Sexual Behavior, que dividiu os 260 pedófilos participantes em três grupos : "152 pedófilos heterossexuais (homens com crimes ou atração declarada envolvendo somente meninas), 43 pedófilos bissexuais (meninos e meninas) e 65 pedófilos homossexuais (somente meninos)." 19 Em outras palavras, 25 por cento dos criminosos eram pedófilos homossexuais -- ou 31 por cento, se os que molestam meninas e também meninos forem incluídos.

Outros estudos relatam uma porcentagem inesperadamente alta de molestamentos sexuais por pedófilos homossexuais:


Um estudo sobre a pedofilia no Journal of Psychiatry da Universidade de Ottawa informa: "De acordo com a literatura, foi documentada uma proporção de dois para um entre os pedófilos heterossexuais e homossexuais." 20


O Journal of Sex Research menciona um estudo que incluiu " 199 criminosos atacando crianças do sexo feminino e 96 criminosos atacando crianças do sexo masculino... Isto indicaria uma prevalência proporcional de 32 por cento de homossexuais atacando crianças." 21


Um estudo sobre os criminosos sexuais que atacam crianças na Child Abuse and Neglect [Abuso e Negligência Infantis] descobriu que catorze por cento visavam apenas meninos e outros 28 por cento escolhia vítimas infantis de ambos os sexos, indicando assim que 42 por cento dos pedófilos praticavam o molestamento homossexual. 22


Os homens que molestam meninos são realmente "homossexuais"? Os apologistas gays insistem em um estereótipo simplista sobre a pedofilia


Central para as tentativas de se separar a homossexualidade da pedofilia é a alegação de que os pedófilos não podem, por definição, ser considerados homossexuais. Amparados em uma metodologia questionável 23, a organização de direitos dos gays Human Rights Campaign publicou uma "Ficha Técnica sobre a Orientação sexual e o Abuso Infantil," que afirma: "Um abusador sexual que molesta uma criança do mesmo sexo não é normalmente considerado homossexual." 24


A base para esta alegação é a opinião de que os pedófilos que molestam meninos não podem ser considerados homossexuais se aquele indivíduo esteve casado em algum momento ou sexualmente envolvido com mulheres.


'Pedófilos homossexuais': Um termo clínico


O fato, entretanto, é que os termos "homossexual" e "pedófilo" não são mutuamente excludentes: eles descrevem dois tipos de atração sexual que se entrecruzam. O Dicionário Webster define "homossexual" como alguém que sente atração sexual por pessoas do mesmo sexo. "Pedófilo" é definido como um adulto que sente atração sexual por crianças." A primeira definição se refere ao gênero do objeto sexual desejado, enquanto a segunda se refere à idade do objeto sexual desejado.


"Um homossexual pedófilo", então, é definido como alguém que sente em geral (mas não exclusivamente, veja abaixo) atração sexual por meninos, enquanto que "uma homossexual pedófila" sente atração sexual por garotas." 25


O termo "pedófilo homossexual" foi usado pela primeira vez no começo do século 20 pelo psiquiatra vienense Dr. Richard von Krafft-Ebing, que foi um pioneiro do estudo sistemático dos desvios sexuais. Krafft-Ebing descreveu os pedófilos como sendo heterossexual, homossexual ou bissexualmente orientados. 26 Esta divisão foi aceita pelos próprios pedófilos, 27 e está bem atestada na literatura:


Um estudo sobre molestadores de crianças no Journal of Interpersonal Violence [Jornal de violência interpessoal] descobriu que "um subgrupo homossexual e outro heterossexual podem ser delineados entre estes criminosos." 28


The Journal of Sex & Marital Therapy publicou um estudo sobre o mesmo tópico, que discutia as ocorrências proporcionais da pedofilia heterossexual e homossexual." 29 O estudo comentou sobre outro estudo que descobriu que "a porcentagem de pedófilos homossexuais seria de 45.8." Mesmo se fazendo ajustes ajustes para baixo para se incluírem os exibicionistas, "isto ainda indicaria uma porcentagem muito mais alta (34 por cento) de homossexuais entre os pedófilos do que entre os homens que preferem parceiras sexuais fisicamente maduras." 30


