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18.8.09

"Um Conselho contra a Psicologia" - Claudemiro Soares


Agora o Presidente Lula sabe que pessoas que vivenciavam a homossexualidade podem mudar. Ele recebeu um livro do autor Claudemiro Soares:
HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA: Escolha ou Destino?

Veja um capítulo do mesmo.
Está resolvido?
Não se curam os homossexuais, a despeito de serem absolutamente
curáveis. Jacques Lacan, psic analista francês.

De acordo com o psicólogo Fabrício Viana, a atração pelo
mesmo sexo não faz parte do currículo dos cursos de
Psicologia no Brasil. Em seu livro O Armário, o Dr. Fabrício
Viana afirma que, durante todos os anos de faculdade, seus
professores jamais mencionaram sequer a existência da homossexualidade
e dos homossexuais.1


Outros profissionais da Psicologia atestam a afirmação
do Dr. Fabrício Viana. O professor Fernando Silva Teixeira
Filho, Ph.D em Psicologia Clínica pela UNESP, por exemplo,
reconhece que “a homossexualidade, ainda hoje, é abordada
com pudor, medo, silêncio”. 2 Nesse mesmo sentido, a sexóloga
e terapeuta Rinna Riesenfeld, em seu livro Papai, Mamãe, Sou
Gay!, afirma que médicos, psicólogos e psiquiatras conhecem
muito pouco sobre a homossexualidade.3


Ao que parece, muitos especialistas assumem que os profissionais
da saúde mental desconhecem a atração pelo mesmo
sexo e as vicissitudes do comportamento homossexual. Apesar
disso, muitos psicólogos, psiquiatras, psicanalistas e sexólogos
aparecem regularmente na mídia afirmando que algumas pessoas
nascem homossexuais e que não existe nenhuma droga,
cirurgia ou psicoterapia que possa auxiliar aqueles que pretendem
se livrar da homossexualidade.

De acordo com o que você leu até agora, a homossexualidade
– tal como a conhecemos nos dias de hoje – nunca existiu
em nenhum momento da história da humanidade nem em qualquer
região geográfica deste planeta. Além disso, as evidências
científicas não permitem afirmar com a mínima racionalidade
que a atração pelo mesmo sexo decorre de fatores genéticos,
hereditários ou hormonais. Entretanto, existem estudos científicos
que atestam a importância do ambiente na formação da
identidade de gênero e da personalidade. Esses estudos comprovam,
ainda, que é possível mudar a orientação sexual e que essa
mudança não traz nenhum efeito colateral para quem a realiza
com sucesso. Apesar de tudo isso, lamentavelmente, o Conselho
Federal de Psicologia (CFP) atrapalha a vida de quem deseja
simplesmente se livrar da atração pelo mesmo sexo e viver de
acordo com seu próprio sexo biológico.


O CFP, por meio da Resolução nº 01/99, estabelece que:
Art. 1° – Os psicólogos atuarão segundo os princípios éticos da
profissão, notadamente aqueles que disciplinam a nãodiscriminação
e a promoção e bem-estar das pessoas e da
humanidade.
Art. 2° – Os psicólogos deverão contribuir, com seu conhecimento,
para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento
de discriminações e estigmatizações contra aqueles
que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.
Art. 3° – Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça
a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas,
nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar
homossexuais para tratamentos não solicitados.
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão
de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação
de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais exis229
tentes em relação aos homossexuais como portadores de
qualquer desordem psíquica.
Ao que parece, o CFP decretou que os profissionais da
Psicologia não podem estudar o fenômeno da mudança de
orientação sexual, nem podem teorizar sobre esses fenômenos.
Essa decisão corresponde ao que muitos chamariam de
“estabelecer a verdade por decreto”.
Um Conselho contra a Psicologia

Você viu neste livro que Freud, Adler Ellis, Jung, Lacan e
muitos outros nomes importantes para a Psicologia consideravam
o homossexualismo uma condição patológica e que merecia
ser tratada por meio de psicoterapia, sempre que o próprio
paciente solicitasse esse tratamento. Além disso, agora você sabe
que a homossexualidade é tratada por meio da psicoterapia desde
o final do século 19. Nesse sentindo, está claro que muitos
psicólogos, sexólogos, sociólogos e antropólogos reconhecem
que é possível mudar a orientação sexual com o auxílio de um
terapeuta competente. Diante disso, como pode o Conselho Federal
de Psicologia adotar um posicionamento contrário ao tratamento
da homossexualidade?


