Notícia alentadora: pais e professores reagem a livro obsceno
Fonte: http://www.blogger.com/blog_this.pyra?t=&u=http%3A%2F%2Fwww.ipco.org.br%2Fhome%2Fnacional%2Fnoticia-alentadora-pais-e-professores-reagem-a-livro-com-obscenidades%3Fsms_ss%3Dblogger&n=Not%C3%ADcia+alentadora%3A+pais+e+professores+reagem+a+livro+obsceno
30, agosto, 2010
Daniel Martins
Fico muito satisfeito por receber diariamente mensagens dos leitores e participantes deste site. Ora são notícias, ora comentários, ora sugestões, que a nós do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira muito animam a continuar e aumentar a luta em prol do Brasil e da Civilização Cristã.
Ontem mesmo recebi uma notícia alentadora. Indo de encontro à revolução sexual que determinados setores querem impor desde os bancos escolares, pais e professores se mobilizam e vetam um livro obsceno e imoral que estava sendo distribuído em escolas estaduais em Ribeirão Preto.
Alentadora por quê? Porque se os pais e professores começarem a reagir, os propulsores da imoralidade perderão boa parte de sua força. E a revolução sexual receberá um duro golpe.
Veja a notícia abaixo, precedida de uma mensagem que me enviou um amigo da região onde ocorreu o fato:
Agora só faltava essa mesmo, tinha visto várias apologias a este livro no mural da sala dos professores na escola onde dou aula, mas nunca imaginava que houvesse esse conteúdo, o que me faz entender a atitude de alguns alunos, que já na 5ª série dizem e fazem coisas obscenas. É muito triste a situação de um pai hoje, já que é obrigado a manter os filhos nesses lugares que alguns políticos chegam a dizer serem a salvação do Brasil.
Escola de Ribeirão veta livro com conto erótico
(Jornal A Cidade, de Ribeirão Preto)
Publicação com autores consagrados [???...] entregue a alunos do ensino médio gera reprovação de pais e professores
Escolas estaduais de Ribeirão Preto começaram a receber nesta semana o livro “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, que já havia causado polêmica na capital paulista por possuir um conto erótico no conteúdo.
Pais e professores decidiram retirar a publicação das mãos dos alunos da escola Domingos Spinelli, no Quintino Facci 2, na zona Norte.
Alunos do primeiro e terceiro ano do ensino médio receberam nesta quarta-feira o livro e foram alertados pelos próprios professores sobre o conteúdo do conto “Obscenidades para Uma Dona de Casa”, escrito por Ignácio de Loyola Brandão.
O conto contém expressões obscenas para enfatizar o desejo dos personagens. A escola decidiu recolher o material no mesmo dia.
O representante comercial Sérgio dos Santos, que tem uma filha de 17 anos, disse que ficou surpreso quando soube do conto durante o almoço desta quarta. [...) O pai pensa em registrar boletim de ocorrência e levar queixa ao MEC (Ministério da Educação).
A filha dele afirmou que o livro causou alvoroço na escola. Adolescentes, também de outras séries, ficaram curiosos para ler o conto. A jovem diz que professores ficaram constrangidos com o material.
O conselheiro regional da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), José Wilson de Souza Maciel, disse que a entidade ainda não se posicionou [???] oficialmente sobre o assunto, mas que ele, particularmente, também não concorda com a distribuição de livros com contos eróticos.
Outro lado
A Secretaria da Educação do Estado informou nesta quarta-feira que o livro foi analisado e aprovado por uma comissão, composta por professores de universidades como a USP (Universidade de São Paulo) e a Universitar Heidelberg, da Alemanhabb.
Em nota, a pasta informou que o livro faz parte do Programa Apoio ao Saber, que destina três publicações anualmente para estudantes que passam da sexta série do ensino fundamental. Diz ainda que o livro que causou polêmica foi destinado apenas [???]aos estudantes do terceiro ano do ensino médio .
JESUS, eu reconheço que sou um pecador, e me arrependo de todo o meu coração! O Senhor morreu na Cruz do Calvário em meu lugar, perdoou os meus pecados, e me deu a vida eterna com o Senhor! Eu não mereço tão grande amor e salvação, mas aceito o Seu sacrifício por mim! O Senhor é o meu único e suficiente Salvador, e convido-o a fazer morada em meu coração! Peço ao Espírito Santo de Deus que venha dirigir a minha vida, o meu falar, pensar, agir e sentir,...durante todos os dias da minha vida!
19.9.10
O PNDH 3 COLOCA AS NOSSAS CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE RISCO CONSTANTE
Arquivo da Categoria ‘O PNDH e Nossos Filhos’
O que será de nossas crianças? Desconstrução da “heteronormatividade”
2 comentários
Querem levar nossas crianças a aceitar o anti-natural! (por Daniel Martins dfsmartins@gmail.com)
Quando vamos educar nossos filhos, uma das coisas primordiais é mostrar o que é certo e o que é errado.
A educação dos filhos depende de coisas elementares, como o convívio entre os irmãos, a limpeza, o vocabulário, etc.
Há outras coisas que nem é preciso ensinar, pois estão na própria natureza humana. Uma delas é a diferença entre homens e mulheres.
Outra é o fato de que o homem só se casa com uma mulher, e que uma mulher só se casa com um homem!
O PNDH-3 e o Governo chamam essas evidências de “heteronormatividade”. Para eles, isso é produto de uma sociedade “discriminatória”.
Como chamar de “discriminatório” a própria ordem natural das coisas?
Como chamar de “discriminatório” ao próprio Deus, que assim dispôs, na sua infinita Sabedoria?
O PNDH-3 não só critica a “heteronormatividade”, mas quer criar um sistema de informação e educação para “desconstruir” essa noção natural da sociedade.
Para onde isso nos levará? Sodoma e Gomorra…
Veja abaixo uma citação do próprio texto do PNDH-3:
“Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos. Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade. Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.”
Querem que nossos filhos achem normal a prostituição!
3 comentários
Meu Deus! Até isso?!
Veja o que diz o PNDH-3:
“Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo.”
Comentário:
Este palavreado arrevezado encobre uma infâmia. Deve-se “educar” a todos, inclusive as crianças, a que aceitem com normalidade a prostituição. É uma fábrica de prostituição, mesmo infantil, que fica assim liberada.
Outro trecho:
“Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão.”
Comentário:
O Prof. Ives Gandra, em entrevista publicada pela UOL, afirmou: “Isso não é profissão; os verdadeiros direitos humanos seriam tirar essas moças do que elas estão fazendo e dar profissões dignas a elas”.
Concordo com ele.
Autor: Leo F. Daniele
O que estão querendo ensinar para nossas crianças
1 comentário
Veja o que o PNDH-3 está preparando para nossas crianças.
Diz o texto:
A educação em Direitos Humanos, como canal estratégico capaz de produzir uma sociedade igualitária, extrapola o direito à educação permanente e de qualidade.
A estratégia é a arte de traçar os planos de uma guerra (Silveira Martins). Essa guerra, diz o texto, destina-se a “produzir uma sociedade igualitária”, ou seja, comunista.
E o PNDH-3 é ainda mais claro especificando que “extrapola” do conceito corrente de educação. Portanto, engana-se quem julgar que se trata de uma simples iniciativa destinada à educação popular.
Não poucos esperam encontrar no progeto algo voltado para a benemerência, mas encontrarão nele um enigmático “canal estratégico”, como via para a “sociedade igualitária”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/category/deseducacao-no-pndh
O que será de nossas crianças? Desconstrução da “heteronormatividade”
2 comentários
Querem levar nossas crianças a aceitar o anti-natural! (por Daniel Martins dfsmartins@gmail.com)
Quando vamos educar nossos filhos, uma das coisas primordiais é mostrar o que é certo e o que é errado.
A educação dos filhos depende de coisas elementares, como o convívio entre os irmãos, a limpeza, o vocabulário, etc.
Há outras coisas que nem é preciso ensinar, pois estão na própria natureza humana. Uma delas é a diferença entre homens e mulheres.
Outra é o fato de que o homem só se casa com uma mulher, e que uma mulher só se casa com um homem!
O PNDH-3 e o Governo chamam essas evidências de “heteronormatividade”. Para eles, isso é produto de uma sociedade “discriminatória”.
Como chamar de “discriminatório” a própria ordem natural das coisas?
Como chamar de “discriminatório” ao próprio Deus, que assim dispôs, na sua infinita Sabedoria?
O PNDH-3 não só critica a “heteronormatividade”, mas quer criar um sistema de informação e educação para “desconstruir” essa noção natural da sociedade.
Para onde isso nos levará? Sodoma e Gomorra…
Veja abaixo uma citação do próprio texto do PNDH-3:
“Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos. Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade. Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.”
Querem que nossos filhos achem normal a prostituição!
3 comentários
Meu Deus! Até isso?!
Veja o que diz o PNDH-3:
“Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo.”
Comentário:
Este palavreado arrevezado encobre uma infâmia. Deve-se “educar” a todos, inclusive as crianças, a que aceitem com normalidade a prostituição. É uma fábrica de prostituição, mesmo infantil, que fica assim liberada.
Outro trecho:
“Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão.”
Comentário:
O Prof. Ives Gandra, em entrevista publicada pela UOL, afirmou: “Isso não é profissão; os verdadeiros direitos humanos seriam tirar essas moças do que elas estão fazendo e dar profissões dignas a elas”.
Concordo com ele.
Autor: Leo F. Daniele
O que estão querendo ensinar para nossas crianças
1 comentário
Veja o que o PNDH-3 está preparando para nossas crianças.
Diz o texto:
A educação em Direitos Humanos, como canal estratégico capaz de produzir uma sociedade igualitária, extrapola o direito à educação permanente e de qualidade.
A estratégia é a arte de traçar os planos de uma guerra (Silveira Martins). Essa guerra, diz o texto, destina-se a “produzir uma sociedade igualitária”, ou seja, comunista.
E o PNDH-3 é ainda mais claro especificando que “extrapola” do conceito corrente de educação. Portanto, engana-se quem julgar que se trata de uma simples iniciativa destinada à educação popular.
Não poucos esperam encontrar no progeto algo voltado para a benemerência, mas encontrarão nele um enigmático “canal estratégico”, como via para a “sociedade igualitária”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/category/deseducacao-no-pndh
O PNDH-3, AMEAÇA PARA O FUTURO, OU PARA AGORA?
O PNDH-3, AMEAÇA PARA O FUTURO, OU PARA AGORA?
31, agosto, 2010
Leo Daniele
“Tu não só não ficaste atrás em seguir os seus caminhos (de Sodoma), e em obrar segundo as suas maldades, mas quase foste mais perversa que elas em teu proceder” (16, 47). É de se meditar.
Dir-se-ia que não é para já. Estamos num ano de eleições, e o bom senso pede que aqueles inúmeros itens do PNDH-3 fiquem para serem discutidos em 2011.
Mas o bom senso não parece ser uma qualidade corrente em certos meios. Por isso, evitando o que possa dar idéia de um perigo, de uma ameaça, vai-se aplicando o conteúdo do PNDH-3 gradualmente, ponto por ponto.
Seria um pouco como se, em vez de promover uma invasão maciça, uma tropa executasse uma infiltração soldado a soldado aproveitando da penumbra.
Assim sempre haverá quem não se dê conta da manobra, e fique com a impressão do que o PNDH-3 jaz adormecido nalguma gaveta, devido à forte reação contrária.
Um exemplo? O PNDH-3 defende a “desconstrução da heteronormatividade”, ou seja, fazer com que desapareça a idéia corrente no povo brasileiro de que o normal, o habitual, o santificado por um Sacramento é o casamento entre pessoas de sexo diferente.
O PNDH-3 tocou a trombeta da “desconstrução da heteronormatividade”, e um órgão do Ministério da Justiça agora ecoou seu som (Portaria nº 25, de 25 de agosto de 2010), constituindo um Grupo de Trabalho para “diagnosticar, elaborar e avaliar a promoção das políticas de segurança pública” para os LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais,Travestis e Transexuais).
Em vez de apoiar o casamento verdadeiro e “desconstruir” suas deturpações, vão fazer o contrário: promover “linhas de apoio” ‒ como diz a resolução governamental ‒ para as aberrações, e a “desconstrução” para o verdadeiro casamento, para as autênticas famílias, com base na “heteronormatividade”! Inversão total!
Encontramos na Profecia de Ezequiel: “Tu não só não ficaste atrás em seguir os seus caminhos (de Sodoma), e em obrar segundo as suas maldades, mas quase foste mais perversa que elas em teu proceder” (16, 47). É de se meditar.
Esse é apenas um item do PNDH-3, que escolhemos a título de exemplo. Estamos sob a ameaça do conjunto deles, e essa ameaça em boa parte é para hoje.
O perigo, diz um ditado, vem mais rapidamente quando é desprezado. No nosso caso, ele está às nossas portas. Não o desprezemos.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/pndh/o-pndh-3-ameaca-para-o-futuro-ou-para-agora?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
31, agosto, 2010
Leo Daniele
“Tu não só não ficaste atrás em seguir os seus caminhos (de Sodoma), e em obrar segundo as suas maldades, mas quase foste mais perversa que elas em teu proceder” (16, 47). É de se meditar.
Dir-se-ia que não é para já. Estamos num ano de eleições, e o bom senso pede que aqueles inúmeros itens do PNDH-3 fiquem para serem discutidos em 2011.
Mas o bom senso não parece ser uma qualidade corrente em certos meios. Por isso, evitando o que possa dar idéia de um perigo, de uma ameaça, vai-se aplicando o conteúdo do PNDH-3 gradualmente, ponto por ponto.
Seria um pouco como se, em vez de promover uma invasão maciça, uma tropa executasse uma infiltração soldado a soldado aproveitando da penumbra.
Assim sempre haverá quem não se dê conta da manobra, e fique com a impressão do que o PNDH-3 jaz adormecido nalguma gaveta, devido à forte reação contrária.
Um exemplo? O PNDH-3 defende a “desconstrução da heteronormatividade”, ou seja, fazer com que desapareça a idéia corrente no povo brasileiro de que o normal, o habitual, o santificado por um Sacramento é o casamento entre pessoas de sexo diferente.
O PNDH-3 tocou a trombeta da “desconstrução da heteronormatividade”, e um órgão do Ministério da Justiça agora ecoou seu som (Portaria nº 25, de 25 de agosto de 2010), constituindo um Grupo de Trabalho para “diagnosticar, elaborar e avaliar a promoção das políticas de segurança pública” para os LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais,Travestis e Transexuais).
Em vez de apoiar o casamento verdadeiro e “desconstruir” suas deturpações, vão fazer o contrário: promover “linhas de apoio” ‒ como diz a resolução governamental ‒ para as aberrações, e a “desconstrução” para o verdadeiro casamento, para as autênticas famílias, com base na “heteronormatividade”! Inversão total!
Encontramos na Profecia de Ezequiel: “Tu não só não ficaste atrás em seguir os seus caminhos (de Sodoma), e em obrar segundo as suas maldades, mas quase foste mais perversa que elas em teu proceder” (16, 47). É de se meditar.
Esse é apenas um item do PNDH-3, que escolhemos a título de exemplo. Estamos sob a ameaça do conjunto deles, e essa ameaça em boa parte é para hoje.
O perigo, diz um ditado, vem mais rapidamente quando é desprezado. No nosso caso, ele está às nossas portas. Não o desprezemos.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/pndh/o-pndh-3-ameaca-para-o-futuro-ou-para-agora?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Juíza alerta para a crise de autoridade na família
31, agosto, 2010
Atilio Faoro
Os pais buscam a Justiça, para suprir a autoridade perdida sobre os filhos
“A educação encontra-se numa encruzilhada: como educar filhos, com os limites e as restrições próprios do processo civilizatório, sem o exercício da autoridade?”
O alerta vem da juíza da 1ª Vara de Família de Petrópolis (RJ), Andréa Pachá, que registra a gravidade da crise de autoridade no interior das famílias brasileiras, em artigo reproduzido na imprensa carioca (O Globo, 22-8-10).
No seu artigo, a magistrada constata: “Um fenômeno recente tem se repetindo com freqüência cada vez maior nas Varas de Família: a busca da Justiça pelos pais, como forma de suprir sua incapacidade de estabelecer limites aos filhos.
Espera-se que um juiz decida em que escola deve a criança estudar, quais ambientes que deve freqüentar, que tipo de música pode ouvir ou a que horas deve voltar para a casa”.
Para a juíza, a confusão de papéis e a falência da família tradicional é evidente. “Verdadeiro paradoxo, pois a mesma sociedade que brada por menos Estado espera que o Estado interfira justamente naquelas relações que deveriam ser exclusivamente privadas. Não é com pesar que se constata a falência da antiga família patriarcal”.
Depois de perguntar “como representar o papel de pai ou mãe sem ônus?” e de afirmar que “não existe geração espontânea de adolescentes bem educados” Andréa Pachá argumenta: ”Valores éticos, morais e comportamentais não são inatos e devem ser transmitidos desde a infância pelos pais, que também devem demonstrar que não se vive em grupo sem ceder à busca desenfreada pelo consumo e pelos prazeres individuais.
A dor e o limite fazem parte. A transferência desta tarefa, primeiro para a escola, depois para os terapeutas e agora para os juízes não parece o melhor caminho. O exercício da autoridade não deve ser visto como ameaça ou retrocesso”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/nacional/juiza-alerta-para-a-crise-de-autoridade-na-familia?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Atilio Faoro
Os pais buscam a Justiça, para suprir a autoridade perdida sobre os filhos
“A educação encontra-se numa encruzilhada: como educar filhos, com os limites e as restrições próprios do processo civilizatório, sem o exercício da autoridade?”
O alerta vem da juíza da 1ª Vara de Família de Petrópolis (RJ), Andréa Pachá, que registra a gravidade da crise de autoridade no interior das famílias brasileiras, em artigo reproduzido na imprensa carioca (O Globo, 22-8-10).
No seu artigo, a magistrada constata: “Um fenômeno recente tem se repetindo com freqüência cada vez maior nas Varas de Família: a busca da Justiça pelos pais, como forma de suprir sua incapacidade de estabelecer limites aos filhos.
Espera-se que um juiz decida em que escola deve a criança estudar, quais ambientes que deve freqüentar, que tipo de música pode ouvir ou a que horas deve voltar para a casa”.
Para a juíza, a confusão de papéis e a falência da família tradicional é evidente. “Verdadeiro paradoxo, pois a mesma sociedade que brada por menos Estado espera que o Estado interfira justamente naquelas relações que deveriam ser exclusivamente privadas. Não é com pesar que se constata a falência da antiga família patriarcal”.
Depois de perguntar “como representar o papel de pai ou mãe sem ônus?” e de afirmar que “não existe geração espontânea de adolescentes bem educados” Andréa Pachá argumenta: ”Valores éticos, morais e comportamentais não são inatos e devem ser transmitidos desde a infância pelos pais, que também devem demonstrar que não se vive em grupo sem ceder à busca desenfreada pelo consumo e pelos prazeres individuais.
A dor e o limite fazem parte. A transferência desta tarefa, primeiro para a escola, depois para os terapeutas e agora para os juízes não parece o melhor caminho. O exercício da autoridade não deve ser visto como ameaça ou retrocesso”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/nacional/juiza-alerta-para-a-crise-de-autoridade-na-familia?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Programa Nacional [de Perseguição Religiosa sob pretexto] de Direitos Humanos
Programa Nacional [de Perseguição Religiosa sob pretexto] de Direitos Humanos
Este artigo, escrito por católicos, se aplica a todos os cristãos evangélicos.
Denúncia: O Fundamentalismo Ateu
Um espectro que ameaça o Brasil
Em nome de uma ideologia que nega Deus e diviniza o homem, o fundamentalismo ateu quer acabar com qualquer vestígio de Religião e de Moral no Estado e na sociedade moderna.
Por isso, deformando o verdadeiro conceito de direitos humanos, o fundamentalismo ateu destrona a Deus e desconhece seus Mandamentos, fazendo do próprio homem e dos caprichos da liberdade humana o supremo juiz do bem e do mal, do justo e do injusto, do louvável e do repreensível.
Não reconhecendo a ordem posta por Deus no Universo e a natureza humana, o fundamentalismo ateu advoga:
. Morticínio das crianças no seio materno, em nome de um suposto direito das mulheres a dispor de seu corpo, o que lhes permitiria gozar livremente da sexualidade;
. Legitimação da prostituição como meio honesto de ganhar a vida;
. Equiparação das uniões homossexuais à instituição sagrada da família, pretendendo até entregar crianças inocentes para serem adotadas por homossexuais;
. Invasão das propriedades, para satisfazer a cobiça de pessoas que se recusam a ganhar o pão com o suor de seus rostos;
. Proteção dos criminosos e a limitação dos meios de ação das forças policiais.
Mais ainda, por ser incapaz de conter qualquer renascimento religioso nas novas gerações, o fundamentalismo ateu quer eliminar dos lugares públicos todo símbolo religioso, para que os cidadãos acabem esquecendo-se de Deus e não Lhe agradeçam tudo que a Ele devem.
Instrumentalizando a Lei e a Justiça, e ameaçando com pesadas sanções penais e multas, o fundamentalismo ateu já tem conseguido, em países nos quais outrora predominava o espírito cristão:
. Obrigar os hospitais católicos a praticar abortos (Colômbia) e forçar as faculdades de medicina de universidades católicas a ensinar como se fazem os abortos (Espanha);
. Obrigar os farmacêuticos a vender pílulas abortivas (França);
. Forçar os funcionários municipais cristãos a “celebrar” cerimônias de casamento entre homossexuais (Inglaterra);
. Sancionar juízes por terem tomado medidas de precaução para salvaguardar o melhor interesse de crianças que estão sendo adotadas por pseudo-casais homossexuais (Espanha);
. Condenar penalmente fotógrafos por recusarem-se a filmar festas de casamento homossexual (Estados Unidos) e multar igrejas por não alugarem salões paroquiais para a realização de tais festas (Estados Unidos);
. Obrigar escolas católicas ou de outras confissões cristãs a dar aulas de educação sexual, nas quais se ensina que o aborto e a homossexualidade são opções legítimas (Inglaterra);
. Mandar retirar os crucifixos das escolas públicas (Itália).
E que pretexto os legisladores e os juízes alegam para punir os “culpados”?
É um deturpado conceito de Direitos Humanos que – em nome da “não discriminação”, da “libertação da mulher” ou da
“proteção das minorias marginalizadas” – admite como legítimos comportamentos outrora penalizados por contrariarem a Lei de Deus.
Em outras palavras, esse falso conceito ateu de direitos humanos está se transformando no único “dogma” aceito pela sociedade moderna.
Se os ensinamentos de uma religião entram em choque com esse “dogma”, ela passa a ser considerada ipso facto como uma ameaça à ordem pública e ao regime democrático.
O Brasil – que é o maior país católico do mundo – tinha sido até aqui poupado desses conflitos religiosos em que, cada vez mais, vão sendo envolvidos os cristãos da Europa e dos Estados Unidos.
Porém, o Programa Nacional de Direitos Humanos, recentemente lançado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu Secretário para os Direitos Humanos, Sr. Paulo Vannuchi, faz nosso País entrar de cheio nesse conflito entre o fundamentalismo ateu e a religião.
Se não, vejamos:
1 No plano religioso, o PNDH-3 desconhece as raízes católicas da história e da imensa maioria da população brasileira, e abre as portas escancaradamente para a bruxaria e o satanismo.
2 Desrespeitando o direito à vida do nascituro, o PNDH-3 trata sorrateiramente do aborto como “tema de saúde pública”, “garantindo o acesso aos serviços de saúde pública” para a prática do aborto.
3 Visando expressamente desconstruir a célula familiar tradicional, e desconhecendo o direito das crianças de nascer e ser educadas no seio de uma família normal, o PNDH-3 visa “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”, “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” e “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.
4 Equiparando o vício a uma profissão honesta (e desconhecendo que, na maioria dos casos, as prostitutas são escravas de redes de tráfico), o PNDH-3 visa “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” e “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.
5 Numa clara opção socializante, o PNDH-3 propõe “políticas públicas de redução das desigualdades sociais concretizadas por meio de ações de transferência de renda, incentivo à economia solidária e ao cooperativismo, à expansão da reforma agrária, ao fomento da aquicultura, da pesca e do extrativismo e da promoção do turismo sustentável”.
6 Em claro ataque à propriedade privada, o PNDH-3 declara desejar “fortalecer a reforma agrária com prioridade à implementação e recuperação de assentamentos [...] e regulamentação da desapropriação de áreas pelo descumprimento da função social plena”.
7 Golpeando o direito de propriedade, o PNDH-3 privilegia, para resolver os conflitos originados pelas invasões ilegítimas de terras e prédios urbanos, não a aplicação das decisões liminares de justiça, mas a “mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos [...] como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares”.
8 Baseado num dogmatismo ecologista sem fundamento na ciência, e que cria obstáculo ao desenvolvimento econômico, o PNDH-3 visa “fomentar o debate sobre a expansão de plantios de monoculturas que geram impacto no meio ambiente e na cultura dos povos e comunidades tradicionais, tais como eucalipto, cana-de-açúcar, soja, e sobre o manejo florestal, a grande pecuária, mineração, turismo e pesca”, assim como “fortalecer políticas públicas de apoio ao extrativismo e ao manejo florestal comunitário ambientalmente sustentáveis”.
9 O Programa visa igualmente desmembrar o Brasil, outorgando enorme autonomia às populações indígenas, sob pretexto de “assegurar a integridade das terras indígenas para proteger e promover o modo de vida dos povos indígenas “ e de “garantir demarcação, homologação, regularização e desintrusão das terras indígenas, em harmonia com os projetos de futuro de cada povo indígena, assegurando seu etnodesenvolvimento e sua autonomia produtiva”.
10 Igualmente, em lugar de favorecer a integração dos silvícolas na vida nacional e fazê-los beneficiários do progresso, o PNDH-3 mantém os objetivos do PNDH-2, que já declarava visar segregá-los num regime de apartheid, implementando “políticas de proteção e promoção dos direitos das sociedades indígenas, em substituição a políticas assimilacionistas e assistencialistas”.
11 O viés totalitário transparece na proposta de “implementar o Observatório da Justiça Brasileira, em parceria com a sociedade civil” e “estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.
12 Mesmo a polícia deve ficar sob controle, pois o PNDH-3 propõe “a criação, com marco normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais”.
Aquilo que em outros países está sendo feito de maneira sorrateira e diversificada, mudando primeiro uma lei a respeito de um tema, depois dando uma sentença arbitrária a respeito de outro, mais tarde assinando um tratado internacional a respeito de um terceiro assunto, no Brasil pretende-se fazê-lo de uma vez só e abarcando de modo unificado todas as áreas da atividade humana.
Julgando talvez o Brasil um país demasiado conservador, o fundamentalismo ateu decidiu aparentemente proporcionar-lhe uma “terapia de choque” com o Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos.
Por esse mecanismo totalitário, está se abrindo na nossa Pátria uma das maiores perseguições religiosas da História.
Senão a maior: porque suas vítimas não serão apenas os seguidores desta ou daquela religião, mas todos os brasileiros de bem que querem respeitar a Lei de Deus, os ditames da justiça natural e sua própria consciência.
Face a essa ameaça, a Igreja Católica no Brasil, que não pode mudar os ensinamentos que recebeu em depósito das mãos de seu divino Mestre, também não pode deixar de evangelizar o nosso povo a esse respeito sem trair sua missão.
Ela não pode, portanto, evitar esse choque com o fundamentalismo ateu e com as estruturas do poder político que o sustentem, nem com aqueles conglomerados da mídia que ditam o “credo” ateu, individualista e hedonista imperante na sociedade contemporânea.
De nós, brasileiros, dependerá o resultado desse entrechoque:. Se nós nos omitirmos e permitirmos que o PNDH-3 seja implementado, os católicos passarão a ser perseguidos, ou pelo menos considerados “cidadãos de segunda classe”, que vivem pachorrentamente num mundo completamente paganizado;
. Se nós resistirmos, estaremos escrevendo mais uma página de glória na história de nossa Pátria e na história da Igreja.
Sirvam-nos de alento nessa conjuntura as luminosas palavras que proferiu o Beato Papa Pio IX quando os revolucionários italianos ocuparam os Estados Pontifícios, invadiram Roma e deixaram o Sumo Pontífice virtualmente prisioneiro no Vaticano:
Papa Beato Pio IX
“A maldade dos homens, excitada pelos demônios, elevou Jesus Cristo sobre o Gólgota, cravado numa cruz: mas foi precisamente sobre a cruz que Jesus Cristo estabeleceu sua Igreja, completando a obra de salvação do mundo. Aquilo não foi uma derrota, mas a primeira vitória. Foi lá que a graça triunfante começou sua obra.
“A partir daí, as oposições e as lutas não deram quartel à Igreja, mas cada luta marcou um triunfo. Porque aquele sangue que correu por todos os lados, inundando e regando sobretudo o solo de Roma, em lugar de extenuar a Igreja, deu-Lhe uma nova força. E longe de eliminar seus discípulos, apenas conseguiu multiplicá-los. O que permitiu chamar esse sangue de semen christianorum, semente de novos cristãos!
“Hoje, não se faz mais a guerra a uma parte apenas da Igreja, ou a apenas um artigo de sua fé, ou a um de seus dogmas. É à Igreja universal que a guerra é declarada. É contra a incredulidade, contra o ateísmo, o materialismo, que a Igreja deve lutar.
“Mas a Igreja de Jesus Cristo, construída sobre a pedra, não será jamais abalada, qualquer que seja a violência da tempestade. Ela tem como garantia a própria palavra desse Deus que disse: Portae inferi non praevalebunt – As portas do inferno não prevalecerão contra ela”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/
Este artigo, escrito por católicos, se aplica a todos os cristãos evangélicos.
Denúncia: O Fundamentalismo Ateu
Um espectro que ameaça o Brasil
Em nome de uma ideologia que nega Deus e diviniza o homem, o fundamentalismo ateu quer acabar com qualquer vestígio de Religião e de Moral no Estado e na sociedade moderna.
Por isso, deformando o verdadeiro conceito de direitos humanos, o fundamentalismo ateu destrona a Deus e desconhece seus Mandamentos, fazendo do próprio homem e dos caprichos da liberdade humana o supremo juiz do bem e do mal, do justo e do injusto, do louvável e do repreensível.
Não reconhecendo a ordem posta por Deus no Universo e a natureza humana, o fundamentalismo ateu advoga:
. Morticínio das crianças no seio materno, em nome de um suposto direito das mulheres a dispor de seu corpo, o que lhes permitiria gozar livremente da sexualidade;
. Legitimação da prostituição como meio honesto de ganhar a vida;
. Equiparação das uniões homossexuais à instituição sagrada da família, pretendendo até entregar crianças inocentes para serem adotadas por homossexuais;
. Invasão das propriedades, para satisfazer a cobiça de pessoas que se recusam a ganhar o pão com o suor de seus rostos;
. Proteção dos criminosos e a limitação dos meios de ação das forças policiais.
Mais ainda, por ser incapaz de conter qualquer renascimento religioso nas novas gerações, o fundamentalismo ateu quer eliminar dos lugares públicos todo símbolo religioso, para que os cidadãos acabem esquecendo-se de Deus e não Lhe agradeçam tudo que a Ele devem.
Instrumentalizando a Lei e a Justiça, e ameaçando com pesadas sanções penais e multas, o fundamentalismo ateu já tem conseguido, em países nos quais outrora predominava o espírito cristão:
. Obrigar os hospitais católicos a praticar abortos (Colômbia) e forçar as faculdades de medicina de universidades católicas a ensinar como se fazem os abortos (Espanha);
. Obrigar os farmacêuticos a vender pílulas abortivas (França);
. Forçar os funcionários municipais cristãos a “celebrar” cerimônias de casamento entre homossexuais (Inglaterra);
. Sancionar juízes por terem tomado medidas de precaução para salvaguardar o melhor interesse de crianças que estão sendo adotadas por pseudo-casais homossexuais (Espanha);
. Condenar penalmente fotógrafos por recusarem-se a filmar festas de casamento homossexual (Estados Unidos) e multar igrejas por não alugarem salões paroquiais para a realização de tais festas (Estados Unidos);
. Obrigar escolas católicas ou de outras confissões cristãs a dar aulas de educação sexual, nas quais se ensina que o aborto e a homossexualidade são opções legítimas (Inglaterra);
. Mandar retirar os crucifixos das escolas públicas (Itália).
E que pretexto os legisladores e os juízes alegam para punir os “culpados”?
É um deturpado conceito de Direitos Humanos que – em nome da “não discriminação”, da “libertação da mulher” ou da
“proteção das minorias marginalizadas” – admite como legítimos comportamentos outrora penalizados por contrariarem a Lei de Deus.
Em outras palavras, esse falso conceito ateu de direitos humanos está se transformando no único “dogma” aceito pela sociedade moderna.
Se os ensinamentos de uma religião entram em choque com esse “dogma”, ela passa a ser considerada ipso facto como uma ameaça à ordem pública e ao regime democrático.
O Brasil – que é o maior país católico do mundo – tinha sido até aqui poupado desses conflitos religiosos em que, cada vez mais, vão sendo envolvidos os cristãos da Europa e dos Estados Unidos.