Em uma série de estudos sobre pedofilia, o Psychiatric Jounal da Universide de Otawa concluiu: "As descobertas de estudos anteriores informam que os pedófilos podem ser divididos em pedófilos heterossexuais e homossexuais, de acordo com sua preferência erótica... Isto foi confirmado neste estudo recente." 31 O artigo classificou a pedofilia homossexual em três tipos: o pedófilo homossexual socialmente inadequado, o pedófilo homossexual intrusivo e o pedófilo homossexual indiferenciado. 32


Um estudo sobre os pedófilos na Behavior Research and Therapy [Terapia e pesquisa comportamental] concluiu: "A segunda e talvez mais importante observação que fizemos é que um subgrupo homossexual e outro heterossexual podem ser delineados entre estes criminosos... Categorizá-los deste modo revelou diferenças importantes nos padrões de suas preferências sexuais." 33


O International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology [Jornal internacional de terapia de criminosos e criminologia comparativa] se refere aos pedófilos homossexuais como um "grupo distinto". As vítimas de pedófilos homossexuais "eram mais comumente estranhos; eles estavam mais comumente envolvidos em um comportamento parafilíaco à parte daquele envolvido no crime; e era mais comum eles terem prisões anteriores por crimes sexuais... Outros estudos [mostraram um] maior risco de re-infração do que os que tinham cometido crimes contra garotas" e que "a taxa de reincidência para criminosos com vítimas do sexo masculino é aproximadamente duas vezes a de criminosos com vítimas do sexo feminino." 34


 Os homossexuais e os pedófilos homossexuais incorrem em uma grande variedade de comportamentos sexuais que desafiam categorias simplistas


Apesar destas evidências, em seus esforços para divorciarem a homossexualidade da pedofilia, os apologistas homossexuais insistem em uma definição rígida, estreita dos termos "homossexual" e "pedófilo", que não permite uma sobreposição dos termos. Eles não negam que um número incomum de homossexuais sintam atração por meninos. Eles também afirmam que os pedófilos não podem ser classificados como "homossexual" se em algum momento eles tiveram relações sexuais com mulheres.
 Entretanto, uma definição tão estreita não faz justiça à natureza complexa da pedofilia. Os pesquisadores há muito estão cientes de que os pedófilos apresentam uma variedade de atrações e comportamentos sexuais -- frequentemente para desviar a atenção de sua luxúria essencial por meninos. Um estudo sobre criminosos sexuais no International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology observa que "a razão por que os abusadores sexuais de crianças têm sucesso em não serem detectados é porque eles não se encaixam em um estereótipo."35


Os dados indicam que tanto a homossexualidade quanto a pedofilia são categorias entrecruzadas que admitem uma grande variedade de comportamento sexual:


Os homossexuais masculinos se sentem sexualmente atraídos por garotos menores de idade


Um estudo nos Archives of Sexual Behavior descobriu que os homens homossexuais sentem atração por rapazes jovens. O estudo comparou as preferências de idades sexuais de homens heterossexuais, mulheres heterossexuais, homens homossexuais e lésbicas. Os resultados mostraram que, em um marcado contraste com as outras três categorias, "exceto por apenas 9 dos homens homossexuais, eles preferiam as duas categorias mais jovens de idade masculina," que incluiam rapazes até de 15 anos. 36


Em The Gay Report [O relatório gay], dos pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young, os autores registram dados mostrando que 73 por cento dos homossexuais pesquisados tinham em algum momento feito sexo com garotos de dezesseis a dezenove anos de idade ou mais jovens." 37


Por outro lado, os pedófilos homossexuais muitas vezes se sentem atraídos por homens adultos


Um estudo de criminosos sexuais que atacavam crianças do sexo masculino na Behavior Research and Therapy descobriu que os pedófilos homossexuais do sexo masculino se sentem sexualmente atraídos por "homens de todas as idades". Em comparação com não-criminosos, os criminosos mostram "maior excitação" ao serem expostos a fotos de homens nus de até 24 anos: "Como grupo, os molestadores de crianças respondiam com uma excitação sexual moderada... à exposição a homens nus de todas as idades." 38