Em 1973, independentemente de qualquer estudo científico
e mediante forte pressão política de grupos que defendem
os interesses dos homossexuais, a Associação Americana
de Psiquiatria (APA) retirou o homossexualismo da sua lista
de doenças mentais. Essa decisão não recebeu o apoio de todos
os psiquiatras estadunidenses. Na verdade, quase 40% dos psiquiatras
reprovaram a idéia de serem sacrificados princípios
científicos em favor dos direitos civis.


Embora um consenso entre cientistas requeira muitos anos
de estudos e experimentos, as pesquisas sobre a origem biológica e
o caráter imutável da homossexualidade começaram muitos anos
depois de a APA decidir essa questão. Desse modo, parece inegável
que a APA tenha decidido “normalizar” a homossexualidade por
motivos que nada têm a ver com a Ciência. Na verdade, a decisão
da APA foi repudiada por quase metade dos psiquiatras.4

Para Joseph Nicolosi, Ph.D em Psicologia, a decisão de
“normalizar” a homossexualidade realmente não decorre do
fato de que algum especialistas tenha descoberto que a atração
pelo mesmo sexo é uma variação normal da sexualidade
humana. Ele acredita que muitos psiquiatras e psicólogos ignoram
as causas da homossexualidade e desconhecem as abordagens
terapêuticas para tratamento desse problema. Assim,
para o Dr. Nicolosi, existem terapeutas que não corroboram
a “normalidade” do comportamento homossexual, mas, por
desconhecerem qualquer tratamento eficaz para a homossexualidade,
preferem dizer que, nesse caso, não há nada a ser
tratado. Parece que esses terapeutas acreditam no ditado que
diz: “o que não tem remédio, já está remediado”.

Assim como o Dr. Nicolosi, o Dr. Gerard van Aardweg
é Ph.D em Psicologia. Ele entende que a afirmação de que a
homossexualidade não pode ser tratada com sucesso é uma
atitude fatalista e desencorajadora que decorre da falta de investigação
séria sobre essa matéria.

Ao que parece, o CFP apenas “copiou” o que a Associação
Americana de Psiquiatria APA “decretou” a respeito da homossexualidade
no início da década de 70.

Embora saibam muito pouco sobre a homossexualidade,
alguns especialistas dizem que o tratamento da atração pelo mesmo
sexo não funciona e provoca “distúrbios psicológicos” nos pacientes
que tentam mudar a sua orientação sexual. Esse fato, no
entanto, jamais foi comprovado. Na verdade, como destaca o Dr.
Warren Throckmorton, Ph.D em Psicologia, a única “prova” de
que o tratamento psicoterápico do comportamento homossexual
é prejudicial aos pacientes está no discurso daqueles que ignoram
os fatos sobre a mudança. Portanto, percebe-se que essa descrença
dos especialistas revela apenas sua ideologia dogmática.


As pessoas que me conhecem e os ex-homossexuais que eu
conheço comprovam que mudar a orientação sexual é saudável,
prazeroso e emocionante. Assim, de acordo com a minha experiência e segundo a opinião das pessoas que são ou conhecem exhomossexuais,
não há dúvida de que o pensamento do Dr. Throckmorton
está correto no que concerne à falta de evidências sobre os
prejuízos que a mudança causaria na psique daqueles que a experimentam.
Além disso, os estudos sobre a vida dos ex-gays demonstraram
que eles não são portadores de nenhuma patologia.


Dr. Robert Spitzer, professor do departamento de Psiquiatria
da Universidade Columbia, de Nova York, atuou de modo
determinante na retirada do homossexualismo da lista de distúrbios
mentais da Associação Americana de Psiquiatria em 1973.


