24.4.12

NÃO EXISTE CRIANÇA GAY!


O Deputado gaysista Jean Wyllys quer aprovar o 9º Congresso LGBTT para “discutir o bullying na infância gay”, mas não existe criança gay! Confira no artigo abaixo veiculado entre assessores parlamentares, deputados e senadores através da ABRACEH. Escrevam para os deputados (WWW.camara.gov.br) não aprovarem o REQUERIMENTO Nº 31/12 do Deputado Jean Wyllys.

NÃO EXISTE CRIANÇA GAY!

“E criou Deus o homem a sua imagem, a imagem de Deus o criou;
MACHO E  FÊMEA os criou” Gen 1: 27

Não existe comprovação científica para aquele que se estranha com a atração pelo mesmo sexo. Os cientistas vem pesquisando ao longo dos anos, e não descobriram um gene gay, mas os geneticistas chegaram à conclusão que existe o ser humano com o sexo masculino (XY) e outro ser humano com o sexo feminino (XX), e na maturidade a inclinação natural é o interesse pelo sexo oposto. Então, ninguém nasce gay. Portanto, não existe criança gay. Uma mulher quando fica grávida  espera um filho do sexo masculino ou uma filha do sexo feminino. Ela não espera um terceiro sexo: “gay”, ou um quarto sexo: “lésbica”.

A criança é uma pessoa em processo de desenvolvimento, conforme o ECA-Estatuto da Criança e do Adolescente. É uma exposição violenta e cruel  afirmar que “uma criança é gay”, e incorreto do ponto de vista científico. Dizer que uma criança é gay coloca-a numa posição vulnerável, sujeita ao assédio de outras mais experientes, mais velhas, incluindo os adultos.

O QUE DIZ A  OMS- Organização Mundial da Saúde SOBRE O ESTILO DE VIDA GAY?

A OMS - Organização Mundial da Saúde – apresenta em sua Classificação Estatística Internacional das Doenças, que está na décima edição, denominada CID 10, a atração pelo mesmo sexo enquanto DESORDEM.

É bem certo que o termo doença não mais existe nesse documento, mas isso não significa que as diversas formas de estilo de vida gay não possam ser tratadas, conforme cita a mesma CID-10[1]. Esta, inclusive, sustenta que as pessoas acometidas pela orientação sexual (que pode ser homossexual)  egodistônica (atração sexual fora de sintonia com o eu) podem procurar tratamento para alterá-la.  Confiram no site da OMS.

Contudo, muitas pessoas acreditam que a OMS retirou totalmente o  homossexualismo das suas estatísticas, uma mentira dita muitas vezes e que acaba se passando como verdade, enganado até mesmo alguns militantes pró-vida e família[2].

Como desordem, entende-se ausência de ordem, perturbação e confusão. Na CID-10, as desordens são classificadas por uma letra seguida de um número: o  F-64, por exemplo, trata das desordens de identidade de gênero (transexualismo, travestismo de duplo papel, desordem da identidade de gênero em crianças, outras desordens de identidade de gênero e as desordens da identidade não especificadas). Já o F-66 trata das desordens comportamentais e psicológicas associadas ao desenvolvimento e orientação sexual (desordem na maturidade sexual, orientação sexual egodistônica, desordens no relacionamento sexual, outras desordens no desenvolvimento psicossexual e desordens no desenvolvimento psicossexual não especificadas).

A RETIRADA DO TERMO “DOENÇA” DA CID 10

O Dr. Robert Sptizer foi o psiquiatra que desencadeou a retirada do termo doença atrelado ao homossexualismo da CID-10. Mas, ao revisar os seus posicionamentos, para desespero do movimento gayzista mundial, ele reconheceu a possibilidade de mudança.

Assim, o Dr. Robert Spitzer estudou 200 casos de pessoas que afirmam ter deixado tanto o comportamento quanto a atração sexual por pessoas do mesmo sexo, e  declarou:  “Da mesma forma que muitos psiquiatras, eu pensava que alguém pudesse resistir ao comportamento homossexual, mas que ninguém pudesse realmente mudar a orientação sexual. Agora, acredito que isso é falso: algumas pessoas podem mudar e realmente mudam” (SPITZER, 2003, p. 403-417). O Dr. Robert Spitzer declara, ainda, que pessoas suficientemente motivadas conseguem deixar o estilo de vida gay.  A pesquisa foi apresentada na Associação de Psiquiatria Americana e publicada logo em seguida.

O DEPOIMENTO DE UM EX TRAVESTI NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

O Pastor Joide Miranda, ex travesti, Presidente da ABEX LGBT- Associação Brasileira de EX LGBTT, é também um dos diretores da ABRACEH esteve no dia 28 de março de 2012, no Culto na Câmara dos Deputados, Plenário II, Anexo II, das 8h30 às 9h30min, e  compartilhou o poder de Deus em sua vida. Pr Joide também recebeu apoio de um profissional da área de psicologia, além de pastores e da igreja de JESUS CRISTO. O Pr Joide é um dentre milhares de pessoas no Brasil e no mundo que deixou o estilo de vida gay, e vive uma vida comum como qualquer ser humano criado para refletir a imagem e semelhança de Deus. O Pr Joide é casado com a missionária Edna Miranda há mais de 10 anos e tem um filho.

