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24.2.10

SUSPEITA DE PEDOFILIA HOMOSSEXUAL NO FLAMENGO



Pedofilia no Flamengo: 'Todos sabem', diz testemunha

Denúncia de pedofilia chega à Gávea

A denúncia de pedofilia envolvendo um alto funcionário do Flamengo já chegou à Gávea.


A principal testemunha prestou depoimento a Luiz Henrique Marques, delegado titular da Delegacia de Crianças e Adolescentes Vítima (DCAV), que intimou um dos diretores do clube, supostamente ligado à vítima, a prestar esclarecimentos sobre a denúncia.

Localizada pelo Extra, a testemunha, cujo nome está sendo mantido em sigilo, afirma ter visto o funcionário em um restaurante próximo à Gávea, oferecendo R$ 100 a um menor de cerca de 10 anos.

Em seguida, o suposto pedófilo teria acariciado o pênis da criança, que frequenta o clube diariamente por integrar uma ONG que tem parceria com o Flamengo.

— O X é uma pessoa muito influente no clube. Todo mundo sabe, não é de hoje, que ele é pedófilo, só que ninguém nunca teve coragem de denunciar.

Para algumas crianças, ele dá dinheiro; para outros, oferece vaga nas escolinhas de futebol e até ingressos para jogos ou permissão para entrar em campo com o time.

Eu já falei com todas as pessoas no clube, no dia que vi a cena.

Fui à Justiça e confirmo a história a hora que for, na frente de quem for — disse a testemunha, indignada.

Responsável por ter encaminhado o denunciante à Justiça, a vereadora Liliam Sá (PR), presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da Câmara, não quis fazer nenhum pré-julgamento do acusado, mas mostrou-se indignada com a denúncia, feita por uma pessoa de suas relações.

— As acusações são muito graves e eu estou esperando o desfecho das investigações, mas caso fique comprovada a culpa, acho que esta pessoa deferia ser banida da sociedade, expulsa do Flamengo.

Felizmente, tenho certeza de que a Patrícia Amorim, mãe de quatro crianças, jamais acobertaria uma pessoa assim dentro do clube — disse Liliam Sá.

A presidente Patrícia Amorim confirma ter ouvido a denúncia, mas diz que espera um posicionamento da Justiça antes de tomar qualquer atitude.

— Não posso fazer nada, pelo menos por enquanto. Não vou julgar uma pessoa sem provas. Isso não é minha responsabilidade — explicou Patrícia Amorim.

Fonte: Extra Online
Postado por: Redação O Galileo
http://ogalileo.com.br/esportes/verConteudo.php?id=Mnyb2P7vhDgMmbdSZFKRd5ECAGYEfE&subsecao

2 comentários:

  1. Anônimo5:02 PM

    Que coisa mais estúpida!
    Ainda bem que existe gente como voce para denunciar essa barbaridade.
    Sobre a questão homossexual, não colocada nesse post, desconfio que até o termo orgulho gay seja mal empregado( por que alguém teria orgulho de algo sobre a qual acredita não ter escolha?)

    por fim , está de parabéns pelo blog e pela luta!

    abraços

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  2. Adorei o blog irmã!! Bjos em Cristo!

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