Porém, o Programa Nacional de Direitos Humanos, recentemente lançado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu Secretário para os Direitos Humanos, Sr. Paulo Vannuchi, faz nosso País entrar de cheio nesse conflito entre o fundamentalismo ateu e a religião.
Se não, vejamos:
1 No plano religioso, o PNDH-3 desconhece as raízes católicas da história e da imensa maioria da população brasileira, e abre as portas escancaradamente para a bruxaria e o satanismo.
2 Desrespeitando o direito à vida do nascituro, o PNDH-3 trata sorrateiramente do aborto como “tema de saúde pública”, “garantindo o acesso aos serviços de saúde pública” para a prática do aborto.
3 Visando expressamente desconstruir a célula familiar tradicional, e desconhecendo o direito das crianças de nascer e ser educadas no seio de uma família normal, o PNDH-3 visa “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”, “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” e “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.
4 Equiparando o vício a uma profissão honesta (e desconhecendo que, na maioria dos casos, as prostitutas são escravas de redes de tráfico), o PNDH-3 visa “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” e “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.
5 Numa clara opção socializante, o PNDH-3 propõe “políticas públicas de redução das desigualdades sociais concretizadas por meio de ações de transferência de renda, incentivo à economia solidária e ao cooperativismo, à expansão da reforma agrária, ao fomento da aquicultura, da pesca e do extrativismo e da promoção do turismo sustentável”.
6 Em claro ataque à propriedade privada, o PNDH-3 declara desejar “fortalecer a reforma agrária com prioridade à implementação e recuperação de assentamentos [...] e regulamentação da desapropriação de áreas pelo descumprimento da função social plena”.
7 Golpeando o direito de propriedade, o PNDH-3 privilegia, para resolver os conflitos originados pelas invasões ilegítimas de terras e prédios urbanos, não a aplicação das decisões liminares de justiça, mas a “mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos [...] como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares”.
8 Baseado num dogmatismo ecologista sem fundamento na ciência, e que cria obstáculo ao desenvolvimento econômico, o PNDH-3 visa “fomentar o debate sobre a expansão de plantios de monoculturas que geram impacto no meio ambiente e na cultura dos povos e comunidades tradicionais, tais como eucalipto, cana-de-açúcar, soja, e sobre o manejo florestal, a grande pecuária, mineração, turismo e pesca”, assim como “fortalecer políticas públicas de apoio ao extrativismo e ao manejo florestal comunitário ambientalmente sustentáveis”.
9 O Programa visa igualmente desmembrar o Brasil, outorgando enorme autonomia às populações indígenas, sob pretexto de “assegurar a integridade das terras indígenas para proteger e promover o modo de vida dos povos indígenas “ e de “garantir demarcação, homologação, regularização e desintrusão das terras indígenas, em harmonia com os projetos de futuro de cada povo indígena, assegurando seu etnodesenvolvimento e sua autonomia produtiva”.
10 Igualmente, em lugar de favorecer a integração dos silvícolas na vida nacional e fazê-los beneficiários do progresso, o PNDH-3 mantém os objetivos do PNDH-2, que já declarava visar segregá-los num regime de apartheid, implementando “políticas de proteção e promoção dos direitos das sociedades indígenas, em substituição a políticas assimilacionistas e assistencialistas”.
11 O viés totalitário transparece na proposta de “implementar o Observatório da Justiça Brasileira, em parceria com a sociedade civil” e “estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.
12 Mesmo a polícia deve ficar sob controle, pois o PNDH-3 propõe “a criação, com marco normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais”.
Aquilo que em outros países está sendo feito de maneira sorrateira e diversificada, mudando primeiro uma lei a respeito de um tema, depois dando uma sentença arbitrária a respeito de outro, mais tarde assinando um tratado internacional a respeito de um terceiro assunto, no Brasil pretende-se fazê-lo de uma vez só e abarcando de modo unificado todas as áreas da atividade humana.
Julgando talvez o Brasil um país demasiado conservador, o fundamentalismo ateu decidiu aparentemente proporcionar-lhe uma “terapia de choque” com o Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos.
Por esse mecanismo totalitário, está se abrindo na nossa Pátria uma das maiores perseguições religiosas da História.
Senão a maior: porque suas vítimas não serão apenas os seguidores desta ou daquela religião, mas todos os brasileiros de bem que querem respeitar a Lei de Deus, os ditames da justiça natural e sua própria consciência.
Face a essa ameaça, a Igreja Católica no Brasil, que não pode mudar os ensinamentos que recebeu em depósito das mãos de seu divino Mestre, também não pode deixar de evangelizar o nosso povo a esse respeito sem trair sua missão.
Ela não pode, portanto, evitar esse choque com o fundamentalismo ateu e com as estruturas do poder político que o sustentem, nem com aqueles conglomerados da mídia que ditam o “credo” ateu, individualista e hedonista imperante na sociedade contemporânea.
De nós, brasileiros, dependerá o resultado desse entrechoque:. Se nós nos omitirmos e permitirmos que o PNDH-3 seja implementado, os católicos passarão a ser perseguidos, ou pelo menos considerados “cidadãos de segunda classe”, que vivem pachorrentamente num mundo completamente paganizado;
. Se nós resistirmos, estaremos escrevendo mais uma página de glória na história de nossa Pátria e na história da Igreja.
Sirvam-nos de alento nessa conjuntura as luminosas palavras que proferiu o Beato Papa Pio IX quando os revolucionários italianos ocuparam os Estados Pontifícios, invadiram Roma e deixaram o Sumo Pontífice virtualmente prisioneiro no Vaticano:
Papa Beato Pio IX
“A maldade dos homens, excitada pelos demônios, elevou Jesus Cristo sobre o Gólgota, cravado numa cruz: mas foi precisamente sobre a cruz que Jesus Cristo estabeleceu sua Igreja, completando a obra de salvação do mundo. Aquilo não foi uma derrota, mas a primeira vitória. Foi lá que a graça triunfante começou sua obra.
“A partir daí, as oposições e as lutas não deram quartel à Igreja, mas cada luta marcou um triunfo. Porque aquele sangue que correu por todos os lados, inundando e regando sobretudo o solo de Roma, em lugar de extenuar a Igreja, deu-Lhe uma nova força. E longe de eliminar seus discípulos, apenas conseguiu multiplicá-los. O que permitiu chamar esse sangue de semen christianorum, semente de novos cristãos!
“Hoje, não se faz mais a guerra a uma parte apenas da Igreja, ou a apenas um artigo de sua fé, ou a um de seus dogmas. É à Igreja universal que a guerra é declarada. É contra a incredulidade, contra o ateísmo, o materialismo, que a Igreja deve lutar.
“Mas a Igreja de Jesus Cristo, construída sobre a pedra, não será jamais abalada, qualquer que seja a violência da tempestade. Ela tem como garantia a própria palavra desse Deus que disse: Portae inferi non praevalebunt – As portas do inferno não prevalecerão contra ela”.
Fonte: http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/
DEPUTADO PAES DE LIRA - SP questiona Ministra Nilceia Freire por promover aborto
Consenso de Brasília?
Câmara dos Deputados questiona ministra Freire por promover aborto em foro internacional
BRASILIA, 06 Ago. 10 / 03:13 pm (ACI).- A Câmara dos Deputados em Brasília aceitou na quarta-feira, nos últimos minutos da sessão do dia, um projeto de lei que deixaria sem efeito qualquer obrigação para o país derivado do chamado "Consenso da Brasília", um documento assinado no último 16 de julho no meio do silêncio mediático e promovido pela ministra Nilceia Freire da Secretaria de Políticas para as Mulheres, que em nome do governo propõe a prática do aborto sem restrições no Brasil e em toda a América Latina.
O documento tem data 16 de julho e foi assinado na conclusão da XI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e o Caribe, que se realizou a partir do dia 13 do mencionado mês em Brasília e foi promovida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), dependente da ONU.
A Ministra Freire atuou como anfitriã e promotora do texto. No ponto número 6 o "Consenso de Brasília" insiste que os países da América Latina deveriam "Revisar as leis que prevêem medidas punitivas contra as mulheres que tenham cometido abortos".
Tal ação viola a Constituição brasileira que no seu artigo 5 protege a vida de todos sem distinção, também o Código Civil Brasileiro de 2002 que estabelece que a vida se inicia na concepção e várias outras normativas.
O documento também viola com esta disposição o Pacto de São José da Costa Rica, tratado vinculante e com categoria de lei obrigatória para o Brasil que em seu artigo 4 estabelece o amparo à vida a partir do momento da concepção.
A Câmara dos Deputados também já aceitou efetuar em breve uma votação para decidir a rejeição ao documento inteiro. Espera-se que ações deste tipo sejam tomadas em outros países latino-americanos posto que em toda a região à exceção de Cuba o aborto é um delito, ao qual somente alguns países eximem a mulher de pena em casos excepcionais.
Com esta iniciativa, a Câmara dos Deputados realizou um sério questionamento à mesma natureza de "Consenso" deste tipo de documentos gerados pelo sistema das Nações Unidas. Estes supostos "acordos internacionais" estariam tomando por delegados pessoas que não têm a potestade nem a competência para representar devidamente o país.
Tal como denunciam os deputados brasileiros Paes de Lira, Talmir Rodrigues e Miguel Martini, promotores desta ação legislativa, a ação da Ministra Freire ao propor uma mudança de leis no Brasil assume ilegalmente as funções que são próprias do Poder Legislativo.
Ademais os deputados assinalam que esta ingerência das Nações Unidas afeta seriamente a soberania nacional dos países nas questões da defesa da vida.
Diversos analistas, entre eles Carlos Pólo, Diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute, advertem que "chama poderosamente a atenção que o chamado documento que agora figura na página Web da CEPAL, não põe em conhecimento da opinião pública as reservas que o Chile, Peru e a Costa Rica apresentaram no mesmo evento".
Pólo explica, em declarações à agência ACI Prensa, que "o registro de reservas é a norma que se costuma usar neste tipo de eventos. É uma forma de manifestar a liberdade soberana de cada país de respeitar seu próprios limites jurídicos e uma obrigação dos delegados participantes que, neste caso, a Ministra Freire teria deixado de cumprir. Seria gravíssimo que a CEPAL esteja ocultando os textos onde os países exercem seu direito a apresentar reservas".
Carlos Pólo também assinala que o ponto 6 do "Consenso de Brasília" inclui "a conhecida equação Direitos Sexuais e Reprodutivos + Saúde Reprodutiva = Aborto Legal". Estes conceitos, explica, "não estão incluídos nos limites legais de muitos países da região e foram seriamente questionados criando uma polêmica que contradiz qualquer idéia de consenso".
"Por exemplo, no Peru, o projeto de lei de Saúde Reprodutiva já leva 8 anos fracassando em sua tentativa de ser aprovado e não há indícios que isso mudará no futuro. Durante anos os promotores deste discurso ideológico dos direitos sexuais e reprodutivos’ e a ‘saúde reprodutiva’ também se esforçaram por dizer que este não incluía o aborto. Hoje vemos claramente e por escrito neste documento que estavam faltando com a verdade", conclui Pólo. Para conhecer o texto do "Consenso de Brasília" ingresse em:
http://www.eclac.cl/mujer/noticias/paginas/2/40332/ConsensoBrasilia_POR.pdf
Para ver os projetos legislativos que questionam o "Consenso de Brasília" (em português), ingresse em: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=484558 e http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=484530
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=19717
Câmara dos Deputados questiona ministra Freire por promover aborto em foro internacional
BRASILIA, 06 Ago. 10 / 03:13 pm (ACI).- A Câmara dos Deputados em Brasília aceitou na quarta-feira, nos últimos minutos da sessão do dia, um projeto de lei que deixaria sem efeito qualquer obrigação para o país derivado do chamado "Consenso da Brasília", um documento assinado no último 16 de julho no meio do silêncio mediático e promovido pela ministra Nilceia Freire da Secretaria de Políticas para as Mulheres, que em nome do governo propõe a prática do aborto sem restrições no Brasil e em toda a América Latina.
O documento tem data 16 de julho e foi assinado na conclusão da XI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e o Caribe, que se realizou a partir do dia 13 do mencionado mês em Brasília e foi promovida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), dependente da ONU.
A Ministra Freire atuou como anfitriã e promotora do texto. No ponto número 6 o "Consenso de Brasília" insiste que os países da América Latina deveriam "Revisar as leis que prevêem medidas punitivas contra as mulheres que tenham cometido abortos".
Tal ação viola a Constituição brasileira que no seu artigo 5 protege a vida de todos sem distinção, também o Código Civil Brasileiro de 2002 que estabelece que a vida se inicia na concepção e várias outras normativas.
O documento também viola com esta disposição o Pacto de São José da Costa Rica, tratado vinculante e com categoria de lei obrigatória para o Brasil que em seu artigo 4 estabelece o amparo à vida a partir do momento da concepção.
A Câmara dos Deputados também já aceitou efetuar em breve uma votação para decidir a rejeição ao documento inteiro. Espera-se que ações deste tipo sejam tomadas em outros países latino-americanos posto que em toda a região à exceção de Cuba o aborto é um delito, ao qual somente alguns países eximem a mulher de pena em casos excepcionais.
Com esta iniciativa, a Câmara dos Deputados realizou um sério questionamento à mesma natureza de "Consenso" deste tipo de documentos gerados pelo sistema das Nações Unidas. Estes supostos "acordos internacionais" estariam tomando por delegados pessoas que não têm a potestade nem a competência para representar devidamente o país.
Tal como denunciam os deputados brasileiros Paes de Lira, Talmir Rodrigues e Miguel Martini, promotores desta ação legislativa, a ação da Ministra Freire ao propor uma mudança de leis no Brasil assume ilegalmente as funções que são próprias do Poder Legislativo.
Ademais os deputados assinalam que esta ingerência das Nações Unidas afeta seriamente a soberania nacional dos países nas questões da defesa da vida.
Diversos analistas, entre eles Carlos Pólo, Diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute, advertem que "chama poderosamente a atenção que o chamado documento que agora figura na página Web da CEPAL, não põe em conhecimento da opinião pública as reservas que o Chile, Peru e a Costa Rica apresentaram no mesmo evento".
Pólo explica, em declarações à agência ACI Prensa, que "o registro de reservas é a norma que se costuma usar neste tipo de eventos. É uma forma de manifestar a liberdade soberana de cada país de respeitar seu próprios limites jurídicos e uma obrigação dos delegados participantes que, neste caso, a Ministra Freire teria deixado de cumprir. Seria gravíssimo que a CEPAL esteja ocultando os textos onde os países exercem seu direito a apresentar reservas".
Carlos Pólo também assinala que o ponto 6 do "Consenso de Brasília" inclui "a conhecida equação Direitos Sexuais e Reprodutivos + Saúde Reprodutiva = Aborto Legal". Estes conceitos, explica, "não estão incluídos nos limites legais de muitos países da região e foram seriamente questionados criando uma polêmica que contradiz qualquer idéia de consenso".
"Por exemplo, no Peru, o projeto de lei de Saúde Reprodutiva já leva 8 anos fracassando em sua tentativa de ser aprovado e não há indícios que isso mudará no futuro. Durante anos os promotores deste discurso ideológico dos direitos sexuais e reprodutivos’ e a ‘saúde reprodutiva’ também se esforçaram por dizer que este não incluía o aborto. Hoje vemos claramente e por escrito neste documento que estavam faltando com a verdade", conclui Pólo. Para conhecer o texto do "Consenso de Brasília" ingresse em:
http://www.eclac.cl/mujer/noticias/paginas/2/40332/ConsensoBrasilia_POR.pdf
Para ver os projetos legislativos que questionam o "Consenso de Brasília" (em português), ingresse em: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=484558 e http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=484530
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=19717
“NÃO MATAR” — um artigo que o leitor não encontrará na grande mídia
“NÃO MATAR” — um artigo que o leitor não encontrará na grande mídia
Paulo Roberto Campos
É tão pouco frequente encontrar declarações enérgicas (sem blablablás) de dignitários eclesiásticos, que, quando raramente encontro, faço questão de ajudar na divulgação — sobretudo porque eles não têm voz nem vez na mídia, geralmente abortista.
Da pequena, mas muito simpática, cidade de Oliveira (no Oeste de Minas Gerais), encontrei no site da Diocese um artigo do bispo, Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro [foto], que já pelo título atraiu-me: “NÃO MATAR”(*). Certamente, o leitor não encontrará tal artigo na grande imprensa. Assim, aqui o transcrevo.
Eleições: NÃO MATAR
São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida; direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. “Quando se denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se desenvolve, e sem honra não se relaciona”. (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros.
Os Dez Mandamentos da Lei de Deus expressam em sua totalidade esses direitos fundamentais e seus desdobramentos. O direito à vida ocupa um lugar especial no quinto mandamento: Não matar; que nos obriga à defesa da vida humana desde a sua concepção no ventre materno até sua natural consumação na morte.
Aborto e eutanásia, assim como tudo que fere a vida humana, são pois, condenados por Deus. A Didaché, catecismo cristão do século II, afirma: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido”.
Por ser gravíssima desordem moral, a Igreja penaliza com a excomunhão não somente aqueles que provocam o aborto mas quem colabora de algum modo com a sua execução. “Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sentenciae”, isto é automática, afirma o Canon 1314, do Código de Direito Canônico. A excomunhão significa o estado objetivo de pecado grave e a separação da Igreja, corpo místico de Cristo, com a consequente chamada do pecador à penitência e reconciliação.
Estamos em ano eleitoral no qual vamos eleger o Presidente da República e seu vice, senadores e deputados federais e estaduais.
Entre os candidatos não são poucos, de diversos partidos, que defendem o aborto, como já declararam em entrevistas à imprensa ou reduzem sua aprovação a um eventual plebiscito como se a objetividade do bem se definisse pela opinião da maioria ou pela estatística e não pela objetividade da Lei de Deus e da lei natural impressa no coração de todos os homens.
Entre os partidos, o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007 afirma-se “por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” que inclui “a defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público” (Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).
A Igreja Católica, afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II “não se confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)” e respeita os cidadãos em suas “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal (GS no 75)”.
Mas também afirma que “faz parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)”.
Diante da grave situação em que estamos, cada eleitor católico tem a gravíssima obrigação de ao escolher seuscandidatos, observar também seus compromissos com a defesa da vida e com aqueles pontos “que não admitem abdicações, exceções ou compromissos de qualquer espécie” como o caso das leis civis do aborto; da eutanásia; de proteção do embrião humano; da tutela da família como consórcio natural e monogâmico de um homem e uma mulher, portanto contra o reconhecimento da união civil de homossexuais e a adoção de crianças pelos mesmos; da liberdade de educação dos filhos pelos pais; da liberdade religiosa e de uma economia a serviço da vida.
Cada um examine diante de Deus e de sua consciência para bem escolher nossos governantes de modo a escolher o melhor pelo Brasil. Não podemos nos furtar diante da verdade e da justa defesa da vida e da Lei de Deus.
Dom Miguel Angelo Freitas Ribeiro,
Bispo Diocesano de Oliveira
(*) http://www.dioceseoliveira.org.br/index.php?id=13&item=exibePastor
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/nacional/%e2%80%9cnao-matar%e2%80%9d-%e2%80%94-um-artigo-que-o-leitor-nao-encontrara-na-grande-midia?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Paulo Roberto Campos
É tão pouco frequente encontrar declarações enérgicas (sem blablablás) de dignitários eclesiásticos, que, quando raramente encontro, faço questão de ajudar na divulgação — sobretudo porque eles não têm voz nem vez na mídia, geralmente abortista.
Da pequena, mas muito simpática, cidade de Oliveira (no Oeste de Minas Gerais), encontrei no site da Diocese um artigo do bispo, Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro [foto], que já pelo título atraiu-me: “NÃO MATAR”(*). Certamente, o leitor não encontrará tal artigo na grande imprensa. Assim, aqui o transcrevo.
Eleições: NÃO MATAR
São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida; direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. “Quando se denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se desenvolve, e sem honra não se relaciona”. (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros.
Os Dez Mandamentos da Lei de Deus expressam em sua totalidade esses direitos fundamentais e seus desdobramentos. O direito à vida ocupa um lugar especial no quinto mandamento: Não matar; que nos obriga à defesa da vida humana desde a sua concepção no ventre materno até sua natural consumação na morte.
Aborto e eutanásia, assim como tudo que fere a vida humana, são pois, condenados por Deus. A Didaché, catecismo cristão do século II, afirma: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido”.
Por ser gravíssima desordem moral, a Igreja penaliza com a excomunhão não somente aqueles que provocam o aborto mas quem colabora de algum modo com a sua execução. “Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sentenciae”, isto é automática, afirma o Canon 1314, do Código de Direito Canônico. A excomunhão significa o estado objetivo de pecado grave e a separação da Igreja, corpo místico de Cristo, com a consequente chamada do pecador à penitência e reconciliação.
Estamos em ano eleitoral no qual vamos eleger o Presidente da República e seu vice, senadores e deputados federais e estaduais.
Entre os candidatos não são poucos, de diversos partidos, que defendem o aborto, como já declararam em entrevistas à imprensa ou reduzem sua aprovação a um eventual plebiscito como se a objetividade do bem se definisse pela opinião da maioria ou pela estatística e não pela objetividade da Lei de Deus e da lei natural impressa no coração de todos os homens.
Entre os partidos, o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007 afirma-se “por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” que inclui “a defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público” (Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).
A Igreja Católica, afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II “não se confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)” e respeita os cidadãos em suas “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal (GS no 75)”.
Mas também afirma que “faz parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)”.
Diante da grave situação em que estamos, cada eleitor católico tem a gravíssima obrigação de ao escolher seuscandidatos, observar também seus compromissos com a defesa da vida e com aqueles pontos “que não admitem abdicações, exceções ou compromissos de qualquer espécie” como o caso das leis civis do aborto; da eutanásia; de proteção do embrião humano; da tutela da família como consórcio natural e monogâmico de um homem e uma mulher, portanto contra o reconhecimento da união civil de homossexuais e a adoção de crianças pelos mesmos; da liberdade de educação dos filhos pelos pais; da liberdade religiosa e de uma economia a serviço da vida.
Cada um examine diante de Deus e de sua consciência para bem escolher nossos governantes de modo a escolher o melhor pelo Brasil. Não podemos nos furtar diante da verdade e da justa defesa da vida e da Lei de Deus.
Dom Miguel Angelo Freitas Ribeiro,
Bispo Diocesano de Oliveira
(*) http://www.dioceseoliveira.org.br/index.php?id=13&item=exibePastor
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/nacional/%e2%80%9cnao-matar%e2%80%9d-%e2%80%94-um-artigo-que-o-leitor-nao-encontrara-na-grande-midia?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
A paz no mundo diminui a cada ano
4, setembro, 2010
Luis Dufaur
Segundo o Índice Global da Paz (IGP), elaborado anualmente pelo Instituto para Economia e Paz, sediado na Austrália, o mundo está cada ver menos pacífico, malgrado certa diminuição no número de conflitos armados, informou o diário inglês “The Guardian”.
O aumento da violência é devido às crescentes taxas de homicídios e diversos crimes, sobretudo na América Latina, onde os níveis de intranqüilidade subiram assustadoramente.
Nunca na História líderes religiosos e civis fizeram tantos apelos à paz nacional e mundial e nunca foram tão desatendidos.
Não se tem lembrança de sociedades inteiras se entrincheirando nas suas casas como acontece nas grandes e médias urbes modernas.
A verdadeira paz é a paz de Cristo, que só existiu nas eras em que vigorou a Civilização Cristã austera e hierárquica, fundamentalmente sacral e anti-igualitária.
Fora dela os homens só encontram desordem, insegurança, crime e morte.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/a-paz-no-mundo-diminui-a-cada-ano?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Luis Dufaur
Segundo o Índice Global da Paz (IGP), elaborado anualmente pelo Instituto para Economia e Paz, sediado na Austrália, o mundo está cada ver menos pacífico, malgrado certa diminuição no número de conflitos armados, informou o diário inglês “The Guardian”.
O aumento da violência é devido às crescentes taxas de homicídios e diversos crimes, sobretudo na América Latina, onde os níveis de intranqüilidade subiram assustadoramente.
Nunca na História líderes religiosos e civis fizeram tantos apelos à paz nacional e mundial e nunca foram tão desatendidos.
Não se tem lembrança de sociedades inteiras se entrincheirando nas suas casas como acontece nas grandes e médias urbes modernas.
A verdadeira paz é a paz de Cristo, que só existiu nas eras em que vigorou a Civilização Cristã austera e hierárquica, fundamentalmente sacral e anti-igualitária.
Fora dela os homens só encontram desordem, insegurança, crime e morte.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/a-paz-no-mundo-diminui-a-cada-ano?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Lançada a campanha “A vida depende de seu voto”
7, setembro, 2010
Atilio Faoro
Manifestação contra o aborto, em Brasília.
Graças a Deus, os movimentos pela vida estão ativos em nosso País. O movimento “Brasil Sem Aborto” lançou a campanha “A Vida Depende do Seu Voto”.
Segundo matéria do “Diário do Nordeste”, de Fortaleza (20-8-2010), o intuito é fazer com que a população brasileira conheça os candidatos que são contra a legalização do aborto, além de estimular a discussão sobre o tema.
No Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Fundo Nacional de Saúde, uma em cada cinco brasileiras de 40 anos (22%) já fizeram, pelo menos, um aborto. Quando consideradas mulheres de todas as idades, uma em cada sete (15%) já abortaram.
Diante da importância do tema e devido a uma lei de legalização do aborto que ainda tramita no Congresso Nacional, a campanha nacional “A Vida Depende do Seu Voto” foi lançada.
De acordo com Fernando Lobo, representante do “Movimento Pela Vida no Ceará”, no site www.brasilsemaborto.com.br, a sociedade poderá saber que candidatos são contra ou a favor da legalização da prática.
Para Lenise Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB) e presidente do
O Brasil não aceita a legalização do aborto.
Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, a legalização da prática não é solução para diminuir o grande número de casos de aborto nem a mortalidade materna no Brasil.
Segundo ela, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), nos países onde a prática é legalizada, ainda há um aumento no número de abortos provocados principalmente por gestantes adolescentes. “Essa situação banaliza a vida. Milhares de indivíduos morrem sem poder se defender, e a sociedade, a cada dia, fica mais doente”, frisa.
Ela ressaltou que, apesar de o Brasil ter uma legislação sobre o aborto, há uma conivência das autoridades com as clínicas clandestinas e o uso de medicamento. “Muitas vezes, o aborto é colocado como um direito da mulher, mas o que observamos é que as mulheres que abortam são pressionadas e fazer isso porque não têm outra saída”, afirma.
Aborto sem morte não existe
A professora destacou que o discurso de quem é a favor do aborto, geralmente, gira em torno dos problemas de saúde ou das mortes que ocorrem devido à prática clandestina. Contudo, ela afirmou que a mulher que realiza o aborto legal, além de ficar traumatizada para o resto da vida, apresenta distúrbios psiquiátricos a longo prazo e problemas de saúde, como infertilidade e dificuldade para engravidar novamente.
Lenise acrescentou que querer justificar a política de legalização do aborto baseando-se na quantidade de mulheres que morrem é desculpa, pois, no País, menos de 100 mulheres morrem por ano em decorrência do aborto ilegal. “Querem diminuir a mortalidade materna e esquecem das crianças. Aborto sem morte não existe, teremos sempre o óbito do bebê”, refletiu a especialista.
Conforme ela, nem a OMS nem o Ministério da Saúde podem provar a quantidade de abortos clandestinos no Brasil, já que não há como comprovar a entrada das mulheres nas unidades.
Fonte:
http://www.ipco.org.br/home/nacional/lancada-a-campanha-%e2%80%9ca-vida-depende-de-seu-voto%e2%80%9d?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Atilio Faoro
Manifestação contra o aborto, em Brasília.
Graças a Deus, os movimentos pela vida estão ativos em nosso País. O movimento “Brasil Sem Aborto” lançou a campanha “A Vida Depende do Seu Voto”.
Segundo matéria do “Diário do Nordeste”, de Fortaleza (20-8-2010), o intuito é fazer com que a população brasileira conheça os candidatos que são contra a legalização do aborto, além de estimular a discussão sobre o tema.
No Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Fundo Nacional de Saúde, uma em cada cinco brasileiras de 40 anos (22%) já fizeram, pelo menos, um aborto. Quando consideradas mulheres de todas as idades, uma em cada sete (15%) já abortaram.
Diante da importância do tema e devido a uma lei de legalização do aborto que ainda tramita no Congresso Nacional, a campanha nacional “A Vida Depende do Seu Voto” foi lançada.
De acordo com Fernando Lobo, representante do “Movimento Pela Vida no Ceará”, no site www.brasilsemaborto.com.br, a sociedade poderá saber que candidatos são contra ou a favor da legalização da prática.
Para Lenise Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB) e presidente do
O Brasil não aceita a legalização do aborto.
Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto, a legalização da prática não é solução para diminuir o grande número de casos de aborto nem a mortalidade materna no Brasil.
Segundo ela, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), nos países onde a prática é legalizada, ainda há um aumento no número de abortos provocados principalmente por gestantes adolescentes. “Essa situação banaliza a vida. Milhares de indivíduos morrem sem poder se defender, e a sociedade, a cada dia, fica mais doente”, frisa.
Ela ressaltou que, apesar de o Brasil ter uma legislação sobre o aborto, há uma conivência das autoridades com as clínicas clandestinas e o uso de medicamento. “Muitas vezes, o aborto é colocado como um direito da mulher, mas o que observamos é que as mulheres que abortam são pressionadas e fazer isso porque não têm outra saída”, afirma.
Aborto sem morte não existe
A professora destacou que o discurso de quem é a favor do aborto, geralmente, gira em torno dos problemas de saúde ou das mortes que ocorrem devido à prática clandestina. Contudo, ela afirmou que a mulher que realiza o aborto legal, além de ficar traumatizada para o resto da vida, apresenta distúrbios psiquiátricos a longo prazo e problemas de saúde, como infertilidade e dificuldade para engravidar novamente.
Lenise acrescentou que querer justificar a política de legalização do aborto baseando-se na quantidade de mulheres que morrem é desculpa, pois, no País, menos de 100 mulheres morrem por ano em decorrência do aborto ilegal. “Querem diminuir a mortalidade materna e esquecem das crianças. Aborto sem morte não existe, teremos sempre o óbito do bebê”, refletiu a especialista.
Conforme ela, nem a OMS nem o Ministério da Saúde podem provar a quantidade de abortos clandestinos no Brasil, já que não há como comprovar a entrada das mulheres nas unidades.
Fonte:
http://www.ipco.org.br/home/nacional/lancada-a-campanha-%e2%80%9ca-vida-depende-de-seu-voto%e2%80%9d?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
Maioria de adolescentes americanos é virgem por razões religiosas
Maioria de adolescentes americanos é virgem por razões religiosas
8, setembro, 2010
Luis Dufaur
Estudo da agência do governo americano Center for Disease Control and Prevention detectou que entre 2006 e 2008, 58% das moças e 57% dos rapazes de 15 e 19 anos se declaram virgens, noticiou EWTN News. Os números são basicamente os mesmos de análoga pesquisa efetivada em 2002.
A principal razão aduzida pelos jovens para se abster de relações sexuais pré-conjugais foi de que estas vão “contra a religião ou a moral”. 41% das moças e 35% dos rapazes deram essa resposta.
Uma larga maioria dos adolescentes (76% das moças e 79% dos moços) declarou que não manteve relações sexuais no mês anterior ao inquérito. O relatório é de junho de 2010 e leva o título “Teenagers in the United States: Sexual Activity, Contraceptive Use, and Childbearing.”
O relatório patenteou que políticas imorais e anti-vida promovidas para a juventude por organizações tipo PlannedParenthood estão desconectadas da realidade e procuram “afastar os jovens da moralidade e da influência religiosa” sob pretexto de “educação sexual”.
A proporção de adolescentes que perderam a virgindade atingiu o máximo em 1988 e desde então vem diminuindo. A influência de Maio de 68 e a falsa impressão de que a Igreja Católica aprovaria os desregramentos morais em decorrência do Vaticano II atingiu seu auge naquela data.
Porém, hoje os velhos hippies quase não têm seguidores e os seminários “progressistas” fecharam ou estão desertos.
O relatório é mais uma constatação de uma imensa virada acontecendo em largos setores da juventude rumo ao conservadorismo, a família, a moral e a ortodoxia religiosa.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/maioria-de-adolescentes-americanos-e-virgem-por-razoes-religiosas?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
8, setembro, 2010
Luis Dufaur
Estudo da agência do governo americano Center for Disease Control and Prevention detectou que entre 2006 e 2008, 58% das moças e 57% dos rapazes de 15 e 19 anos se declaram virgens, noticiou EWTN News. Os números são basicamente os mesmos de análoga pesquisa efetivada em 2002.
A principal razão aduzida pelos jovens para se abster de relações sexuais pré-conjugais foi de que estas vão “contra a religião ou a moral”. 41% das moças e 35% dos rapazes deram essa resposta.
Uma larga maioria dos adolescentes (76% das moças e 79% dos moços) declarou que não manteve relações sexuais no mês anterior ao inquérito. O relatório é de junho de 2010 e leva o título “Teenagers in the United States: Sexual Activity, Contraceptive Use, and Childbearing.”