Um estudo sobre canadenses presos por pedofilia no Journal of Interpersonal Violence descobriu que 30 por cento dos criminosos adultos se envolveu em práticas homossexuais com homens adultos. 39


Muitos pedófilos, na verdade, se consideram homossexuais. Um estudo de 229 molestadores sexuais de crianças nos Archives of Sexual Behavior descobriu que "oitenta e seis por cento dos criminosos que atacavam vítimas do sexo masculino se descrevia como homossexual ou bissexual." 40


O padre John Harvey, fundador e diretor do Courage, um ministério de apoio a católicos que lutam com uma atração pelo mesmo sexo, explica que "o pedófilo difere do homossexual comum no sentido de que o primeiro admira a meninice no objeto de sua afeição, enquanto que o segundo admira a masculinidade." 41 Entretanto, as categorias não estão completamente separadas:


Embora deva-se admitir que a maioria dos homossexuais não se excitam com garotos jovens, a distinção entre homossexualidade e pedofilia homossexual não é totalmente absoluta. Em alguns casos, o interesse oscila entre adolescentes jovens e adultos; em outros, entre garotos e adolescentes; em casos excepcionais, um homem pode se interessar em uma época por garotos e por adultos em outra.42


Muitos pedófilos têm atração por mulheres, casam-se e têm filhos


Os ativistas gays insistem em que a pedofilia não tem nada a ver com a homossexualidade porque os pedófilos se interessam sexualmente apenas por crianças, enquanto que os homossexuais só tem relações sexuais com adultos. Também há abundantes evidências demonstrando que, embora essencialmente interessados em crianças, os pedófilos, no entanto, apresentam uma grande variedade de comportamentos sexuais, incluisive relacionamentos com mulheres:


Um estudo na Child Abuse and Neglect descobriu que 48 por cento dos criminosos era ou casada ou tinha sido casada em algum momento. 43


O Journal of Interpersonal Violence estudou as preferências sexuais dos pedófilos do sexo masculino que abusavam sexualmente de crianças. Quando eles compararam a resposta sexual dos pedófilos com o grupo de controle, eles descobriram, inexperadamente: "Surpeendentemente, os dois grupos não diferiam em sua resposta aos estímulos com nudez feminina." 44 Um estudo no Psychiatric Journal da Universidade de Ottawa registrou que "a maioria dos pedófilos de meia-idade têm uma significativa atividade sexual adulta." 45 58 por cento dos pedófilos em um estudo tinham pelo menos um filho, enquanto outras pesquisas indicavam que "mais de dois terços dos pedófilos casados em sua amostragem tinha filhos, com uma média de dois a três filhos por indivíduo." 46

Um relatório do Departamento de Justiça abordou os estratagemas desviantes dos pedófilos, que chegam a fazer grandes sacrifícios para esconderem seus verdadeiros desejos: "Os mais propensos a serem criminosos sexuais podem ser "pilares da comunidade" e são frequentemente descritos como "caras simpáticos". Eles quase sempre têm meios de acesso a crianças (por exemplo, através do casamento, do bairro ou da profissão)." 47



Assim, as evidências mostram que os pedófilos homossexuais não podem ser estritamente definidos como indivíduos atraídos apenas por garotos menores de idade. Na verdade, há uma considerável sobreposição entre homossexualidade e pedofilia.
Pedofilia na cultura gay: A ligação histórica entre a pedofilia e os movimentos pelos direitos dos gays


David Thorstad é um ativista homossexual e historiador do movimento pelos direitos dos gays. 48 Ele é ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque (gaa [na sigla em inglês]), um emblemático grupo ativista fundado em dezembro de 1969. A gaa, em sua origem, se opunha às leis sobre a idade de consentimento, que proibiam os adultos de fazerem sexo com crianças. 49 Thorstad também é um pedófilo e membro fundador da North American Man Boy Love Association [Associação Norte-Americana do Amor Homem-Garoto (nambla).