Apesar disso, ele não tem dúvidas de que os homossexuais podem
mudar. Conforme noticiou a revista Veja, o Dr. Spitzer acredita
que “é possível que esteja errada a idéia de que a orientação sexual
pode ser combatida, mas não mudada”.5


O descompasso entre a resolução do CFP e o entendimento
dos especialistas pode ser facilmente observado em uma reportagem
recente da revista Época. A revista questionou se pode ser
considerado “bem de cabeça” um homem casado que paga para
fazer sexo com um homem que parece ser mulher.


Ainda de acordo com a revista Época, os especialistas não
têm uma resposta unânime para essa questão. Apesar disso, Época
destacou a opinião do psicanalista Oswaldo Rodrigues, do Instituto
Paulista de Sexualidade. Conforme declarou à revista, ele
entende que alguns homens que procuram sexo com outros homens
são portadores de uma patologia. O psicanalista afirmou
ainda que “muitos fazem isso num impulso de autodestruição”.6
Por que seria possível mudar o sexo, mas não a orientação
sexual?


Você pode estar se perguntando: “se não há embasamento
científico que prove a origem genética e a condição imutável da
atração pelo mesmo sexo nem qualquer estudo que demonstre
os malefícios causados por qualquer terapia que vise a ajustar
sexualmente um homossexual que deseja mudar, como pode o
Conselho Federal de Psicologia proibir que se tratem os homossexuais
que manifestam interesse nesse tratamento?”

Embora eu tenha pesquisado exaustivamente esse tema,
não encontrei nenhuma explicação lógica, científica, profissional
ou racional para que o CFP tenha expedido uma resolução que
proíbe até mesmo que os psicólogos se pronunciem publicamente
sobre a homossexualidade. Apesar disso, fiquei perplexo ao saber
que existem leis, programas governamentais e profissionais
da Psiquiatria e da Psicologia preparados para ajudar qualquer
homem a mudar de sexo, tornar-se uma “mulher”.

Recentemente, o Governo Federal determinou que o Sistema
Único de Saúde (SUS) realize a cirurgia de mudança de sexo,
à custa dos impostos arrecadados de todos os cidadãos. Assim,
todos contribuem para que uma pessoa mude de sexo, mas um
homem que deseja apenas “ser homem”, além de não receber nenhuma
atenção específica do SUS, está “legalmente” impedido de
receber qualquer ajuda profissional para realizar o sonho de ter
uma esposa e filhos. Apesar disso, durante a realização da Conferência
Nacional de Políticas Públicas de Juventude, realizada em
Brasília, entre os dias 27 e 30 de abril de 2008, o governo brasileiro
decidiu promover o reconhecimento e a valorização da LIVRE
orientação sexual e de identidade de gênero.

Para a psicóloga Rozângela Justino, a decisão do CFP atenta
contra os direitos à liberdade, igualdade, expressão de pensamento,
livre atividade científica e de comunicação, assegurados
no art. 5º da Constituição Federal de 1988.

O Dr. Paul Medeiros Krause, procurador do Banco Central
em Belo Horizonte (MG), bacharel em Direito pela Universidade
Federal de Minas Gerais, entende que o Estado brasileiro está
agindo de maneira totalitária no que se refere ao tratamento da
homossexualidade. Ele acredita que a naturalidade do homossexualismo
seja um dogma falacioso que está sendo imposto ao
povo brasileiro e denuncia que oposições filosóficas ou científicas
(psicológicas) a esse dogma estão proibidas.7

Alguns especialistas do Direito discordam da interpretação
da Drª. Rozângela Justino e entendem que os psicólogos
podem, sim, atender aos gays que solicitam ajuda para adquirir
comportamentos heterossexuais.

Uma interpretação sistêmica da Resolução nº 01/99 revela
que os profissionais da Psicologia só não podem garantir
cura, mas são livres para exercer sua profissão de acordo com a
solicitação do paciente, sem coerções.

Alguns juristas alertam que não se pode confundir o exercício
regular da profissão com posições pessoais dos psicólogos,
afinal, a ética da Psicologia é laica e, portanto, neutra de crenças
religiosas e ideologias politicamente corretas.