O relatório patenteou que políticas imorais e anti-vida promovidas para a juventude por organizações tipo PlannedParenthood estão desconectadas da realidade e procuram “afastar os jovens da moralidade e da influência religiosa” sob pretexto de “educação sexual”.
A proporção de adolescentes que perderam a virgindade atingiu o máximo em 1988 e desde então vem diminuindo. A influência de Maio de 68 e a falsa impressão de que a Igreja Católica aprovaria os desregramentos morais em decorrência do Vaticano II atingiu seu auge naquela data.
Porém, hoje os velhos hippies quase não têm seguidores e os seminários “progressistas” fecharam ou estão desertos.
O relatório é mais uma constatação de uma imensa virada acontecendo em largos setores da juventude rumo ao conservadorismo, a família, a moral e a ortodoxia religiosa.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/maioria-de-adolescentes-americanos-e-virgem-por-razoes-religiosas?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
200 estudantes católicos americanos fazem protesto pacífico diante de clínica abortista
200 estudantes católicos americanos fazem protesto pacífico diante de clínica abortista
16, setembro, 2010 Deixar um comentário Ir para os comentários
Luis Dufaur
O grupo pró-vida “Shield of Roses” (Escudo de Rosas), movimento estudantil do Christendom College, realizou um exemplar protesto pacífico diante da clínica de abortos da “Planned Parenthood” sediada ao norte da Casa Branca, em Washington, D.C.
Participaram no ato mais de 200 estudantes e membros do corpo docente. O grupo rezou e cantou a “Salve Rainha” e a ladainha lauretana, além de outras orações.
Embora o vídeo tenha chegado tarde para nós ‒ o ato aconteceu em 31 de outubro do ano passado ‒, pareceu-nos que merece ser divulgado.
Mais informações do ato em Catholic News Agency.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/200-estudantes-catolicos-americanos-fazem-protesto-pacifico-diante-de-clinica-abortista?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
16, setembro, 2010 Deixar um comentário Ir para os comentários
Luis Dufaur
O grupo pró-vida “Shield of Roses” (Escudo de Rosas), movimento estudantil do Christendom College, realizou um exemplar protesto pacífico diante da clínica de abortos da “Planned Parenthood” sediada ao norte da Casa Branca, em Washington, D.C.
Participaram no ato mais de 200 estudantes e membros do corpo docente. O grupo rezou e cantou a “Salve Rainha” e a ladainha lauretana, além de outras orações.
Embora o vídeo tenha chegado tarde para nós ‒ o ato aconteceu em 31 de outubro do ano passado ‒, pareceu-nos que merece ser divulgado.
Mais informações do ato em Catholic News Agency.
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/internacional/200-estudantes-catolicos-americanos-fazem-protesto-pacifico-diante-de-clinica-abortista?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ipco+%28IPCO+-+Instituto+Pl%C3%ADnio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29
No Texas, Justiça debate condenar assassino satanista é “discriminação religiosa”
No Texas, Justiça debate condenar assassino satanista é “discriminação religiosa”
Segundo o diário canadense “Le Journal de Québec”, o americano Irving Davis (foto), condenado por violação sexual e assassinato de uma adolescente de 15 anos, obteve a suspensão de sua pena de morte e a completa revisão de seu processo.
O argumento apresentado pelo seu advogado Ruben Morales – aceito pela Vara Penal de El Paso, Texas – pretende que o júri agiu com “discriminação religiosa”. Ele aduz que o assassino era satanista e agiu de acordo com sua “igreja”. E que, em conseqüência, sua “liberdade religiosa” fora desrespeitada, tendo ele sido “discriminado” injustamente.
Na lógica do satanismo, o “discriminado” máximo é Satanás, privado de todo convívio com Deus e Sua corte celeste, e enxotado aos infernos pelo máximo “discriminador” e violador dos “Direitos Humanos” de Lúcifer: São Miguel Arcanjo!
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/no-texas-justica-debate-condenar-assassino-satanista-e-%e2%80%9cdiscriminacao-religiosa%e2%80%9d?sms_ss=blogger
Segundo o diário canadense “Le Journal de Québec”, o americano Irving Davis (foto), condenado por violação sexual e assassinato de uma adolescente de 15 anos, obteve a suspensão de sua pena de morte e a completa revisão de seu processo.
O argumento apresentado pelo seu advogado Ruben Morales – aceito pela Vara Penal de El Paso, Texas – pretende que o júri agiu com “discriminação religiosa”. Ele aduz que o assassino era satanista e agiu de acordo com sua “igreja”. E que, em conseqüência, sua “liberdade religiosa” fora desrespeitada, tendo ele sido “discriminado” injustamente.
Na lógica do satanismo, o “discriminado” máximo é Satanás, privado de todo convívio com Deus e Sua corte celeste, e enxotado aos infernos pelo máximo “discriminador” e violador dos “Direitos Humanos” de Lúcifer: São Miguel Arcanjo!
Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/no-texas-justica-debate-condenar-assassino-satanista-e-%e2%80%9cdiscriminacao-religiosa%e2%80%9d?sms_ss=blogger
14.9.10
18 de Setembro será um dia de oração e jejum pelo nosso Brasil.
http://www.umdiadeclamor.com.br/
18 de Setembro será um dia de oração e jejum pelo nosso Brasil.
Um dia em que a Igreja de Jesus no nosso país, é convocada a pôr os seus joelhos em chão e levantar um clamor aos Céus.
Vamos clamar por justiça, vamos reivindicar os princípios bíblicos em nossa sociedade, vamos nos arrepender dos nossos pecados e vamos interceder por misericórdia pela nossa nação.
Obedecendo o que a Bíblia nos ensina em 1 Tim. 2:1-2, vamos levantar orações e súplicas pela nossa liderança governamental.
Durante 8 horas consecutivas (10-18hs) iremos nos reunir em jejum e juntos clamar por um novo tempo no Brasil.
Juntos como um só Corpo, a poucos dias das eleições, estaremos participando de algo que poderá mudar a história de nosso país.
Este dia será uma mobilização para utilizarmos a nossa arma mais efetiva: a oração.
Cremos na Bíblia quando ela nos diz: “a oração do justo pode muito em seus efeitos” Tiago 5:16, e por isso nos reuniremos para promover nada além do que um clamor pelo Brasil.
Um clamor sem representações de denominações ou partidos, mas sim debaixo de uma só bandeira: Jesus Cristo.
Um Dia de Clamor não promoverá pregadores, bandas ou ministérios. Não é algo voltado ao crescimento de ministérios. Mas tem como propósito voltar os corações ao Senhor em favor de nosso país.
Este é um tempo de mudanças, e nós como povo de Deus precisamos nos levantar e clamar pela intervenção dEle como eram feitas nas assembléias descritas em II Cr. 20:3-4 e Joel 1, 2:14-17.
Neste dia estaremos clamando para que o povo brasileiro acorde e interceda pelas nossas autoridades.
Para que o povo de Deus se disponha a jejuar e se humilhar perante Deus pela nossa nação, assim como está escrito:
“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar e orar, buscar a Minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” – II Cr. 7:14
Nos levantaremos como Igreja para orar por vitória contra o aborto, crime organizado, alta prostituição, pedofilia, venda ilegal de órgãos de crianças, união homossexual, e desfalecimento do poder pátrio.
Clamaremos para que homens e mulheres justos, cheios de ética, honestidade e compaixão se ergam e atendam o chamado sobre a Igreja.
“Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de Mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum.”-Ez. 22:30
Nosso país está precisando urgentemente da misericórdia de Deus e a Igreja precisa se unir em intercessão e adoração diante do Trono.
Vamos entrar como Nação em um Novo Dia. Que venha o governo de Cristo sobre o Brasil!
18 de Setembro será um dia de oração e jejum pelo nosso Brasil.
Um dia em que a Igreja de Jesus no nosso país, é convocada a pôr os seus joelhos em chão e levantar um clamor aos Céus.
Vamos clamar por justiça, vamos reivindicar os princípios bíblicos em nossa sociedade, vamos nos arrepender dos nossos pecados e vamos interceder por misericórdia pela nossa nação.
Obedecendo o que a Bíblia nos ensina em 1 Tim. 2:1-2, vamos levantar orações e súplicas pela nossa liderança governamental.
Durante 8 horas consecutivas (10-18hs) iremos nos reunir em jejum e juntos clamar por um novo tempo no Brasil.
Juntos como um só Corpo, a poucos dias das eleições, estaremos participando de algo que poderá mudar a história de nosso país.
Este dia será uma mobilização para utilizarmos a nossa arma mais efetiva: a oração.
Cremos na Bíblia quando ela nos diz: “a oração do justo pode muito em seus efeitos” Tiago 5:16, e por isso nos reuniremos para promover nada além do que um clamor pelo Brasil.
Um clamor sem representações de denominações ou partidos, mas sim debaixo de uma só bandeira: Jesus Cristo.
Um Dia de Clamor não promoverá pregadores, bandas ou ministérios. Não é algo voltado ao crescimento de ministérios. Mas tem como propósito voltar os corações ao Senhor em favor de nosso país.
Este é um tempo de mudanças, e nós como povo de Deus precisamos nos levantar e clamar pela intervenção dEle como eram feitas nas assembléias descritas em II Cr. 20:3-4 e Joel 1, 2:14-17.
Neste dia estaremos clamando para que o povo brasileiro acorde e interceda pelas nossas autoridades.
Para que o povo de Deus se disponha a jejuar e se humilhar perante Deus pela nossa nação, assim como está escrito:
“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar e orar, buscar a Minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” – II Cr. 7:14
Nos levantaremos como Igreja para orar por vitória contra o aborto, crime organizado, alta prostituição, pedofilia, venda ilegal de órgãos de crianças, união homossexual, e desfalecimento do poder pátrio.
Clamaremos para que homens e mulheres justos, cheios de ética, honestidade e compaixão se ergam e atendam o chamado sobre a Igreja.
“Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de Mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum.”-Ez. 22:30
Nosso país está precisando urgentemente da misericórdia de Deus e a Igreja precisa se unir em intercessão e adoração diante do Trono.
Vamos entrar como Nação em um Novo Dia. Que venha o governo de Cristo sobre o Brasil!
BRASIL - Bispos e líderes cristãos alçam a voz contra iniqüidade proposta pelo PT
SÃO PAULO, 10 Set. 10 (ACI) .
- Bispos e líderes cristãos no Brasil estão somando forças para conscientizar os fiéis católicos e os membros das demais confissões cristãs que o Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence o Presidente Lula e a candidata Dilma Roussef, vem trabalhando na promoção da iniqüidade através de iniciativas para legalizar as uniões homossexuais como matrimônio, remover os símbolos cristãos dos locais públicos, e despenalizar e promover o aborto no Brasil.
Diante deste cenário, bispos católicos e pastores se uniram em um movimento de combate à iniqüidade que o PT quer institucionalizar na forma de Lei.
Um dos bispos que mais abertamente se pronunciou contra as práticas do PT, foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos , que em um recente artigo denunciou que «na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência».
«Denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida,dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender», acrescentou.
«Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam», afirmou taxativamente Dom Bergozini.
No seu "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", a comissão episcopal representativa do Conselho Episcopal do Regional sul 1 da CNBB, presidido por Dom Nelson Westrupp lê-se que «considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3)
(...) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas conseqüências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,
(...) RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos! contrários à descriminalização do aborto».
Da parte das Igrejas Cristãs o pastor Paschoal Piragine Jr. da 1ª Igreja Batista de Curitiba em um impactante vídeo afirma que «precisamos tomar muito cuidado com estas eleições que irão acontecer. Porque existem uma série de leis que estão tramitando, que vão depender do voto do deputado federal, que vão depender do voto do senador, que vão ser incorporadas pela ação da máquina estatal através da Presidência da República que nós estaremos elegendo» no mês de outubro.
«Por causa disto está havendo no Brasil um movimento de líderes cristãos de várias denominações evangélicas e católicos, pra que a gente possa impedir que a iniqüidade seja institucionalizada na forma de lei. Referindo-se ao apoio do PT ao aborto o pastor denunciou:
«há um partido político que fechou questão sobre este assunto, o partido político que é o PT do nosso presidente.
Ele no seu congresso geral que eles indicam os seus deputados ele fechou questão sobre estas questões (...).
Já foram dois deputados federais expulsos do PT por se pronunciarem contra o aborto. E isso fez que a Igreja Católica se manifestasse publicamente porque eles estavam vinculados à Igreja Católica, junto ao PT, eles se manifestaram contra (o aborto) e por isso foram expulsos do partido. E a Igreja Católica então emitiu nota pública dizendo "Olha não vetem por ninguém do PT". «E Eu diria para você a mesma coisa», afirmou o pastor, consciente de que seu pronunciamento contra o PT suscitaria críticas.
No mencionado vídeo se denuncia a Lei da Mordaça (sobre a liberdade religiosa), a indústria da pornografia, a institucionalização do Divórcio "de facto", a Violência Familiar, o Infanticídio nas tribos indígenas, e a Legalização do Aborto contida no controvertido PNDH-3 do governo Lula que afirma que esta prática anti-vida deve ser tratada como assunto de saúde pública.
Para ver o vídeo com as declarações do Pastor Piragine visite:
http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI&feature=related
orientações da CNBB, visite:
http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/VOTAR_BEM.pdf
Verifiquem as provas contra o PT no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf
- Bispos e líderes cristãos no Brasil estão somando forças para conscientizar os fiéis católicos e os membros das demais confissões cristãs que o Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence o Presidente Lula e a candidata Dilma Roussef, vem trabalhando na promoção da iniqüidade através de iniciativas para legalizar as uniões homossexuais como matrimônio, remover os símbolos cristãos dos locais públicos, e despenalizar e promover o aborto no Brasil.
Diante deste cenário, bispos católicos e pastores se uniram em um movimento de combate à iniqüidade que o PT quer institucionalizar na forma de Lei.
Um dos bispos que mais abertamente se pronunciou contra as práticas do PT, foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos , que em um recente artigo denunciou que «na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência».
«Denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida,dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender», acrescentou.
«Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam», afirmou taxativamente Dom Bergozini.
No seu "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", a comissão episcopal representativa do Conselho Episcopal do Regional sul 1 da CNBB, presidido por Dom Nelson Westrupp lê-se que «considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3)
(...) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas conseqüências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,
(...) RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos! contrários à descriminalização do aborto».
Da parte das Igrejas Cristãs o pastor Paschoal Piragine Jr. da 1ª Igreja Batista de Curitiba em um impactante vídeo afirma que «precisamos tomar muito cuidado com estas eleições que irão acontecer. Porque existem uma série de leis que estão tramitando, que vão depender do voto do deputado federal, que vão depender do voto do senador, que vão ser incorporadas pela ação da máquina estatal através da Presidência da República que nós estaremos elegendo» no mês de outubro.
«Por causa disto está havendo no Brasil um movimento de líderes cristãos de várias denominações evangélicas e católicos, pra que a gente possa impedir que a iniqüidade seja institucionalizada na forma de lei. Referindo-se ao apoio do PT ao aborto o pastor denunciou:
«há um partido político que fechou questão sobre este assunto, o partido político que é o PT do nosso presidente.
Ele no seu congresso geral que eles indicam os seus deputados ele fechou questão sobre estas questões (...).
Já foram dois deputados federais expulsos do PT por se pronunciarem contra o aborto. E isso fez que a Igreja Católica se manifestasse publicamente porque eles estavam vinculados à Igreja Católica, junto ao PT, eles se manifestaram contra (o aborto) e por isso foram expulsos do partido. E a Igreja Católica então emitiu nota pública dizendo "Olha não vetem por ninguém do PT". «E Eu diria para você a mesma coisa», afirmou o pastor, consciente de que seu pronunciamento contra o PT suscitaria críticas.
No mencionado vídeo se denuncia a Lei da Mordaça (sobre a liberdade religiosa), a indústria da pornografia, a institucionalização do Divórcio "de facto", a Violência Familiar, o Infanticídio nas tribos indígenas, e a Legalização do Aborto contida no controvertido PNDH-3 do governo Lula que afirma que esta prática anti-vida deve ser tratada como assunto de saúde pública.
Para ver o vídeo com as declarações do Pastor Piragine visite:
http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI&feature=related
orientações da CNBB, visite:
http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/VOTAR_BEM.pdf
Verifiquem as provas contra o PT no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf
O voto consciente e o exercício da cidadania
Link :http://zenobiofonseca.blogspot.com/2010/09/o-voto-consciente-e-o-exercicio-da.html
Por Zenóbio Fonseca
Estamos próximos das eleições de âmbito nacional em 03 de outubro, e, cada vez mais tem-se a certeza de que o voto consciente é o melhor instrumento de exercício e fortalecimento da democracia no Brasil, onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes, que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.
Isto é o que se chama de democracia representativa, ou seja, é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, por meio de representantes eleitos.
Nessas eleições os cidadãos irão escolher novos representantes para administrar a nação brasileira, administrar os Estados, compondo a gestão do poder executivo e indicar senadores, deputados federais e estaduais para atuar no poder legislativo. Logo, teremos uma importante responsabilidade, escolhendo os nossos representantes para governar os interesses do Brasil e criar leis que produzam justiça social para todos.
Entretanto, algumas pessoas ainda não têm o conhecimento do papel a ser desempenhado pelo presidente da república, governador, senador, deputado federal e estadual, o que muitas vezes dificulta a escolha do candidato ou mesmo induz a erro. Daí ser importante entender as propostas apresentadas pelos candidatos e seus partidos políticos.
Neste sentido devemos entender esta estrutura política nacional para o bom desempenho do exercício da nossa cidadania nestas eleições, que é o direito de ter direitos. Senão vejamos:
O Congresso Nacional é uma instituição política que exerce o Poder Legislativo. É composto pela Câmara dos Deputados (formada pelos 513 deputados federais) e pelo Senado Federal (formada pelos 81 senadores), sendo a sede em Brasília. Já nos Estados, temos as Assembléias Legislativas (formadas pelo deputados Estaduais).
Os deputados e senadores dentre as suas diversas funções previstas na constituição federal destaca-se a de fiscalização dos atos do chefe do poder executivo e a de criar e alterar leis.
Deve-se ressaltar que os deputados são os representantes legítimos escolhidos pelo povo, através do voto, para em seu nome exercer o poder que lhe é conferido, por um mandato de 04 anos, não havendo limite para a reeleição.
Os senadores, escolhidos através do voto, representam os Estados e não o povo diretamente, sendo 03 (três) por cada Estado da Federação, sendo que a cada 04 (quatro) anos elege-se, alternativamente, 01 (um) ou 02 (dois) senadores por estado, e o mandato tem duração de 08 anos, não havendo limite para a reeleição.
O Poder Executivo, por sua vez, é uma instituição exercida pelo Presidente da República e o Governador, cabendo a ambos dirigir e coordenar as práticas das atividades administrativas do Estado com base no seu programa de governo, além de fazer com que as leis e decisões judiciais sejam cumpridas.
Assim, vemos como é importante para o País a escolha dos políticos que exercerão os cargos de gestores e legisladores do Brasil.
FIDELIDADE PARTIDÁRIA
Nessas eleições de 03 de outubro 2010, existe um fato novo imposto pelo Tribunal Superior eleitoral – TSE, que é a figura da fidelidade partidária, inserida pela Resolução nº 22.733/2008, ao qual o candidato ao cargo político está vinculado obrigatoriamente aos programas e ideologias da sua agremiação partidária, ou seja, o candidato a senador ou deputado, por exemplo, está obrigado a votar segundo as idéias do seu programa partidário e o candidato a governador e presidente da república a dirigir o estado da mesma forma.
Dessa forma, a idéia popular de que as pessoas votam em candidatos e suas consciências não é mais verdade. Não votamos mais em Candidatos, mas sim em Partidos Políticos e coligações, por força desta Resolução eleitoral, ou seja, o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, apresentado na lista partidária aberta.
Tal decisão do TSE torna esta eleição diferente de todas as demais que a população brasileira já opinou, pois obriga ao eleitor a uma tomada de consciência, em razão do mandato eletivo pertencer ao partido político e coligação e não ao “seu” candidato escolhido, o que significa dizer que deve-se levar em consideração as ideologias e programas do partido e coligação a que estão vinculados os seus candidatos.
Utilizo para melhor fixação o seguinte exemplo: sou um eleitor que defendo a vida desde a concepção, logo sou contra o aborto e a sua legalização ou descriminalização no Brasil. Verifico que um candidato tem este perfil ideológico e escolho votar nele. Estando o mesmo eleito e no exercício do seu mandato, o partido ao qual ele está filiado e vinculado programaticamente, impõe que o mesmo vote de acordo com a determinação partidária, que neste exemplo é a favor da legalização do aborto. Se o parlamentar eleito não votar de acordo com o partido, ele poderá ser expulso da agremiação partidária por infidelidade, nos termos da Resolução do TSE, pois desrespeitou o programa partidário ao qual se filiou.
Em síntese: o parlamentar será expulso, perderá o seu mandato e a sua vaga será ocupada pelo seu suplente. Eu, eleitor que votei nele, por comungar com os mesmos valores e princípios, acabo por perder o meu representante.
Aqui mora o grande perigo dessas eleições nacionais e nova forma de votar, porque o eleitor deve estar atento em qual partido político o seu candidato preferido está filiado, verificar quais são as propostas e programas partidários deste partido ou coligação, verificar se tais propostas se identificam com o que você eleitor entende ser bom para o País e a sociedade em que vivemos.
Esta verdade ainda está oculta para muitas pessoas, pois repita-se, não votamos mais em Candidatos e a sua consciência pessoal, mas sim em partidos políticos e coligações, ou seja, o mandato pertence ao partido e não candidato eleito. Isso pode acontecer tanto em cargos majoritários (Presidente, Senador e governador) e cargos proporcionais (deputados, sejam federais ou estaduais).
No dia 03 de outubro de 2010, verifique em qual partido ou coligação o seu candidato a presidente da república, a senador, a governador, a deputado federal, a deputado estadual está filiado e veja se o programa partidário e ideológico deste partido está alinhado com o seu ponto de vista e o que você busca como melhor caminho para viver uma vida mais justa e saudável, pois se assim não o for, você poderá ser induzido a erro, escolhendo os candidatos por afinidade pessoal e não por ideologia partidária.
No caso de se votar em um parlamentar que busca a reeleição, analise o seu passado político, histórico de atuações e votações, se possui processos movidos contra a sua pessoa ou mandato, se promoveram o bem estar do povo na área da educação, saúde, justiça social, geração de emprego etc.
VOTO NA LEGENDA
Um outro ponto importante para o exercício do voto consciente é saber que quando um eleitor vota na legenda do partido, ele está dando um cheque em branco para o partido e o seu programa ideológico, isto é, o voto vai para o partido e ajuda a eleger o candidato mais votado desta lista partidária. Por isso, ao aplicar o voto na legenda de um partido, verifique se você concorda com a integralidade de suas propostas.
Votar consciente é construir um Brasil melhor.
Autor: Dr. Zenóbio Fonseca
Blog: www.zenobiofonseca.blogspot.com
Email: zenobiofonseca@gmail.com
Por Zenóbio Fonseca
Estamos próximos das eleições de âmbito nacional em 03 de outubro, e, cada vez mais tem-se a certeza de que o voto consciente é o melhor instrumento de exercício e fortalecimento da democracia no Brasil, onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes, que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.
Isto é o que se chama de democracia representativa, ou seja, é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, por meio de representantes eleitos.
Nessas eleições os cidadãos irão escolher novos representantes para administrar a nação brasileira, administrar os Estados, compondo a gestão do poder executivo e indicar senadores, deputados federais e estaduais para atuar no poder legislativo. Logo, teremos uma importante responsabilidade, escolhendo os nossos representantes para governar os interesses do Brasil e criar leis que produzam justiça social para todos.
Entretanto, algumas pessoas ainda não têm o conhecimento do papel a ser desempenhado pelo presidente da república, governador, senador, deputado federal e estadual, o que muitas vezes dificulta a escolha do candidato ou mesmo induz a erro. Daí ser importante entender as propostas apresentadas pelos candidatos e seus partidos políticos.
Neste sentido devemos entender esta estrutura política nacional para o bom desempenho do exercício da nossa cidadania nestas eleições, que é o direito de ter direitos. Senão vejamos:
O Congresso Nacional é uma instituição política que exerce o Poder Legislativo. É composto pela Câmara dos Deputados (formada pelos 513 deputados federais) e pelo Senado Federal (formada pelos 81 senadores), sendo a sede em Brasília. Já nos Estados, temos as Assembléias Legislativas (formadas pelo deputados Estaduais).
Os deputados e senadores dentre as suas diversas funções previstas na constituição federal destaca-se a de fiscalização dos atos do chefe do poder executivo e a de criar e alterar leis.
Deve-se ressaltar que os deputados são os representantes legítimos escolhidos pelo povo, através do voto, para em seu nome exercer o poder que lhe é conferido, por um mandato de 04 anos, não havendo limite para a reeleição.
Os senadores, escolhidos através do voto, representam os Estados e não o povo diretamente, sendo 03 (três) por cada Estado da Federação, sendo que a cada 04 (quatro) anos elege-se, alternativamente, 01 (um) ou 02 (dois) senadores por estado, e o mandato tem duração de 08 anos, não havendo limite para a reeleição.
O Poder Executivo, por sua vez, é uma instituição exercida pelo Presidente da República e o Governador, cabendo a ambos dirigir e coordenar as práticas das atividades administrativas do Estado com base no seu programa de governo, além de fazer com que as leis e decisões judiciais sejam cumpridas.
Assim, vemos como é importante para o País a escolha dos políticos que exercerão os cargos de gestores e legisladores do Brasil.
FIDELIDADE PARTIDÁRIA
Nessas eleições de 03 de outubro 2010, existe um fato novo imposto pelo Tribunal Superior eleitoral – TSE, que é a figura da fidelidade partidária, inserida pela Resolução nº 22.733/2008, ao qual o candidato ao cargo político está vinculado obrigatoriamente aos programas e ideologias da sua agremiação partidária, ou seja, o candidato a senador ou deputado, por exemplo, está obrigado a votar segundo as idéias do seu programa partidário e o candidato a governador e presidente da república a dirigir o estado da mesma forma.
Dessa forma, a idéia popular de que as pessoas votam em candidatos e suas consciências não é mais verdade. Não votamos mais em Candidatos, mas sim em Partidos Políticos e coligações, por força desta Resolução eleitoral, ou seja, o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, apresentado na lista partidária aberta.
Tal decisão do TSE torna esta eleição diferente de todas as demais que a população brasileira já opinou, pois obriga ao eleitor a uma tomada de consciência, em razão do mandato eletivo pertencer ao partido político e coligação e não ao “seu” candidato escolhido, o que significa dizer que deve-se levar em consideração as ideologias e programas do partido e coligação a que estão vinculados os seus candidatos.
Utilizo para melhor fixação o seguinte exemplo: sou um eleitor que defendo a vida desde a concepção, logo sou contra o aborto e a sua legalização ou descriminalização no Brasil. Verifico que um candidato tem este perfil ideológico e escolho votar nele. Estando o mesmo eleito e no exercício do seu mandato, o partido ao qual ele está filiado e vinculado programaticamente, impõe que o mesmo vote de acordo com a determinação partidária, que neste exemplo é a favor da legalização do aborto. Se o parlamentar eleito não votar de acordo com o partido, ele poderá ser expulso da agremiação partidária por infidelidade, nos termos da Resolução do TSE, pois desrespeitou o programa partidário ao qual se filiou.
Em síntese: o parlamentar será expulso, perderá o seu mandato e a sua vaga será ocupada pelo seu suplente. Eu, eleitor que votei nele, por comungar com os mesmos valores e princípios, acabo por perder o meu representante.
Aqui mora o grande perigo dessas eleições nacionais e nova forma de votar, porque o eleitor deve estar atento em qual partido político o seu candidato preferido está filiado, verificar quais são as propostas e programas partidários deste partido ou coligação, verificar se tais propostas se identificam com o que você eleitor entende ser bom para o País e a sociedade em que vivemos.
Esta verdade ainda está oculta para muitas pessoas, pois repita-se, não votamos mais em Candidatos e a sua consciência pessoal, mas sim em partidos políticos e coligações, ou seja, o mandato pertence ao partido e não candidato eleito. Isso pode acontecer tanto em cargos majoritários (Presidente, Senador e governador) e cargos proporcionais (deputados, sejam federais ou estaduais).
No dia 03 de outubro de 2010, verifique em qual partido ou coligação o seu candidato a presidente da república, a senador, a governador, a deputado federal, a deputado estadual está filiado e veja se o programa partidário e ideológico deste partido está alinhado com o seu ponto de vista e o que você busca como melhor caminho para viver uma vida mais justa e saudável, pois se assim não o for, você poderá ser induzido a erro, escolhendo os candidatos por afinidade pessoal e não por ideologia partidária.
No caso de se votar em um parlamentar que busca a reeleição, analise o seu passado político, histórico de atuações e votações, se possui processos movidos contra a sua pessoa ou mandato, se promoveram o bem estar do povo na área da educação, saúde, justiça social, geração de emprego etc.
VOTO NA LEGENDA
Um outro ponto importante para o exercício do voto consciente é saber que quando um eleitor vota na legenda do partido, ele está dando um cheque em branco para o partido e o seu programa ideológico, isto é, o voto vai para o partido e ajuda a eleger o candidato mais votado desta lista partidária. Por isso, ao aplicar o voto na legenda de um partido, verifique se você concorda com a integralidade de suas propostas.
Votar consciente é construir um Brasil melhor.
Autor: Dr. Zenóbio Fonseca
Blog: www.zenobiofonseca.blogspot.com
Email: zenobiofonseca@gmail.com
Dilma favorável ao aborto: "NÃO MATARÁS"
Como detectar a linguagem de alguém favorável ao aborto?
Eis alguns sinais:
1) A pessoa começa dizendo que "nenhuma mulher acha o aborto uma maravilha". Isso porque o aborto é uma "agressão ao corpo da mulher" (não à criança).
2) Depois diz que, do ponto de vista do governante, "o aborto é uma questão de saúde pública" (a saúde que conta não é a do bebê, é claro).
3) Então lamenta que haja mulheres pobres que sofram por fazer aborto com métodos "inadequados" enquanto as mulheres ricas podem abortar em condições "seguras" (seguras não para o filho, é claro).
4) Reafirma que uma parte da população não tem acesso ao "serviço" de aborto e sofre discriminação. Por isso, quer uma legislação que obrigue a dar "atendimento" às mulheres que queiram fazer aborto, a fim de que não corram risco de vida, como nos países "desenvolvidos".
5) Em suma: deseja pura e simplesmente que as mulheres pobres possam matar seus filhos de maneira tão "segura" quanto as mulheres ricas o fazem.Assista agora a um vídeo de quem fala tudo isso.
http://naomatar.blogspot.com/
A comédia termina com a pessoa dizendo que é "cristã" e "católica".
Ela é candidata à presidência pelo PT. Você vai votar nela?
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 45675024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
Eis alguns sinais:
1) A pessoa começa dizendo que "nenhuma mulher acha o aborto uma maravilha". Isso porque o aborto é uma "agressão ao corpo da mulher" (não à criança).
2) Depois diz que, do ponto de vista do governante, "o aborto é uma questão de saúde pública" (a saúde que conta não é a do bebê, é claro).
3) Então lamenta que haja mulheres pobres que sofram por fazer aborto com métodos "inadequados" enquanto as mulheres ricas podem abortar em condições "seguras" (seguras não para o filho, é claro).
4) Reafirma que uma parte da população não tem acesso ao "serviço" de aborto e sofre discriminação. Por isso, quer uma legislação que obrigue a dar "atendimento" às mulheres que queiram fazer aborto, a fim de que não corram risco de vida, como nos países "desenvolvidos".
5) Em suma: deseja pura e simplesmente que as mulheres pobres possam matar seus filhos de maneira tão "segura" quanto as mulheres ricas o fazem.Assista agora a um vídeo de quem fala tudo isso.
http://naomatar.blogspot.com/
A comédia termina com a pessoa dizendo que é "cristã" e "católica".
Ela é candidata à presidência pelo PT. Você vai votar nela?
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 45675024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
CARTÃO AMARELO: http://www.ipco.org.br
Eu já enviei o meu cartão amarelo, através do site abaixo, para Deputados e Senadores, e você?
http://www.ipco.org.br/home/
O BRASIL SOB A ESCALADA DE PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA sob o PRETEXTO DE DIREITOS HUMANOS.
OMITIR-SE O RESISTIR? REAJA CONTRA O PNDH-3!
Utilize todos os meios, inclusive não votando em candidatos do PT.
http://www.ipco.org.br/home/
O BRASIL SOB A ESCALADA DE PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA sob o PRETEXTO DE DIREITOS HUMANOS.
OMITIR-SE O RESISTIR? REAJA CONTRA O PNDH-3!
Utilize todos os meios, inclusive não votando em candidatos do PT.
13.9.10
NÃO VOTE EM NENHUM DESTES POLÍTICOS!
ATENÇÃO:
Uma LISTA com nomes de políticos em quem NÃO votar:
Mais de 200 deputados federais e 21 senadores que compõem atualmente a “Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT”, isto é, uma frente organizada pelo agressivo lobby gay no Congresso Nacional em defesa da DITADURA GAYZISTA no Brasil. Que propõe, entre outras coisas, que crianças sejam doutrinadas no homossexualismo, que o Estado financie paradas gays e políticas de interesse do lobby, e que cidadãos sejam perseguidos e presos por se oporem a isso.
