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8.8.09

Comportamento da mídia em relação ao meu julgamento junto ao CFP


Jornais, Revistas e televisão em todo o Brasil noticiaram a minha condenação dada pelo Conselho Federal de Psicologia, no dia 31 de julho de 2009: CENSURA PÚBLICA.

Continuo sendo convidada para participar de programas de televisão diversos.


Embora a maioria dos jornais coloquem um título sensacionalista na matéria, além de associar as minhas práticas a "cura" e dizerem que "ofereço" e trato como "doença" a homossexualidade, todos estes termos não utilizados por mim, de forma geral noticiaram com seriedade a matéria.

Só se esqueceram de dizer que esta censura científica, de expressão e pensamento hoje, são para mim, mas, amanhã, até mesmo a imprensa poderá sofrer sanções se fizer algum pronunciamento contra o movimento ou filosofia homossexual, se os Projetos de Leis da Homofobia forem aprovados no Congresso Nacional. Várias instituições já vem sendo processadas por ativistas do movimento pró-homossexualismo, independente de Leis Federais aprovadas.

Contudo, a imprensa e os próprios ativistas do movimento pró-homossexualismo tem estado preocupados com a manifestação popular que tem sido extremamente positiva em relação a mim. Inúmeras mensagens solidárias tenho recebido, inclusive por parte de pessoas não religiosas. O povo está achando absurdo o controle exercido por determinados movimentos sociais sobre um Conselho Profissional e sociedade. A condenação para a maioria foi injusta e infundada.

Vejam o que o Correio Brasiliente publicou antes do julgamento:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/07/31/brasil,i=131033/PSICOLOGA+QUE+DIZ+RESGATAR+A+HETEROSSEXUALIDADE+DE+PACIENTES+SERA+JULGADA+HOJE+NO+CFP.shtml

E depois do julgamento:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/08/01/brasil,i=131312/PSICOLOGA+QUE+DIZ+QUE+CURA+GAYS+SOFRE+CENSURA+PUBLICA.shtml

O áudio que postaram no site, imediatamente, quando do resultado do julgamento - vejam o que falei:


http://www.correiobraziliense.com.br/page/215/podcast.shtml#video_20854



A Revista Veja, desta semana, também produziu uma matéria. A jornalista colheu mais material do que postou e apresentou parcialmente os motivos de eu estar colocando peruca, óculos e mordaça, além da camiseta:

1) Denunciar o cerceamento científico, de pensamento e expressão;

2) Não é o meu rosto que deve aparecer, pois sou protagonista de um drama social: de psicólogos e milhares de apoiadores no Brasil que desenvolvem um trabalho clandestino, como se estivessem fazendo algo muito errado: apoiar pessoas que espontaneamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo;

3) Qualquer paciente meu poderia passar por pessoas com transtornos na área sexual, o que não é verdade, pois a maioria apresenta transtornos afetivos e comportamentais diversos;

4) Denunciar a hostilidade por parte do movimento pró-homossexualismo em relação a minha pessoa;

O que ela colocou além do acima foi sua interpretação e não corresponde a verdade e nem a minha fala.

Ao ser chamada a atenção por parte dela, após ter relatado as semelhanças do movimento politicamente organizado pró-homossexualismo com o nazismo, ela me perguntou se eu não teria receio da reação dos ativistas e eu disse que se ela achava que isto iria me prejudicar não deveria colocar esta parte da entrevista, pois a própria revista também poderia ser prejudicada por estar divulgando tal fato na matéria - esta frase final ela não colocou e foi a que deu mais destaque, embora tenhamos falado muito pouco sobre o assunto, mas tudo está nas mãos de DEUS!

VEJA a matéria:
































Um comentário:

  1. Anônimo11:40 PM

    Os direitos humanos, de abrangência internacional, apoia a liberdade de pensamento, a objeção de consciência e auto determinação do paciente o CFP demonstrou que não tem esta sensibilidade para com o direito de optar do paciente. Até mesmo a medicina, pela via da Bioética e o novo Código de Ética Médica, recentemente aprovado pelo CFM, tem um artigo que reputa como um imperativo moral e ético, o respeito ao direito de decidir do paciente - seu livre direito de optar pelo tratamento que queira receber.