Ao que parece, a Resolução nº 01/99 está de acordo com a
Constituição Federal, porém, é problemática sua interpretação por
parte daqueles que, sem fazer uma análise sistêmica, pegam expressões
ou dispositivos isolados dessa Resolução e fazem interpretações
parciais para atender a conveniências e interesses pessoais.
Segundo noticiou a BBC Brasil, “O Conselho Federal
de Medicina proíbe que psicólogos prometam ‘curar’ a homossexualidade,
mas diz que quem estiver infeliz com sua
condição pode procurar ajuda”.8

Em suma, à luz do Direito e do bom senso, está claro que
um psicólogo não pode obrigar o paciente a mudar a orientação
sexual nem persuadi-lo a desistir dessa idéia, esquivando-se de
lhe prestar auxílio nos limites da ciência e da experiência clínica.
Antígonas do século 21

Dr. Luiz Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da
Bahia (GGB), em seu livro Crônicas de Um Gay Assumido, declarou
que a Ciência e as leis estão ao lado dos homossexuais.
De acordo com as evidências demonstradas neste livro, nenhum
cientista encontrou qualquer indício da origem genética ou do
caráter imutável da homossexualidade. Desse modo, parece ingênua
a afirmação de que a Ciência seja partidária do homossexualismo.

Embora não se possa afirmar racionalmente que a Ciência
corrobora as idéias sobre a origem biológica e a condição inalterável
da homossexualidade, o mesmo não se pode dizer da legislação
brasileira. A Resolução nº 01/99 do CFP, por exemplo,
parece mesmo estar ao lado dos homossexuais.

Felizmente, muitos terapeutas no Brasil estão de acordo com
o psicanalista Oswaldo Rodrigues e acreditam que há pessoas que
buscam na prática homossexual sua autodestruição. Assim, esses
terapeutas não se omitem frente ao desafio de evitar que alguns
indivíduos sejam destruídos pelo desejo sexual. Esses profissionais
não apenas tratam a homossexualidade mas também publicam livros
e descrevem minuciosamente os procedimentos terapêuticos
utilizados no tratamento da atração pelo mesmo sexo.
A psicóloga Solange Cigagna, por exemplo, auxilia seus pacientes
homossexuais a mudar a orientação sexual por meio da Terapia
de Vidas Passadas. Além de possuir formação acadêmica em
Psicologia, ela é Bacharel em Direito e não parece constrangida pela
Resolução do CFP que proíbe o tratamento da homossexualidade.

A Drª. Renate Jost também parece não enxergar nenhuma
limitação no que o CFP recomenda aos profissionais da Psicologia
quanto à patologização da homossexualidade. Ela afirma que
em muitos casos a homossexualidade provoca sofrimento psicológico
ao indivíduo e por isso defende que essas pessoas têm direito
à ajuda de um terapeuta profissional.

Além dos psicólogos que não se deixam intimidar pela decisão
do Conselho Federal de Psicologia quanto ao tratamento da
homossexualidade, existem muitos terapeutas cuja atuação profissional
não pode ser impedida pelo CFP.

O Dr. Magnus Amaral, por exemplo, é psiquiatra formado
pela Universidade de São Paulo (USP) e oferece livremente na Internet
um tratamento inédito e revolucionário para cura do que
ele chama de neurose homossexual. Além desse médico paulista, a
terapeuta holística Valéria Bastos, o hipnoterapeuta Luiz C. Crozera,
o terapeuta oriental Rildo Moraes e muitos outros profissionais espalhados pelo Brasil utilizam abordagens terapêuticas
alternativas no tratamento da homossexualidade.

Ao que parece, existe um grupo de terapeutas “rebeldes” que
entende que a saúde de uma pessoa não está vinculada apenas à
satisfação de desejos e fantasias sexuais. Esse grupo acredita que a
saúde humana envolva o bem-estar físico, psíquico, emocional e social
e, como Antígona*, não se omitem frente à tirania de ninguém.
Na verdade, esses terapeutas parecem discordar da ideologia do politicamente
correto e não pretendem assistir passivamente às pessoas
sucumbirem aos desejos e comportamentos autodestrutivos.

Até os psicólogos mudam!