Observem que há políticos não só do PT, PCdoB e outros partidos assumidamente esquerdopatas, mas também do DEM, PSDB, etc.
AVISEM SEUS FAMILIARES E AMIGOS PARA NÃO VOTAREM EM NENHUM DESTES POLÍTICOS, MUITOS DELES VERDADEIROS LOBOS EM PELE DE CORDEIRO!
DIVULGUEM!
Observação: Os nomes abaixo foram obtidos no site de ativismo político gay "Aliadas", e podem ser conferidos em: aliadas.org.br/site/congresso/depsen2.php?tip=Deputado aliadas.org.br/site/congresso/depsen2.php?tip=Senador Nestes links você pode também visualizar listas filtradas por partido ou estado.
Coordenação da Frente Parlamentar Gayzista: COORDENAÇÃO NACIONAL
Dep. Cida Diogo (PT/RJ) Presidente Sen. Geraldo Mesquita (PMDB/AC) Vice Presidente Dep. Manuela D'Ávila (PCdoB/RS) Coordenação de Mobilização e Divulgação Dep. Eduardo Valverde (PT/RO) Coordenação de Orçamento Dep. Mauricio Rands (PT/PE) Coordenação de Projetos de Lei Sen. Serys Slhessarenko (PT/MT) Coordenação – Senado Federal
COORDENAÇÕES ESTADUAIS
AC - Senador Siba Machado - PT AL - Deputado Mauricio Quintella - PDT AM - Deputada Vanessa Graziotin - PCdoB AP - Deputada Janete Capiberibe - PSB BA - Deputada Lidice da Mata - PSB CE - Deputado Eudes Xavier - PT DF - A definir ES - Deputada Iriny Lopes - PT GO - Deputado Pedro Wilson - PT MA - Deputado Flavio Dino - PCdoB MG - Deputada Jô Moraes - PCdoB MS - Deputado Antonio Biffi - PT MT - Deputado Carlos Abicalil - PT PA - Deputado Paulo Rocha - PT PB - Deputado Luiz Couto - PT PE - Deputado Carla Lapa - PSB PI - Deputado Antonio José Medeiros - PT PR - Deputado Dr. Rosinha - PT RJ - A definir RN - Deputada Fátima Bezerra - PT RO - Senadora Fátima Cleide - PT RR - Deputada Maria Helena - PSB RS - Deputada Maria do Rosário - PT SC - Senadora Ideli Salvati - PT SE - Deputado Iran Barbosa - PT SP - Deputado Paulo Teixeira - PT TO - O estado do TO não possui parlamentar na Frente
Membros:
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Nome
Estado
Partido
Afonso Hamm
RS
PP
Alceni Guerra - Licenciado
PR
DEM
Aldo Rebelo
SP
PCdoB
Alexandre Santos
RJ
PMDB
Alice Portugal
BA
PC do B
André de Paula
PE
DEM
André Vargas
PR
PT
Andréia Zito
RJ
PSDB
Aníbal Gomes
CE
PMDB
Anselmo de Jesus
RO
PT
Antônio Carlos Biffi
MS
PT
Antônio Carlos Magalhães Neto
BA
DEM
Antônio José Medeiros - Licenciado
PI
PT
Antônio Roberto
MG
PV
Ariosto Holanda
CE
PSB
Arnaldo Faria de Sá
SP
PTB
Arnaldo França Vianna
RJ
PDT
Arnaldo Jardim
SP
PPS
Arnon Bezerra
CE
PTB
Asdrubal Mendes Bentes
PA
PMDB
Assis Miguel do Couto
PR
PT
Ayrton Xerez - Suplência
RJ
DEM
Ângela Portela
RR
PT
Ângelo Vanhoni
PR
PT
Bernardo Ariston
RJ
PMDB
Beto Albuquerque
RS
PSB
Beto Faro
PA
PT
Brizola Neto
RJ
PDT
Bruno Araújo
PE
PSDB
Bruno Rodrigues
PE
PSDB
Carlos Abicalil
MT
PT
CARLOS BENEVIDES
CE
PMDB
Carlos Santana
RJ
PT
Carlos Zarattini
SP
PT
Cândido Vacarezza
SP
PT
Celso Russomano
SP
PP
Chico Alencar
RJ
PSOL
Chico D’Angelo
RJ
PT
Chico Lopes
CE
PC do B
Cida Diogo
RJ
PT
Ciro Gomes
CE
PSB
Clovis Fecury
MA
DEM
Colbert Martins
BA
PPS
Dalva Figueiredo
AP
PT
Daniel Almeida
BA
PC do B
Darcisio Perondi
RS
PMDB
Deley
RJ
PSC
Devanir Ribeiro
SP
PT
Décio Lima
SC
PT
Domingos Dutra
MA
PT
Dr. Basegio - Suplência
RS
PDT
Dr. Paulo César
RJ
PR
Dr. Rosinha
PR
PT
Edigar “Mão Branca”
BA
PV
Edmilson Valentim
RJ
PC do B
Edson Duarte
BA
PV
Eduardo Barbosa
MG
PSDB
Eduardo Valverde
RO
PT
Eliene Lima
MT
PP
Elismar Prado
MG
PT
Emília Fernandes
RS
PT
Ernandez Amorim
RO
PTB
Eudes Xavier
CE
PT
Eugênio Rabelo
CE
PP
Eunício de Oliveira
CE
PMDB
Evandro Milhomem
AP
PC do B
Fábio Faria
RN
PMN
Fátima Bezerra
RN
PT
Felipe Bornier
RJ
PHS
Fernando Coelho
PE
PSB
Fernando Coruja
SC
PPS
Fernando de Fabinho
BA
DEM
Fernando Ferro
PE
PT
Fernando Gabeira
RJ
PV
Fernando Lopes
RJ
PMDB
Fernando Marroni
RS
PT
Fernando Melo
AC
PT
Flávio Dino
MA
PC do B
Francisco Rodrigues
RR
DEM
Gastão Vieira
MA
PMDB
Geraldo Magela
DF
PT
Glauber Braga
RJ
PSB
Gonzaga Patriota
PE
PSB
Guilherme Campos
SP
DEM
Gustavo Fruet
PR
PSDB
Henrique Fontana
RS
PT
Hermes Parcianello
PR
PMDB
Indio Costa
RJ
DEM
Iram Barbosa
SE
PT
Iriny Lopes
ES
PT
Ivan Valente
SP
PSOL
Jackson Barreto
SE
PMDB
Jaime Martins
MG
PL
Janete Capiberibe
AP
PSB
Janete Pietá
SP
PT
Jerônimo Reis
SE
DEM
Jilmar Tatto
SP
PT
João Bittar
MG
DEM
João Dado
SP
PDT
João Leão
BA
PP
João Magalhães
MG
PMDB
João Paulo Cunha
SP
PT
João Pizzolatti
SC
PP
Jorge Bittar - Licenciado
RJ
PT
Jorge Boeira
SC
PT
JORGE KHOURY
BA
DEM
Joseph Bandeira
BA
PT
JOSÉ CARLOS LEÃO DE ARAÚJO
BA
PR
José Eduardo Cardoso
SP
PT
José Fernando de Oliveira
MG
PV
José Genuíno
SP
PT
José Guimarães
CE
PT
José Otávio Germano
RS
PP
José Pimentel - Licenciado
CE
PT
Jô Moraes
MG
PC do B
Julião Amin
MA
PDT
Jurandil Juarez
AP
PMDB
Júlio César
PI
DEM
Lelo Coimbra
ES
PMDB
Leonardo Picciani
RJ
PMDB
Lindomar Garçon
RO
PV
Lídice da Mata
BA
PSB
Lucenira Pimentel
AP
PR
LUCIANA DE ALMEIDA COSTA
SP
PR
Luciana Genro
RS
PSOL
Luciano de Castro
RR
PR
Luciano Pizzatto
PR
DEM
Luiz Alberto
BA
PT
LUIZ CARREIRA
BA
DEM
Luiz Couto
PB
PT
Luiz Fernando
MG
PP
Luiza Erundina
SP
PSB
Mainha
PI
DEM
Manuela D’Avila
RS
PC do B
Marcelo Almeida
PR
PMDB
Marcelo Teixeira
CE
PSDB
Marco Maia
RS
PT
Marcondes Gadelha
PB
PSB
Marcos Medrado
BA
PDT
Marcos Montes
MG
DEM
Maria do Rosário
RS
PT
Maria Gorete Pereira
CE
PR
Maria Helena
RR
PPS
Maria Lúcia Cardoso
MG
PMDB
Marina Maggessi
RJ
PPS
Mauricio Quintella
AL
PDT
Maurício Rands
PE
PT
MAURÍCIO TRINDADE
BA
PR
Mauro Nazif
RO
PSB
Mário Heringer
MG
PDT
Michel Temer
SP
PMDB
Miguel Corrêia Júnior
MG
PT
MOISÉS AVELINO
TO
PMDB
Nelson Bornier
RJ
PMDB
Nelson Marquezelli
SP
PTB
Nelson Pellegrino
BA
PT
Nelson Pellegrino - Licenciado
BA
PT
Nelson Proença
RS
PPS
Nelson Trad
MS
PMDB
Neudo Campos
RR
pp
Nilson Mourão
AC
PT
Nilson Pinto
PA
PSDB
Osmar Júnior
PI
PC do B
Osmar Serraglio
PR
PMDB
Oswaldo Reis
TO
PMDB
Paes Landin
PI
PTB
Paulo Lustosa
CE
PMDB
PAULO PEREIRA DA SILVA
SP
PDT
Paulo Pimenta
RS
PT
Paulo Rocha
PA
PT
Paulo Rubem Santiago
PE
PDT
Paulo Teixeira
SP
PT
Pedro Eugênio
PE
PT
Pedro Wilson
GO
PT
Pepe Vargas
RS
PT
Perpétua Almeida
AC
PC do B
Pinto Itamaraty
MA
PSDB
Pompeu de Mattos
RS
PDT
Praciano
AM
PT
Prof Raquel Teixeira
GO
PSDB
PROFESSOR RUY PAULETTI
RS
PSDB
Professor Sétimo Waquim
MA
PMDB
Ratinho Jr.
PR
PPS
Raul Jungmann
PE
PPS
Rebecca Garcia
AM
PP
Reginaldo Lopes
MG
PT
Regis de Oliveira
SP
PSC
Renato Molling
RS
PP
Ribamar Alves
MA
PSB
Ricardo Berzoini
SP
PT
Rita Camata
ES
PMDB
Roberto Brito
BA
PP
Rodrigo Maia
RJ
DEM
Rodrigo Rollemberg
DF
PSB
Rogério Lisboa
RJ
DEM
Rose de Freitas
ES
PMDB
Rômulo Gouveia
PB
PSDB
Rubens Otoni Gomide
GO
PT
Sandes Jr.
GO
PP
Sandra Rosado
RN
PSB
Severiano Alves
BA
PDT
Sérgio B. Carneiro
BA
PT
Silas Brasileiro
MG
PMDB
Silvio Lopes
RJ
PSDB
Simão Sessim
RJ
PP
Solange Amaral
RJ
DEM
Tatico
GO
PTB
Thelma Oliveira
MT
PSDB
Uldorico Pinto
BA
PMN
Valadares Filho
SE
PSB
Vanessa Grazziotin
AM
PC do B
Vicentinho
SP
PT
Vicentinho Alves
TO
PR
Vignatti
SC
PT
Virgílio Guimarães
MG
PT
Waldir Maranhão Cardoso - Licenciado
MA
PP
Washington Luiz
MA
PT
Wellington A. Fagundes
MT
PR
Wilson Braga
PB
PMDB
Wilson Santiago
PB
PMDB
Zezéu Ribeiro
BA
PT
Zé Geraldo
PA
PT
Zé Gerardo
CE
PMDB
SENADO FEDERAL
Nome
Estado
Partido
Alfredo Nascimento - LICENCIADO
AM
PR
Antonio Carlos Valadares
SE
PSB
Arthur Virgílio
AM
PSDB
Augusto Botelho
RR
PT
Cristovam Buarque
DF
PDT
Delcídio Amaral
MS
PT
Eduardo Suplicy
SP
PT
Fátima Cleide
RO
PT
Flávio Arns
PR
PT
FRANCISCO DORNELLES
RJ
PP
Geraldo Mesquita Jr.
AC
PMDB
Ideli Salvatti
SC
PT
Inácio Arruda
CE
PC do B
João Pedro
AM
PT
JOÃO RIBEIRO
TO
PR
José Nery
PA
PSOL
MARCONI PERILO
GO
PSDB
Patrícia Saboya
CE
PSB
Paulo Paim
RS
PT
Serys Slhessarenko
MT
PT
SÉRGIO GUERRA
PE
PSDB
NÃO VOTE EM NENHUM DESTES POLÍTICOS!
Uma LISTA com nomes de políticos em quem NÃO votar:
Mais de 200 deputados federais e 21 senadores que compõem atualmente a “Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT”, isto é, uma frente organizada pelo agressivo lobby gay no Congresso Nacional em defesa da DITADURA GAYZISTA no Brasil. Que propõe, entre outras coisas, que crianças sejam doutrinadas no homossexualismo, que o Estado financie paradas gays e políticas de interesse do lobby, e que cidadãos sejam perseguidos e presos por se oporem a isso.
Observem que há políticos não só do PT, PCdoB e outros partidos assumidamente esquerdopatas, mas também do DEM, PSDB, etc.
AVISEM SEUS FAMILIARES E AMIGOS PARA NÃO VOTAREM EM NENHUM DESTES POLÍTICOS, MUITOS DELES VERDADEIROS LOBOS EM PELE DE CORDEIRO!
DIVULGUEM!
Observação: Os nomes abaixo foram obtidos no site de ativismo político gay "Aliadas", e podem ser conferidos em: aliadas.org.br/site/congresso/depsen2.php?tip=Deputado aliadas.org.br/site/congresso/depsen2.php?tip=Senador Nestes links você pode também visualizar listas filtradas por partido ou estado.
Coordenação da Frente Parlamentar Gayzista: COORDENAÇÃO NACIONAL
Dep. Cida Diogo (PT/RJ) Presidente Sen. Geraldo Mesquita (PMDB/AC) Vice Presidente Dep. Manuela D'Ávila (PCdoB/RS) Coordenação de Mobilização e Divulgação Dep. Eduardo Valverde (PT/RO) Coordenação de Orçamento Dep. Mauricio Rands (PT/PE) Coordenação de Projetos de Lei Sen. Serys Slhessarenko (PT/MT) Coordenação – Senado Federal
COORDENAÇÕES ESTADUAIS
AC - Senador Siba Machado - PT AL - Deputado Mauricio Quintella - PDT AM - Deputada Vanessa Graziotin - PCdoB AP - Deputada Janete Capiberibe - PSB BA - Deputada Lidice da Mata - PSB CE - Deputado Eudes Xavier - PT DF - A definir ES - Deputada Iriny Lopes - PT GO - Deputado Pedro Wilson - PT MA - Deputado Flavio Dino - PCdoB MG - Deputada Jô Moraes - PCdoB MS - Deputado Antonio Biffi - PT MT - Deputado Carlos Abicalil - PT PA - Deputado Paulo Rocha - PT PB - Deputado Luiz Couto - PT PE - Deputado Carla Lapa - PSB PI - Deputado Antonio José Medeiros - PT PR - Deputado Dr. Rosinha - PT RJ - A definir RN - Deputada Fátima Bezerra - PT RO - Senadora Fátima Cleide - PT RR - Deputada Maria Helena - PSB RS - Deputada Maria do Rosário - PT SC - Senadora Ideli Salvati - PT SE - Deputado Iran Barbosa - PT SP - Deputado Paulo Teixeira - PT TO - O estado do TO não possui parlamentar na Frente
Membros:
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Nome
Estado
Partido
Afonso Hamm
RS
PP
Alceni Guerra - Licenciado
PR
DEM
Aldo Rebelo
SP
PCdoB
Alexandre Santos
RJ
PMDB
Alice Portugal
BA
PC do B
André de Paula
PE
DEM
André Vargas
PR
PT
Andréia Zito
RJ
PSDB
Aníbal Gomes
CE
PMDB
Anselmo de Jesus
RO
PT
Antônio Carlos Biffi
MS
PT
Antônio Carlos Magalhães Neto
BA
DEM
Antônio José Medeiros - Licenciado
PI
PT
Antônio Roberto
MG
PV
Ariosto Holanda
CE
PSB
Arnaldo Faria de Sá
SP
PTB
Arnaldo França Vianna
RJ
PDT
Arnaldo Jardim
SP
PPS
Arnon Bezerra
CE
PTB
Asdrubal Mendes Bentes
PA
PMDB
Assis Miguel do Couto
PR
PT
Ayrton Xerez - Suplência
RJ
DEM
Ângela Portela
RR
PT
Ângelo Vanhoni
PR
PT
Bernardo Ariston
RJ
PMDB
Beto Albuquerque
RS
PSB
Beto Faro
PA
PT
Brizola Neto
RJ
PDT
Bruno Araújo
PE
PSDB
Bruno Rodrigues
PE
PSDB
Carlos Abicalil
MT
PT
CARLOS BENEVIDES
CE
PMDB
Carlos Santana
RJ
PT
Carlos Zarattini
SP
PT
Cândido Vacarezza
SP
PT
Celso Russomano
SP
PP
Chico Alencar
RJ
PSOL
Chico D’Angelo
RJ
PT
Chico Lopes
CE
PC do B
Cida Diogo
RJ
PT
Ciro Gomes
CE
PSB
Clovis Fecury
MA
DEM
Colbert Martins
BA
PPS
Dalva Figueiredo
AP
PT
Daniel Almeida
BA
PC do B
Darcisio Perondi
RS
PMDB
Deley
RJ
PSC
Devanir Ribeiro
SP
PT
Décio Lima
SC
PT
Domingos Dutra
MA
PT
Dr. Basegio - Suplência
RS
PDT
Dr. Paulo César
RJ
PR
Dr. Rosinha
PR
PT
Edigar “Mão Branca”
BA
PV
Edmilson Valentim
RJ
PC do B
Edson Duarte
BA
PV
Eduardo Barbosa
MG
PSDB
Eduardo Valverde
RO
PT
Eliene Lima
MT
PP
Elismar Prado
MG
PT
Emília Fernandes
RS
PT
Ernandez Amorim
RO
PTB
Eudes Xavier
CE
PT
Eugênio Rabelo
CE
PP
Eunício de Oliveira
CE
PMDB
Evandro Milhomem
AP
PC do B
Fábio Faria
RN
PMN
Fátima Bezerra
RN
PT
Felipe Bornier
RJ
PHS
Fernando Coelho
PE
PSB
Fernando Coruja
SC
PPS
Fernando de Fabinho
BA
DEM
Fernando Ferro
PE
PT
Fernando Gabeira
RJ
PV
Fernando Lopes
RJ
PMDB
Fernando Marroni
RS
PT
Fernando Melo
AC
PT
Flávio Dino
MA
PC do B
Francisco Rodrigues
RR
DEM
Gastão Vieira
MA
PMDB
Geraldo Magela
DF
PT
Glauber Braga
RJ
PSB
Gonzaga Patriota
PE
PSB
Guilherme Campos
SP
DEM
Gustavo Fruet
PR
PSDB
Henrique Fontana
RS
PT
Hermes Parcianello
PR
PMDB
Indio Costa
RJ
DEM
Iram Barbosa
SE
PT
Iriny Lopes
ES
PT
Ivan Valente
SP
PSOL
Jackson Barreto
SE
PMDB
Jaime Martins
MG
PL
Janete Capiberibe
AP
PSB
Janete Pietá
SP
PT
Jerônimo Reis
SE
DEM
Jilmar Tatto
SP
PT
João Bittar
MG
DEM
João Dado
SP
PDT
João Leão
BA
PP
João Magalhães
MG
PMDB
João Paulo Cunha
SP
PT
João Pizzolatti
SC
PP
Jorge Bittar - Licenciado
RJ
PT
Jorge Boeira
SC
PT
JORGE KHOURY
BA
DEM
Joseph Bandeira
BA
PT
JOSÉ CARLOS LEÃO DE ARAÚJO
BA
PR
José Eduardo Cardoso
SP
PT
José Fernando de Oliveira
MG
PV
José Genuíno
SP
PT
José Guimarães
CE
PT
José Otávio Germano
RS
PP
José Pimentel - Licenciado
CE
PT
Jô Moraes
MG
PC do B
Julião Amin
MA
PDT
Jurandil Juarez
AP
PMDB
Júlio César
PI
DEM
Lelo Coimbra
ES
PMDB
Leonardo Picciani
RJ
PMDB
Lindomar Garçon
RO
PV
Lídice da Mata
BA
PSB
Lucenira Pimentel
AP
PR
LUCIANA DE ALMEIDA COSTA
SP
PR
Luciana Genro
RS
PSOL
Luciano de Castro
RR
PR
Luciano Pizzatto
PR
DEM
Luiz Alberto
BA
PT
LUIZ CARREIRA
BA
DEM
Luiz Couto
PB
PT
Luiz Fernando
MG
PP
Luiza Erundina
SP
PSB
Mainha
PI
DEM
Manuela D’Avila
RS
PC do B
Marcelo Almeida
PR
PMDB
Marcelo Teixeira
CE
PSDB
Marco Maia
RS
PT
Marcondes Gadelha
PB
PSB
Marcos Medrado
BA
PDT
Marcos Montes
MG
DEM
Maria do Rosário
RS
PT
Maria Gorete Pereira
CE
PR
Maria Helena
RR
PPS
Maria Lúcia Cardoso
MG
PMDB
Marina Maggessi
RJ
PPS
Mauricio Quintella
AL
PDT
Maurício Rands
PE
PT
MAURÍCIO TRINDADE
BA
PR
Mauro Nazif
RO
PSB
Mário Heringer
MG
PDT
Michel Temer
SP
PMDB
Miguel Corrêia Júnior
MG
PT
MOISÉS AVELINO
TO
PMDB
Nelson Bornier
RJ
PMDB
Nelson Marquezelli
SP
PTB
Nelson Pellegrino
BA
PT
Nelson Pellegrino - Licenciado
BA
PT
Nelson Proença
RS
PPS
Nelson Trad
MS
PMDB
Neudo Campos
RR
pp
Nilson Mourão
AC
PT
Nilson Pinto
PA
PSDB
Osmar Júnior
PI
PC do B
Osmar Serraglio
PR
PMDB
Oswaldo Reis
TO
PMDB
Paes Landin
PI
PTB
Paulo Lustosa
CE
PMDB
PAULO PEREIRA DA SILVA
SP
PDT
Paulo Pimenta
RS
PT
Paulo Rocha
PA
PT
Paulo Rubem Santiago
PE
PDT
Paulo Teixeira
SP
PT
Pedro Eugênio
PE
PT
Pedro Wilson
GO
PT
Pepe Vargas
RS
PT
Perpétua Almeida
AC
PC do B
Pinto Itamaraty
MA
PSDB
Pompeu de Mattos
RS
PDT
Praciano
AM
PT
Prof Raquel Teixeira
GO
PSDB
PROFESSOR RUY PAULETTI
RS
PSDB
Professor Sétimo Waquim
MA
PMDB
Ratinho Jr.
PR
PPS
Raul Jungmann
PE
PPS
Rebecca Garcia
AM
PP
Reginaldo Lopes
MG
PT
Regis de Oliveira
SP
PSC
Renato Molling
RS
PP
Ribamar Alves
MA
PSB
Ricardo Berzoini
SP
PT
Rita Camata
ES
PMDB
Roberto Brito
BA
PP
Rodrigo Maia
RJ
DEM
Rodrigo Rollemberg
DF
PSB
Rogério Lisboa
RJ
DEM
Rose de Freitas
ES
PMDB
Rômulo Gouveia
PB
PSDB
Rubens Otoni Gomide
GO
PT
Sandes Jr.
GO
PP
Sandra Rosado
RN
PSB
Severiano Alves
BA
PDT
Sérgio B. Carneiro
BA
PT
Silas Brasileiro
MG
PMDB
Silvio Lopes
RJ
PSDB
Simão Sessim
RJ
PP
Solange Amaral
RJ
DEM
Tatico
GO
PTB
Thelma Oliveira
MT
PSDB
Uldorico Pinto
BA
PMN
Valadares Filho
SE
PSB
Vanessa Grazziotin
AM
PC do B
Vicentinho
SP
PT
Vicentinho Alves
TO
PR
Vignatti
SC
PT
Virgílio Guimarães
MG
PT
Waldir Maranhão Cardoso - Licenciado
MA
PP
Washington Luiz
MA
PT
Wellington A. Fagundes
MT
PR
Wilson Braga
PB
PMDB
Wilson Santiago
PB
PMDB
Zezéu Ribeiro
BA
PT
Zé Geraldo
PA
PT
Zé Gerardo
CE
PMDB
SENADO FEDERAL
Nome
Estado
Partido
Alfredo Nascimento - LICENCIADO
AM
PR
Antonio Carlos Valadares
SE
PSB
Arthur Virgílio
AM
PSDB
Augusto Botelho
RR
PT
Cristovam Buarque
DF
PDT
Delcídio Amaral
MS
PT
Eduardo Suplicy
SP
PT
Fátima Cleide
RO
PT
Flávio Arns
PR
PT
FRANCISCO DORNELLES
RJ
PP
Geraldo Mesquita Jr.
AC
PMDB
Ideli Salvatti
SC
PT
Inácio Arruda
CE
PC do B
João Pedro
AM
PT
JOÃO RIBEIRO
TO
PR
José Nery
PA
PSOL
MARCONI PERILO
GO
PSDB
Patrícia Saboya
CE
PSB
Paulo Paim
RS
PT
Serys Slhessarenko
MT
PT
SÉRGIO GUERRA
PE
PSDB
NÃO VOTE EM NENHUM DESTES POLÍTICOS!
EM QUEM VOTAR? VOTO PELA VIDA - http://www.votopelavida.com
A todos os brasileiros:
Votopelavida.com é uma iniciativa internacional que visa monitorar as eleições em toda a América Latina, denunciando os candidatos e os partidos que ocultam seu envolvimento com a promoção da Cultura da Morte e apontando os candidatos que têm se empenhado efetivamente em defender o reconhecimento do direito à vida em todas as suas etapas.
A iniciativa pretende denunciar também o modo pelo qual o aborto e a Cultura da Morte estão sendo silenciosamente introduzidos nos países ibero-americanos.
Existem grandes interesses internacionais que promovem a Cultura da Morte na América Latina. No Brasil, o Partido dos Trabalhadores é, no momento, o principal aliado destes interesses. Este partido assumiu, como programa oficial de governo, tornando-o obrigatório para todos os seus membros, a total descriminalização do aborto no país, ao mesmo tempo em que, com espantoso cinismo, não obstante toda a ampla documentação em contrário, nega publicamente este fato aos seus eleitores. Não se tratam apenas de programas futuros. Jamais alguma instituição colaborou tanto para a implantação do aborto no Brasil como o tem feito o PT em seus últimos oito anos de governo. O atual governo reconheceu diante da ONU o aborto como um direito humano; forçou a aprovação de um projeto de lei no Congresso que legalizaria o aborto durante todos os nove meses da gravidez, ao mesmo tempo em que prometia que jamais o faria; ampliou a rede de serviços de abortos ditos “legais” para promover, sem sucesso, a ampliação da aprovação da opinião pública à prática do aborto; apoiou a difusão de cursos de treinamento em práticas de aborto para a classe médica em todo o território nacional; boicotou o tanto quanto pôde a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigaria quais seriam os interesses internacionais que promovem estas práticas no Brasil. O partido do governo, além disso, puniu, condenando por unanimidade de 38 juízes, os deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, acusando-os de violações graves contra a Ética Partidária, por terem militado contra a descriminalização do aborto, ao mesmo tempo em que passou a negar que tal julgamento tivesse ocorrido; entre membros mais ativos do partido, a candidata ao Senado pelo Estado de São Paulo, Marta Suplicy, foi colaboradora de uma das principais instituições internacionais que, desde o início dos anos 90, coordenaram a criação de uma rede de ONGs com o objetivo de infiltrar-se na máquina governamental para facilitar a introdução da Cultura da Morte no Brasil e preparar o cenário político para possibilitar a atual programa do governo em matéria de direitos sexuais e reprodutivos..
Toda a documentação que comprova estes e muitos outros fatos está disponível na internet no site http://www.votopelavida.com/.
Recentemente bispos católicos e pastores evangélicos têm-se unido no Brasil para denunciar, com crescente sucesso, estas mesmas informações junto ao eleitorado.
Os bispos católicos do Regional Sul 1 da CNBB, que representa as 47 dioceses do Estado de São Paulo, publicaram um documento intitulado Apelo a todos os Brasileiros e Brasileiras, que está sendo distribuído em todo o Brasil, por meio de incontáveis voluntários, e está sendo crescentemente reproduzido e divulgado por muitos milhares de sites na rede mundial de computadores.
Pastores evangélicos, denunciando estes mesmos fatos, estão divulgando, através da Internet, vídeos que atingiram, em pouquíssimos dias, audiências de milhões de acessos.
Neste domingo, dia 3 de outubro, o Brasil terá uma oportunidade para defender a vida em todas as suas etapas ou optar pela institucionalização da Cultura da Morte em sua nação. Para que isto ocorra de modo consciente, entretanto, é necessário que antes denunciemos o imenso teatro, montado pelos meios de comunicação, que foi estabelecido para ocultar estes fatos do povo brasileiro.
Sua colaboração para a construção de uma Cultura da Vida neste continente é indispensável.
Pedimos seu envolvimento ativo no sentido de divulgar, com pleno conhecimento de causa, as informações contidas em votopelavida.com na sua maior extensão possível.
Visite o site, examine o material, verifique sua veracidade, entenda o que está acontecendo. Reenvie esta mensagem à sua lista de contatos, coloque um link para www.votopelavida.com em seu blog e em seu site, denuncie a seus amigos o que está ocorrendo no Brasil.
A promoção da vida depende de pessoas como você, no lugar onde você está, neste exato momento. Não há ninguém, nestas mesmas circunstâncias, que possa substituí-lo. Você é simplesmente indispensável. Da capacidade ou não de reconhecer este fato fundamental depende toda a vitalidade e o sucesso da democracia.
Atenciosamente,
http://www.votopelavida.com/
Votopelavida.com é uma iniciativa internacional que visa monitorar as eleições em toda a América Latina, denunciando os candidatos e os partidos que ocultam seu envolvimento com a promoção da Cultura da Morte e apontando os candidatos que têm se empenhado efetivamente em defender o reconhecimento do direito à vida em todas as suas etapas.
A iniciativa pretende denunciar também o modo pelo qual o aborto e a Cultura da Morte estão sendo silenciosamente introduzidos nos países ibero-americanos.
Existem grandes interesses internacionais que promovem a Cultura da Morte na América Latina. No Brasil, o Partido dos Trabalhadores é, no momento, o principal aliado destes interesses. Este partido assumiu, como programa oficial de governo, tornando-o obrigatório para todos os seus membros, a total descriminalização do aborto no país, ao mesmo tempo em que, com espantoso cinismo, não obstante toda a ampla documentação em contrário, nega publicamente este fato aos seus eleitores. Não se tratam apenas de programas futuros. Jamais alguma instituição colaborou tanto para a implantação do aborto no Brasil como o tem feito o PT em seus últimos oito anos de governo. O atual governo reconheceu diante da ONU o aborto como um direito humano; forçou a aprovação de um projeto de lei no Congresso que legalizaria o aborto durante todos os nove meses da gravidez, ao mesmo tempo em que prometia que jamais o faria; ampliou a rede de serviços de abortos ditos “legais” para promover, sem sucesso, a ampliação da aprovação da opinião pública à prática do aborto; apoiou a difusão de cursos de treinamento em práticas de aborto para a classe médica em todo o território nacional; boicotou o tanto quanto pôde a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigaria quais seriam os interesses internacionais que promovem estas práticas no Brasil. O partido do governo, além disso, puniu, condenando por unanimidade de 38 juízes, os deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, acusando-os de violações graves contra a Ética Partidária, por terem militado contra a descriminalização do aborto, ao mesmo tempo em que passou a negar que tal julgamento tivesse ocorrido; entre membros mais ativos do partido, a candidata ao Senado pelo Estado de São Paulo, Marta Suplicy, foi colaboradora de uma das principais instituições internacionais que, desde o início dos anos 90, coordenaram a criação de uma rede de ONGs com o objetivo de infiltrar-se na máquina governamental para facilitar a introdução da Cultura da Morte no Brasil e preparar o cenário político para possibilitar a atual programa do governo em matéria de direitos sexuais e reprodutivos..
Toda a documentação que comprova estes e muitos outros fatos está disponível na internet no site http://www.votopelavida.com/.
Recentemente bispos católicos e pastores evangélicos têm-se unido no Brasil para denunciar, com crescente sucesso, estas mesmas informações junto ao eleitorado.