Thorstad sustenta que há uma ligação natural e inegável entre homossexualidade e pedofilia. Ele deplora amargura que o movimento pelos direitos dos gays tenha, em sua opinião, abandonado a pedofilia. Escreve Thorstad: "Os amantes de garotos estiveram envolvidos no movimento gay desde o começo, e sua presença era tolerada. Grupos jovens gays encorajavam adultos a frequentarem suas festas... Havia uma disposição de tolerância, até de alegria em se descobrir a imensa variedade de estilos de vida dentro da subcultura gay e lésbica." 50


A edição inaugural da Gay Community News, em 1979, publicou uma "Declaração ao Movimento de Liberação Gay sobre a Questão do Amor Homem/Garoto", que exortou o movimento a retornar a uma concepção de liberação sexual. Ela defendia que "o objetivo último da liberação gay é a conquista da liberdade sexual para todos -- não apenas direitos iguais para 'lésbicas e homens gays,' mas também a libedade de expressão sexual para os jovens e as crianças."


Nos primeiros anos, houve alguma relutância em aceitar a pedofilia, principalmente entre grupos ativistas feministas e lésbicos. Em março de 1979, a Liberação Feminista Lésbica (lfl) acusou os "assim-chamados Homens Amantes de Garotos' de "tentarem legitimar o sexo entre crianças e adultos... As feministas reconhecem facilmente isto como a última tentativa de se tornar tolerável a exploração sexual de crianças." A coalizão deixou registrada sua oposição ao "abuso sexual de crianças por pessoas heterossexuais ou homossexuais." 51

Apesar desta oposição, Thorstad afirma que por volta de 1985 os pedófilos homossexuais tinham conquistado a aceitação dentro do movimento gay. Ele cita Jim Kepner, o curador dos Arquivos Internacionais Gays e Lésbicos em Los Angeles: "Uma coisa que eu tento deixar clara é que se nós rejeitarmos os amantes de garotos em nosso meio hoje, seria melhor pararmos de levantar a bandeira dos antigos gregos, de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Oscar Wilde, Walt Whitman, Horatio Alger e Shakespeare. Seria melhor parar de reivindicá-los como parte de nossa herança, a menos que a gente expanda nossa concepção sobre o que é ser gay hoje." 52


Em 1985, a Nambla foi admitida como membro do conselho de Organizações Gays e Lésbicas da Cidade de Nova Iorque. (ILGA). Em meados dos anos 90, as ligações da ILGA com a Nambla e outros grupos pedófilos custou à organização seu status de ONG nas Nações Unidas.

A tentativa renovada por parte da ILGA de conseguir admissão na ONU foi novamente rejeitada em abril de 2000, porque a organização "não provou documentalmente que havia expurgado grupos pedófilos como [a Nambla]." O Washington Times relata que Ishtiag H. Anrabi, o delegado paquistanês no Conselho Social e Econômico da ONU, expressou preocupações sobre um possível mistério por parte da ILGA a respeito de ligações com grupos pedófilos: "Há mais de um ano a ILGA tem se recusado a fornecer documentos ou permitir uma inspeção de sua lista de membros, para demonstrar que os grupos de pedofilia tinham sido expulsos." 53


Temas pedófilos são abundantes na literatura gay


O falecido poeta "beat" Allen Ginsberg ilustra a ligação natural entre a homossexualidade e a pedofilia. Muitos conhecem Ginsberg como um ilustre poeta homossexual "liberado": menos pessoas sabem que ele também era um pedófilo.


