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25.7.09

ESTÁ CHEGANDO UM DIA IMPORTANTE PARA O MOVIMENTO DE APOIO

ESTÁ CHEGANDO UM DIA IMPORTANTE PARA O MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA: 31 de julho de 2009

Por Rozangela Justino (Psicóloga)

Provavelmente, o dia 31 de julho será um dia comum para algumas pessoas, mas, se a data do meu julgamento junto ao CFP- Conselho Federal de Psicologia - for mantida, será um marco na história do MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA, composto por profissionais, instituições e conselheiros que valorizam o ser humano, da concepção até a morte natural, e a família, segundo os princípios cristãos.

Cabe ao CFP dizer se continuarei a exercer minha profissão sem censura pública! Ou seja, se poderei fazer o que já faço antes mesmo da graduação em Psicologia, em 1981: apoiar pessoas em estado de sofrimento psíquico, vítimas da violência estrutural/social/doméstica, e que desenvolveram transtornos afetivos, comportamentais e sexuais, incluindo as que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. A estas, venho apoiando há 20 anos.

Então, é o CFP que decidirá se tenho ou não liberdade de pensamento, liberdade de expressão e liberdade científica; direitos que, segundo nossa Carta Magna ( Art 5º da CF/88), já estão garantidos?

Não seria incoerente o CFP me censurar ou me impedir de trabalhar, mesmo eu sendo:

1) Graduada em Psicologia desde 1981;

2) Ser especialista na área clínica e escolar/educacional (reconhecida pelo próprio Conselho Regional - RJ);

3) Pós- graduada em Psicodrama - quando não havia censura científica por apoiar pessoas que desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, tanto que meu trabalho de conclusão deste curso foi “Homossexualidade X Heterossexualidade – uma possibilidade de resgate da heterossexualidade”, pelo Centro de Psicodrama do Rio de Janeiro. Além disso, apresentei trabalhos sobre o tema tanto em Congressos de Psicodrama organizados pela FEBRAP-Federação Brasileira de Psicodrama, quanto na DELPHOS, Associação de Psicodrama a qual eu era afiliada;

4) Ter treinamento em EMDR (conhecido como a terapia do estresse pós traumático), pelo EMDR, Institute Inc.;

5) E ainda cursado a especialização em atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, na PUC-RJ?

A realidade mostra que o próprio Conselho Federal de Psicologia e Regionais vêm extrapolado as suas funções alicerçando-se em estruturas sem consistência teórica, e sem respaldo jurídico, quando baixam uma norma inconstitucional e ditam o que o profissional deve ou não considerar científico.

Após a Resolução 01/99, ficou evidente também que este Conselho Profissional optou por trabalhar contra a ciência, em detrimento dos teóricos e escolas consagradas na Psicologia, adotando um novo referencial teórico, sem dizer o nome desta sua “nova escola”. O Conselho vem impondo aos seus profissionais a sua teoria e pedagogia, como estratégia política. Hoje sabemos que o Conselho Federal de Psicologia e Regionais, estão, infelizmente, alicerçados na teoria e prática pedagógica da desconstrução social, também denominada “queer” (Faça uma busca sobre esta 'teoria' no Google e também leia no blog: http//rozangelajustino.blogspot.com – “O que está por trás do movimento homossexual”, em 2007).

O professor ateu, que trabalha nos EUA, Alan Sokal, juntamente com o professor Belga, Jean Bricmont, escreveram o livro: “Imposturas Intelectuais – o abuso da ciência pelos filósofos pós-modernos”, RJ: Record, 2006, para “atacar o cada vez mais comum abuso da terminologia científica e a irresponsável extrapolação de idéias das ciências naturais para as ciências sociais. Mais amplamente ... denunciar o relativismo pós-moderno, que sustenta a tese de que a verdade objetiva não passa de uma convenção social” (contra capa) e denunciam ainda que tais intelectuais “'atacam a racionalidade' como estratégia política para exercerem um poder político ou econômico para 'encobrir as relações de força em que o seu próprio poder está assentado'” (p.221). Sokal e Bricmont declararam que vêm sendo criticados por suas oposições à “obra teórica antifundacionalista [isto é, pós-modernista]” e – horror dos horrores – “por procurar construir um consenso fundado sobre as noções da realidade. Fomos retratados como marxistas socialmente conservadores tentando marginalizar as políticas feminista, homossexual, ...” (p.227 – grifo nosso) .


Assim, no campo intelectual, estas teorias e suas práticas disformes, inconsistentes e inconsequentes vêm pervertendo não somente a ordem social como também os conceitos científicos, o que se reflete no ser humano que se encontra em estado de sofrimento, acrescentando-lhe mais dor, especialmente ao que deseja procurar apoio e não encontra o acolhimento desejado, bem como seus familiares. Este é o reflexo mais perverso desta “impostura intelectual” com finalidades políticas e econômicas.