    Existe LIBERDADE na esfera religiosa, onde você pode dar sequencia ao seu trabalho científico e social, sem a mordaça imposta pela decisão unilateral do CFP.
    Lembre-se que somente na seara religiosa é que nossa Carta Magna lhe dará o direito e a prerrogativa de continuar atendendo seus pacientes, mas como uma assistência espiritual, veja a nova LEI GERAL DAS RELIGIÕES.

    Conheço uma amiga que largou a Psicologia para dedicar-se a atender os pacientes somente pelo âmbito e infra-estrutura da área religiosa, onde o livre direito de decidir do paciente é um dos pilares fundamentais. Hoje ela dedica-se a cura os seus pacientes somente pela via da oração onde inexistem amarras tendenciosas!

    A opinião pública imparcial e isenta, compartilha sua preocupação, que não é só sua Dra. quanto a Ditadura da militância do homosexualismo que pratola todos que decidem pensar diferente do modo deles pensarem. Eles também precisam acordar para a DEMOCRACIA e abrir o seu pensamento a tolerância aos que pensam diferente deles. A alteridade tem dois lados. Se não for assim torna-se uma anomalia social e lavagem cerebral ninguém está disposto a aceitar o homosexualismo na base do "guela a baixo". Pessoalmente não tenho nada contra os homosexuais, respeito-os, mas existe uma coisa de que eles devem lembrar, a alteridade exige que respeitem o modo de pensar dos outros. E se outros como eu, considero que a o homosexualismo possa ser curado, QUAL É O PROBLEMA DE RESPEITAR A LIBERDADE DE DECIDIR?

    Se nossa Carta Magna tem como clausula pétrea a liberdade de crença religiosa, e se a maioria dos religiosos, tomam como base cristã e Bíblica que o homosexualismo é uma anomalia comportamental. Tal ponto de vista, a luz da democracia plena, da alteridade e do respeito pela diferença de opiniões deve ser respeitado. Cada igreja tem a liberdade de abordar esta questão da forma que melhor encontrar. Não sou a favor de fechar a porta das igrejas aos homosexuais nem tãopouco promover uma 'caça as bruxas'. Mas sou a favor sim de continuarmos usando o bom senso no sentido de respeitar os diferentes modos de ver um assunto tão polêmico como este.

    Sou religioso, na infância sofri abuso sexual, que segundo especialistas é uma das causas que levam ao homosexualismo. Mas pelas orações de minha mãe que encontrou salvação para ela e toda a família numa nova religião, superei o medo ao trauma. E cresci mentalmente sadio, sou casado, hetero, tenho uma família grande e até netos.

    No limiar do III milênio estamos cada vez vivendo mais numa sociedade aberta e em mutação constante. Mas certas coisas mantem uma salutar dose de imutabilidade, que é a base da própria sobrevivência da civilização e da sociedade: a familia, a igreja e a escola. Não podemos imaginar que uma sociedade possa evoluir constituindo-se só de homosexuais, tão sociedade utópica peca por não ter viabilidade, sustentabilidade e continuidade.

    Assim agradeço por seus esforços pessoais. Deus continue abençoando o seu trabalho. Lhe protegendo, amparando e curando tudo o que precisa ser curado no pensamento dos pacientes.
    Seu caso frente ao CFP, muito além de torná-la uma vítima, acabou por dar a questão da "Ditadura Homosexual" a melhor visibilidade possível. A sociedade como um todo tem que manter-se atenta quanto a lei que tramita no Congresso que criminaliza a homofobia. Concordaria com esta lei se houvesse a devida reciprocidade ou seja: que houvesse punição para a aversão que os gays tem para com os heteros. Pois afinal foram do amor hetero e não homo que todos eles provieram.

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