O biógrafo Raymond-Jean Frontain menciona as publicações de Ginsberg tanto no Boletim quanto no Jornal da Nambla. Ele discute como os biógrafos de Ginsberg deixaram de discutir seus poemas que tinham temas pederásticos :


Embora tanto Shumacher quanto Barry Miles (Os primeiro biógrafos de Ginsberg) discutam francamente a política sexual de Ginsberg, nenhum deles se refere a seu envolvimento com a polêmica Associação do Amor Homem/Garoto... Eu reli os Poemas Coligidos e duas coleções subsequentes de Ginsberg, surpreso com o padrão de referências ao sexo anal e à pederastia que apareciam. 54

Ginsberg foi um dos primeiros de uma quantidade crescente de escritores homossexuais que atendem ao fascínio pela pedofilia na comunidade gay. Mary Eberstadt, escrevendo para a Weekly Standard, documenta como o tabu contra o sexo com crianças rui cada vez mais -- com o ímpeto vindo dos escritores homossexuais. 55

É revelador que os exemplos que ela dá de pedofilia na literatura atual vêm da ficção gay. Eberstadt cita a Village Voice, que afirma que "A ficção gay é rica em relatos idílicos de "relacionamentos intergeneracionais', como estes casos são respeitosamente chamados hoje em dia."56 Outros exemplos de ficção gay com temas pedófilos incluem:

Na introdução da antologia homossexual "mainstream" Penguin Book International Gay Writing, David Leavitt observa objetivamente que "Outro assunto 'proibido' de que os escritores europeus parecem menos inclinados a fugirem é o amor de homens mais velhos por meninos novos." Leavitt elogia um livro com um tema pedófilo incluído na antologia como uma "narrativa bastante autoconfiante [que] leva o leitor a imaginar o mundo de uma perspectiva que ele normalmente poderia condenar." 57


Vários textos incluidos em outra antologia, The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read, [O Cânone Gay: Grandes Livros que Todo Homem Gay Deve Ler] traz cenas de sexo entre homens e meninos. Um destes livros é elogiado como "uma aventura operática nas esferas do amor, personalidade, ambição e arte... uma pura alegria de se ler." O protagonista é "o sonho de um pedófilo: a mente de um homem no corpo de um garoto." 58 Sobre um outro romance que inclui cenas pesadas de violência contra garotos se diz que "penetra até o coração de uma das grandes fontes, na comunidade, da angústia gay dos anos 90: O que fazer com os homens que amam garotos?" 59

Mais outra antologia de ficção homossexual, A History of Gay Literature: The Male Tradition [Uma História da Literatura Gay: A Tradição Masculina], publicada pela Yale University Press, inclui "um alongado capítulo sobre 'Meninos e Meninice' que é uma relação aparentemente definitiva das obras literárias pró-pedofilia." 60

O autor parece mais preocupado com os sentimentos e emoções do homem do que o menino sua vítima. Ele explora a questão sobre "se se considera ou não [fazer sexo com garotos] como um modo de se afastar da vida ou, pelo contrário, como um meio de se envolver com ela em seu nível mais honesto e menos corrompido." 61

Uma porcentagem significativa de livros que têm aparecido na lista de bestsellers de ficção da Gay Men's Press [Editora do homem gay] contêm temas de pedofilia, incluindo:


Some Boys [Alguns Garotos] : descrito como as "memórias de um amante de garotos" que "evoca os jovens amigos do autor ao longo de quatro décadas." 62

For a Lost Soldier [Por um Soldado Perdido]: a história de um relacionamento sexual entre um soldado e um garoto de onze anos de idade, ambientado na Segunda Guerra Mundial. 63






A Good Start, Considering [Um bom começo, tudo considerado]: mais outra história sobre um menino de onze anos de idade (!) que sofre abuso sexual mas é resgatado por um adolescente que "lhe oferece amor e carinho". 64






Terre Haute: anunciado como "Um romance poético sobre o despertar sexual no meio-oeste americano, revelando a viagem de um adolescente, da introspecção a um desejo perigoso."



Shiva and Arun: a históra de dois adolescentes índios que "descobrem cedo as alegrias do sexo."



Teardrops on My Drum [Lágrimas em meu tambor] : crianças descalças na Liverpool dos anos 20 buscam "aventura, amor e sexo."






