3.9.13

GOLPES NO e DO PARLAMENTO BRASILEIRO


Já estive em todos os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados Federais. O melhor dia para conversarmos com os assessores e  funcionários é na segunda e na sexta-feira, pois eles são mais espontâneos, já que não estão sob a pressão dos parlamentares que se encontram de 3ª. à 5ª.-feira no Congresso Nacional.

Sugiro que os parlamentares criem projeto de lei de forma que em todos os gabinetes esteja afixado que,  constranger parlamentares e seus assessores a dar dinheiro para qualquer cidadão ou instituição constitui crime de corrupção, pois não é papel do Deputado, Senador e nem de seus assessores e funcionários darem dinheiro para qualquer do povo, muito menos em troca de oração, como já vem ocorrendo no Congresso Nacional.

Foi divulgado na mídia que o povo brasileiro tem livre acesso ao Congresso Nacional, com o advento do PDC 234, batizado de “cura gay” somente para levar os deputados a enterrarem este projeto. Nesta ocasião, os manifestantes puderam, inclusive, subir na mesa, interromper os parlamentares nas audiências, desacatarem e fazerem coro para xingá-los,  denegrir a  imagem deles nos corredores do Congresso Nacional,  aos gritos. Tudo isso ocorre em nome dos direitos humanos e a baderna é  aprovada, pelo presidente da Câmara e do Senado quando se trata de manifesto de um “movimento social” em nome dos “direitos humanos”. Mas sabemos que o povo só pode fazer o que quer quando há interesse do governo para reafirmar os “DIREITOS HUMANOS DA CULTURA DA MORTE”.

Quero frisar aqui, que,  o povo brasileiro pensa, erroneamente,  que no Congresso Nacional não podemos entrar e nem participar das reuniões. Se os parlamentares foram eleitos para nos representar, é um direito nosso participar de todas as suas reuniões e conversar com os seus assessores, já que eles  foram eleitos para trabalharem  em prol dos interesses do povo. O que ocorre é que, além das badernas dos manifestantes da CULTURA DA MORTE, os assessores recebem propostas indecentes, assim como os parlamentares, que podem ser vítimas de religiosos inescrupulosos.

É importante o povo saber  que há FALSOS PASTORES que vão ao Congresso Nacional pedir para os parlamentares evangélicos e seus assessores dinheiro em troca até de ORAÇÕES.  Tais FALSOS PASTORES telefonam, inclusive, à cobrar,  para dar o número de suas contas bancárias para que os deputados,  assessores e funcionários da Câmara e Senado lhes dêem dinheiro em troca das orações. Isto vem ocorrendo, inclusive, com os funcionários  do serviço de limpeza, constrangidos a dar dinheiro para tais FALSOS PASTORES que envergonham os verdadeiros evangélicos. Muitos assessores e funcionários que não são evangélicos  ficam com péssima imagem de qualquer evangélico que se aproxima do gabinete dos parlamentares, pensando que todos são golpistas, assim como o próprio Deus.

Infelizmente, há parlamentares que quando se candidataram às eleições,  também corrompem o povo comprando  instrumentos musicais, tijolos, etc para igrejas  em troca de votos, além de se comprometerem com “mensalinhos” para pastores, para não falarmos daqueles que usam o parlamento para fazerem negócios particulares, até com o uso do dinheiro dos fiéis inocentes.

“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. Mateus 21:13

Rozangela Alves Justino
Missionária Evangélica no Congresso Nacional

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