Além do sofrimento que já carrega advindo da sua própria condição homossexual egodistônica - caso em pauta: a OMS declara que, "se a pessoa se encontra em sofrimento psíquico, pode procurar tratamento para alterá-la"; Classificação dos Transtornos Mentais e Comportamentais da CID 10 (Porto Alegre, Artmed:1993): "a direção para a alteração é opção da pessoa que procura o apoio – ela pode tentar se ajustar à homossexualidade (o que o Conselho de Psicologia quer impor aos seus profissionais e as que procuram o profissional) ou decidir deixá-la, voluntariamente, se esta for a sua escolha ao procurar o apoio terapêutico". Portanto, o ser humano em estado de sofrimento está recebendo os respingos da briga teórica e da imposição das “imposturas intelectuais” à prática psicológica caso opte, por razões próprias, por deixar a homossexualidade.

A postura do CFP e Regionais não seria, portanto, mais uma forma de violência social contra o ser humano a partir de uma violência intelectual ou violência teórica?

Os reflexos da minha condenação no MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA:

A minha condenação abrirá um precedente para que mais psicólogos sejam julgados e condenados por apoiar os que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, reforçando a mordaça que o próprio Conselho Profissional nos impôs. Nós, Psicólogos, nos encontramos sem liberdade de pesquisa científica, pois a única linha de pesquisa aceita é a dos “pseudo intelectuais” pós-modernos, conformados com a “teoria queer”. Os profissionais que têm uma linha de pensamento diferente desta abandonarão, forçosamente, as suas pesquisas e produções teóricas e é o que já tem ocorrido.

Além dos Psicólogos, esta mordaça também vem sendo colocada, ao longo dos anos, em líderes de instituições de apoio ao ser humano e à família que professam a fé cristã e que apóiam os que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. Aliás, esta Resolução ‘queer’ foi adotada para perseguir os profissionais que participaram de um evento religioso em Viçosa, MG, visando o apoio aos que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, declaração feita pela então presidente do CFP , Ana Bock, em 2000, à Revista VEJA (busquem na internet).

Antes mesmo da Resolução ‘queer’ ser imposta aos profissionais de psicologia, o Movimento de Apoio já trabalhava em constante tensão, num verdadeiro clima de terror, obrigado a se comportar como se estivesse cometendo um crime. Não manifesta opinião acerca da homossexualidade, não diz o que faz ou onde funciona, pois a perseguição e pressão de grupos opostos são tão fortes que parece ser muito errado apoiar as pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade!

Tanto os profissionais quanto os conselheiros desta área sofrem desgastes físicos, emocionais, financeiros, além de terem a sua imagem pessoal comprometida por se disporem a ajudar os que os procuram com tal demanda na sexualidade. Apoiadores já tiveram fezes atiradas em suas casas e têm sido constantemente ameaçados através de e-mails e cartas. Tudo isso tem refletido nos muitos ministérios de apoio existentes no Brasil. Muitos apoiadores querem proteger suas famílias e, se um for profissional da área de Psicologia, acabam por colocar em risco o seu sustento pessoal.

O que vemos na prática é a mídia (com exceções) trabalhando em conjunto com o movimento da desconstrução social “queer”, de forma a minar os alicerces do ser humano até destruí-lo, assim como aos profissionais que trabalham para apoiar o seu próximo e fortalecê-lo. Faz parte da política e da pedagogia “queer” perseguí-los usando todos os recursos da sua ditadura, até a inquisição.

Por todas estas razões, caso eu seja condenada à censura pública, maior temor haverá entre os psicólogos e muito mais nas instituições de apoio existentes no Brasil, todos estarão sob um clima de tensão constantes, devido a esta ditadura, a quase um passo da inquisição gay!

Qualquer punição que me venha a ser imposta será um ato de injustiça e violência não só contra a minha pessoa e contra o meu papel profissional, mas também contra o ser humano e à família, contra a sociedade brasileira. Por isso, faça a sua parte, participe do abaixo-assinado on line no site da ABRACEH: WWW.abraceh.org.br (final do menu, do lado esquerdo). Ou imprima o documento abaixo e passe em sua comunidade. Divulgue, veicule em sua instituição e entre amigos. Envie as páginas assinadas para a CAIXA POSTAL 106.075 – Niterói – RJ CEP 24.230-970

ABAIXO-ASSINADO

Considerando os termos dos Arts. 3º, IV; 4º, II; e 5º, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XIII, XIV, XV, XVI, XVII, XVIII da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, que nos assegura o direito de:
a) PENSAR (liberdade de consciência);
b) EXPOR NOSSAS IDÉIAS (liberdade de expressão, intelectual e científica);
c) ASSOCIAR PARA APOIAR OS QUE QUEREM SER APOIADOS (liberdade de atuar e/ou fornecer informações à sociedade).
É que abaixo assinamos em apoio à psicóloga Rozangela Alves Justino, CRP 05/4917, para que continue a incluir em seu atendimento profissional também as pessoas que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo e a realizar trabalhos preventivos, de forma a garantir este direito humano e constitucional. A psicóloga Rozangela Alves Justino prometeu e vem cumprindo o seu juramento quando da colação de grau que por meio do seu exercício profissional contribuiria para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão na direção das demandas da sociedade, promovendo saúde e qualidade de vida a cada sujeito e a todos os cidadãos e instituições cumprindo todos os princípios fundamentais e artigos que envolvem a sua responsabilidade segundo o seu Código de Ética Profissional.
NOME PROFISSÃO DOCUMENTO