Publicações Pró-pedofilia






Em anos recentes, viu-se o aparecimento de publicações que emprestam um verniz de erudição ao fascínio da comunidade gay pela pedofilia. Tais publicações tentam defender a tese da "intimidade intergeneracional". A maior editora gay do país, a Alyson Publications, que distribui Daddy's Roommate [O colega do Papai] e outros livros homossexuais que promovem a homossexualidade para as crianças e publica livros que advogam o sexo entre homens e garotos, incluindo:






Paedophilia: The Radical Case [Pedofilia, a causa radical] , que contem informações detalhadas sobre como ter relações sexuais com meninos novos. 65






The Age Taboo [O Tabu da Idade], outra defesa da pedofilia que afirma: "Os amantes de garotos... não são molestadores de crianças. Os abusadores de crianças são... os pais que impingem sua moralidade estática nos jovens sob sua custódia." 66






The Journal of Homosexuality and Pedophilia [Jornal da Homossexualidade e Pedofilia]






O Journal of Homosexuality é visto como a principal publicação "mainstream" do movimento gay em língua inglesa. Um destacado editor é John DeCecco, um psicólogo da Universidade Estadual de São Francisco, que também está no conselho editorial do jornal pedófilo holandês Paidika. Portanto, não é surpreendente ver a pedofilia sendo promovida em suas páginas.






Em 1990, o Journal of Homosexuality publicou uma série de ensaios sobre a pedofilia que foram por fim publicados como Male Inter-Generational Intimacy: Historical, Socio-Psychological, and Legal Perspectives [Intimidade Inter-Generacional Masculina: Perspectivas Históricas, Sócio-Psicológicas, e Legais], editado pelo pedófilo Edward Brongersma. Nenhum dos ensaios ofereceu qualquer crítica substancial à pedofilia: a maioria promovia descaradamente o amor homem-garoto como o direito natural dos homossexuais.






Em 1999, Helmut Graupner escreveu um artido sobre a pedofilia no Journal of Homosexuality, no qual ele afirma: "Relações entre homens e garotos e entre mulheres e garotas sem dúvida são relações entre pessoas do mesmo sexo e elas constituem, sim, um aspecto importante da vida gay e lésbica." Graupner sustenta que, como tal, relações sexuais consensuais entre homossexuais adultos e jovens até de 14 anos devem ser consideradas com uma "questão de direitos gays." 67






O fascínio pela pedofilia continua a ser uma causa de preocupação dentro da comundade gay. A colunista lésbica Paula Martinac, escrevendo no jornal homossexual Washington Blade, afirma:






Alguns homens gays ainda sustentam que um adulto que tem relações com uma pessoa de mesmo sexo abaixo da idade legal de consentimento está, de certo modo, fazendo um favor ao menino, por ajudá-lo a 'sair do armário.' Isto não é pedofilia, diz este pensamento -- pedofilia se refere apenas a crianças novas. Ao invés disto, sexo entre jovens e adultos é visto como um aspecto importante da cultura gay, com uma história que remonta ao 'Amor Grego' dos tempos antigos. Esta versão romantizada das relações sexuais entre jovens e adultos tem sido uma constante na literatura gay e tem aparecido, também, em filmes de temática gay. 68






Martinac acrescenta que "Quando alguns homens gays tratam com reverenciam o sexo entre jovens e adultos, ao mesmo tempo em que simultaneamente declaram: "Nós não somos pedófilos", eles mandam uma mensagem incongruente para a sociedade... A comunidade gay e lésbica nunca terá sucesso no combate ao estereótipo pedófilo enquanto todos não pararmos de ser coniventes com o sexo com os jovens." 69


De vítima a agressor: as consequências do abuso homossexual de crianças


A constante negação de todas as perturbadoras ligações com a pedofilia dentro do movimento homossexual não é um assunto puramente acadêmico. Talvez o aspecto mais trágico da ligação entre homossexualismo e pedofilia seja o fato de que os homens que molestam sexualmente garotos muitas vezes levam suas vítimas à homossexualidade e à pedofilia. As evidências indicam que uma alta porcentagem de homossexuais e pedófilos foram eles mesmos abusados sexualmente quando crianças:


Os Archives of Sexual Behavior relata: "Uma das mais notáveis descobertas deste estudo é que 46 por cento dos homens homossexuais e 22 por cento das mulheres homossexuais relataram ter sido molestadas por uma pessoa do mesmo gênero. Isto contrasta com apenas 7 por cento de homens heterossexuais e 1 por cento de mulheres heterossexuais que relataram terem sido molestados por uma pessoa do mesmo gênero." 70

Um estudo de 279 homens homossexuais/bissexuais com AIDS e pacientes-caso e de controle, discutido no Journal of the American Medical Association, relatou: "Mais da metade tanto dos pacientes-caso quanto dos pacientes de controle relataram uma relação sexual com um homem na idade de 16 anos; aproximadamente 20 por cento, por volta da idade de 10 anos." 71


O destacado especialista em abuso sexual de crianças David Finklhor descobriu que "garotos atacados por homens mais velhos eram mais de quatro vezes mais propensos a incorrerem em atividades homossexuais do que as não-vítimas. A descoberta se aplicou a quase metade dos garotos que tinham tido uma tal experiência... Além do mais, os próprios adolescentes muitas vezes ligavam sua homossexualidade a suas experiências como vítimas." 72


Um estudo no International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology descobriu: "No caso de experiências sexuais anteriores à idade de 14 anos, 40 por cento (da amostra de pedófilos) relatou que tinha tido atividades sexuais 'com muita frequência' com um adulto, com 28 por cento afirmando que este tipo de atividade tinha ocorrido 'algumas vezes'". 73


Um relatório do Instituto Nacional de Justiça afirma que "as possibilidades de uma vítima de abuso sexual na infância ser presa quando adulta por algum crime sexual é 4.7 vezes mais alta do que para pessoas... que não experimentaram nenhum molestamento quando crianças." 74

Um estudo na Child Abuse and Neglect descobriu que 59 por cento dos criminosos sexuais que atacavam crianças tinham sido "vítimas de abuso sexual quando criança." 75


O Journal of Child Psychiatry observou que "há uma tendência entre as vítimas meninos de recapitularem seu próprio abuso, só que desta vez com elas mesmas no papel de perpetradores e outra pessoa sendo a vítima." 76

O ciclo do abuso é o trágico legado das tentativas, por parte dos homossexuais, de se legitimarem as relações sexuais com garotos. Para um grande número de garotos, já é tarde demais para protegê-los dos que se aproveitaram de sua necessidade de amor e atenção. Muitíssimos deles mais tarde cometem eles mesmos o abuso, incorrendo no abuso sexual de garotos. Somente expondo as mentiras, as negações insinceras e os enganos -- inclusive aqueles embrulhados em uma roupagem acadêmica -- dos que vitimam sexualmente as crianças podemos esperar construir um muro de proteção ao redor das crianças indefesas entre nós.

O Dr. Dailey é membro da área de estudos da cultura junto ao Family Research Council.


Timothy J. Dailey, Ph.D.: Traditional Values Org, sem data


Original: Homosexuality and Child Sexual Abuse
Tradução: Dextra

19.10.11

EVANGÉLICOS PROTESTAM CONTRA A HETEROFOBIA

Milhares de evangélicos vão às ruas protestar contra "heterofobia"


Ter, 31 de Maio de 2011 08:20

A noite desta segunda-feira, (30) foi marcada por um grande grito em favor da família brasileira. Em frente ao Palácio Rio Branco, milhares de pessoas protestaram contra as mudanças previstas na legislação através da PLC 122/2006.

O evento contou com a presença de vários lideres religiosos das igrejas locais, do Coordenador do movimento pró vida da CNBB em Brasília, Paulo Fernandes, do Deputado Federal e Presidente da Comissão parlamentar em Defesa da Vida e da Família, deputado João Campos e do cantor e também parlamentar Marcelo Aguiar.

Aproximadamente 5 mil pessoas prestigiaram este grande encontro onde o governador Tião Viana se fez presente e foi homenageado como uma das pessoas que lutam em defesa da família, recebendo das mãos do deputado federal Henrique Afonso, uma placa em madeira como forma de agradecimento.

