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21.5.09

NARTH - ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PESQUISA E TERAPIA DAS HOMOSSEXUALIDADES - Joseph Nicolisi, Ph.D.

3 de março de 2001.


A Quem Possa Interessar


Eu estou escrevendo essa carta em apoio a Dra. Rozangela Justino. Entendemos que ela estará se apresentando diante do Conselho Regional de Psicologia porque ela acredita que a orientação homossexual pode ser mudada, já que se trata de uma forma de imaturidade psicossexual.

Eu sou Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (National Association of Research and Therapy of Homosexuality – NARTH). Trata-se de um grupo de mais de mil profissionais nos Estados Unidos, composto por psicólogos, psiquiatras e psicanalistas.

Talvez vocês possam estar interessados pela nossa pesquisa recente com 882 homens e mulheres que antigamente era homossexuais. Eles experimentaram um nível significativo de mudança em suas orientações sexuais. Esta pesquisa foi publicada na edição de junho/2000 do jornal profissional Psychological Report.

Dos dados encontrados:

Um total de 45.4% das pessoas que responderam informaram que tinham tido uma mudança que lhes fazia mais heterossexuais que homossexuais. Aqueles que se submeteram à psicoterapia concordavam em sua maioria absoluta que a terapia tinha lhes ajudado a reduzir suas atrações homossexuais. Muitos perceberam suas condutas homossexuais como um vício.

Uma grande maioria disse que suas religiões e crenças espirituais desempenharam um papel crucial em vencer a homossexualidade.

Os participantes da pesquisa informaram que tiveram melhorias significativas nas seguintes áreas de funcionamento:

- Auto-aceitação
- Auto-compreensão
- Sensação de poder pessoal
- Assertividade
- Sensação de clareza e segurança em relação à identidade de gênero
- Auto-estima
- Diminuição da solidão
- Melhoria na estabilidade emocional e maturidade
- Diminuição da depressão
- Melhoria na habilidade de resolver os conflitos interpessoais
- Diminuição dos pensamentos, sentimento e condutas homossexuais


Antes de fazerem terapia, 68% dos participantes se percebiam como exclusivamente ou quase exclusivamente homossexuais. Depois do tratamento, apenas 13% se percebiam como exclusivamente ou quase exclusivamente homossexuais.

Além do mais, os seguintes profissionais altamente conceituados têm expressado seu apoio em relação à possibilidade de mudança de orientação sexual:

Robert Spitzer, MD, o psiquiatra conhecido como o “arquiteto da decisão de 1973” que retirou a homossexualidade do manual DSM, recentemente expressou uma preocupação séria em relação ao movimento contra à terapia de re-orientação sexual. Daqui a dois meses, o Dr. Spitzer deve apresentar os resultados do seu próprio estudo à Associação Americana de Psiquiatria. Ele estudou 200 indivíduos que dizem que alcançaram uma mudança de orientação sexual e que conseguiram manter essa mudança por, no mínimo, os últimos 5 anos.

Diz o Dr. Spitzer:

“A partir das entrevistas que eu fiz com as pessoas, estou convencido… que muitas delas… conseguiram fazer mudanças substanciosas em tornar-se heterossexuais. Eu cheguei a este estudo muito cético. Agora eu reivindico e afirmo que essas mudanças podem ser sustentadas.”

Em relação às pessoas que dizem ser exclusivamente homossexuais, ele concedeu que, “Penso que, implicitamente, algo não está funcionando bem.”

Dr. Raymond Fowler, o Secretario Executivo (CEO) da Associação Americana de Psicologia , diz que a sua interpretação da posição da APA sobre terapia reparativa é que aqueles que querem explorar os sentimentos ou condutas heterossexuais emergentes têm o direito de fazê-lo como o direito inerente de cada cliente a sua autodeterminação.

Dr. Brent Scharman, antigo presidente da Associação Psicologia de Utah, considera-se um “típico” psicólogo, não um ativista por qualquer das posições em relação à homossexualidade. Ele afirma que todos os indivíduos homossexuais têm direito de perseguir a mudança. “É o cliente que deve determinar a direção do seu tratamento.”

Dr. Warren Throckmorton, antigo presidente da Associação Americana de Conselheiros da Saúde Mental, estudou uma grande amostra de pesquisas sobre mudança de orientação sexual. Ele diz que tal tratamento tem sido efetivo, que pode ser conduzido de forma ética, e que deve estar disponível a todos os clientes que pedem este tipo de ajuda. Seu artigo foi publicado há dois anos (“Tentativas de Modificação da Orientação Sexual: Uma Revisão da Literatura Resultante e Temas Éticos,”) Journal of Mental Health Counseling, Out, 1998, vol 20, pp. 283-304.

Dr. Martin Seligman, Presidente (1998) da Associação Americana de Psicologia, cita as pesquisas no seu livro, “O Que se Pode Mudar e o que Não se Pode Mudar”. Ele é otimista em relação à mudança para aquelas pessoas que tiveram menos experiências homossexuais e/ou alguns sentimentos bissexuais.

Num artigo recente no primeiro jornal acadêmico de psicoterapia e no Jornal Americano de Terapia da Família, o Dr. Mark Yarhouse da Regent University fez uma defesa poderosa para a terapia de mudança de orientação sexual:

“Os psicólogos têm uma responsabilidade ética de permitir que as pessoas persigam tratamento cuja meta é diminuir as experiências de atração pelo mesmo sexo…. Não apenas porque afirma o direito do cliente à dignidade, autonomia e auto representação... mas também porque demonstra o respeito pela diversidade.”

NARTH acredita que a terapia efetiva evolui a partir de um sistema partilhado de valores entre cliente e terapeuta. Mas quando o ativismo gay chama o desejo de mudar de orientação sexual como algo ilegítimo, eles impõe os seus próprios valores e perspectivas sobre um homossexual insatisfeito e lhe tira o direito de autodeterminação.

Esperamos que possam visitar nosso website: www.narth.com, para ver toda a documentação destas afirmações assim como de outras pessoas. Sintam-se a vontade de nos contatar caso queiram discutir este tema.

Respeitosamente.


Joseph Nicolisi, Ph.D.
Presidente, NARTH

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