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29.5.12

VADIAS


Marcha pró-aborto tumultua missa das crianças no RJ

Protesto ou pretexto? A manifestação para denunciar a violência contra a mulher, a Marcha das Vadias, organizada no Rio de Janeiro (RJ), no sábado, 26, levou centenas de pessoas para gritar em frente de uma igreja católica onde celebrava-se missa especial para crianças. Os manifestantes agrediram fiéis nas escadarias da igreja e foram impedidos por policiais de avançar contra o templo.
Vergonhoso pretexto! A Marcha das Vadias é organizada por coletivos, grupos e redes feministas pró-aborto, defensores do casamento gay, do cerceamento de liberdades individuais – independentemente da aparente militância por supostos direitos civis – e, especialmente, favoráveis a completa expulsão de manifestações do pensamento cristão, no espaço público.
Para a Marcha das Vadias números são importantes. E como se conseguem números? Com propaganda, com um discurso atrativo, com uma estética adequada aos meios de comunicação e com festa, bagunça e espetáculo para seus participantes. Assim importa mais falar de ato contra a violência às mulheres que atrair a indisposição da sociedade brasileira dando algum destaque para os temas de real interesse dos promotores da tal Marcha.
Por isso faz todo sentido que, marchando contra a violência que vitima mulheres, os manifestantes feministas tumultuem missa onde crianças se reúnem. É que não é o que se diz de si mesmo, ou sobre seu movimento, que realmente importa… O que importa é o que se defende.
Dizendo-se guardiães dos direitos da mulher, defendem o aborto, que nada mais é que um infanticídio pré-natal;
Dizendo-se promotores dos “novos” direitos civis, defendem que ninguém contrário à agenda anticatólica tenha qualquer direito – a não ser o de permanecer calado e violentado;
Dizendo-se contrários à violência, são violentos contra pessoas que aprenderam a odiar, sejam elas idosas ou crianças, o ódio não tem razão e poupa ninguém;
Confundem a linguagem, chamado ao mal, bem, de forma a serem favorecidos ao menos para que seus atos tenham a aparência de legalidade, mas, obviamente, estão à margem da lei. Sempre.

“Uh, é Madalena! Uh, é Madalena!” gritam vários manifestantes nos degraus do templo e na rua
Tumultuar um evento religioso não foi um gesto de “manifestantes isolados”, como se pode ver no vídeo acima onde a turba é incitada a gritar nas escadas da igreja. É didático: juntos eles são poderosos, podem o que quiserem, estão acima da lei simplesmente porque são melhores que os “infiéis” que não lhes dão ouvido e ainda atrapalham os interesses da agenda.
O que pode ser feito? Além da ação jurídica, importa cobrir as fachadas das igrejas com um grande espelho para que manifestantes do tipo tenham oportunidade de enxergarem o vazio em que vivem e no qual estão aprisionados para sua própria infelicidade.
Vale a pena conhecer quem são os amigos dessas pessoas tão politicamente engajadas: em quem elas votam? É um bom motivo para saber em quem não se pode votar de forma alguma.

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