DEPUTADOS e SENADORES CRISTÃOS TAMBÉM PODEM SOFRER BULLYING

Exmos. Senhores Deputados Federais, Senadores da República, todos nós sofremos o bullying[3] em nossas vidas. Sempre encontraremos pessoas que padeceram um dia por terem sido chamadas de branca azeda; burra (por ser loira); cabelo de bombril e  tizil (por ser negra ou mulata); bolão (por estar acima do peso); palito (por estar abaixo do peso); quatro olho (por usar óculos); anã (por ser de estatura baixa); girafa (por ser mais alta que as demais); Pinóquio (por ter nariz longo), ... Pessoas idosas podem ser chamadas, pejorativamente, de velhas. Recebem apelidos e são discriminados aqueles que são desprovidos de recursos financeiros e  outros por terem mais recursos que os demais. Certamente,  meninos mais educados e sensíveis são desqualificados em sua masculinidade, da mesma forma que meninas, em sua feminilidade, quando apresentam um jeito de ser mais agressivo ou bruto que a maioria do seu sexo. Tais características podem predispor crianças a sofrerem bullying como qualquer outra criança, adolescente, adulto ou idoso, inclusive crianças  religiosas. Milhares de crianças evangélicas são discriminadas em suas escolas!

Certamente, os Exmos. Senhores Deputados e Senadores da República correm o risco de sofrerem bullying por parte dos seus pares por expressarem os seus  valores cristãos. Poderão receber apelidos tais como homofóbicos, discriminadores, preconceituosos, e seus derivados, injustamente, apenas por defenderem seus valores, e não há nada de errado nisso. Podem até mesmo ser intimidados quando evocarem  que o estado é laico. No entanto, laicismo não significa estado sem Deus; o nosso povo foi criado para refletir a imagem e semelhança do Deus VIVO!  Os Senhores podem processar todos os que os que os discriminarem, que os carimbarem com adjetivos ofensivos por estarem trabalhando de acordo com as suas consciências, de acordo com os valores cristãos. Coloquem a lei em vigor para funcionar, Exmos. Senhores parlamentares! Não aceitem calúnias, injúrias, difamações, discriminações religiosas ou outras, de qualquer natureza!

SEJAM OUSADOS, TEMAM SOMENTE A DEUS!

Não se conformem com o politicamente correto, Exmos. Senhores Parlamentares! Não temam a gritaria de movimentos sociais contrários aos seus posicionamentos cristãos. Temam primeiro a DEUS, Senhor das suas vidas! O criador dos céus e da terra e de tudo o que há e que está olhando os feitos dos Exmos Senhores parlamentares! Foi Deus quem permitiu que os Senhores ocupassem esta posição na sociedade brasileira.  (Rom. 14:12)

Pensem na maioria do nosso povo que espera dos Exmos. Senhores parlamentares um posicionamento contrário ao dos movimentos sociais que trabalham contra os valores da família cristã, que trabalham em prol da cultura da morte! Portanto,  não aceitem a imposição gayzista nesta casa da lei! Rejeitem qualquer proposta de ação afirmativa contrária a lei de Deus,  no Congresso Nacional! A omissão também é uma forma de se posicionar contra o Criador, pois...DEUS se IRA quando homens detêm a verdade e deixa a injustiça prevalecer.  (Rom. 1: 18) Quem assim age corre o risco do próprio DEUS entrega-lo também a imundícia para desonrarem seus corpos ... (Rom. 1:24) Deus não concorda com a mudança da verdade em mentira e nem  com  o servir a criatura mais que ao criador (Rom. 1:25) Enfim, não deixem que Deus os entregue também a um sentimento perverso para fazerem coisas que também não convém (Rom. 1: 28)

E que Deus nos livre do mal, tenha misericórdia de nós, e nos abençoe a todos, rica e abundantemente, em nome de JESUS!




Missionária Rozangela Alves Justino
Presidente da ABRACEH
Março de 2012.


[2] Movimentos sociais que vêm trabalhando em prol da vida humana e da família constituída segundo os princípios cristãos. Tais movimentos são compostos pelas igrejas cristãs interdenominacionais e suas instituições paraeclesiásticas.
[3] Sofreu bullying na infância e/ou na vida adulta aquele que foi ou é abordado por atos agressivos, repetidos quando ainda não tinha como se defender, tais como: atos físicos, verbais,  diretos ou indiretos  (e-mail, celular, exclusão, deboches  e ridicularizações  de forma indireta, etc.  O bullying pode ocorrer na: escola, no play, vizinhança, corredores, banheiros da escola,  na sala de aula, na universidade, nos estabelecimentos de formação de militares, igreja ou  instituição religiosa, trabalho, até na Câmara dos Deputados e Senado Federal. Precisamos de política anti bullying em todos os estabelecimentos citados: da escola à Câmara dos Deputados e senado Federal.  




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