Os bispos católicos do Regional Sul 1 da CNBB, que representa as 47 dioceses do Estado de São Paulo, publicaram um documento intitulado Apelo a todos os Brasileiros e Brasileiras, que está sendo distribuído em todo o Brasil, por meio de incontáveis voluntários, e está sendo crescentemente reproduzido e divulgado por muitos milhares de sites na rede mundial de computadores.
Pastores evangélicos, denunciando estes mesmos fatos, estão divulgando, através da Internet, vídeos que atingiram, em pouquíssimos dias, audiências de milhões de acessos.
Neste domingo, dia 3 de outubro, o Brasil terá uma oportunidade para defender a vida em todas as suas etapas ou optar pela institucionalização da Cultura da Morte em sua nação. Para que isto ocorra de modo consciente, entretanto, é necessário que antes denunciemos o imenso teatro, montado pelos meios de comunicação, que foi estabelecido para ocultar estes fatos do povo brasileiro.
Sua colaboração para a construção de uma Cultura da Vida neste continente é indispensável.
Pedimos seu envolvimento ativo no sentido de divulgar, com pleno conhecimento de causa, as informações contidas em votopelavida.com na sua maior extensão possível.
Visite o site, examine o material, verifique sua veracidade, entenda o que está acontecendo. Reenvie esta mensagem à sua lista de contatos, coloque um link para www.votopelavida.com em seu blog e em seu site, denuncie a seus amigos o que está ocorrendo no Brasil.
A promoção da vida depende de pessoas como você, no lugar onde você está, neste exato momento. Não há ninguém, nestas mesmas circunstâncias, que possa substituí-lo. Você é simplesmente indispensável. Da capacidade ou não de reconhecer este fato fundamental depende toda a vitalidade e o sucesso da democracia.
Atenciosamente,
http://www.votopelavida.com/
HOMOSSEXUALIDADE: UM ENGANO EM MINHA VIDA
(Hebreus 4:12,13) “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dEle; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.” (Hebreus 4:12,13)
“Quem sabe, o único referencial de pai que você tem, é de um pai ausente, de um pai, muitas vezes, tão áspero, tão rígido, tão duro com você. Quem sabe, um pai que até mesmo te tocou como não devia, te bateu como não devia. Um pai, que não tinha nada para poder te dar, além de amarguras, rancores, que ele mesmo recebeu. Quem sabe, você como eu, teve o privilégio de ter um bom pai, graças a Deus por isso. Mas, nem mesmo o melhor dos pais, nem mesmo o melhor dos homens, por mais que se esforçasse poderia, suprir a carência e o vazio do meu coração, do seu coração, do nosso coração. Como é bom conhecermos o Deus pai, adore-o, adore o pai que você tem, que nunca te deixa só, que nunca te abandona, que nunca te desampara, que nunca vai embora, que nunca te agride, mas toca, e sara as feridas da alma, que está sempre presente, que supre as suas necessidades, um pai que compreende, um pai que te entende, que não te acusa, mas que diz: meu filho, te amo. Quantos podem dizer: o meu pai é assim, é bom, fiel, forte, o meu pai me ama, supre as minhas necessidades, me diz quem realmente sou, eu sou seu filho amado, não tenho falta de nada, porque o meu pai, cuida de mim, Ele sabe tudo que eu preciso, e tudo que você precisa. Quantas vezes o filho cresce, e esquece, mas nós não queremos nos esquecer. Eu amo, meu pai.”
Agradeço a Ana Paula Valadão por ceder este “Cântico Espontâneo”, parte integrante do CD Diante do Trono nº 5 - Nos Braços do Pai. Ao nosso Deus seja toda Honra, Glória e Louvor.
Introdução
Todo ser humano precisa de Deus, até mesmo aquele que se diz ateu, que muitas vezes tenta provar através da ciência como o homem surgiu, proclamando para o mundo que Deus não tem nada a ver com isto. Como é maravilhoso e agradável saber que existe um Deus que fez todas as coisas, que deixou a sua Palavra para podermos hoje viver pela fé.
Levei tempo para reconhecer que Jesus veio em carne a este mundo, que veio buscar e salvar aquele que se havia perdido e morreu na cruz ressuscitando ao terceiro dia. Acreditava que isto fazia parte da história, dizia que a Bíblia foi feita por homens e por isso continha erros, acreditava no que me era conveniente, vivendo por minhas próprias vontades, desejos e decisões. Em um certo momento na minha vida a Palavra de Deus foi semeada em meu coração e passei a crer totalmente na vontade de Deus para mim, e não foi por força ou insistência humana, mas sim, pela ação do Espírito Santo de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.
Cristo tornou-se presente em minha vida através da Palavra de Deus. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador, o caminho certo que leva a Deus. Pude escolher entre continuar no engano em que vivia ou acertar minha vida através das verdades que se encontram na sua Palavra que nos torna livre, modela nosso caráter e nos coloca em um caminho reto.
Irei compartilhar com você como eu vivia, mas também irei compartilhar do mais importante, de quem realmente sou e as conquistas que tenho alcançado, da certeza de onde vim e para onde irei.
Não conheço você, mas Deus conhece e sabe exatamente o que está em seu coração neste momento, as dores físicas e emocionais que já passou ou tem passado, o desprezo que já recebeu, as dificuldades do seu dia, as alegrias, desejos e vontades, enfim, não há nada encoberto diante Dele, nem mesmo aquele segredo que só você sabe, que está escondido em seu coração, encoberto diante das pessoas.
Infância
Nasci em Contagem, Estado de Minas Gerais. Durante minha infância recebi grande atenção, amor e carinho das mulheres da família. Minhas tias adoravam passar o dia comigo e eu as observava e recebia tudo o que me davam de atenção e carinho. Recordo de uma cena onde uma tia estava se arrumando na frente do espelho, penteando os cabelos e cantando para mim uma música que tinha uma letra assim: “embaixo dos caracóis, dos seus cabelos...”. Eu ficava ali, só observando o jeito dela e de como se arrumava na frente do espelho. Consigo lembrar até mesmo de um chinelo branco que ela tinha, este chinelo continha uma tira feita com pedrinhas de vidro, eu gostava dele por causa destas pedrinhas de vidro, achava bonito.
Aos quatro anos de idade fiquei doente e fui internado em um hospital por vários dias, Hospital Santa Rita. Lembro-me de ser muito apegado à minha mãe. Meus olhos não saiam de perto dela. Não queria ficar no hospital, a não ser que minha mãe ficasse sempre comigo. Levaram-me para um quarto que continha vários berços onde passei a receber atenção das enfermeiras. Uma das enfermeiras teve um carinho todo especial comigo e me apeguei a ela. Dormi e quando acordei, olhei à minha volta e não vi ninguém que conhecia, e pior, não vi minha mãe. Comecei a chorar e a soluçar, queria minha mãe. As enfermeiras tentavam me fazer parar, e cada vez mais eu chorava. O cansaço aumentou e não agüentei, cai num sono profundo e quando acordei minha mãe já estava de volta. Como foi difícil este momento, tive a sensação de abandono e tristeza profunda, uma sensação esmagadora. A figura materna era mais forte para mim do que a figura paterna. Não tenho na lembrança de ter chorado assim pela presença do meu pai.
Ao chegar o tempo de ir para a escola, um desespero afligiu minha alma. Simplesmente chorava até que a professora ligasse para minha mãe ir me buscar. E isto se repetiu por várias vezes, eu não queria ficar ali com aquelas crianças num lugar que não era meu. Não ficava à vontade de estar ali, de pedir para a professora que eu precisava ir ao banheiro, tinha vergonha de tudo, trazia comigo um temperamento tímido, dócil e amoroso. Este temperamento somado ao comportamento introvertido levou-me a ouvir muitas palavras destrutivas vindas dos outros alunos. Ouvia por diversas vezes os meninos me chamarem de chorão, de menininha. Estas palavras feriam demais meu coração, e me afastavam deles. Procurei não demonstrar que estava sendo ferido. Como gostaria de ser aceito por eles.
Uma vez, estava de mãos dadas com meus pais, fomos até um posto de gasolina perto de casa. No caminho encontramos uma mulher que os conhecia, ela olhou para mim e disse: “que menina mais linda!”. Meus pais disseram: “Não é menina, é menino”. Como fiquei triste de ser comparado com uma menina mais uma vez. Eu recebia cobranças da família e amigos só por que não gostava de futebol e corrida de fórmula 1. Gostava de estar com as meninas, identifiquei-me com elas, eram calmas e falavam comigo, nos entendíamos muito bem. Ao contrário dos meninos, eu os via correndo atrás de uma bola, sem camisa, suados, gritando um com o outro e achava tudo isto uma perda de tempo. Sentia certa exclusão por não gostar do que eles gostavam. Como poderia sentir vontade de estar com eles se estavam sempre me jogando para longe do seu grupo com brincadeiras e comentários que me feriam? Na escola tinha aula de educação física e sempre tinha que parar por causa da falta de ar. Fazer educação física era passar por vários constrangimentos, como ficar com dificuldades para respirar e receber as palavras dos meus colegas, de que eu era de vidro, não conseguia nem jogar bola que ficava doente. Para proteger-me das provocações dos meus colegas eu fazia com que a falta de ar ficasse sempre pior e assim, eles veriam que realmente era difícil para mim. Gostaria de ser como eles, “hominhos”, tinham gosto de jogar bola e fazer esporte. Não conseguia fazer parte do clube, pois até mesmo as conversas sobre meninas não me agradava. Falavam de como iriam fazer com uma menina, como eles estavam conhecendo seus corpos. Como se gabavam de contar estas histórias. Estas conversas serviam para me constranger, achava que sexo era pura maldade. Cresci achando o sexo algo muito vulgar. Não havia ligação do sexo com amor, era sempre ligado à maldade, para mim era algo pecaminoso e errado e que só era feito às escondidas.
Certa vez meus primos me levaram para brincar em um parque que estava na cidade. Minha mãe e tias me vestiram e cuidaram de mim. Ao olhar no espelho não gostei do que vi. Não gostei da minha roupa. Meu cabelo me fazia parecer uma menina. Saímos de casa em direção ao parque. Até então tudo estava indo bem. Em um certo momento, fiquei longe dos meus primos, e me vi frente a um grupo de meninos que ficaram a minha volta e começaram a zombar da minha roupa e cabelo. As palavras eram duras, fui chamado de “veadinho”, menininha, “bichinha”. Como aqueles garotos podiam fazer aquilo? Vieram do nada e me atacaram com palavras que feriram profundamente minha alma. Novamente ali estava eu, fora do grupo, excluído do clube dos meninos, queria ser aceito por eles, só isto. Um dos meus primos viu a cena e foi enfrentar os meninos. Neste momento me senti protegido e seguro. Assim que consegui fugir do meio deles fui para casa, sozinho, carregando comigo todo aquele emaranhado de sentimentos ruins, nem avisei meus primos. Ao chegar em casa, recebi uma bronca por ter vindo embora sozinho. Meus primos ficaram zangados comigo. Não entenderam o porquê do meu comportamento. Guardei comigo o que houve naquele parque e sofri sozinho. Passei a conviver com estes sentimentos dentro de mim, uma mistura de mágoa, tristeza e solidão. Na verdade eu estava entrando em uma prisão dentro de mim mesmo. Novamente senti a exclusão, o desprezo e a dificuldade de fazer parte do clube dos meninos. O que havia de tão mal nestes garotos que não faziam nenhum esforço para me aceitar no meio deles? Várias vezes os meninos do bairro perto de casa se reuniam para fazer brincadeiras sexuais entre si, neste momento eu me sentia aceito por eles. Neste momento eles deixavam que eu participasse das brincadeiras, por um bom tempo aprendi a fazer as “sacanagens” que um fazia com o outro e a desejar aquilo. Enfim fui aceito.
Minha mãe começou a trabalhar fora de casa, saía cedo e só voltava à noite. Uma empregada passou a fazer parte da rotina da casa durante todo o dia. Durante parte do dia eu ia para a escola, que era um local onde eu sofria muitos ataques dos meninos. Por um tempo ir para a escola seria passar por um desgaste emocional sem tamanho. No início da noite eu ficava sentado na frente do portão de casa esperando minha mãe chegar. Quando ela chegava uma felicidade surgia em meu coração. Toda vez que eu ia para casa de algum primo para dormir fora, eu chorava até que me trouxessem de volta. Podia passar o dia com eles, mas na hora de ir dormir eu queria ir para casa. Interessante que eu não buscava por meu pai, eu me via preso a minha mãe, era uma dependência total da companhia dela. Eu gostaria que me pai demonstrasse mais amor por mim, de forma que eu sentisse este amor e desejasse a presença dele.
Uma vez, estava na sala de casa no colo dele. Brincava com o cabelo do seu peito e na TV passava uma novela chamada Pai Herói. Na abertura desta novela tocava uma música muito bonita falando do relacionamento entre pai e filho. Enquanto a música tocava, uma cena me chamou atenção. Um quebra cabeças era montado, e aos poucos surgia um caminho entre árvores e um menino caminhando junto à figura do que seria seu pai. Detalhe, a figura do pai não foi preenchida, estava em branco. Uma criança passeando de mãos dadas com o pai, seu pai herói, por outro lado o pai não estava lá, ele estava presente, mas ausente. O que deve ser mais cruel para a formação de uma criança, um pai presente ausente ou um pai que mora longe? Era assim que me sentia em relação ao meu pai, um vazio, uma necessidade de aceitação e afirmação por parte dele, de receber carinho e ser amado. Mas, por mais perto que ele estivesse fisicamente de mim, sentia um abismo enorme entre nós. Eu queria um pai herói, que estivesse junto de mim, mas ele não era assim. Hoje sei que ele não poderia me dar o que não tinha aprendido e nem recebido dos pais dele.
Em um certo dia, uma de minhas tias e seus filhos estavam conosco em casa. Ela tinha uma menina e um menino da minha idade. Estávamos brincando no quintal e esta tia teve a idéia de me vestir com roupas de menina, colocou um lenço em meu cabelo, uma saia e uma blusinha de menina, até passou batom e maquiagem no meu rosto. No início achei legal, gostei de estar vestido de menina, mas logo vi as pessoas que passavam na rua olharem para aquela situação e rirem de mim. Corri para trás de um monte de pedras e me escondi. As pessoas riam e faziam piadas ao me verem vestido de menina. Acredito que esta tia me vestiu de menina porque percebeu que eu gostava do que as meninas gostavam e que eu tinha um certo “jeitinho efeminado”. Teve uma vez que meu irmão falou que eu era “veado”, eu até achei engraçado porque pensei que ele estava me comparando com um animal. Tempos depois descobri que na verdade ele estava me chamando de “bicha” e que eu não gostava de namorar meninas. Neste momento senti meu coração, minha alma ser ferida profundamente.
As brincadeiras de menina me chamavam atenção, tanto que eu brincava de boneca e de casinha com elas. As bonecas Barbie e Susi eram as minhas preferidas. E como eu gostava de usar saia. Quando as meninas me chamavam para brincar de desfilar eu era o primeiro a me fantasiar de menina e sair desfilando. A conversa das meninas me agradava mais do que a conversa dos meninos, elas sabiam me receber e me aceitavam sem críticas e restrições. As meninas não zombavam de mim. As pessoas a minha volta percebiam este comportamento em mim, cada uma reagia de uma forma. Uns eram mais vorazes em seus comentários, me chamavam de “bichinha”, “veadinho”, menininha, outros não diziam nada, outros ficavam falando entre si. Toda família reconhecia que eu tinha um “jeitinho esquisito”, mas não tocavam no assunto.
Aos nove anos de idade comecei a pensar em namorar e nutria um carinho por uma menina. Quando comentei com meus colegas, eles riam e diziam que eu não ia conseguir porque não gostava de meninas e era “efeminado”. Simplesmente me rotularam por verem em mim um comportamento mais tímido e introvertido. Com toda minha insegurança e timidez fui até o encontro desta menina que eu gostava. Quando cheguei perto dela fiquei mudo, com muita vergonha da situação não fiz nada. Criei uma expectativa não só em mim, mas nas pessoas que me levaram até ela. Ficavam me cobrando para que fizesse um movimento na direção dela. A vergonha tomou conta de mim e só consegui trocar algumas frases com ela. Percebi que seria complicado demais me relacionar com ela ou com qualquer menina que fosse por causa da vergonha e timidez. Passei a conviver com um sentimento de frustração e impotência. Fiquei convencido de que não conseguiria namorar uma garota. Conseguia sonhar com uma menina, imaginar namorando e passeando, mas quando o sonho ia se tornando real e vendo que não daria conta da situação, parava tudo. Ao contrário de mim meus colegas se davam muito bem com as meninas, tinham uma certeza do que eram e poderiam fazer com elas que eu não entendia. Tinham o domínio da situação, não tinham vergonha nem timidez. Estavam se dando bem em suas paqueras, namoros e intimidades. Tudo isto era muito difícil para mim. Eu os inveja por saberem se comportar como meninos e fazer o que faziam sem dificuldade nenhuma. Esta inveja me fazia desejar as características deles. Lembro que eu tinha inveja dos meus primos, eles eram tão masculinos e definidos em sua sexualidade, eles falavam das meninas com uma desenvoltura que eu não conseguia. Eu queria ser como eles, por isto os invejava. E esta inveja prosseguiu comigo até a idade adulta.
Adolescência
Devido às dificuldades financeiras de minha família, meu pai foi para o sul, cidade de Curitiba no Paraná. Conseguiu um trabalho em Pontal do Paraná. Sem ele conosco, nos mudamos para o apartamento de minha avó. Que época difícil para todos nós. Morar numa casa que não era nossa, conviver com pessoas que tinham seus compromissos, suas manias. Senti falta do meu pai. Escrevi diversas cartas para ele falando da saudade que sentia e de que gostaria de tê-lo por perto. Ele era um homem calado, de poucas palavras. Não demonstrava carinho físico nem verbal pelos filhos. Gostaria que meu pai fosse como os pais dos meus primos, que os abraçavam, davam atenção e eram próximo deles. Raramente eu via meus pais demonstrando carinho um pelo outro. Sabia que se gostavam mesmo não vendo na prática o amor que tinham entre si. Nem imaginava que eles faziam amor, acreditei na mentira que uma cegonha trazia os bebês e que o beijo poderia engravidar uma mulher. Não me recordo de meu pai falando que me amava ou que gostava de mim, nem mesmo de receber um abraço bem forte dele.
Aos 14 anos de idade recebi a notícia que teríamos que ir morar em Curitiba. Lá estávamos eu, minha mãe e irmã, dentro de um carro indo para a rodoviária de Belo Horizonte. Ainda dentro do carro, olhei para trás e vi minhas tias e avó sendo deixadas para trás. Ao chegar na cidade de Curitiba senti as dificuldades que estavam por começar, não só para minha família, mas principalmente para minha vida. Ficamos hospedados na casa de parentes. Havia uma pessoa conhecida que estava descobrindo sua sexualidade vendo fotos em revistas pornográficas. Uma vez ela pediu-me que devolvesse uma destas revistas para uma amiga, e no caminho abri e fiquei vendo as fotos. Fiquei surpreso ao ver o que aquelas mulheres faziam, era a tal da maldade que sempre ouvi dos meus colegas. Toda vez que ouvia meus colegas, tios, primos falarem de sexo, era de uma forma totalmente maliciosa e sem respeito nenhum com a figura da mulher. Pensei que só as mulheres vulgares e impuras é que faziam sexo. Fiquei com a imagem daquelas fotos na minha mente e ao ver o corpo nu dos homens naquela revista lembrei-me das brincadeiras que fazia com meus primos e colegas do bairro. Associei as brincadeiras sexuais que aprendi com eles aos homens das fotos pornográficas. Percebi que desejava o corpo daqueles homens. Senti desejo sexual por aqueles homens, desejo pelo mesmo sexo. Não conseguia me imaginar fazendo aquilo com uma mulher, mas ao mesmo tempo desejei o corpo nu dos homens. Desejei a masculinidade deles, as características físicas que os faziam homens.
Começou o ano letivo e fui matriculado em uma escola. Novamente, ao conviver com outros adolescentes, percebi minha dificuldade de relacionamento. Logo as palavras que feriam minha masculinidade começaram a ser ditas pelos meus novos colegas. Minha timidez aumentava a dificuldade de relacionamento com as pessoas. Neste tempo queria namorar mesmo sabendo da minha dificuldade de relacionamento com as meninas, principalmente quando imaginava que elas faziam sexo daquela forma que vi nas revistas pornográficas. Sexo para mim não estava relacionado com amor e sim com maldade e sacanagem. Meus amigos já falavam de seus envolvimentos, suas intimidades com as garotas, suas experiências sexuais e eu nada.
Minha adolescência foi marcada por um ponto de interrogação. Não me sentia à vontade com os garotos. Com as garotas só havia amizade e carinho por elas. Sentia uma inadequação de ser garoto, não me sentia nada a vontade de estar com eles. Na verdade eu não sabia a que gênero eu pertencia, não sabia para onde correr. Até tentei alguns namoros com garotas, mas todos me traziam grande aflição, eu não sabia lidar com a situação. Por várias vezes eu demonstrava interesse por uma garota e quando ela fazia um movimento em minha direção um pânico tomava conta de mim. Sim, esta é a palavra que descreve o que sentia: pânico. Era como se eu estivesse mentindo para eu mesmo, como se estivesse enganando aquela menina, pois eu não poderia dar conta dela. Na adolescência eu me sentia fora de qualquer grupo, nesta fase eu sentia solidão e vazio por não saber em que grupo eu me enquadrava.
Nesta fase morávamos em um apartamento, meus pais e meus irmãos, eu tinha uma irmã e dois irmãos, um mais velho e os outros mais novos do que eu. Em casa a nossa comunicação era quase nula, era cada um com sua vida, o máximo que eu compartilhava com eles era assuntos muito superficiais. Realmente não tínhamos muito o que falar, mesmo tendo dentro de mim uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer momento. Eu vivia uma adolescência solitária, triste, onde todas as situações que passei que feriram minha masculinidade criaram raízes em minha alma. Mas eu jamais havia falado com ninguém sobre isto, eu carreguei estas feridas desde a infância. Enquanto eu crescia as raízes geradas pelas palavras que feriram minha masculinidade ficavam cada vez mais fortes dentro de mim.
Era uma prisão dentro de mim mesmo. Eu não gostava do que via em mim, isto chegou num ponto em que rabisquei o meu rosto em todas as fotos da família. Eu via nas fotos um menino fraco, mais parecido com uma menina, como odiei me ver assim. Nestas fotos eu via um garoto tímido e introvertido, que não conseguia se sentir bem com os garotos e nem com as garotas de quem gostava. Ninguém imaginava a confusão que havia no meu ser. Em casa nós não falávamos sobre nosso dia, nossa vida. Não havia um ambiente que favorecesse o diálogo. Como eu gostaria que meu pai tivesse um canal de diálogo aberto para comigo. Quantas vezes eu desejei conseguir abrir este caminho de comunicação, mas era algo difícil demais para mim. Nem mesmo eu sabia o que fazer com tudo que se criou em minha alma. Eu precisava me identificar com algum grupo, fazer parte de algum grupo em que sentisse à vontade e aceito.
Quando ouvia algumas pessoas falando de casamento eu nem imaginava a hipótese de passar por isto, era lago muito distante para mim. Algumas vezes uma ou outra pessoa fazia um comentário em minha direção referente a namoro e casamento. Não tinha sentido ouvir isto, como eu poderia me ver namorando, noivando e casando se nem mesmo sabia o que eu era? Estas pessoas não tinham noção da confusão que se passava dentro de mim. Resumo minha adolescência num enorme ponto de interrogação.
Juventude
Conheci um grupo de pessoas da minha idade que se tornaram meus amigos. Este grupo foi um amparo que tive e onde eu me relacionava melhor do que em casa. Saíamos para passear, dançar nos divertir. Sempre me cobravam para ter uma namorada e como sempre tinha um casalzinho no grupo eu nutria uma vontade de namorar também, não sabia como mas queria namorar. Tentei várias vezes e sempre ficava sem jeito. Uma vez arrumei uma namoradinha, com muita dificuldade começamos a nos conhecer. Ela terminou comigo, achou um cara mais posicionado em sua masculinidade do que eu e terminou o namoro comigo. Foi complicado lidar com esta rejeição.
Aos 18 anos, enfim arrumei uma namorada, gostei dela, da feminilidade dela. Era algo novo estar com ela, de certa forma eu não sabia como namorar e nem me comportar. Em pouco tempo de namoro ela começou a ter atitudes que me assustaram, teve iniciativas que fizeram com que temesse estar com ela. Ela já havia tido suas experiências sexuais e eu não. Certa noite, em uma danceteria, ela pediu-me que a tocasse de modo mais íntimo e recusei por estar no meio de pessoas. Ela insistiu, fiquei constrangido. Como eu não tomava nenhuma iniciativa ela disse ao meu ouvido: “às vezes acho que você não é homem”. Naquele momento, veio em minha mente todas as palavras de maldição que feriram minha masculinidade. As palavras da minha namorada me feriram profundamente. Minha atitude naquele momento foi deixá-la naquele lugar. Sai dali e não a vi por um bom tempo. O que havia se quebrado na infância e adolescência veio a se quebrar ainda mais. Decidi não ter relacionamento com mulheres, com ninguém, assim estaria seguro. Decidi ficar sozinho com minhas raízes de feridas na alma.
O que mais me deixou paralisado neste acontecimento foi em sentir que minha namorada havia percebido que eu não era homem, que eu poderia ser veado e bicha. Que pavor, medo e angústia. Eu tentando me ajustar num espaço em que me sentia inadequado e de repente minha namorada me diz que eu não sou homem! Então tudo o que eu ouvi na infância e adolescência era verdade! Eu não poderia namorar garotas e nem me relacionar com elas porque eu era efeminado. Que confusão em minha mente. E agora o que faço com tudo isto? Onde me enquadro?
Neste mesmo ano, meus pais viajaram e fiquei sozinho cuidando da casa. Alguém tocou a campainha. Ao abrir a porta qual minha surpresa ao ver aquela garota da danceteria, minha ex-namorada ali, na porta de casa. Deixei-a entrar e ficamos vendo TV e conversando. Aconteceu um beijo e logo ela tirava sua roupa e me levava para o quarto. Fiquei em pânico, meu corpo inteiro travou. Mas ela insistiu em manter relações não respeitando meu pânico. Ela viu e sentiu que eu brochei mesmo. E não foi porque eu não senti aração sexual por ela e sim pelo desespero de não saber agir naquela situação. Desesperadamente fugi dali. Tranquei-me no banheiro e fiquei lá sentindo um monte de “coisas”. Ela foi atrás e bateu na porta perguntando se eu estava bem. Abri a porta e fingi estar passando mal e ela fingiu que acreditava.
Após um tempo levei-a para casa e achei que tudo estaria resolvido, não a veria mais. Mal sabia eu que havia sido abusado sexualmente, e isto eu fui descobrir aos 36 anos. Carreguei dentro de mim um emaranhado de sentimentos sem saber que a origem era o abuso sexual. A ferida deste abuso sexual já estava instalada em minha alma. Simplesmente fingi que aquele constrangimento não aconteceu, não dei atenção aos sentimentos que passei ali. Não fazia idéia do abuso sexual que havia passado, do que isto causaria em minha vida a partir de então. Descartei toda hipótese de me relacionar com mulheres, iria ficar só pelo resto de minha vida. Senti frustração, insegurança, medo. Senti minha masculinidade ser destruída. Todas as palavras de maldição que recebi até então se materializaram na minha mente. Era como se aquela garota houvesse descoberto o meu segredo, o meu medo, que eu poderia ter problemas, que talvez não fosse homem, assim como ela havia dito para mim naquela danceteria. Após este acontecido, o rumo da minha vida começou a mudar, eu não fazia idéia do deserto e do engano que viria a passar.
Entrando na homossexualidade
Neste mesmo ano consegui um trabalho em uma empresa. Nesta empresa conheci um rapaz que era assumidamente homossexual e às vezes se comportava como homem e às vezes como mulher. Ele não escondia de ninguém que gostava de homens e algo a mais conquistou minha confiança, fui aceito, não houve rejeição e exclusão, me vi aceito no meio ao qual ele estava inserido. Aquele rapaz que se dizia homossexual me aceitou no clube. Fizemos amizade e logo recebi um convite para participar de um churrasco em sua casa.
Ele viu que eu tinha uma tendência para a homossexualidade. Na verdade ele estaria me ajudando a “sair do armário”. Mesmo com muito medo do que poderia ver ali decidi participar do churrasco. Chegando lá, presenciei uma cena que mudou realmente o rumo da minha vida. Ali havia homens namorando homens e mulheres namorando mulheres. Fiquei assustado e ao mesmo tempo aliviado por saber que aquilo era real, que existiam pessoas que gostavam de se relacionar com o mesmo sexo de forma aberta e sem receio do que os outros iriam falar delas.
Conheci uma garota que estava na mesma situação, foi ali para ver o que acontecia na vida daquelas pessoas tão diferentes em sua forma de amar. Fiz amizade com ela e ficamos juntos conversando sobre essa nossa descoberta. Ela nunca havia se relacionado com o mesmo sexo, estava noiva de um homem até pouco tempo, mas decidiu terminar o noivado porque acreditava estar amando uma mulher. Assim como eu, ela havia descoberto pessoas que se rotulavam de homossexuais e que de imediato nos aceitaram sem nenhum desprezo. Depois desta descoberta eu queria encontrar um rapaz para viver um grande amor, e seria firmado na fidelidade mútua, eu queria amar e ser amado. Neste momento eu estava buscando amor e não sexo. O sexo foi conseqüência do relacionamento homossexual que vivi.
Depois deste encontro, minha vida mudou. Meus caminhos se voltaram para a homossexualidade. Passei a ter amigos e amigas homossexuais e a participar de um grupo que me aceitava. Porque sofrer tanto com as palavras de maldição que recebia dos outros durante minha vida inteira se poderia fazer parte daquele meio homossexual, onde ninguém zoava de ninguém por gostar do mesmo sexo. Doce ilusão, doce engano, mal sabia que o pior estava por vir. Havia muita festa, muita risada, muita maquiagem, mas quando a cortina se fechava, o vazio e a insatisfação daquela vida apareciam por trás dos bastidores. Ah se eu soubesse o caminho pedregoso que iria ter que atravessar. Comecei a freqüentar bares e boates para homossexuais. Fiz novos amigos e identifiquei-me com a história de cada um. Todos passaram por situações parecidas com a minha.
Com o passar dos anos eu entrava cada vez mais na prática da homossexualidade. Passei a acreditar que havia nascido homossexual quando direcionei meus sentimentos, desejos e vontades para a prática homossexual, aceitei então que não haveria mudança, sempre seria homossexual. Fiquei 12 anos nesta prática, sem contar os anos decorridos da infância até a adolescência, onde pensava que era diferente, que algo estava errado comigo. Pensei que havia descoberto a verdade, onde tudo que havia escutado de maldição se resolvia naquele mundo homossexual que descobri. O último relacionamento durou cinco anos. Não é necessário descrever aqui tudo o que fiz enquanto na homossexualidade, mas posso dizer que realmente acreditava que havia nascido assim. Não existia nenhuma possibilidade de mudança. Nestes 12 anos que passei na prática da homossexualidade, foram poucos os momentos em que me senti seguro. Pelo contrário, vivia na insegurança e na busca de amor e aceitação, que jamais encontraria nos rapazes com quem estive, eles não poderiam preencher o vazio do meu coração, homem nenhum poderia.
A verdade que achei ter encontrado na homossexualidade começou a causar dor. Esta dor era emocional e fazia minha alma tremer de tanta angústia, aquilo que um dia encontrei num churrasco estava me matando, então pensei: “que liberdade é esta que me faz tremer de tanta dor? Cansei de viver em busca do príncipe encantado, que depois de um tempo virava sapo e o encanto acabava.
A volta para casa
De repente, tudo começou a mudar e seguir um novo caminho em minha vida. Aquele brilho da descoberta do meio homossexual começou a passar. Aquele vislumbre de poder “sair do armário” que me acometeu no início começou a perder sua força. Após anos de prática homossexual entendi que nada preenchia o vazio e a insatisfação daquela vida. Minha vida na homossexualidade girava em torno de bares, boates, paquera, insegurança, parecia que meu coração havia virado carne moída. Mesmo buscando um relacionamento com base na fidelidade ninguém me levava a sério por muito tempo. A novidade de estar com alguém logo passava. Meus amigos viviam trocando de parceiros. Quanto engano. Na realidade eu buscava em outro homem aquilo que faltava em mim, precisava suprir uma carência que havia em minha alma que homem nenhum iria preencher, pois nem mesmo eles estavam satisfeitos consigo mesmo. Toda vez que conhecia um “casal” gay eu ficava imaginando se eram felizes verdadeiramente, e não dava outra, logo vinha a notícia de que o relacionamento havia acabado. O que parecia ser verdadeiro não durava muito tempo, e se durava era porque havia muita permissividade no relacionamento, o que fazia parecer que estavam juntos há muitos anos. Cansei de ver meus amigos passarem de mão em mão, trocando de parceiros como se troca de roupa.