3 comentários:

  1. Anônimo1:30 PM

    OLÁ ROZANGELA, COMO VAI? ATRIBULADA COM AS PERSEGUIÇÕES POR DIZER A VERDADE?
    NAO SE PREOCUPE, AQUELE QUE CROU HOMEM E MULHER E ESTABELECEU O CASAMENTO NAO A DEIXARÁ SEM APOIO.
    NAO SE ESQUEÇA: O SENHOR VAI FAZER O MESMO QUE FEZ NO PASSADO, LEMBRA: OS SODOMITAS CHEGARAM A UM PONTO SEM RETORNO E FORAM DESTRUIDOS. FIQUE ATENTA NOS NOTICIARIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DAQUI PARA FRENTE. JUIZOS ESTÃO ACONTECENDO E OUTROS A CAMINHO SOBRE OS SODOMITAS E AQUELES QUE OS APOIAM DIRETA OU INDIRETAMENTE. ROMANOS 1 NAO FALHA E ESTÁ SE CUMPRINDO SE CUMPRIRÁ A OILHOS VISTOS. É DEVER DE TODOS NÓS QUE SOMOS CONTRÁRIOS A ESTAS ABERRAÇÕES SODOMITAS, AVISARMOS OS NOSSOS INQUIRIDORES SOBRE AS CONSEQUENCIAS EMINENTES PENDENDO SOBRE AS CABEÇAS DOS LIDERES E GOVERNANTES QUE APOIAM, BEM COMO SOBRE AS PESSOAS QUE APOIA ISSO ATAMBEM. TENHA CORAGEM E AVISE-OS SOBRE AS CONSEQUENCIAS TERRIVEIS QUE ESTÃO MESMO À PORTA PRA SEREM LANÇADOS PELO SENHOR QUE CRIOU OS CÉUS E A TERRA.
    FIQUE COM O PENSAMENTO QUE ESTAREMOS ORANDO PARA QUE O SENHOR MESMO INTERFIRA E A HONRA E A GLÓRIA SEJA PARA ELE E NÃO PARA NÓS OU NOSSAS HABILIDADES DE DEFESA.
    O JUSTO VIVERÁ PELÁ.

    ABRAÇOS

    JOAO VICENTE
    EMAIL E MSN: usinasefazendas@hotmail.com
    SKYPE: jvcarnovale

    PODE MOSTRAR MEU NOME E DADOS PARA CONTATO, SEM PROBLEMAS.

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  2. Anônimo12:13 PM

    Fique claro que os que apóiam a Rozângela Justino, SÃO CONTRA: o preconceito contra o homossexual, a violência contra os homossexuais e aos assassinatos dos homossexuais.
    Fique claro que enquanto levamos para a cadeira elétrica alguém que dispõem a ajudar os que a buscam porque estão sofrendo, existem que os violentam, matam e atacam com bombas os nossos semelhantes, demonstrando a irracionalidade do preconceito.
    Fique claro que da mesma forma que no regime militar, o Tricampeonato do futebol brasileiro foi usado como recurso para desviarmos o nosso olhar das atrocidades cometidas, naquela época; hoje, não conseguimos enxergar o alvo real da nossa luta.
    Fique claro que escolhemos Tiradentes para mártir da nossa pátria e esquecemos-nos de identificar os mentores da conspiração.
    Fique claro que os judeus julgados culpados, milhões exterminados e levaremos para sempre em nossa consciência essa culpa.
    Fique claro que enquanto a difamamos, atribuindo-a postura não adotada, palavra não ditas, procedimentos não confirmados, nos distanciamos do real objeto da nossa preocupação.
    Fique claro que os movimentos neonazistas estão crescendo em todo mundo, e um seus dos alvos principais, sabemos, são os homossexuais. Entretanto, indicamos para a Rozângela à forca porque é alguém que se dispõe a colocar o seu conhecimento profissional disponível aos que buscam apoio, independente da sua orientação sexual!
    Fique claro que ao condená-la, estaremos substituindo a vida pela morte e o afeto pela dor. Quem bom seria se ao menos a sua condenação, significasse o fim da violência, do preconceito, da intolerância e dos assassinatos dos homossexuais... Ah!Quem dera...

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  3. Cara irmã Rozângela, essa luta é árdua, porém precisamos esta firme em nossos compromissos, com DEUS e a familia, eles invocam o direito de ser aquilo que não são, mas deveriam também respeita o nosso de não concorda com eles, ou é só eles, quem tem direitos.

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