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15.11.13

DIGA NÃO AO PLC 122 de 2006!


DIGA NÃO À APROVAÇÃO DO PLC 122 de 2006!

Escreva, telefone, envie fax para os Senadores da Comissão de Direitos Humanos (www.senado.gov.br) e peça para eles votarem contra o PLC 122 de 2006, que deverá ir para a pauta de votação na quarta-feira, no Senado Federal. Compareça ao Senado e leve cartazes de papel do tamanho de uma cartolina dizendo: “NÃO AO PLC 122 de 2006!”

Ligue para 0800 612 211 e peça para os Senadores da CDH - Comissão de direitos Humanos dizerem não a este Projeto de Lei, nocivo à sociedade brasileira, sob pena de não reelegermos os Senadores que aprovarem tal projeto de lei.

Vá para as ruas e escreva cartazes pedindo para o povo do Rio Grande do Sul não reeleger o Senador Paulo Paim, por ele estar fazendo um atentado contra os valores do povo brasileiro, obrigando pela força da lei,  o nosso povo a se voltar contra a vida humana e a família cristã, sendo a maioria do nosso povo CRISTÃO!

Por que devemos rejeitar totalmente o PLC 122 de 2006?

Embora tenham incluído no Projeto a “proteção” ao direito dos religiosos, é para nos enganar, pois se aprovarmos o projeto com as palavras “orientação sexual” e “gênero”, estaremos dizendo que  concordamos igualmente com a desconstrução de todos os conceitos e  valores da vida e da família e sabotaremos os valores cristãos,  e a maioria do povo brasileiro é cristão. Por que vamos aprovar uma lei se ela está indo contra os nossos valores, contra os valores da maioria do povo brasileiro? É para nos afrontar!

As palavras “orientação sexual e diversidade de gênero”  estão associadas:
1.     “Orientação sexual” significa aprovar a pedofilia, pois ela já está sendo considerada mais uma das formas de orientação sexual;
2.     “Gênero” está carregada dos seguintes significados:
a.      Aprovar a liberação sexual, inclusive de crianças, ou seja, a pedofilia; o sexo entre crianças; a relação sexual entre  adultos e crianças, inclusive dentro dos lares;
b.     Incluir a relação sexual em todas as relações de amizade, inclusive com crianças;
c.      Incluir o aborto como um direito da mulher;
d.     Promover a não diferenciação sexual (menino; menina) na educação das crianças;
e.      Gerar nas mulheres a aversão à maternidade e ao casamento com um homem;
f.       Destruir a figura feminina, a mulher, o sexo feminino como Deus criou;
g.      Desconstruir a figura masculina, e todo o potencial do homem macho, com o seu sexo masculino como Deus o criou;
h.     Destruir a família constituída segundo os valores cristãos;
i.        Destituir o cristianismo enquanto religião;
j.        Liberar as relações contrárias à natureza, a sodomia;
k.     Liberar a prostituição, inclusive a infantil.

“Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme.” Provérbios 29:2

NOTÍCIA DO SENADO:

14/11/2013 - 13h50 Comissões - Direitos Humanos - Atualizado em 14/11/2013 - 21h56

CDH pode votar na quarta projeto que criminaliza homofobia

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Iara Guimarães Altafin


Paulo Paim entregou substitutivo à CDH
O senador Paulo Paim (PT-RS) entregou nesta quinta-feira (14) à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) seu substitutivo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que criminaliza a homofobia, e anunciou que o texto poderá ser votado na próxima quarta-feira (20).
Paim informou que, para a elaboração de seu relatório, buscou ouvir todos os segmentos e que o texto “não entra na polêmica” da definição de homofobia.
– No texto, não vai entrar a palavra homofobia.
O parlamentar informou ainda que incluiu em seu substitutivo, para que conste em uma única lei, o combate a todo tipo de preconceito, para evitar críticas de que a futura lei só buscaria acabar com a discriminação contra a orientação sexual.
– Toda a discriminação tem que ser combatida – frisou.
Segundo informou, poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual.
– Entrou na lei geral. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal.
Ele também anunciou que incluiu parágrafo para “resguardar o respeito devido aos espaços religiosos".
– Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.
De acordo com Paim, a nova lei terá como o objetivo “o combate ao ódio, à intolerância e à violência de um ser humano contra o outro”.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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