Só depois de passar por um processo de resignificação de vida que entendi as histórias de vida abaixo:
Uma de minhas amigas contou sua história de como entrou na vida lésbica. Ela jamais havia imaginado estar num relacionamento lésbico. Ela apanhava do primeiro marido, e no segundo casamento também apanhou do marido que era muito possessivo. Daí conheceu nosso grupinho de amigos homossexuais e começou a freqüentar os bares e boates e logo recebeu um convite de uma mulher, a partir deste momento ela se entregou ao carinho e consolo desta mulher e iniciou uma longa caminhada de novas parceiras sexuais. A carência desta amiga fez com que aceitasse o consolo nos braços de outra mulher. Um rapaz do nosso grupo falou do relacionamento dele com o pai e dos abusos que sofria de um tio, depois de vários encontros na vida homossexual ele passou a ser Drag Queen. Um dos rapazes que tive um relacionamento veio de uma família onde o pai era totalmente ausente, a mãe para compensar a ausência do marido sufocou este filho que não tinha o pai como referência de homem e de masculinidade sadia. Cada um tinha um histórico que os remetia a uma tendência homossexual, mas era mais fácil viver como homossexual do que buscar mudança de comportamento.
Pensei na hipótese de abandonar a prática homossexual. Como sair se estava preso naquela vida? Afinal de contas eu não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Quando percebi a atração pelo mesmo sexo já estava em mim, tomando conta da minha vida e dos meus desejos. Eu jamais iria optar em sofrer numa vida na homossexualidade. Enfim foram 12 anos na prática de um erro que fazia parte da minha vida. A vida na homossexualidade até então era o que eu sabia fazer e até então era verdade para mim. Certo dia, liguei para meu irmão menor e pedi que me ajudasse, precisava levar o que era meu para casa de minha mãe.
Saí da casa daquele rapaz, com quem vivi por quase cinco anos, não suportei tanta incerteza, tanta mentira, infidelidade e insatisfação. Meu irmão veio até a casa onde eu morava e lá estava eu com três sacos de lixo com tudo o que me pertencia dentro deles. Retornei para casa de minha mãe carregando comigo três sacos de lixo, financeiramente falido e numa tremenda dependência emocional, deixando para trás um “amigo” e tudo que até então achava que era verdade em minha vida.
A dependência emocional que nutria pelo meu “amigo” estava me matando a cada dia. Olhei para minha vida e percebi que havia construído minha história numa areia movediça. Tudo afundou nesta areia, assim como os amigos, as festas, os relacionamentos, os amores, as paixões. Cai numa depressão profunda. Surgiram questionamentos em minha mente do tipo: quem sou eu? O que fiz até agora? Acreditei ter nascido homossexual e agora percebo que esta prática está me matando. Precisava mudar, mas como? Não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Não acordei de manhã e disse que seria homossexual. Deixar a prática homossexual era uma hipótese que estava longe demais para alcançar, ainda mais com desejos e sentimentos por pessoas do mesmo sexo.
Conseguia manter meu trabalho mesmo com a depressão. Programei em minha mente uma situação para que pudesse sobrevier à depressão e a dependência emocional que sentia pela vida na homossexualidade e por todos que lá ficaram. Era como se acionasse um botão imaginário em minha mente onde programava meu corpo para sair em direção ao trabalho, depois o desligava ao chegar em casa. Funcionou mesmo com angústia e tristeza tomando conta da minha alma. Minhas forças estavam se esgotando. Olhava para trás e não gostava do que via, o presente estava me torturando, olhava para frente e não visualizava nada. Dentro desta dor emocional ao qual estava enfiado, de tanto pranto, surgiu uma ajuda, uma mão que estava estendida para mim, pronta para me segurar até que recuperasse minhas forças e pudesse caminhar novamente. De repente recebi uma palavra de conforto e surgiu uma esperança. Uma porta de esperança onde não havia nada.
Encontro com Deus
Minha mãe, vendo toda minha angústia, fez-me um convite. Indicou que fizesse uma visita em uma igrejinha onde lá haveria uma missionária falando da Palavra de Deus. Não tinha nada a perder e aceitei o convite. A igreja era pequena, no Bairro Boa Vista. Lá estava eu sentado no meio dos ouvintes. A pastora anunciou a missionária que iria pregar naquela noite. Quando a missionária começou a falar do amor de Deus, meus olhos se encheram de lágrimas. Até então nunca havia ouvido alguém falar do grande amor de Deus pela minha vida, de um Deus que entregou seu Filho por amor de mim. Comi aquelas palavras, bebi de uma água (a Palavra de Deus) que poderia matar a minha sede. Ouvi que Deus me amava e poderia mudar a história da minha vida, que iria dar um novo significado para minha história e bastava eu crer no Filho de Deus, em Jesus. Comecei a buscar por este amor, por este Deus que ela falou tão bem. Um Deus que me prometia fidelidade, salvação e vida eterna através de Jesus. Jesus passou a ser parte da minha caminhada e através dEle encontrei resignificação da minha história.
Ao retornar para casa olhei para mim e permiti Deus mudar minha história. Surgiu uma esperança onde até então não havia nada. Tentava imaginar como aquele Deus mudaria minha vida. Em poucos dias, um gerente que trabalhava no mesmo setor que eu, vendo que minha angústia estava me consumindo, fez-me um convite. Amavelmente convidou-me para visitar a casa dele e participar de uma reunião. Aceitei de imediato sem saber o que realmente aconteceria nesta reunião. Ao chegar lá, fui recebido por pessoas de uma igreja que me amaram muito, um amor sem cobranças e julgamentos, apenas me amaram. Estudamos a palavra de Deus e comecei a aprender mais sobre aquele Deus que a missionária falou que iria mudar minha história, que iria dar um novo sentido para minha vida. No meio da dor, angústia e desespero pude sentir o amor de Deus me envolver. A graça de Deus é maravilhosa, ela alcança o mais profundo abismo. Não há lugar onde a graça de Deus não chegue para te tocar. Entendi que não estava sozinho neste momento tão difícil.
Em um destes encontros comentei da vida que levei na homossexualidade. Fui apresentado para um casal que ali estava. Um casal disposto a caminhar comigo. Toda semana eu estaria com eles para receber ajuda e orientação através das verdades que estão na Bíblia. Desesperadamente aceitei o desafio. Passei a fazer parte da rotina daquela família e a freqüentar uma igreja, pois precisava criar um novo círculo de amizades. Ficou combinado que toda segunda-feira eu estaria junto com o rapaz para estudar a Bíblia e fazer um discipulado. No primeiro encontro eu “vomitei” tudo o que estava preso em meu coração. Contei toda minha história e a dor emocional que ainda sentia. Ele ouviu pacientemente e falou que eu não era homossexual, disse que eu estava homossexual. Estas palavras entraram em meu coração e neste momento pensei que ele estava totalmente enganado, que não sabia o que estava falando. Eu sabia de tudo o que havia feito, da vida que levei na prática homossexual, dos desejos e vontades que tinha pelo mesmo sexo. E ele vem me dizer que eu não era homossexual. Imagina, tinha acabado de sair de um relacionamento homossexual de cinco anos e vem alguém me dizer que eu não era homossexual. Resolvi dar uma chance e continuei o discipulado. Começamos a sair e conversar não só sobre Bíblia, mas sobre relacionamento homem e mulher. Várias vezes íamos andar a cavalo em uma cidade próxima de Curitiba, chamada Campo Largo, comprei meu próprio cavalo. Foi muito terapêutico, pois lá eu ficava envolvido com outras atividades e esquecia da dependência emocional e da dor que sentia em meu coração.
A luz da Palavra de Deus trouxe a verdade, caindo toda mentira e engano. O vazio que havia em meu coração foi preenchido pelo amor de Deus. Conforme ia aprendendo a viver com Jesus, as mentiras iam sendo descobertas. Posicionei-me com todas as armas oferecidas na sua Palavra para resistir às imposições do mundo. Eu e o rapaz que vivia comigo, tínhamos uma Bíblia aberta na cabeceira da cama de casal, aberta em algum Salmo que não falava do erro em que vivíamos. Só líamos o que nos era conveniente, era mais fácil. É mais fácil dizer que a Bíblia precisa ser revista do que buscar mudança de vida.
Durante madrugadas estudei a Bíblia, procurei nela por algo que favorecesse a homossexualidade e não encontrei. Neste período clamava em oração por ajuda, chegava em casa na sexta-feira após o trabalho e só saía na segunda-feira para trabalhar. Lembrava-me das festas, do falso brilho, muita risada, gente bonita em suas roupas de marca, barriga cheia de comida e um espírito vazio, mas ao raiar do dia o falso brilho começava a se apagar e aí sim, vinha o vazio daquela vida. Não aceito mais isto em minha vida, hoje a luz que brilha em meu coração vem de Jesus e que a satisfação que tenho em viver vem dEle. Descobri que Deus me amava, mas não ao erro que cometia. Deus não condenaria esta prática em minha vida sem antes oferecer uma saída. A saída está na sua Palavra que é viva e eficaz e no amor de Jesus. Através do Espírito Santo fui convencido do erro em que vivia. Pois só o Espírito Santo pode nos convencer do erro, da justiça e do juízo. Compreendi e aceitei como verdade textos bíblicos que até então eu não aceitava como verdade. Achava que era somente para aquela época. Qual minha surpresa ao ver em minha vida as promessas de Deus serem cumpridas. Aquelas palavras de muito tempo atrás estavam causando efeito em minha vida hoje. A Palavra se mostrou em mim viva e eficaz.
Pude então perceber que realmente havia uma inversão na minha forma de amar. Analisei toda minha vida e conclui que durante o passar dos anos eu estava sendo “construído” para levar uma vida na homossexualidade. Seria difícil uma criança viver as situações que passei e não entrar na homossexualidade. O que havia sido aprendido poderia ser desaprendido. Na verdade aprendi a ser homossexual, e tudo o que fiz na prática homossexual não alterou minha heterossexualidade. Precisava não só mudar radicalmente, mas manter-me nesta mudança. Então tomei a decisão, fiz uma escolha, mudar a história da minha vida, buscar um sentido real para minha história. Conforme superava minhas dificuldades passava a ajudar outras pessoas. Iniciei um trabalho voluntário em uma casa de apoio onde havia crianças, jovens e idosos na mais drástica situação de abandono. Convivi com pessoas que contavam com ajuda voluntária para sobreviverem, pessoas que não serviam mais para a sociedade, deixadas de lado em conseqüência de suas escolhas erradas tais como uso de drogas, prostituição, tráfico entre outras. Algumas pessoas vinham das ruas, sujas e maltrapilhas, outras de famílias completamente disfuncionais. Olhei para a realidade delas e entendi que em meio a minha dor, poderia doar algo de mim para ajudá-los.
O tempo que passei nesta casa de apoio ajudou-me a crescer e amadurecer como pessoa. Sabia que poderia continuar com o trabalho voluntário, mas também aceitei que precisava de ajuda para tratar as minhas feridas na alma. Senti que faltava tratar algumas áreas em minha vida que estavam atrapalhando meu crescimento como cristão e como homem. Sentia solidão, passei a pensar em conhecer uma garota e poder fazer este trabalho voluntário junto com ela. Este passo, deixar uma mulher entrar em minha vida, exigiria muito de mim, teria que abrir mão de várias conquistas para alcançar este momento tão importante, pois não queria ficar só. Decidi não viver mais com homens logicamente teria que me relacionar com uma mulher. Só de pensar nas áreas de minha vida que teriam de ser tratadas eu já ficava em pânico. Não se trata da homossexualidade e sim das raízes que sustentavam a homossexualidade na minha vida.
Algumas pessoas que praticam a homossexualidade são completamente contra alguém oferecer ajuda a uma vida que deseja voluntariamente sair desta prática sexual. Isto é uma in justiça, eu precisei e busquei por esta ajuda e fico feliz por ter conseguido. Toda pessoa que está insatisfeita com sua homossexualidade deve ter a liberdade de buscar apoio. Nada mais justo do que isto, quem deseja estar na homossexualidade que fique, procure ser feliz, mas os que estão insatisfeitos merecem receber o apoio devido. Deve haver respeito para os dois lados. Se eu não tivesse recebido ajuda para deixar a prática homossexual não estaria vivendo esta felicidade e satisfação que tenho hoje fora desta prática. Sou contra quem condena e dificulta a vida dos praticantes da homossexualidade, deve-se com toda certeza ter respeito com todos. Quando decidi sair da homossexualidade, as pessoas que me ajudaram em nenhum momento quiseram mudar minha sexualidade, pois elas sabiam que sempre fui heterossexual, e que tudo que fiz e achei ser na questão homossexual não alterou minha heterossexualidade. Então, quando vejo alguém querendo impedir que se ajudem pessoas que voluntariamente buscam apoio para deixar a prática homossexual, fico perplexo, pois esta pessoa não está sendo justa. Há tempos atrás acompanhei um debate entre praticantes da homossexualidade e políticos sobre a questão de proporcionar ajuda aos que buscam voluntariamente deixar a prática homossexual. Neste debate, um praticante da homossexualidade foi questionado se em algum momento buscou ajuda para deixar esta prática e ele respondeu que sim. Isto quer dizer que ele teve a oportunidade de escolher buscar ajuda, porém não deu certo, e vem agora impedir que outros façam o mesmo?
Assim como eu, que era convicto da minha homossexualidade, um dia me encontrei muito insatisfeito e busquei ajuda para mudar, concordo que se ofereça apoio aos que buscam mudança de comportamento. Hoje posso viver a heterossexualidade de forma plena, imagina se houvesse algum impedimento?
Todos os rapazes com quem estive mantinham no seu íntimo a vontade de um dia terem uma vida diferente. Eu podia bater o pé e negar com minhas atitudes e palavras, mas no coração eu desejava mudar, só não sabia como. Deixar anos de prática homossexual exigiu de mim cura das feridas da alma, foi um processo gradativo e levou seis anos. Se tivessem prometido mudança instantânea e isto não ocorresse, eu poderia ir embora por não ver meus desejos e vontades transformados de um instante para outro e pior, poderia desacreditar do maravilhoso evangelho de Cristo. Mesmo no erro fui muito amado pelas pessoas que me evangelizaram. Aprendi que Jesus realmente veio ao mundo para buscar e salvar a todos que estão cativos do erro. Precisava buscar Deus de todo o meu coração, de toda minha alma e entendimento, pois não há transformação se não houver busca. Foi preciso abrir mão das situações que até então dominavam minha vida.
Muitos “amigos” do meio antigo me ligavam, não para me ajudar, mas para piorar o estado em que me encontrava. Lembro-me de uma ligação que recebi logo que decidi me afastar daquele meio. A pessoa dizia: ”Como está você Saulo, neste carnaval com quantas pessoas você ficou? Respondi: nenhuma. E ela dizia: “não posso acreditar, pois eu fiquei com seis pessoas nestes dias de carnaval!"”. Quanto vazio, hoje se puder falar com esta criatura novamente eu diria: “venha conhecer a verdade, a verdade que trás paz e descanso para sua alma, venha para a luz que é viver com Jesus. Somente em Jesus poderá encontrar descanso e conforto para sua alma”. Cansei de buscar consolo, amor e aceitação através da homossexualidade.
Quando deixei tudo e todos do meio homossexual eu mantive contato somente com uma grande amiga. Ela continuava na vida lésbica e nos víamos de vez em quando. Se eu quisesse continuar em busca de resignificação de vida eu teria de deixá-la ir embora. Pois a influência dela poderia prejudicar minha caminhada. Uma vez aceitei um convite dela para ir num bar para homossexuais e o risco de regredir foi altíssimo, fui a um lugar que já havia freqüentado, e pela primeira vez pude perceber como eu havia vivido. Aquele bar parecia um açougue, onde bastava olhar para o lado e tinha um pedaço de carne para se relacionar comigo. Pude perceber como eu buscava me identificar com alguém, como procurava no outro o que faltou receber do meu pai e da minha mãe. Não poderia alcançar resignificação de vida voltando ao que sempre fiz, praticar a homossexualidade. Quando cheguei em casa, depois de sair deste bar, entrei no meu quarto e fiz uma oração de clamor a Deus, pedindo ajuda. Continuei a caminhada e abracei Jesus com toda minha força. Nenhum erro está fora da graça de Deus, nenhum. O amor de Jesus pode alcançar o mais profundo abismo. Passei a compreender a diferença entre tentação e pecado. Eu possuía o Espírito Santo que Deus me dera não para me impedir de ser tentado, mas para que me capacitasse a resistir e não ser vencido pelas tentações. Precisava de amadurecimento espiritual. Era preciso dedicação constante de minha parte. Neste momento eu precisava de amor e não de julgamentos.
Durante muito tempo continuei recebendo ligações para sair nos bares e boates. Relutei para não aceitar estes convites. Em meio a dor emocional que afetava até mesmo meu físico eu fiz uma escolha, decidi mudar e buscar crescimento e amadurecimento. De repente Deus providenciou uma mudança na minha vida. Que surpresa mais agradável. O louvor no final deste testemunho diz exatamente sobre esta libertação que recebi. Meus caminhos estavam sendo endireitados. Afastei-me de tudo e de todos do meio antigo, precisava buscar alimento para sobreviver e permanecer firme. Hoje posso enxergar e estar aqui falando do que Deus tem feito em minha vida, para honrar e glorificar este Deus que sirvo, onde pude receber e aceitar a verdade que está em sua Palavra que liberta e dá vida. Descobri que estava alimentado por uma mentira, que acreditara em uma mentira. Quando pude perceber o que realmente eu tinha vivido, confessei que era pecador, aceitando Jesus como meu único Senhor e Salvador. Precisava desaprender o comportamento errado que havia aprendido e a Palavra de Deus começou a fazer sentido. Entendi que conheceria a verdade, e se iria conhecer a verdade o que eu vivia era mentira, falso, ilusão. Esta verdade me libertou do cativeiro ao qual me encontrava. Os rótulos que havia recebido começavam a cair. Hoje sou livre e sirvo a um Deus que muda o caminho errado e incerto de quem Ele quiser, e Ele quer que todos se salvem. Aquele que perder a sua vida por amor a Jesus encontrá-la-á. Lembremo-nos que Ele é o nosso Senhor, devemos nos curvar diante dEle. Ele nos dá o livre arbítrio para escolher entre a vida e a morte.
Hoje falo da dificuldade que vivi enquanto na homossexualidade. Falo mais da verdade que descobri através da palavra de Deus, verdade que me libertou e me tornou livre de todo engano que envolvia minha vida. Para você que se acha livre, que faz o que quer, cuidado, você está mais preso do que possa imaginar. A minha liberdade enquanto na homossexualidade acabou se tornando minha prisão.
Algum tempo atrás um travesti famoso deu uma entrevista em um programa de televisão, onde o entrevistador perguntou: “Você já colocou seios, já delimitou seu corpo com formas femininas, deixou o cabelo crescer, mudou seu rosto, seus lábios, pergunto: porque não faz uma cirurgia para tirar seu pênis e colocar uma vagina?”. Resposta: “Porque não quero fazer o que muitos travestis tem feito, passam horas com psicanalistas, horas de mutilação através de uma cirurgia, depois vão para casa se recuperar, e batem a cabeça na parede, porque sabem que foram feitos homens e pensam como homens”. As leis que hoje existem em países liberais, que asseguram o relacionamento homossexual, cirurgias para troca de órgão genital, seguro de vida, poderiam aliviar o preconceito à minha volta, facilitar o meu dia-a-dia, mas não poderiam assegurar e me proteger do vazio que estava dentro de mim. Existe perfeição em Deus. Compreendi que a vida homossexual que eu levava estava fora do plano perfeito de Deus para mim. A vontade de Deus para mim é boa, perfeita e agradável.
Durante os estudos de 2º grau tive um colega de sala que recebia muitas palavras de maldição vinda dos outros alunos, ele apresentava um jeito efeminado e por isto era rotulado de “veado”, “bicha”. Quando comecei a freqüentar as boates, vi uma mulher que me chamou a atenção, estava vestida de modo muito sensual, fui até ela para conhecê-la, ao me aproximar reconheci seu rosto. Qual minha surpresa ao ver que não era ela e sim ele, aquele rapaz do 2º grau que era efeminado. Havia colocado silicone no seu corpo para ganhar formas femininas.
Esta porção da sociedade que disse para este rapaz se aceitar assim é a mesma sociedade que o jogou em um caldeirão de água fervendo. Vejo uma grande parte de adolescentes e jovens sendo influenciados pela mídia, pela cultura, a se permitirem. De tanto receber informações de que a sexualidade deve ser vivida da forma em que achar melhor estes jovens acabam entrando em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo por simples influência de alguns. Há um cultura do “se é bom para você então faça, permita-se”. E paralelo a isto existem pessoas que insistem em dizer “eu preciso viver isto, preciso passar por isto para ver como é”. Nada mais do que tentar enganar a si mesmo para amenizar os efeitos da situação. Há poder na Palavra de Deus, poder que pôde transformar minha vida desde que aceitei a verdade. Busquei cura para as feridas da alma e transformação no meu viver. Deus oferece água viva para todos que tem sede. Quem tem sede vá até esta água que é a Palavra de Deus e beba e rios de água viva fluirão do seu interior.
Namoro
Comentei no decorrer deste texto que desejava conhecer uma garota, não queria viver só, mesmo sabendo que teria que tratar outras áreas da minha vida que até então não havia tratado. Relacionamento com pessoas do mesmo sexo eu não queria mais, então precisava aprender a me relacionar com o sexo oposto. Após 5 anos fora da prática homossexual e de aprendizado da Palavra de Deus participei de um encontro onde homens e mulheres insatisfeitos com uma vida na homossexualidade buscavam ajuda. Lá conheci uma psicóloga que comentou comigo sobre a necessidade de tratar algumas questões que estavam me impedindo de ter mais qualidade de vida, de alcançar meus novos objetivos e obter amadurecimento.
Trazia comigo cicatrizes que precisavam ser realmente tratadas. Agradeci o conselho desta psicóloga e sabia que iria precisar mexer nestas questões mais cedo ou mais tarde. A tendência homossexual que tive era conseqüência de diversas raízes profundas em minha alma. Esta psicóloga tinha conhecimento do que estava falando. Até hoje não tive a oportunidade de dizer a ela, mas uma frase que ela me disse causou grande impacto em mim. Perguntei se ela estava tendo muitos problemas por mudar a sexualidade de uma pessoa de homossexual para heterossexual. A resposta foi tremenda: “Jamais busquei mudar a sexualidade de ninguém, todos são heterossexuais, apenas auxilio pessoas em diferentes áreas de suas vidas que acabam fazendo com que elas deixem de estar homossexuais”.
Antes de ir para este encontro havia terminado meu namoro, pois estas questões que a psicóloga comentou afetavam minha saúde emocional. Conheci esta namorada em uma casa de apoio que passei a ajudar. Cheguei lá para oferecer ajuda voluntária e a conheci ao participar como ouvinte de uma palestra sobre abuso sexual. Gostei dela naquele momento, e sabia que uma nova fase em minha restauração na sexualidade estaria por começar. Vou compartilhar com você um pouco deste momento.
Convidei esta garota para tomar um café, um dos fatores que me motivou foi a admiração que tive por ela. Uma garota que passou pela dor e que havia decidido também resignificar sua história. Em minhas orações eu pedia para Deus que me apresentasse uma mulher que sabia o que era dor, assim ela entenderia a minha dor. Minha real intenção não seria tomar um café com ela e sim pedir para ela namorar comigo. Estava nervoso e minha voz tremia, e falei que desejava namorá-la, na verdade o nervosismo era tanto que quase vomitei as palavras.
Ela aceitou meu pedido e disse que seria preciso eu procurar o líder da casa de apoio e conversar com ele. Assim teríamos alguém acompanhando nosso relacionamento, onde indicasse limites seguros para nós dois. Esta decisão foi muito importante, ter alguém para prestar contas de nossas atitudes. De um lado estava eu com este histórico de homossexualidade e do outro estava ela com a sua história. Até aqui estávamos sofrendo conseqüências de escolhas erradas, então nos posicionamos para pelo menos tentarmos acertar em tudo que podíamos neste namoro.
Passamos a ter uma amizade especial, onde saíamos para nos conhecer. Foi ótimo para mim pois eu me sentia seguro sabendo que havia limites. De início nós íamos em parques, tomar sorvete, tomar café numa panificadora, e até mesmo sair para não fazer nada juntos, só sair e ficar junto. Passado um tempo iniciamos nosso namoro, nesta fase nós ficávamos mais tempo juntos, eu tive que aprender a andar de mãos dadas com ela, a sentir a pele do corpo e dos lábios. Tudo era um aprendizado, eu estava acostumado com a pele e o toque de pessoas do mesmo sexo. Foi incômodo no início, mas depois meu corpo foi se acostumando com estas novas situações. Um momento de grande alegria foi quando eu fiquei excitado ao beijá-la, e foi natural. Quando isto aconteceu pensei em como poderia ser isto. Passei anos me achando diferente, esquisito e de que não poderia namorar uma mulher e muito menos ter um relacionamento profundo e meu corpo se excita naturalmente com um beijo? Então quer dizer que minha heterossexualidade sempre esteve comigo, prontinha para ser usada! Até aqui eu só tinha relacionamentos com pessoas do mesmo sexo e me vejo excitado desta forma!
Tive admiração por minha namorada, o desejo de estar com ela era mais forte do que o medo que sentia pelo desconhecido. Volta e meia um pânico se apoderava de mim, pois tinha medo de algumas situações, medo de ficar sozinho com ela e ser abusado novamente, medo de ouvir novamente palavras que pudessem ferir minha masculinidade. Hoje consigo dar risada desta situação. Foi difícil cada momento deste relacionamento. Quando nós saíamos para namorar eu já planejava todo o percurso, desde o início até o fim, assim teria a certeza que não ficaríamos sozinhos. Com o namoro nosso relacionamento foi se estreitando e percebi que estaria em perigo.
A situação que vou contar agora demonstra como aquele abuso que sofri aos 18 anos ainda paralisava minha vida hoje. Estava em casa e recebi uma ligação, era minha namorada. Ela me fez uma pergunta que estremeceu meu chão, ela perguntou se poderia me chamar de “meu amor”, fiquei sem ar nesta hora, seria muita intimidade e eu poderia ser abusado na primeira chance. Durante outra conversa ela falou que assim que nos encontrássemos ela iria fazer algo bem gostoso para mim. Assim que eu desliguei o telefone entrei em pânico. Entendi que ela iria chegar em casa e abusar de mim assim como aconteceu aos 18 anos de idade. Senti todas as sensações daquele abuso, era como se ela fosse me ridicularizar e atacar minha masculinidade. Em minha mente passou um filme, onde eu sofria todos os danos causados pelo abuso sexual de 20 e poucos anos atrás! Então seria mais fácil terminar o namoro, assim estaria seguro.
Então, terminei o namoro. Mais uma vez me vi sozinho fugindo de uma garota por estar com medo. Era necessário aprender a me relacionar com o sexo oposto, passar a ter relacionamento profundo e não superficial. Para isto acontecer eu precisaria tratar deste medo de ser abusado e ridicularizado. E eu precisaria contar para ela tudo o que se passava comigo, assim ela poderia saber em como lidar comigo nestes momentos.
Passou o tempo e senti saudades dela, detectei que o amor que sentia por ela era maior que todo o medo. Mas ela poderia estar me esperando ou não, eu estava correndo este risco. Em uma viagem que fizemos com nossos amigos voltamos a namorar. Pela segunda vez a pedi em namoro.
Noivado
A fase do namoro foi passando e decidi comprar as alianças para o noivado. Localizei a loja que iria comprar as alianças, enquanto caminhava em direção á loja fui surpreendido por um ataque de pânico, parecia que havia uma multidão a minha volta lançando palavras e olhares de reprovação por estar para adquirir as alianças do meu futuro casamento. Não consegui entrar na loja, dei outra volta e venci o medo entrando na loja sem demonstrar minha insegurança, tremia por dentro e suava muito. Estas sensações eram conseqüências do abuso sexual.
Guardei as alianças por um mês para me acostumar com a idéia e marcar um passeio com ela para fazer uma surpresa. Levei-a para um passeio ecológico e no meio do caminho parei o carro e com o coração saltando pela boca a pedi em casamento. Foi uma cena inesquecível para nós dois. Neste momento estávamos demonstrando um para o outro a aceitação e concordância mútua da nossa união. Conto este fato para que possam entender a dificuldade que havia em mim para alcançar o meu sonho de ter uma mulher ao meu lado. Teria que vencer o medo.
Certa noite ao voltarmos de uma formatura, senti medo de ficar sozinho com ela, mesmo estando noivo. Decidi compartilhar com minha noiva sobre este medo, pois não queria estar casado e de repente ter medo de estar com ela em casa. Decidimos que eu iria procurar ajuda profissional, de algum psicólogo, e isto seria antes do casamento. Levei esta questão do medo para uma psicóloga de minha confiança, e falei do meu medo de ser abusado sexualmente pela minha noiva, do medo que havia na minha mente de ver minha masculinidade ser destruída novamente. Mesmo sabendo que minha noiva jamais faria isto senti medo. Era como se entre eu e ela surgisse um monstro enorme chamado “Abuso Sexual” e “Palavras Destrutivas”. Interessante que neste momento a questão da homossexualidade nem foi levado em conta. A homossexualidade havia ficado para trás e o que ficou foram resquícios de experiências ruins da infância e adolescência.
Conforme ia tratando certas áreas em minha alma, a homossexualidade ficava cada vez mais distante. A psicóloga fez um trabalho excepcional em cima de várias experiências traumáticas que vivi. Detectamos que o medo era devido ao abuso sexual que passei há 20 anos atrás. As sensações do abuso sexual e das palavras que ouvi ficaram em minha mente e sempre que algum gatilho era acionado o medo surgia na minha frente. Este gatilho poderia ser simplesmente uma palavra que eu ouvia, como por exemplo o caso da conversa ao telefone com minha namorada onde ela disse para mim que iria fazer algo bem gostoso assim que nos encontrássemos. Estas palavras acionaram um gatilho onde pensei que ela iria fazer o mesmo que a namorada que tive á 20 anos atrás que causou o abuso. Neste momento eu queria terminar o namoro e ficar longe dela, fugir dela. O medo fazia com que eu parasse e não enxergasse mais nada na minha frente, a não ser o abuso sexual que poderia vir a sofrer. A psicóloga utilizou uma técnica que desensibilizou o trauma causado pelo abuso sexual.
Por incrível que pareça, não sobrou nenhum resquício do abuso que sofri. Foi como ela disse no início do tratamento, que eu iria estar sentado no banco do passageiro de um carro olhando a paisagem passar. Já havia participado de encontros de homens na igreja e estive sendo acompanhado por ela durante seis meses, em um período recebi a ajuda do seu marido. Foi de grande importância estar sendo aconselhado por este homem. Com ele pude ouvir situações que acontecem no relacionamento existente entre homem e mulher, como ter uma boa convivência com o sexo oposto. Conversávamos sobre sexualidade, intimidade sexual, relacionamento e outros assuntos de grande relevância para quem estava prestes a se casar. Este caminhar foi até o casamento e sei que posso contar com ele sempre que precisar. Procurei aproveitar todas as oportunidades que surgiam em minha frente, vários casais estiveram comigo neste período de restauração. Deixo claro aqui que em nenhum momento ninguém tentou mudar minha sexualidade, houve sim um tratamento de várias áreas da minha vida que acabaram atingindo uma melhora gradativa em minha sexualidade, onde os desejos homossexuais foram gradativamente perdendo força. O medo foi lançado fora, descobri que o verdadeiro amor lança fora todo o medo.
Casamento
Casei-me em novembro de 2006. Durante o noivado nós decidimos fazer algo bem simples, só no cartório para que não gerasse mais desgastes emocionais. Mas tudo caminhou tão agradavelmente que no final fizemos nosso casamento numa chácara com bastante convidados. Vivemos e degustamos cada fase do nosso relacionamento. Cada passo na hora certa, sem apressar o rio.
Agradeço a Deus por ter usado de pessoas em minha caminhada de restauração para que pudesse me relacionar adequadamente com uma mulher. Não há necessidade alguma em fazer o que eu fazia. A vida que levo com minha esposa é gratificante em todos os sentidos. Tenho alcançado saúde emocional e através disto tenho me tornado um homem melhor, um cristão melhor. As feridas na alma que carreguei por cinco anos, após entrar num processo, dificultavam minha caminhada como cristão. Quando aceitei a Cristo em minha vida tive a convicção que estava salvo, mas também sabia que precisaria tratar as feridas que estavam na minha alma. Deus também nos oferece saúde emocional. Paz é o que sinto hoje. Realmente a vontade de Deus para os que o amam é boa, perfeita e agradável. Casei-me porque não queria viver só, mas não é o casamento que irá dizer que uma pessoa deixou a homossexualidade.
Eu quero o bem desta terra e você? Muitos me chamam de louco, por ir contra o padrão deste mundo. Mas Deus escolhe as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias. Escolhe os pequenos para confundir os grandes.
Para você que deseja mudança de vida, que está cansado de tudo que tem feito, saiba que há esperança para você, enquanto houver vida, haverá esperança. Declare com sua boca que Jesus é o único Senhor e Salvador de sua vida, procure um povo de Deus para receber você, um povo que pregue Jesus como único Senhor e Salvador, passe a viver conforme a sua palavra porque, assim como Jesus me chamou pelo meu nome, Ele também te chama pelo seu nome.
