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12.8.09

"O CURRICULO GAY DEVERIA SE SUBMETER À CIÊNCIA"

Associação Americana de Pesquisa e terapia da Homossexualidade
NARTH Atual
Fevereiro 13, 2009

Grande entrevista com membro do Comitê Consultivo Científico da NARTH , Dr. Rick Fitzgibbons

Psiquiatra: O Currículo Gay Deveria se Submeter à Ciência

PorJohn P. Connolly, The Bulletin
Publicado: Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nota do Editor: Esta é a parte final da série sobre homossexualidade no currículo escolar ,em atraso devido aos feriados. A pressão para a educação de tolerância à homossexualidade nas salas de aula é conduzida pelo desejo de fornecer ambientes seguros e favoráveis para todos os alunos. O programa de educação é baseado no testemunho de professores de que a intimidação de crianças com atração pelo mesmo sexo é agressivo nas escolas e que o preconceito contra os gays é forte o suficiente para evitar que os professores "se assumam".

Porém, um psiquiatra da Filadélfia disse nesta entrevista que muitos dos conceitos que levam à pressão pelo currículo que defende o estilo de vida homossexual não têm base nas descobertas científicas.

O Dr. Rick Fitzgibbons é diretor do Instituto para a Recuperação Conjugal em West Conshohocken e trabalhou com milhares de pacientes nos últimos 30 anos. Ele palestrou no Instituto Internacional da Cultura sobre identificar e resolver conflitos emocionais em crianças. O Dr. Fitzgibbons disse que há uma ampla evidência de que as relações homossexuais não se assemelham às heterossexuais.

"As pessoas estã sendo ensinadas pela mídia e pelo governo que não há diferença entre o estilo de vida homossexual e o heterossexual" disse o Dr. Fitzgibbons. Mas ele afirma que não há provas científicas que sustentem esta afirmação.

O Dr. Fitzgibbons e outros psiquiatras pesquisadores da Associação Americana de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH) compilaram informações de vários estudos científicos sobre a homossexualidade para questionar as afirmações sem base científica sobre as relações homossexuais.

"As relações homossexuais são abusivas entre 35 e 55% do tempo," disse o Dr. Fitzgibbons. "As relações heterossexuais têm cerca de 7% de abuso.

"Joanne Glussman, líder do grupo Mainline Youth Alliance (MYA) (português: Aliança Principal Acesso Jovem), que se destina a ser um local de interação social de alunos que se identificam como homossexuais, promovendo iniciativas educacionais que endossem a homossexualidade. Ela citou uma pesquisa de 2008 feita pela Rede de Educação Gay, Lésbica e Heterossexual (GLSEN) com mais de 6.000 alunos do ensino fundamental e médio em que 9 entre 10 estudantes gays se sentiram prejudicados na escola no ano passado. Cerca da terça parte desses alunos disseram ter faltado um dia de aula no mês passado por não se sentirem seguros.

"É isso que acontece," disse Glusman. "Porque vocês saberiam, se tivessem feito suas pesquisas, que essas crianças têm um alto risco de assedio, dano físico e até morte.

"O Dr. Fitzgibbons ainda apresentou pesquisas científicas para reforçar a sua posição. Os cientistas descobriram que as pessoas com atração pelo mesmo sexo apresentam muito mais risco de sofrer de outras desordns psicológicas, como depressão, abuso de drogas e pensamentos de suicídio. Esses estudos foram publicados no Jornal Americano de Saúde Pública, no Jornal Internacional de Epidemiologia e nos Anais de Medicina Doméstica.

O Dr. Fitzgibbons disse que tais estudos indicam que as relações homossexuais têm problemas com compromisso e nem chegam perto dos níveis de comprometimento refltidos pelas relações heterossexuais. Esse cenário relacional, diz ele, vai contra o que as pessoas esperam dos relacionamentos.

"Fomos equipados para o compromisso", disse o Dr. Fitzgibbons. "Se você olhar as relações homossexuais , há uma falta de exclusividade; há uma falta de compromisso. A promiscuidade é excesiva.

"A compreensão da atração pelo mesmo sexo pode ser adquirida na observação das causas do desenvolvimento e do ambiente que levam a ela. Enquanto não há evidências científicas que as pessoas nasçam com a atração pelo mesmo sexo, estudos mostram que muito da atração pelo mesmo sexo são produtos da Desordem de Identidade de Gênero (DIG), em que uma criança se associa com o comportamento do sexo oposto. Muitos casos de DIG começam com assuntos familiares ou com a rejeição dos pares.

"A atração pelo mesmo sexo é muito fluida, especialmente quando se é jovem", ele disse. "Pode-se tê-la por um período de tempo e depois deixá-la na maturidade. Um dos problemas, espcialmente com meninos, é a falta de coordenação esportiva. Vivemos em uma cultura obcecada por esportes. Se alguém não os pratica, é difícil sentir-se aceito no mundo masculino. Os meninos rejeitados por isso podem começar a se identificar com as meninas em vez dos meninos. "

O Dr. Fitzgibbons disse que devia-se ensinar às crianças sobre os riscos das relações homossexuais, e não que essas relaçõe são tão estáveis e saudáveis como as heterossexuais.

"Acho que as crianças têm o direito de saber que se as pessoas escolhem este estilo de vida, suas chances de ser abusada é cinco vezes maior que no estilo de vida heterossexual", disse o Dr. Fitzgibbons. "E elas não estão aprendendo a verdade. Elas estão sendo educadas na mentira. Estão sendo colocadas em risco, pois os relacionamentos são profundamente instáveis, e as crianças merecem coisa melhor que isso. O melhor padrão para se educar as crianças é uma casa onde haja um pai e uma mãe que sejam estáveis. Uma mãe e um pai trazem um dádiva especial para a criança que dois pais ou duas mães não podem dar.

"A Sra. Glusman disse a este Boletim que os perigos do bullyng são de suma importãncia para os programas que apoiam uma visão inclusiva dos relacionamentos homossexuais."Há muita pressão nas crianças hoje para seguirem um modelo e quando elas não o seguem acabam sofrendo danos" , ela disse.

O Dr. Fitzgibbons admitiu que o bullying (intimidação) é um problema nas escolas, mas disse que as crianças tendem mais a intimidar as outras pela aparência delas.

"Queremos proteger as crianças do bullying, mas não queremos fazer isso apoiando um estilo de vida perigoso para a saúde emocional e física delas", continuou ele. "Temos sérios problemas com a raiva excessiva nas crianças. Há muitas razões para isso, originadas de problemas na família.

"O Dr. Fitzgibbons sustenta um retorno a uma abordagem mais positiva da psicologia, enfatizando forças e virtudes para construir um caráter entre as crianças.

"As maiores virtudes que superam o ódio são a ternura e o perdão", afirmou. "Isso precisa ser enfatizado."

Thank you!
Tradução:LOURDES DIAS
AUTORIZADA A DIVULGAÇÃO DESDE QUE CITADA A FONTE


The National Association for Research and Therapy of Homosexuality
www.narth.com
1-866-364-4744 (toll-free)

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