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7.11.09

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Diz que homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich

Matthew Cullinan Hoffman

Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os ativistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.

Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.

Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.

“Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.

O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições européias de junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.

“A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a exceção de Jean-Marie Le Pen(sic), todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.
“É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É(...) algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”.
Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus,
começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu(...) possível passado homossexual(1).
De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista(sic) holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.
Jorg Haider, do neofascista(sic) Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais.
Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade.
A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as táticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por ativistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.

“Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo.

As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes refletem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.

NOTAS do REMETENTE: (1) P/ quem tiver dúvidas de q os SA eram um valhacouto de pederastas, onde o homossexualismo era até critério p/ promoção e seguranças de clubes invertidos berlinenses trabalhavam como dirigentes, segue trecho do perfil do comandante deles na Wikipedia, Ernst Rohm:
more or less open homosexuality of Röhm and other SA leaders such as his deputy Edmund Heines. [4][5] In 1931, the Munich Post, a Socialist newspaper, obtained and published Röhm's letters to a friend in which Röhm discussed his sexual affairs with men. This resulted in a national scandal.“By this time, Röhm and Hitler were so close that they addressed each other as du (the German familiar form of "you"). Besides Röhm, Hermann Göring and Joseph Goebbels were the only Nazis who used du with Hitler, and only Röhm addressed Hitler as "Adolf," rather than "mein Führer."” (http://en.wikipedia.org/wiki/Ernst_R%C3%B6hm)

(*) Embora o artigo cite errôneamente Le Pen, Fortuyn e Haider como fascistas, esquece do Ministro das Relações Exteriores de Israel e Líder do Partido Israel Nossa Casa, Avigdor Lieberman, fascista anti-clerical/rabínico, favorável a laicização radical de Israel, a legalização do "casamento" homossexual e do divórcio a pedido no país.
Traduzido por Julio Severo
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Um comentário:

  1. O BNP é o único partido contrário ao homossexualismo na Inglaterra. Nick Griffin já se declarou contra o ensino de homossexualismo nas escolas e, em rede nacional, para mais de 8 milhões de pessoas, disse que acha nojento o beijo entre dois homens.

    Pim Fortuyn era de esquerda. Inclusive era a favor da eutanásia.

    Não existe nenhum político na Europa que se autodenomine fascista. O que mais chega perto disso é o eurodeputado Roberto Fiore que, inclusive, é um dos que mais luta contra o lobby gay na Itália.

    Agora, o Avigdor Lieberman, para mim, é novidade. Eu não sabia desse outro lado dele não.

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