Saulo
MSN: sauloanavarro@hotmail.com
EMAIL: afontedejaco@GMAIL.com
“Onde você vai parar com esta solidão
em seu rosto transparece a dor do coração
como um prisioneiro triste disfarçando em livre
caminhando em toda pressa sem ter onde ir
tu choras assim que alguém te vê, isto é natural
de alguém que desprezou a paz e veio o temporal
tu dizes: não tem mais remédio pra curar meu tédio
contudo há uma esperança tu podes ser livre
livre, livre, livre, livre
entrega tua vida a Cristo e serás livre,
contigo faz uma aliança
tu nasce tal como criança e serás livre, livre
hoje sou livre, livre, livre, livre
Aleluia
entrega tua vida a Cristo e serás livre”.
Letra e música: Pastor Camilo
Gravado por: Irmãs Camilo
Agradeço por terem cedido a utilização do louvor “Livre” para este trabalho evangelístico.
Ao nosso Deus seja toda Honra, Glória e Louvor para sempre.
“Quem sabe, o único referencial de pai que você tem, é de um pai ausente, de um pai, muitas vezes, tão áspero, tão rígido, tão duro com você. Quem sabe, um pai que até mesmo te tocou como não devia, te bateu como não devia. Um pai, que não tinha nada para poder te dar, além de amarguras, rancores, que ele mesmo recebeu. Quem sabe, você como eu, teve o privilégio de ter um bom pai, graças a Deus por isso. Mas, nem mesmo o melhor dos pais, nem mesmo o melhor dos homens, por mais que se esforçasse poderia, suprir a carência e o vazio do meu coração, do seu coração, do nosso coração. Como é bom conhecermos o Deus pai, adore-o, adore o pai que você tem, que nunca te deixa só, que nunca te abandona, que nunca te desampara, que nunca vai embora, que nunca te agride, mas toca, e sara as feridas da alma, que está sempre presente, que supre as suas necessidades, um pai que compreende, um pai que te entende, que não te acusa, mas que diz: meu filho, te amo. Quantos podem dizer: o meu pai é assim, é bom, fiel, forte, o meu pai me ama, supre as minhas necessidades, me diz quem realmente sou, eu sou seu filho amado, não tenho falta de nada, porque o meu pai, cuida de mim, Ele sabe tudo que eu preciso, e tudo que você precisa. Quantas vezes o filho cresce, e esquece, mas nós não queremos nos esquecer. Eu amo, meu pai.”
Agradeço a Ana Paula Valadão por ceder este “Cântico Espontâneo”, parte integrante do CD Diante do Trono nº 5 - Nos Braços do Pai. Ao nosso Deus seja toda Honra, Glória e Louvor.
Introdução
Todo ser humano precisa de Deus, até mesmo aquele que se diz ateu, que muitas vezes tenta provar através da ciência como o homem surgiu, proclamando para o mundo que Deus não tem nada a ver com isto. Como é maravilhoso e agradável saber que existe um Deus que fez todas as coisas, que deixou a sua Palavra para podermos hoje viver pela fé.
Levei tempo para reconhecer que Jesus veio em carne a este mundo, que veio buscar e salvar aquele que se havia perdido e morreu na cruz ressuscitando ao terceiro dia. Acreditava que isto fazia parte da história, dizia que a Bíblia foi feita por homens e por isso continha erros, acreditava no que me era conveniente, vivendo por minhas próprias vontades, desejos e decisões. Em um certo momento na minha vida a Palavra de Deus foi semeada em meu coração e passei a crer totalmente na vontade de Deus para mim, e não foi por força ou insistência humana, mas sim, pela ação do Espírito Santo de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.
Cristo tornou-se presente em minha vida através da Palavra de Deus. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador, o caminho certo que leva a Deus. Pude escolher entre continuar no engano em que vivia ou acertar minha vida através das verdades que se encontram na sua Palavra que nos torna livre, modela nosso caráter e nos coloca em um caminho reto.
Irei compartilhar com você como eu vivia, mas também irei compartilhar do mais importante, de quem realmente sou e as conquistas que tenho alcançado, da certeza de onde vim e para onde irei.
Não conheço você, mas Deus conhece e sabe exatamente o que está em seu coração neste momento, as dores físicas e emocionais que já passou ou tem passado, o desprezo que já recebeu, as dificuldades do seu dia, as alegrias, desejos e vontades, enfim, não há nada encoberto diante Dele, nem mesmo aquele segredo que só você sabe, que está escondido em seu coração, encoberto diante das pessoas.
Infância
Nasci em Contagem, Estado de Minas Gerais. Durante minha infância recebi grande atenção, amor e carinho das mulheres da família. Minhas tias adoravam passar o dia comigo e eu as observava e recebia tudo o que me davam de atenção e carinho. Recordo de uma cena onde uma tia estava se arrumando na frente do espelho, penteando os cabelos e cantando para mim uma música que tinha uma letra assim: “embaixo dos caracóis, dos seus cabelos...”. Eu ficava ali, só observando o jeito dela e de como se arrumava na frente do espelho. Consigo lembrar até mesmo de um chinelo branco que ela tinha, este chinelo continha uma tira feita com pedrinhas de vidro, eu gostava dele por causa destas pedrinhas de vidro, achava bonito.
Aos quatro anos de idade fiquei doente e fui internado em um hospital por vários dias, Hospital Santa Rita. Lembro-me de ser muito apegado à minha mãe. Meus olhos não saiam de perto dela. Não queria ficar no hospital, a não ser que minha mãe ficasse sempre comigo. Levaram-me para um quarto que continha vários berços onde passei a receber atenção das enfermeiras. Uma das enfermeiras teve um carinho todo especial comigo e me apeguei a ela. Dormi e quando acordei, olhei à minha volta e não vi ninguém que conhecia, e pior, não vi minha mãe. Comecei a chorar e a soluçar, queria minha mãe. As enfermeiras tentavam me fazer parar, e cada vez mais eu chorava. O cansaço aumentou e não agüentei, cai num sono profundo e quando acordei minha mãe já estava de volta. Como foi difícil este momento, tive a sensação de abandono e tristeza profunda, uma sensação esmagadora. A figura materna era mais forte para mim do que a figura paterna. Não tenho na lembrança de ter chorado assim pela presença do meu pai.
Ao chegar o tempo de ir para a escola, um desespero afligiu minha alma. Simplesmente chorava até que a professora ligasse para minha mãe ir me buscar. E isto se repetiu por várias vezes, eu não queria ficar ali com aquelas crianças num lugar que não era meu. Não ficava à vontade de estar ali, de pedir para a professora que eu precisava ir ao banheiro, tinha vergonha de tudo, trazia comigo um temperamento tímido, dócil e amoroso. Este temperamento somado ao comportamento introvertido levou-me a ouvir muitas palavras destrutivas vindas dos outros alunos. Ouvia por diversas vezes os meninos me chamarem de chorão, de menininha. Estas palavras feriam demais meu coração, e me afastavam deles. Procurei não demonstrar que estava sendo ferido. Como gostaria de ser aceito por eles.
Uma vez, estava de mãos dadas com meus pais, fomos até um posto de gasolina perto de casa. No caminho encontramos uma mulher que os conhecia, ela olhou para mim e disse: “que menina mais linda!”. Meus pais disseram: “Não é menina, é menino”. Como fiquei triste de ser comparado com uma menina mais uma vez. Eu recebia cobranças da família e amigos só por que não gostava de futebol e corrida de fórmula 1. Gostava de estar com as meninas, identifiquei-me com elas, eram calmas e falavam comigo, nos entendíamos muito bem. Ao contrário dos meninos, eu os via correndo atrás de uma bola, sem camisa, suados, gritando um com o outro e achava tudo isto uma perda de tempo. Sentia certa exclusão por não gostar do que eles gostavam. Como poderia sentir vontade de estar com eles se estavam sempre me jogando para longe do seu grupo com brincadeiras e comentários que me feriam? Na escola tinha aula de educação física e sempre tinha que parar por causa da falta de ar. Fazer educação física era passar por vários constrangimentos, como ficar com dificuldades para respirar e receber as palavras dos meus colegas, de que eu era de vidro, não conseguia nem jogar bola que ficava doente. Para proteger-me das provocações dos meus colegas eu fazia com que a falta de ar ficasse sempre pior e assim, eles veriam que realmente era difícil para mim. Gostaria de ser como eles, “hominhos”, tinham gosto de jogar bola e fazer esporte. Não conseguia fazer parte do clube, pois até mesmo as conversas sobre meninas não me agradava. Falavam de como iriam fazer com uma menina, como eles estavam conhecendo seus corpos. Como se gabavam de contar estas histórias. Estas conversas serviam para me constranger, achava que sexo era pura maldade. Cresci achando o sexo algo muito vulgar. Não havia ligação do sexo com amor, era sempre ligado à maldade, para mim era algo pecaminoso e errado e que só era feito às escondidas.
Certa vez meus primos me levaram para brincar em um parque que estava na cidade. Minha mãe e tias me vestiram e cuidaram de mim. Ao olhar no espelho não gostei do que vi. Não gostei da minha roupa. Meu cabelo me fazia parecer uma menina. Saímos de casa em direção ao parque. Até então tudo estava indo bem. Em um certo momento, fiquei longe dos meus primos, e me vi frente a um grupo de meninos que ficaram a minha volta e começaram a zombar da minha roupa e cabelo. As palavras eram duras, fui chamado de “veadinho”, menininha, “bichinha”. Como aqueles garotos podiam fazer aquilo? Vieram do nada e me atacaram com palavras que feriram profundamente minha alma. Novamente ali estava eu, fora do grupo, excluído do clube dos meninos, queria ser aceito por eles, só isto. Um dos meus primos viu a cena e foi enfrentar os meninos. Neste momento me senti protegido e seguro. Assim que consegui fugir do meio deles fui para casa, sozinho, carregando comigo todo aquele emaranhado de sentimentos ruins, nem avisei meus primos. Ao chegar em casa, recebi uma bronca por ter vindo embora sozinho. Meus primos ficaram zangados comigo. Não entenderam o porquê do meu comportamento. Guardei comigo o que houve naquele parque e sofri sozinho. Passei a conviver com estes sentimentos dentro de mim, uma mistura de mágoa, tristeza e solidão. Na verdade eu estava entrando em uma prisão dentro de mim mesmo. Novamente senti a exclusão, o desprezo e a dificuldade de fazer parte do clube dos meninos. O que havia de tão mal nestes garotos que não faziam nenhum esforço para me aceitar no meio deles? Várias vezes os meninos do bairro perto de casa se reuniam para fazer brincadeiras sexuais entre si, neste momento eu me sentia aceito por eles. Neste momento eles deixavam que eu participasse das brincadeiras, por um bom tempo aprendi a fazer as “sacanagens” que um fazia com o outro e a desejar aquilo. Enfim fui aceito.
Minha mãe começou a trabalhar fora de casa, saía cedo e só voltava à noite. Uma empregada passou a fazer parte da rotina da casa durante todo o dia. Durante parte do dia eu ia para a escola, que era um local onde eu sofria muitos ataques dos meninos. Por um tempo ir para a escola seria passar por um desgaste emocional sem tamanho. No início da noite eu ficava sentado na frente do portão de casa esperando minha mãe chegar. Quando ela chegava uma felicidade surgia em meu coração. Toda vez que eu ia para casa de algum primo para dormir fora, eu chorava até que me trouxessem de volta. Podia passar o dia com eles, mas na hora de ir dormir eu queria ir para casa. Interessante que eu não buscava por meu pai, eu me via preso a minha mãe, era uma dependência total da companhia dela. Eu gostaria que me pai demonstrasse mais amor por mim, de forma que eu sentisse este amor e desejasse a presença dele.
Uma vez, estava na sala de casa no colo dele. Brincava com o cabelo do seu peito e na TV passava uma novela chamada Pai Herói. Na abertura desta novela tocava uma música muito bonita falando do relacionamento entre pai e filho. Enquanto a música tocava, uma cena me chamou atenção. Um quebra cabeças era montado, e aos poucos surgia um caminho entre árvores e um menino caminhando junto à figura do que seria seu pai. Detalhe, a figura do pai não foi preenchida, estava em branco. Uma criança passeando de mãos dadas com o pai, seu pai herói, por outro lado o pai não estava lá, ele estava presente, mas ausente. O que deve ser mais cruel para a formação de uma criança, um pai presente ausente ou um pai que mora longe? Era assim que me sentia em relação ao meu pai, um vazio, uma necessidade de aceitação e afirmação por parte dele, de receber carinho e ser amado. Mas, por mais perto que ele estivesse fisicamente de mim, sentia um abismo enorme entre nós. Eu queria um pai herói, que estivesse junto de mim, mas ele não era assim. Hoje sei que ele não poderia me dar o que não tinha aprendido e nem recebido dos pais dele.
Em um certo dia, uma de minhas tias e seus filhos estavam conosco em casa. Ela tinha uma menina e um menino da minha idade. Estávamos brincando no quintal e esta tia teve a idéia de me vestir com roupas de menina, colocou um lenço em meu cabelo, uma saia e uma blusinha de menina, até passou batom e maquiagem no meu rosto. No início achei legal, gostei de estar vestido de menina, mas logo vi as pessoas que passavam na rua olharem para aquela situação e rirem de mim. Corri para trás de um monte de pedras e me escondi. As pessoas riam e faziam piadas ao me verem vestido de menina. Acredito que esta tia me vestiu de menina porque percebeu que eu gostava do que as meninas gostavam e que eu tinha um certo “jeitinho efeminado”. Teve uma vez que meu irmão falou que eu era “veado”, eu até achei engraçado porque pensei que ele estava me comparando com um animal. Tempos depois descobri que na verdade ele estava me chamando de “bicha” e que eu não gostava de namorar meninas. Neste momento senti meu coração, minha alma ser ferida profundamente.
As brincadeiras de menina me chamavam atenção, tanto que eu brincava de boneca e de casinha com elas. As bonecas Barbie e Susi eram as minhas preferidas. E como eu gostava de usar saia. Quando as meninas me chamavam para brincar de desfilar eu era o primeiro a me fantasiar de menina e sair desfilando. A conversa das meninas me agradava mais do que a conversa dos meninos, elas sabiam me receber e me aceitavam sem críticas e restrições. As meninas não zombavam de mim. As pessoas a minha volta percebiam este comportamento em mim, cada uma reagia de uma forma. Uns eram mais vorazes em seus comentários, me chamavam de “bichinha”, “veadinho”, menininha, outros não diziam nada, outros ficavam falando entre si. Toda família reconhecia que eu tinha um “jeitinho esquisito”, mas não tocavam no assunto.
Aos nove anos de idade comecei a pensar em namorar e nutria um carinho por uma menina. Quando comentei com meus colegas, eles riam e diziam que eu não ia conseguir porque não gostava de meninas e era “efeminado”. Simplesmente me rotularam por verem em mim um comportamento mais tímido e introvertido. Com toda minha insegurança e timidez fui até o encontro desta menina que eu gostava. Quando cheguei perto dela fiquei mudo, com muita vergonha da situação não fiz nada. Criei uma expectativa não só em mim, mas nas pessoas que me levaram até ela. Ficavam me cobrando para que fizesse um movimento na direção dela. A vergonha tomou conta de mim e só consegui trocar algumas frases com ela. Percebi que seria complicado demais me relacionar com ela ou com qualquer menina que fosse por causa da vergonha e timidez. Passei a conviver com um sentimento de frustração e impotência. Fiquei convencido de que não conseguiria namorar uma garota. Conseguia sonhar com uma menina, imaginar namorando e passeando, mas quando o sonho ia se tornando real e vendo que não daria conta da situação, parava tudo. Ao contrário de mim meus colegas se davam muito bem com as meninas, tinham uma certeza do que eram e poderiam fazer com elas que eu não entendia. Tinham o domínio da situação, não tinham vergonha nem timidez. Estavam se dando bem em suas paqueras, namoros e intimidades. Tudo isto era muito difícil para mim. Eu os inveja por saberem se comportar como meninos e fazer o que faziam sem dificuldade nenhuma. Esta inveja me fazia desejar as características deles. Lembro que eu tinha inveja dos meus primos, eles eram tão masculinos e definidos em sua sexualidade, eles falavam das meninas com uma desenvoltura que eu não conseguia. Eu queria ser como eles, por isto os invejava. E esta inveja prosseguiu comigo até a idade adulta.
Adolescência
Devido às dificuldades financeiras de minha família, meu pai foi para o sul, cidade de Curitiba no Paraná. Conseguiu um trabalho em Pontal do Paraná. Sem ele conosco, nos mudamos para o apartamento de minha avó. Que época difícil para todos nós. Morar numa casa que não era nossa, conviver com pessoas que tinham seus compromissos, suas manias. Senti falta do meu pai. Escrevi diversas cartas para ele falando da saudade que sentia e de que gostaria de tê-lo por perto. Ele era um homem calado, de poucas palavras. Não demonstrava carinho físico nem verbal pelos filhos. Gostaria que meu pai fosse como os pais dos meus primos, que os abraçavam, davam atenção e eram próximo deles. Raramente eu via meus pais demonstrando carinho um pelo outro. Sabia que se gostavam mesmo não vendo na prática o amor que tinham entre si. Nem imaginava que eles faziam amor, acreditei na mentira que uma cegonha trazia os bebês e que o beijo poderia engravidar uma mulher. Não me recordo de meu pai falando que me amava ou que gostava de mim, nem mesmo de receber um abraço bem forte dele.
Aos 14 anos de idade recebi a notícia que teríamos que ir morar em Curitiba. Lá estávamos eu, minha mãe e irmã, dentro de um carro indo para a rodoviária de Belo Horizonte. Ainda dentro do carro, olhei para trás e vi minhas tias e avó sendo deixadas para trás. Ao chegar na cidade de Curitiba senti as dificuldades que estavam por começar, não só para minha família, mas principalmente para minha vida. Ficamos hospedados na casa de parentes. Havia uma pessoa conhecida que estava descobrindo sua sexualidade vendo fotos em revistas pornográficas. Uma vez ela pediu-me que devolvesse uma destas revistas para uma amiga, e no caminho abri e fiquei vendo as fotos. Fiquei surpreso ao ver o que aquelas mulheres faziam, era a tal da maldade que sempre ouvi dos meus colegas. Toda vez que ouvia meus colegas, tios, primos falarem de sexo, era de uma forma totalmente maliciosa e sem respeito nenhum com a figura da mulher. Pensei que só as mulheres vulgares e impuras é que faziam sexo. Fiquei com a imagem daquelas fotos na minha mente e ao ver o corpo nu dos homens naquela revista lembrei-me das brincadeiras que fazia com meus primos e colegas do bairro. Associei as brincadeiras sexuais que aprendi com eles aos homens das fotos pornográficas. Percebi que desejava o corpo daqueles homens. Senti desejo sexual por aqueles homens, desejo pelo mesmo sexo. Não conseguia me imaginar fazendo aquilo com uma mulher, mas ao mesmo tempo desejei o corpo nu dos homens. Desejei a masculinidade deles, as características físicas que os faziam homens.
Começou o ano letivo e fui matriculado em uma escola. Novamente, ao conviver com outros adolescentes, percebi minha dificuldade de relacionamento. Logo as palavras que feriam minha masculinidade começaram a ser ditas pelos meus novos colegas. Minha timidez aumentava a dificuldade de relacionamento com as pessoas. Neste tempo queria namorar mesmo sabendo da minha dificuldade de relacionamento com as meninas, principalmente quando imaginava que elas faziam sexo daquela forma que vi nas revistas pornográficas. Sexo para mim não estava relacionado com amor e sim com maldade e sacanagem. Meus amigos já falavam de seus envolvimentos, suas intimidades com as garotas, suas experiências sexuais e eu nada.
Minha adolescência foi marcada por um ponto de interrogação. Não me sentia à vontade com os garotos. Com as garotas só havia amizade e carinho por elas. Sentia uma inadequação de ser garoto, não me sentia nada a vontade de estar com eles. Na verdade eu não sabia a que gênero eu pertencia, não sabia para onde correr. Até tentei alguns namoros com garotas, mas todos me traziam grande aflição, eu não sabia lidar com a situação. Por várias vezes eu demonstrava interesse por uma garota e quando ela fazia um movimento em minha direção um pânico tomava conta de mim. Sim, esta é a palavra que descreve o que sentia: pânico. Era como se eu estivesse mentindo para eu mesmo, como se estivesse enganando aquela menina, pois eu não poderia dar conta dela. Na adolescência eu me sentia fora de qualquer grupo, nesta fase eu sentia solidão e vazio por não saber em que grupo eu me enquadrava.
Nesta fase morávamos em um apartamento, meus pais e meus irmãos, eu tinha uma irmã e dois irmãos, um mais velho e os outros mais novos do que eu. Em casa a nossa comunicação era quase nula, era cada um com sua vida, o máximo que eu compartilhava com eles era assuntos muito superficiais. Realmente não tínhamos muito o que falar, mesmo tendo dentro de mim uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer momento. Eu vivia uma adolescência solitária, triste, onde todas as situações que passei que feriram minha masculinidade criaram raízes em minha alma. Mas eu jamais havia falado com ninguém sobre isto, eu carreguei estas feridas desde a infância. Enquanto eu crescia as raízes geradas pelas palavras que feriram minha masculinidade ficavam cada vez mais fortes dentro de mim.
Era uma prisão dentro de mim mesmo. Eu não gostava do que via em mim, isto chegou num ponto em que rabisquei o meu rosto em todas as fotos da família. Eu via nas fotos um menino fraco, mais parecido com uma menina, como odiei me ver assim. Nestas fotos eu via um garoto tímido e introvertido, que não conseguia se sentir bem com os garotos e nem com as garotas de quem gostava. Ninguém imaginava a confusão que havia no meu ser. Em casa nós não falávamos sobre nosso dia, nossa vida. Não havia um ambiente que favorecesse o diálogo. Como eu gostaria que meu pai tivesse um canal de diálogo aberto para comigo. Quantas vezes eu desejei conseguir abrir este caminho de comunicação, mas era algo difícil demais para mim. Nem mesmo eu sabia o que fazer com tudo que se criou em minha alma. Eu precisava me identificar com algum grupo, fazer parte de algum grupo em que sentisse à vontade e aceito.
Quando ouvia algumas pessoas falando de casamento eu nem imaginava a hipótese de passar por isto, era lago muito distante para mim. Algumas vezes uma ou outra pessoa fazia um comentário em minha direção referente a namoro e casamento. Não tinha sentido ouvir isto, como eu poderia me ver namorando, noivando e casando se nem mesmo sabia o que eu era? Estas pessoas não tinham noção da confusão que se passava dentro de mim. Resumo minha adolescência num enorme ponto de interrogação.
Juventude
Conheci um grupo de pessoas da minha idade que se tornaram meus amigos. Este grupo foi um amparo que tive e onde eu me relacionava melhor do que em casa. Saíamos para passear, dançar nos divertir. Sempre me cobravam para ter uma namorada e como sempre tinha um casalzinho no grupo eu nutria uma vontade de namorar também, não sabia como mas queria namorar. Tentei várias vezes e sempre ficava sem jeito. Uma vez arrumei uma namoradinha, com muita dificuldade começamos a nos conhecer. Ela terminou comigo, achou um cara mais posicionado em sua masculinidade do que eu e terminou o namoro comigo. Foi complicado lidar com esta rejeição.
Aos 18 anos, enfim arrumei uma namorada, gostei dela, da feminilidade dela. Era algo novo estar com ela, de certa forma eu não sabia como namorar e nem me comportar. Em pouco tempo de namoro ela começou a ter atitudes que me assustaram, teve iniciativas que fizeram com que temesse estar com ela. Ela já havia tido suas experiências sexuais e eu não. Certa noite, em uma danceteria, ela pediu-me que a tocasse de modo mais íntimo e recusei por estar no meio de pessoas. Ela insistiu, fiquei constrangido. Como eu não tomava nenhuma iniciativa ela disse ao meu ouvido: “às vezes acho que você não é homem”. Naquele momento, veio em minha mente todas as palavras de maldição que feriram minha masculinidade. As palavras da minha namorada me feriram profundamente. Minha atitude naquele momento foi deixá-la naquele lugar. Sai dali e não a vi por um bom tempo. O que havia se quebrado na infância e adolescência veio a se quebrar ainda mais. Decidi não ter relacionamento com mulheres, com ninguém, assim estaria seguro. Decidi ficar sozinho com minhas raízes de feridas na alma.
O que mais me deixou paralisado neste acontecimento foi em sentir que minha namorada havia percebido que eu não era homem, que eu poderia ser veado e bicha. Que pavor, medo e angústia. Eu tentando me ajustar num espaço em que me sentia inadequado e de repente minha namorada me diz que eu não sou homem! Então tudo o que eu ouvi na infância e adolescência era verdade! Eu não poderia namorar garotas e nem me relacionar com elas porque eu era efeminado. Que confusão em minha mente. E agora o que faço com tudo isto? Onde me enquadro?
Neste mesmo ano, meus pais viajaram e fiquei sozinho cuidando da casa. Alguém tocou a campainha. Ao abrir a porta qual minha surpresa ao ver aquela garota da danceteria, minha ex-namorada ali, na porta de casa. Deixei-a entrar e ficamos vendo TV e conversando. Aconteceu um beijo e logo ela tirava sua roupa e me levava para o quarto. Fiquei em pânico, meu corpo inteiro travou. Mas ela insistiu em manter relações não respeitando meu pânico. Ela viu e sentiu que eu brochei mesmo. E não foi porque eu não senti aração sexual por ela e sim pelo desespero de não saber agir naquela situação. Desesperadamente fugi dali. Tranquei-me no banheiro e fiquei lá sentindo um monte de “coisas”. Ela foi atrás e bateu na porta perguntando se eu estava bem. Abri a porta e fingi estar passando mal e ela fingiu que acreditava.
Após um tempo levei-a para casa e achei que tudo estaria resolvido, não a veria mais. Mal sabia eu que havia sido abusado sexualmente, e isto eu fui descobrir aos 36 anos. Carreguei dentro de mim um emaranhado de sentimentos sem saber que a origem era o abuso sexual. A ferida deste abuso sexual já estava instalada em minha alma. Simplesmente fingi que aquele constrangimento não aconteceu, não dei atenção aos sentimentos que passei ali. Não fazia idéia do abuso sexual que havia passado, do que isto causaria em minha vida a partir de então. Descartei toda hipótese de me relacionar com mulheres, iria ficar só pelo resto de minha vida. Senti frustração, insegurança, medo. Senti minha masculinidade ser destruída. Todas as palavras de maldição que recebi até então se materializaram na minha mente. Era como se aquela garota houvesse descoberto o meu segredo, o meu medo, que eu poderia ter problemas, que talvez não fosse homem, assim como ela havia dito para mim naquela danceteria. Após este acontecido, o rumo da minha vida começou a mudar, eu não fazia idéia do deserto e do engano que viria a passar.
Entrando na homossexualidade
Neste mesmo ano consegui um trabalho em uma empresa. Nesta empresa conheci um rapaz que era assumidamente homossexual e às vezes se comportava como homem e às vezes como mulher. Ele não escondia de ninguém que gostava de homens e algo a mais conquistou minha confiança, fui aceito, não houve rejeição e exclusão, me vi aceito no meio ao qual ele estava inserido. Aquele rapaz que se dizia homossexual me aceitou no clube. Fizemos amizade e logo recebi um convite para participar de um churrasco em sua casa.
Ele viu que eu tinha uma tendência para a homossexualidade. Na verdade ele estaria me ajudando a “sair do armário”. Mesmo com muito medo do que poderia ver ali decidi participar do churrasco. Chegando lá, presenciei uma cena que mudou realmente o rumo da minha vida. Ali havia homens namorando homens e mulheres namorando mulheres. Fiquei assustado e ao mesmo tempo aliviado por saber que aquilo era real, que existiam pessoas que gostavam de se relacionar com o mesmo sexo de forma aberta e sem receio do que os outros iriam falar delas.
Conheci uma garota que estava na mesma situação, foi ali para ver o que acontecia na vida daquelas pessoas tão diferentes em sua forma de amar. Fiz amizade com ela e ficamos juntos conversando sobre essa nossa descoberta. Ela nunca havia se relacionado com o mesmo sexo, estava noiva de um homem até pouco tempo, mas decidiu terminar o noivado porque acreditava estar amando uma mulher. Assim como eu, ela havia descoberto pessoas que se rotulavam de homossexuais e que de imediato nos aceitaram sem nenhum desprezo. Depois desta descoberta eu queria encontrar um rapaz para viver um grande amor, e seria firmado na fidelidade mútua, eu queria amar e ser amado. Neste momento eu estava buscando amor e não sexo. O sexo foi conseqüência do relacionamento homossexual que vivi.
Depois deste encontro, minha vida mudou. Meus caminhos se voltaram para a homossexualidade. Passei a ter amigos e amigas homossexuais e a participar de um grupo que me aceitava. Porque sofrer tanto com as palavras de maldição que recebia dos outros durante minha vida inteira se poderia fazer parte daquele meio homossexual, onde ninguém zoava de ninguém por gostar do mesmo sexo. Doce ilusão, doce engano, mal sabia que o pior estava por vir. Havia muita festa, muita risada, muita maquiagem, mas quando a cortina se fechava, o vazio e a insatisfação daquela vida apareciam por trás dos bastidores. Ah se eu soubesse o caminho pedregoso que iria ter que atravessar. Comecei a freqüentar bares e boates para homossexuais. Fiz novos amigos e identifiquei-me com a história de cada um. Todos passaram por situações parecidas com a minha.
Com o passar dos anos eu entrava cada vez mais na prática da homossexualidade. Passei a acreditar que havia nascido homossexual quando direcionei meus sentimentos, desejos e vontades para a prática homossexual, aceitei então que não haveria mudança, sempre seria homossexual. Fiquei 12 anos nesta prática, sem contar os anos decorridos da infância até a adolescência, onde pensava que era diferente, que algo estava errado comigo. Pensei que havia descoberto a verdade, onde tudo que havia escutado de maldição se resolvia naquele mundo homossexual que descobri. O último relacionamento durou cinco anos. Não é necessário descrever aqui tudo o que fiz enquanto na homossexualidade, mas posso dizer que realmente acreditava que havia nascido assim. Não existia nenhuma possibilidade de mudança. Nestes 12 anos que passei na prática da homossexualidade, foram poucos os momentos em que me senti seguro. Pelo contrário, vivia na insegurança e na busca de amor e aceitação, que jamais encontraria nos rapazes com quem estive, eles não poderiam preencher o vazio do meu coração, homem nenhum poderia.
A verdade que achei ter encontrado na homossexualidade começou a causar dor. Esta dor era emocional e fazia minha alma tremer de tanta angústia, aquilo que um dia encontrei num churrasco estava me matando, então pensei: “que liberdade é esta que me faz tremer de tanta dor? Cansei de viver em busca do príncipe encantado, que depois de um tempo virava sapo e o encanto acabava.
A volta para casa
De repente, tudo começou a mudar e seguir um novo caminho em minha vida. Aquele brilho da descoberta do meio homossexual começou a passar. Aquele vislumbre de poder “sair do armário” que me acometeu no início começou a perder sua força. Após anos de prática homossexual entendi que nada preenchia o vazio e a insatisfação daquela vida. Minha vida na homossexualidade girava em torno de bares, boates, paquera, insegurança, parecia que meu coração havia virado carne moída. Mesmo buscando um relacionamento com base na fidelidade ninguém me levava a sério por muito tempo. A novidade de estar com alguém logo passava. Meus amigos viviam trocando de parceiros. Quanto engano. Na realidade eu buscava em outro homem aquilo que faltava em mim, precisava suprir uma carência que havia em minha alma que homem nenhum iria preencher, pois nem mesmo eles estavam satisfeitos consigo mesmo. Toda vez que conhecia um “casal” gay eu ficava imaginando se eram felizes verdadeiramente, e não dava outra, logo vinha a notícia de que o relacionamento havia acabado. O que parecia ser verdadeiro não durava muito tempo, e se durava era porque havia muita permissividade no relacionamento, o que fazia parecer que estavam juntos há muitos anos. Cansei de ver meus amigos passarem de mão em mão, trocando de parceiros como se troca de roupa.
Só depois de passar por um processo de resignificação de vida que entendi as histórias de vida abaixo:
Uma de minhas amigas contou sua história de como entrou na vida lésbica. Ela jamais havia imaginado estar num relacionamento lésbico. Ela apanhava do primeiro marido, e no segundo casamento também apanhou do marido que era muito possessivo. Daí conheceu nosso grupinho de amigos homossexuais e começou a freqüentar os bares e boates e logo recebeu um convite de uma mulher, a partir deste momento ela se entregou ao carinho e consolo desta mulher e iniciou uma longa caminhada de novas parceiras sexuais. A carência desta amiga fez com que aceitasse o consolo nos braços de outra mulher. Um rapaz do nosso grupo falou do relacionamento dele com o pai e dos abusos que sofria de um tio, depois de vários encontros na vida homossexual ele passou a ser Drag Queen. Um dos rapazes que tive um relacionamento veio de uma família onde o pai era totalmente ausente, a mãe para compensar a ausência do marido sufocou este filho que não tinha o pai como referência de homem e de masculinidade sadia. Cada um tinha um histórico que os remetia a uma tendência homossexual, mas era mais fácil viver como homossexual do que buscar mudança de comportamento.