O governador declarou em pronunciamento que vai garantir que a sociedade seja regida por leis cristãs, que valorizam o bem de todos.

Para o deputado Henrique Afonso (PV-AC), 2º Vice presidente da Comissão parlamentar em Defesa da Vida e da Família na Câmara Federal, este é o ponta pé inicial para um grande movimento que desperta a igreja a ir em busca daquilo que acredita ser certo.

“Este evento aqui é para mostrar no que acreditamos, não somos homofóbicos, apenas queremos ter liberdade religiosa, e não podemos aceitar que um estatuto milenar, que algo tão sagrado, como a família possa ser desfeita de uma hora pra outra” garantiu o parlamentar.

No ultimo fim de semana, como resultado do Seminário sobre vida e família onde foram debatidos as principais mudanças nas leis que serão votadas no Congresso Nacional, foi elaborada uma "Carta da Família Acreana" que será enviada aos principais poderes nacionais, estaduais e municipais, pedindo a revisão da lei.


FONTE:
http://www.acrenoticia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2428:governador-tiao-viana-participa-de-ato-religioso-contra-avanco-homossexual&catid=1:eventos&Itemid=59

4.10.11

Psicólogos no facebook X Sistema Conselhos de Psicologia/Marta Suplicy

Publicado no blog da psicóloga Rozangela Justino: http://psicologarozangelajustino.blogspot.com/

Vejam o que o CRP-SP está fazendo com a "imparcialidade ética da psicologia" e com as contribuições mensais ao CRP. Temos um advogado para entrar com uma ação com vários psicólogos pedindo a restituição de suas contribuições mensais ao CRP. Há mais de 200 psicólogos discutindo estas questões no facebook. Junte-se a estes. Divulguem esta mensagem para os psicólogos que você conhece.


Vejam o que este CRP faz com a anuidade dos seus profissionais:


http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/noticias/noticia_090610_002.html

http://www.youtube.com/watch?v=ROLW1-rmjzY&feature=share


Abaixo, nenhuma novidade no Congresso Nacional! O que podemos esperar da psicóloga Marta Suplicy, PT/SP, que trabalha para os Sistemas Conselhos de Psicologia apoiarem o movimento gay?


São estes Projetos de Leis que dão suporte ao CRP-SP, por exemplo, para usar as anuidades dos psicólogos para financiar carros alegóricos nas paradas gays, dentre outras que desconhecemos porque não auditoramos os CRPs e CFP. Precisamos fazer denúncias ao MP - Ministério Público:


PROPOSIÇÕES
Família – Senado
PLS 612/2011 - Marta Suplicy (PT/SP) - 29/9/11
Permite o reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo.
•Passa a reconhecer como entidade familiar a união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. Altera a redação do art. 1.723 da Lei nº 10.406/02 (Código Civil)
•Prevê que a união estável poderá converter-se em casamento, mediante requerimento formulado dos companheiros ao oficial do Registro Civil, no qual declarem que não têm impedimentos para casar e indiquem o regime de bens que passam a adotar, dispensada a celebração, produzindo efeitos a partir da data do registro do casamento. Altera a redação do art. 1.726 do CC.
http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=102589
= 30/9/11 - Despachado à Com. Direitos Humanos e CCJ

A proposta está na Com. Direitos Humanos aguardando recebimento de emendas por um período de cinco dias úteis.

 
Psicólogos, entrem no facebook, pois várias outras questões de interesse da classe em defesa da profissão estão sendo discutidas lá. O envolvimento do Sistema Conselhos de Psicologia com o movimento gay é apenas um viés. Existem outras questões bem sérias: WWW.facebook.com Participem do grupo: PSICÓLOGOS DO BRASIL, UNI-VOS! - Em defesa da ciência e da profissão.


Os psicólogos precisam criar uma associação de classe para formar chapas para concorrer às eleições e moralizar este Conselho Profissional. Nenhuma das chapas concorrentes nas eleições passadas conseguiram ser “aprovadas” pela comissão eleitoral. São os mesmos mantidos no poder há mais de 10 anos.