Pensei na hipótese de abandonar a prática homossexual. Como sair se estava preso naquela vida? Afinal de contas eu não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Quando percebi a atração pelo mesmo sexo já estava em mim, tomando conta da minha vida e dos meus desejos. Eu jamais iria optar em sofrer numa vida na homossexualidade. Enfim foram 12 anos na prática de um erro que fazia parte da minha vida. A vida na homossexualidade até então era o que eu sabia fazer e até então era verdade para mim. Certo dia, liguei para meu irmão menor e pedi que me ajudasse, precisava levar o que era meu para casa de minha mãe.
Saí da casa daquele rapaz, com quem vivi por quase cinco anos, não suportei tanta incerteza, tanta mentira, infidelidade e insatisfação. Meu irmão veio até a casa onde eu morava e lá estava eu com três sacos de lixo com tudo o que me pertencia dentro deles. Retornei para casa de minha mãe carregando comigo três sacos de lixo, financeiramente falido e numa tremenda dependência emocional, deixando para trás um “amigo” e tudo que até então achava que era verdade em minha vida.
A dependência emocional que nutria pelo meu “amigo” estava me matando a cada dia. Olhei para minha vida e percebi que havia construído minha história numa areia movediça. Tudo afundou nesta areia, assim como os amigos, as festas, os relacionamentos, os amores, as paixões. Cai numa depressão profunda. Surgiram questionamentos em minha mente do tipo: quem sou eu? O que fiz até agora? Acreditei ter nascido homossexual e agora percebo que esta prática está me matando. Precisava mudar, mas como? Não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Não acordei de manhã e disse que seria homossexual. Deixar a prática homossexual era uma hipótese que estava longe demais para alcançar, ainda mais com desejos e sentimentos por pessoas do mesmo sexo.
Conseguia manter meu trabalho mesmo com a depressão. Programei em minha mente uma situação para que pudesse sobrevier à depressão e a dependência emocional que sentia pela vida na homossexualidade e por todos que lá ficaram. Era como se acionasse um botão imaginário em minha mente onde programava meu corpo para sair em direção ao trabalho, depois o desligava ao chegar em casa. Funcionou mesmo com angústia e tristeza tomando conta da minha alma. Minhas forças estavam se esgotando. Olhava para trás e não gostava do que via, o presente estava me torturando, olhava para frente e não visualizava nada. Dentro desta dor emocional ao qual estava enfiado, de tanto pranto, surgiu uma ajuda, uma mão que estava estendida para mim, pronta para me segurar até que recuperasse minhas forças e pudesse caminhar novamente. De repente recebi uma palavra de conforto e surgiu uma esperança. Uma porta de esperança onde não havia nada.
Encontro com Deus
Minha mãe, vendo toda minha angústia, fez-me um convite. Indicou que fizesse uma visita em uma igrejinha onde lá haveria uma missionária falando da Palavra de Deus. Não tinha nada a perder e aceitei o convite. A igreja era pequena, no Bairro Boa Vista. Lá estava eu sentado no meio dos ouvintes. A pastora anunciou a missionária que iria pregar naquela noite. Quando a missionária começou a falar do amor de Deus, meus olhos se encheram de lágrimas. Até então nunca havia ouvido alguém falar do grande amor de Deus pela minha vida, de um Deus que entregou seu Filho por amor de mim. Comi aquelas palavras, bebi de uma água (a Palavra de Deus) que poderia matar a minha sede. Ouvi que Deus me amava e poderia mudar a história da minha vida, que iria dar um novo significado para minha história e bastava eu crer no Filho de Deus, em Jesus. Comecei a buscar por este amor, por este Deus que ela falou tão bem. Um Deus que me prometia fidelidade, salvação e vida eterna através de Jesus. Jesus passou a ser parte da minha caminhada e através dEle encontrei resignificação da minha história.
Ao retornar para casa olhei para mim e permiti Deus mudar minha história. Surgiu uma esperança onde até então não havia nada. Tentava imaginar como aquele Deus mudaria minha vida. Em poucos dias, um gerente que trabalhava no mesmo setor que eu, vendo que minha angústia estava me consumindo, fez-me um convite. Amavelmente convidou-me para visitar a casa dele e participar de uma reunião. Aceitei de imediato sem saber o que realmente aconteceria nesta reunião. Ao chegar lá, fui recebido por pessoas de uma igreja que me amaram muito, um amor sem cobranças e julgamentos, apenas me amaram. Estudamos a palavra de Deus e comecei a aprender mais sobre aquele Deus que a missionária falou que iria mudar minha história, que iria dar um novo sentido para minha vida. No meio da dor, angústia e desespero pude sentir o amor de Deus me envolver. A graça de Deus é maravilhosa, ela alcança o mais profundo abismo. Não há lugar onde a graça de Deus não chegue para te tocar. Entendi que não estava sozinho neste momento tão difícil.
Em um destes encontros comentei da vida que levei na homossexualidade. Fui apresentado para um casal que ali estava. Um casal disposto a caminhar comigo. Toda semana eu estaria com eles para receber ajuda e orientação através das verdades que estão na Bíblia. Desesperadamente aceitei o desafio. Passei a fazer parte da rotina daquela família e a freqüentar uma igreja, pois precisava criar um novo círculo de amizades. Ficou combinado que toda segunda-feira eu estaria junto com o rapaz para estudar a Bíblia e fazer um discipulado. No primeiro encontro eu “vomitei” tudo o que estava preso em meu coração. Contei toda minha história e a dor emocional que ainda sentia. Ele ouviu pacientemente e falou que eu não era homossexual, disse que eu estava homossexual. Estas palavras entraram em meu coração e neste momento pensei que ele estava totalmente enganado, que não sabia o que estava falando. Eu sabia de tudo o que havia feito, da vida que levei na prática homossexual, dos desejos e vontades que tinha pelo mesmo sexo. E ele vem me dizer que eu não era homossexual. Imagina, tinha acabado de sair de um relacionamento homossexual de cinco anos e vem alguém me dizer que eu não era homossexual. Resolvi dar uma chance e continuei o discipulado. Começamos a sair e conversar não só sobre Bíblia, mas sobre relacionamento homem e mulher. Várias vezes íamos andar a cavalo em uma cidade próxima de Curitiba, chamada Campo Largo, comprei meu próprio cavalo. Foi muito terapêutico, pois lá eu ficava envolvido com outras atividades e esquecia da dependência emocional e da dor que sentia em meu coração.
A luz da Palavra de Deus trouxe a verdade, caindo toda mentira e engano. O vazio que havia em meu coração foi preenchido pelo amor de Deus. Conforme ia aprendendo a viver com Jesus, as mentiras iam sendo descobertas. Posicionei-me com todas as armas oferecidas na sua Palavra para resistir às imposições do mundo. Eu e o rapaz que vivia comigo, tínhamos uma Bíblia aberta na cabeceira da cama de casal, aberta em algum Salmo que não falava do erro em que vivíamos. Só líamos o que nos era conveniente, era mais fácil. É mais fácil dizer que a Bíblia precisa ser revista do que buscar mudança de vida.
Durante madrugadas estudei a Bíblia, procurei nela por algo que favorecesse a homossexualidade e não encontrei. Neste período clamava em oração por ajuda, chegava em casa na sexta-feira após o trabalho e só saía na segunda-feira para trabalhar. Lembrava-me das festas, do falso brilho, muita risada, gente bonita em suas roupas de marca, barriga cheia de comida e um espírito vazio, mas ao raiar do dia o falso brilho começava a se apagar e aí sim, vinha o vazio daquela vida. Não aceito mais isto em minha vida, hoje a luz que brilha em meu coração vem de Jesus e que a satisfação que tenho em viver vem dEle. Descobri que Deus me amava, mas não ao erro que cometia. Deus não condenaria esta prática em minha vida sem antes oferecer uma saída. A saída está na sua Palavra que é viva e eficaz e no amor de Jesus. Através do Espírito Santo fui convencido do erro em que vivia. Pois só o Espírito Santo pode nos convencer do erro, da justiça e do juízo. Compreendi e aceitei como verdade textos bíblicos que até então eu não aceitava como verdade. Achava que era somente para aquela época. Qual minha surpresa ao ver em minha vida as promessas de Deus serem cumpridas. Aquelas palavras de muito tempo atrás estavam causando efeito em minha vida hoje. A Palavra se mostrou em mim viva e eficaz.
Pude então perceber que realmente havia uma inversão na minha forma de amar. Analisei toda minha vida e conclui que durante o passar dos anos eu estava sendo “construído” para levar uma vida na homossexualidade. Seria difícil uma criança viver as situações que passei e não entrar na homossexualidade. O que havia sido aprendido poderia ser desaprendido. Na verdade aprendi a ser homossexual, e tudo o que fiz na prática homossexual não alterou minha heterossexualidade. Precisava não só mudar radicalmente, mas manter-me nesta mudança. Então tomei a decisão, fiz uma escolha, mudar a história da minha vida, buscar um sentido real para minha história. Conforme superava minhas dificuldades passava a ajudar outras pessoas. Iniciei um trabalho voluntário em uma casa de apoio onde havia crianças, jovens e idosos na mais drástica situação de abandono. Convivi com pessoas que contavam com ajuda voluntária para sobreviverem, pessoas que não serviam mais para a sociedade, deixadas de lado em conseqüência de suas escolhas erradas tais como uso de drogas, prostituição, tráfico entre outras. Algumas pessoas vinham das ruas, sujas e maltrapilhas, outras de famílias completamente disfuncionais. Olhei para a realidade delas e entendi que em meio a minha dor, poderia doar algo de mim para ajudá-los.
O tempo que passei nesta casa de apoio ajudou-me a crescer e amadurecer como pessoa. Sabia que poderia continuar com o trabalho voluntário, mas também aceitei que precisava de ajuda para tratar as minhas feridas na alma. Senti que faltava tratar algumas áreas em minha vida que estavam atrapalhando meu crescimento como cristão e como homem. Sentia solidão, passei a pensar em conhecer uma garota e poder fazer este trabalho voluntário junto com ela. Este passo, deixar uma mulher entrar em minha vida, exigiria muito de mim, teria que abrir mão de várias conquistas para alcançar este momento tão importante, pois não queria ficar só. Decidi não viver mais com homens logicamente teria que me relacionar com uma mulher. Só de pensar nas áreas de minha vida que teriam de ser tratadas eu já ficava em pânico. Não se trata da homossexualidade e sim das raízes que sustentavam a homossexualidade na minha vida.
Algumas pessoas que praticam a homossexualidade são completamente contra alguém oferecer ajuda a uma vida que deseja voluntariamente sair desta prática sexual. Isto é uma in justiça, eu precisei e busquei por esta ajuda e fico feliz por ter conseguido. Toda pessoa que está insatisfeita com sua homossexualidade deve ter a liberdade de buscar apoio. Nada mais justo do que isto, quem deseja estar na homossexualidade que fique, procure ser feliz, mas os que estão insatisfeitos merecem receber o apoio devido. Deve haver respeito para os dois lados. Se eu não tivesse recebido ajuda para deixar a prática homossexual não estaria vivendo esta felicidade e satisfação que tenho hoje fora desta prática. Sou contra quem condena e dificulta a vida dos praticantes da homossexualidade, deve-se com toda certeza ter respeito com todos. Quando decidi sair da homossexualidade, as pessoas que me ajudaram em nenhum momento quiseram mudar minha sexualidade, pois elas sabiam que sempre fui heterossexual, e que tudo que fiz e achei ser na questão homossexual não alterou minha heterossexualidade. Então, quando vejo alguém querendo impedir que se ajudem pessoas que voluntariamente buscam apoio para deixar a prática homossexual, fico perplexo, pois esta pessoa não está sendo justa. Há tempos atrás acompanhei um debate entre praticantes da homossexualidade e políticos sobre a questão de proporcionar ajuda aos que buscam voluntariamente deixar a prática homossexual. Neste debate, um praticante da homossexualidade foi questionado se em algum momento buscou ajuda para deixar esta prática e ele respondeu que sim. Isto quer dizer que ele teve a oportunidade de escolher buscar ajuda, porém não deu certo, e vem agora impedir que outros façam o mesmo?
Assim como eu, que era convicto da minha homossexualidade, um dia me encontrei muito insatisfeito e busquei ajuda para mudar, concordo que se ofereça apoio aos que buscam mudança de comportamento. Hoje posso viver a heterossexualidade de forma plena, imagina se houvesse algum impedimento?
Todos os rapazes com quem estive mantinham no seu íntimo a vontade de um dia terem uma vida diferente. Eu podia bater o pé e negar com minhas atitudes e palavras, mas no coração eu desejava mudar, só não sabia como. Deixar anos de prática homossexual exigiu de mim cura das feridas da alma, foi um processo gradativo e levou seis anos. Se tivessem prometido mudança instantânea e isto não ocorresse, eu poderia ir embora por não ver meus desejos e vontades transformados de um instante para outro e pior, poderia desacreditar do maravilhoso evangelho de Cristo. Mesmo no erro fui muito amado pelas pessoas que me evangelizaram. Aprendi que Jesus realmente veio ao mundo para buscar e salvar a todos que estão cativos do erro. Precisava buscar Deus de todo o meu coração, de toda minha alma e entendimento, pois não há transformação se não houver busca. Foi preciso abrir mão das situações que até então dominavam minha vida.
Muitos “amigos” do meio antigo me ligavam, não para me ajudar, mas para piorar o estado em que me encontrava. Lembro-me de uma ligação que recebi logo que decidi me afastar daquele meio. A pessoa dizia: ”Como está você Saulo, neste carnaval com quantas pessoas você ficou? Respondi: nenhuma. E ela dizia: “não posso acreditar, pois eu fiquei com seis pessoas nestes dias de carnaval!"”. Quanto vazio, hoje se puder falar com esta criatura novamente eu diria: “venha conhecer a verdade, a verdade que trás paz e descanso para sua alma, venha para a luz que é viver com Jesus. Somente em Jesus poderá encontrar descanso e conforto para sua alma”. Cansei de buscar consolo, amor e aceitação através da homossexualidade.
Quando deixei tudo e todos do meio homossexual eu mantive contato somente com uma grande amiga. Ela continuava na vida lésbica e nos víamos de vez em quando. Se eu quisesse continuar em busca de resignificação de vida eu teria de deixá-la ir embora. Pois a influência dela poderia prejudicar minha caminhada. Uma vez aceitei um convite dela para ir num bar para homossexuais e o risco de regredir foi altíssimo, fui a um lugar que já havia freqüentado, e pela primeira vez pude perceber como eu havia vivido. Aquele bar parecia um açougue, onde bastava olhar para o lado e tinha um pedaço de carne para se relacionar comigo. Pude perceber como eu buscava me identificar com alguém, como procurava no outro o que faltou receber do meu pai e da minha mãe. Não poderia alcançar resignificação de vida voltando ao que sempre fiz, praticar a homossexualidade. Quando cheguei em casa, depois de sair deste bar, entrei no meu quarto e fiz uma oração de clamor a Deus, pedindo ajuda. Continuei a caminhada e abracei Jesus com toda minha força. Nenhum erro está fora da graça de Deus, nenhum. O amor de Jesus pode alcançar o mais profundo abismo. Passei a compreender a diferença entre tentação e pecado. Eu possuía o Espírito Santo que Deus me dera não para me impedir de ser tentado, mas para que me capacitasse a resistir e não ser vencido pelas tentações. Precisava de amadurecimento espiritual. Era preciso dedicação constante de minha parte. Neste momento eu precisava de amor e não de julgamentos.
Durante muito tempo continuei recebendo ligações para sair nos bares e boates. Relutei para não aceitar estes convites. Em meio a dor emocional que afetava até mesmo meu físico eu fiz uma escolha, decidi mudar e buscar crescimento e amadurecimento. De repente Deus providenciou uma mudança na minha vida. Que surpresa mais agradável. O louvor no final deste testemunho diz exatamente sobre esta libertação que recebi. Meus caminhos estavam sendo endireitados. Afastei-me de tudo e de todos do meio antigo, precisava buscar alimento para sobreviver e permanecer firme. Hoje posso enxergar e estar aqui falando do que Deus tem feito em minha vida, para honrar e glorificar este Deus que sirvo, onde pude receber e aceitar a verdade que está em sua Palavra que liberta e dá vida. Descobri que estava alimentado por uma mentira, que acreditara em uma mentira. Quando pude perceber o que realmente eu tinha vivido, confessei que era pecador, aceitando Jesus como meu único Senhor e Salvador. Precisava desaprender o comportamento errado que havia aprendido e a Palavra de Deus começou a fazer sentido. Entendi que conheceria a verdade, e se iria conhecer a verdade o que eu vivia era mentira, falso, ilusão. Esta verdade me libertou do cativeiro ao qual me encontrava. Os rótulos que havia recebido começavam a cair. Hoje sou livre e sirvo a um Deus que muda o caminho errado e incerto de quem Ele quiser, e Ele quer que todos se salvem. Aquele que perder a sua vida por amor a Jesus encontrá-la-á. Lembremo-nos que Ele é o nosso Senhor, devemos nos curvar diante dEle. Ele nos dá o livre arbítrio para escolher entre a vida e a morte.
Hoje falo da dificuldade que vivi enquanto na homossexualidade. Falo mais da verdade que descobri através da palavra de Deus, verdade que me libertou e me tornou livre de todo engano que envolvia minha vida. Para você que se acha livre, que faz o que quer, cuidado, você está mais preso do que possa imaginar. A minha liberdade enquanto na homossexualidade acabou se tornando minha prisão.
Algum tempo atrás um travesti famoso deu uma entrevista em um programa de televisão, onde o entrevistador perguntou: “Você já colocou seios, já delimitou seu corpo com formas femininas, deixou o cabelo crescer, mudou seu rosto, seus lábios, pergunto: porque não faz uma cirurgia para tirar seu pênis e colocar uma vagina?”. Resposta: “Porque não quero fazer o que muitos travestis tem feito, passam horas com psicanalistas, horas de mutilação através de uma cirurgia, depois vão para casa se recuperar, e batem a cabeça na parede, porque sabem que foram feitos homens e pensam como homens”. As leis que hoje existem em países liberais, que asseguram o relacionamento homossexual, cirurgias para troca de órgão genital, seguro de vida, poderiam aliviar o preconceito à minha volta, facilitar o meu dia-a-dia, mas não poderiam assegurar e me proteger do vazio que estava dentro de mim. Existe perfeição em Deus. Compreendi que a vida homossexual que eu levava estava fora do plano perfeito de Deus para mim. A vontade de Deus para mim é boa, perfeita e agradável.
Durante os estudos de 2º grau tive um colega de sala que recebia muitas palavras de maldição vinda dos outros alunos, ele apresentava um jeito efeminado e por isto era rotulado de “veado”, “bicha”. Quando comecei a freqüentar as boates, vi uma mulher que me chamou a atenção, estava vestida de modo muito sensual, fui até ela para conhecê-la, ao me aproximar reconheci seu rosto. Qual minha surpresa ao ver que não era ela e sim ele, aquele rapaz do 2º grau que era efeminado. Havia colocado silicone no seu corpo para ganhar formas femininas.
Esta porção da sociedade que disse para este rapaz se aceitar assim é a mesma sociedade que o jogou em um caldeirão de água fervendo. Vejo uma grande parte de adolescentes e jovens sendo influenciados pela mídia, pela cultura, a se permitirem. De tanto receber informações de que a sexualidade deve ser vivida da forma em que achar melhor estes jovens acabam entrando em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo por simples influência de alguns. Há um cultura do “se é bom para você então faça, permita-se”. E paralelo a isto existem pessoas que insistem em dizer “eu preciso viver isto, preciso passar por isto para ver como é”. Nada mais do que tentar enganar a si mesmo para amenizar os efeitos da situação. Há poder na Palavra de Deus, poder que pôde transformar minha vida desde que aceitei a verdade. Busquei cura para as feridas da alma e transformação no meu viver. Deus oferece água viva para todos que tem sede. Quem tem sede vá até esta água que é a Palavra de Deus e beba e rios de água viva fluirão do seu interior.
Namoro
Comentei no decorrer deste texto que desejava conhecer uma garota, não queria viver só, mesmo sabendo que teria que tratar outras áreas da minha vida que até então não havia tratado. Relacionamento com pessoas do mesmo sexo eu não queria mais, então precisava aprender a me relacionar com o sexo oposto. Após 5 anos fora da prática homossexual e de aprendizado da Palavra de Deus participei de um encontro onde homens e mulheres insatisfeitos com uma vida na homossexualidade buscavam ajuda. Lá conheci uma psicóloga que comentou comigo sobre a necessidade de tratar algumas questões que estavam me impedindo de ter mais qualidade de vida, de alcançar meus novos objetivos e obter amadurecimento.
Trazia comigo cicatrizes que precisavam ser realmente tratadas. Agradeci o conselho desta psicóloga e sabia que iria precisar mexer nestas questões mais cedo ou mais tarde. A tendência homossexual que tive era conseqüência de diversas raízes profundas em minha alma. Esta psicóloga tinha conhecimento do que estava falando. Até hoje não tive a oportunidade de dizer a ela, mas uma frase que ela me disse causou grande impacto em mim. Perguntei se ela estava tendo muitos problemas por mudar a sexualidade de uma pessoa de homossexual para heterossexual. A resposta foi tremenda: “Jamais busquei mudar a sexualidade de ninguém, todos são heterossexuais, apenas auxilio pessoas em diferentes áreas de suas vidas que acabam fazendo com que elas deixem de estar homossexuais”.
Antes de ir para este encontro havia terminado meu namoro, pois estas questões que a psicóloga comentou afetavam minha saúde emocional. Conheci esta namorada em uma casa de apoio que passei a ajudar. Cheguei lá para oferecer ajuda voluntária e a conheci ao participar como ouvinte de uma palestra sobre abuso sexual. Gostei dela naquele momento, e sabia que uma nova fase em minha restauração na sexualidade estaria por começar. Vou compartilhar com você um pouco deste momento.
Convidei esta garota para tomar um café, um dos fatores que me motivou foi a admiração que tive por ela. Uma garota que passou pela dor e que havia decidido também resignificar sua história. Em minhas orações eu pedia para Deus que me apresentasse uma mulher que sabia o que era dor, assim ela entenderia a minha dor. Minha real intenção não seria tomar um café com ela e sim pedir para ela namorar comigo. Estava nervoso e minha voz tremia, e falei que desejava namorá-la, na verdade o nervosismo era tanto que quase vomitei as palavras.
Ela aceitou meu pedido e disse que seria preciso eu procurar o líder da casa de apoio e conversar com ele. Assim teríamos alguém acompanhando nosso relacionamento, onde indicasse limites seguros para nós dois. Esta decisão foi muito importante, ter alguém para prestar contas de nossas atitudes. De um lado estava eu com este histórico de homossexualidade e do outro estava ela com a sua história. Até aqui estávamos sofrendo conseqüências de escolhas erradas, então nos posicionamos para pelo menos tentarmos acertar em tudo que podíamos neste namoro.
Passamos a ter uma amizade especial, onde saíamos para nos conhecer. Foi ótimo para mim pois eu me sentia seguro sabendo que havia limites. De início nós íamos em parques, tomar sorvete, tomar café numa panificadora, e até mesmo sair para não fazer nada juntos, só sair e ficar junto. Passado um tempo iniciamos nosso namoro, nesta fase nós ficávamos mais tempo juntos, eu tive que aprender a andar de mãos dadas com ela, a sentir a pele do corpo e dos lábios. Tudo era um aprendizado, eu estava acostumado com a pele e o toque de pessoas do mesmo sexo. Foi incômodo no início, mas depois meu corpo foi se acostumando com estas novas situações. Um momento de grande alegria foi quando eu fiquei excitado ao beijá-la, e foi natural. Quando isto aconteceu pensei em como poderia ser isto. Passei anos me achando diferente, esquisito e de que não poderia namorar uma mulher e muito menos ter um relacionamento profundo e meu corpo se excita naturalmente com um beijo? Então quer dizer que minha heterossexualidade sempre esteve comigo, prontinha para ser usada! Até aqui eu só tinha relacionamentos com pessoas do mesmo sexo e me vejo excitado desta forma!
Tive admiração por minha namorada, o desejo de estar com ela era mais forte do que o medo que sentia pelo desconhecido. Volta e meia um pânico se apoderava de mim, pois tinha medo de algumas situações, medo de ficar sozinho com ela e ser abusado novamente, medo de ouvir novamente palavras que pudessem ferir minha masculinidade. Hoje consigo dar risada desta situação. Foi difícil cada momento deste relacionamento. Quando nós saíamos para namorar eu já planejava todo o percurso, desde o início até o fim, assim teria a certeza que não ficaríamos sozinhos. Com o namoro nosso relacionamento foi se estreitando e percebi que estaria em perigo.
A situação que vou contar agora demonstra como aquele abuso que sofri aos 18 anos ainda paralisava minha vida hoje. Estava em casa e recebi uma ligação, era minha namorada. Ela me fez uma pergunta que estremeceu meu chão, ela perguntou se poderia me chamar de “meu amor”, fiquei sem ar nesta hora, seria muita intimidade e eu poderia ser abusado na primeira chance. Durante outra conversa ela falou que assim que nos encontrássemos ela iria fazer algo bem gostoso para mim. Assim que eu desliguei o telefone entrei em pânico. Entendi que ela iria chegar em casa e abusar de mim assim como aconteceu aos 18 anos de idade. Senti todas as sensações daquele abuso, era como se ela fosse me ridicularizar e atacar minha masculinidade. Em minha mente passou um filme, onde eu sofria todos os danos causados pelo abuso sexual de 20 e poucos anos atrás! Então seria mais fácil terminar o namoro, assim estaria seguro.
Então, terminei o namoro. Mais uma vez me vi sozinho fugindo de uma garota por estar com medo. Era necessário aprender a me relacionar com o sexo oposto, passar a ter relacionamento profundo e não superficial. Para isto acontecer eu precisaria tratar deste medo de ser abusado e ridicularizado. E eu precisaria contar para ela tudo o que se passava comigo, assim ela poderia saber em como lidar comigo nestes momentos.
Passou o tempo e senti saudades dela, detectei que o amor que sentia por ela era maior que todo o medo. Mas ela poderia estar me esperando ou não, eu estava correndo este risco. Em uma viagem que fizemos com nossos amigos voltamos a namorar. Pela segunda vez a pedi em namoro.
Noivado
A fase do namoro foi passando e decidi comprar as alianças para o noivado. Localizei a loja que iria comprar as alianças, enquanto caminhava em direção á loja fui surpreendido por um ataque de pânico, parecia que havia uma multidão a minha volta lançando palavras e olhares de reprovação por estar para adquirir as alianças do meu futuro casamento. Não consegui entrar na loja, dei outra volta e venci o medo entrando na loja sem demonstrar minha insegurança, tremia por dentro e suava muito. Estas sensações eram conseqüências do abuso sexual.
Guardei as alianças por um mês para me acostumar com a idéia e marcar um passeio com ela para fazer uma surpresa. Levei-a para um passeio ecológico e no meio do caminho parei o carro e com o coração saltando pela boca a pedi em casamento. Foi uma cena inesquecível para nós dois. Neste momento estávamos demonstrando um para o outro a aceitação e concordância mútua da nossa união. Conto este fato para que possam entender a dificuldade que havia em mim para alcançar o meu sonho de ter uma mulher ao meu lado. Teria que vencer o medo.
Certa noite ao voltarmos de uma formatura, senti medo de ficar sozinho com ela, mesmo estando noivo. Decidi compartilhar com minha noiva sobre este medo, pois não queria estar casado e de repente ter medo de estar com ela em casa. Decidimos que eu iria procurar ajuda profissional, de algum psicólogo, e isto seria antes do casamento. Levei esta questão do medo para uma psicóloga de minha confiança, e falei do meu medo de ser abusado sexualmente pela minha noiva, do medo que havia na minha mente de ver minha masculinidade ser destruída novamente. Mesmo sabendo que minha noiva jamais faria isto senti medo. Era como se entre eu e ela surgisse um monstro enorme chamado “Abuso Sexual” e “Palavras Destrutivas”. Interessante que neste momento a questão da homossexualidade nem foi levado em conta. A homossexualidade havia ficado para trás e o que ficou foram resquícios de experiências ruins da infância e adolescência.
Conforme ia tratando certas áreas em minha alma, a homossexualidade ficava cada vez mais distante. A psicóloga fez um trabalho excepcional em cima de várias experiências traumáticas que vivi. Detectamos que o medo era devido ao abuso sexual que passei há 20 anos atrás. As sensações do abuso sexual e das palavras que ouvi ficaram em minha mente e sempre que algum gatilho era acionado o medo surgia na minha frente. Este gatilho poderia ser simplesmente uma palavra que eu ouvia, como por exemplo o caso da conversa ao telefone com minha namorada onde ela disse para mim que iria fazer algo bem gostoso assim que nos encontrássemos. Estas palavras acionaram um gatilho onde pensei que ela iria fazer o mesmo que a namorada que tive á 20 anos atrás que causou o abuso. Neste momento eu queria terminar o namoro e ficar longe dela, fugir dela. O medo fazia com que eu parasse e não enxergasse mais nada na minha frente, a não ser o abuso sexual que poderia vir a sofrer. A psicóloga utilizou uma técnica que desensibilizou o trauma causado pelo abuso sexual.
Por incrível que pareça, não sobrou nenhum resquício do abuso que sofri. Foi como ela disse no início do tratamento, que eu iria estar sentado no banco do passageiro de um carro olhando a paisagem passar. Já havia participado de encontros de homens na igreja e estive sendo acompanhado por ela durante seis meses, em um período recebi a ajuda do seu marido. Foi de grande importância estar sendo aconselhado por este homem. Com ele pude ouvir situações que acontecem no relacionamento existente entre homem e mulher, como ter uma boa convivência com o sexo oposto. Conversávamos sobre sexualidade, intimidade sexual, relacionamento e outros assuntos de grande relevância para quem estava prestes a se casar. Este caminhar foi até o casamento e sei que posso contar com ele sempre que precisar. Procurei aproveitar todas as oportunidades que surgiam em minha frente, vários casais estiveram comigo neste período de restauração. Deixo claro aqui que em nenhum momento ninguém tentou mudar minha sexualidade, houve sim um tratamento de várias áreas da minha vida que acabaram atingindo uma melhora gradativa em minha sexualidade, onde os desejos homossexuais foram gradativamente perdendo força. O medo foi lançado fora, descobri que o verdadeiro amor lança fora todo o medo.
Casamento
Casei-me em novembro de 2006. Durante o noivado nós decidimos fazer algo bem simples, só no cartório para que não gerasse mais desgastes emocionais. Mas tudo caminhou tão agradavelmente que no final fizemos nosso casamento numa chácara com bastante convidados. Vivemos e degustamos cada fase do nosso relacionamento. Cada passo na hora certa, sem apressar o rio.
Agradeço a Deus por ter usado de pessoas em minha caminhada de restauração para que pudesse me relacionar adequadamente com uma mulher. Não há necessidade alguma em fazer o que eu fazia. A vida que levo com minha esposa é gratificante em todos os sentidos. Tenho alcançado saúde emocional e através disto tenho me tornado um homem melhor, um cristão melhor. As feridas na alma que carreguei por cinco anos, após entrar num processo, dificultavam minha caminhada como cristão. Quando aceitei a Cristo em minha vida tive a convicção que estava salvo, mas também sabia que precisaria tratar as feridas que estavam na minha alma. Deus também nos oferece saúde emocional. Paz é o que sinto hoje. Realmente a vontade de Deus para os que o amam é boa, perfeita e agradável. Casei-me porque não queria viver só, mas não é o casamento que irá dizer que uma pessoa deixou a homossexualidade.
Eu quero o bem desta terra e você? Muitos me chamam de louco, por ir contra o padrão deste mundo. Mas Deus escolhe as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias. Escolhe os pequenos para confundir os grandes.
Para você que deseja mudança de vida, que está cansado de tudo que tem feito, saiba que há esperança para você, enquanto houver vida, haverá esperança. Declare com sua boca que Jesus é o único Senhor e Salvador de sua vida, procure um povo de Deus para receber você, um povo que pregue Jesus como único Senhor e Salvador, passe a viver conforme a sua palavra porque, assim como Jesus me chamou pelo meu nome, Ele também te chama pelo seu nome.
Saulo
MSN: sauloanavarro@hotmail.com
EMAIL: afontedejaco@GMAIL.com
“Onde você vai parar com esta solidão
em seu rosto transparece a dor do coração
como um prisioneiro triste disfarçando em livre
caminhando em toda pressa sem ter onde ir
tu choras assim que alguém te vê, isto é natural
de alguém que desprezou a paz e veio o temporal
tu dizes: não tem mais remédio pra curar meu tédio
contudo há uma esperança tu podes ser livre
livre, livre, livre, livre
entrega tua vida a Cristo e serás livre,
contigo faz uma aliança
tu nasce tal como criança e serás livre, livre
hoje sou livre, livre, livre, livre
Aleluia
entrega tua vida a Cristo e serás livre”.
Letra e música: Pastor Camilo
Gravado por: Irmãs Camilo
Agradeço por terem cedido a utilização do louvor “Livre” para este trabalho evangelístico.
Ao nosso Deus seja toda Honra, Glória e Louvor para sempre.
Assinar:
Postagens (Atom)