Diante da ausência brutal de evidências sobre a origem
genética e o caráter imutável da homossexualidade e sem poder
negar séculos de experiência clínica de muitos psicólogos, a Associação
Americana de Psicologia reconheceu em pronunciamento
recente que cabe ao cliente a escolha do tratamento mais adequado
a seus objetivos. Assim, nos Estados Unidos, qualquer pessoa
pode solicitar e receber livremente auxílio psicológico para se
livrar da atração pelo mesmo sexo e desenvolver a heterossexualidade,
se assim o desejar. De acordo com esse entendimento, os
profissionais da Psicologia devem respeitar o direito de escolha
do paciente e não podem convencê-lo a aceitar a homossexualidade
como uma variação normal da sexualidade humana.


Notas
1 – O Armário, pg. 122.
2 – “Homossexualidades, gênero e direitos humanos: questões que dizem respeito
a todos (as) nós”. Disponível em: www.assis.unesp.br/perfilvertentes/include/
getdoc.php?id=31&article=10&mode=pdf, 19/06/08.
3 – Papai, Mamãe, Sou Gay! pg. 35.
4 – Revista Mente & Cérebro, nº 165, pg. 42 e 43.
5 – http://veja.abril.com.br/160501/p_122.html, em 17/07/08.
6 – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT4421-15228-4421-393
4,00.html, em 19/06/08.
7 – Disponível em http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=9306, em
13/06/2008.
8 – Disponível em http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2003/10/
031007_gayrepercut1mt.shtml, em 19/06/08.
*Personagem de Sófocles (495ª.C – 406 a.C) que desafiou o decreto do rei Creonte
e, mesmo em face da morte, não traiu a própria consciência.

Pense por si mesmo!
Faça o que você quiser fazer
E vá aonde você precisa ir
Pense por si mesmo
Porque eu não estarei lá com você
Think For Yourself, Beatles.
Apesar de todas as evidências sobre a mudança de orientação
sexual, há quem afirme que esse fato “não existiu
nem jamais existirá”. Até mesmo autores de livros que
se tornaram fenômenos de venda repetem esse dogma. Eles afirmam
erroneamente que as abordagens terapêuticas para o tratamento
da homossexualidade falharam em todos os casos. Assim,
fica evidente o totalitarismo ideológico desses autores.
De acordo com as evidências apresentadas neste livro, é
razoável acreditar que esses autores estejam pouco informados
sobre os resultados das terapias para tratamento da atração pelo
mesmo sexo. Apesar disso, é preciso reconhecer que algumas pessoas
gostam de pensar que não se pode mudar, afinal, elas estão
acostumadas a pensar “eu sou assim... sempre fui assim e é assim
que eu continuarei sendo para sempre”.
Felizmente, nem todos os especialistas que estudam o comportamento
humano sucumbem ao discurso ideológico contrário
à possibilidade da mudança de orientação sexual. Há profissionais
renomados que não se filiam a nenhuma corrente do pensamento
psicológico e que mantêm a sua autonomia intelectual e política.
O psiquiatra Thomas A. Harris, por exemplo, defendia
a idéia de que algumas experiências só podem ser validadas a
partir dos seus efeitos na vida de uma pessoa. De igual modo,
o psicólogo Flávio Gikovate parece acreditar que as possibilidades
de mudança do comportamento humano não podem se ....

Compre o livro do Claudemiro Soares! Leia-o todo.

4 comentários:

  1. Joana - Cuiabá-MT11:33 AM

    Para quem insiste no dogma que uma vez gay sempre gay, PRECISA URGENTEMENTE ler o livro HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA ESCOLHA OU DESTINO? e se tiver coragem, é só entrar em contato com o Autor Clademiro Soares www.claudemirosoares.com.br - querem tirar dúvidas? fale com ele, fale com Joide Miranda www.joidemiranda.wordpress.com (ex-travesti), ao invés de vomitarem sua ira em jornais on-line, contra a Dra. Rozângela Justino que tão somente estende a mão para quem pede ajuda VOLUNTARIAMENTE, ela não sai correndo atrás de homossexuais, eles que estão correndo desesperadamente atrás dela, porque sabem que ela além de apoiar suas decisões de sair do estado homossexual, ela os leva ao retorno à heterossexualidade, o retorno a paz que excede todo entendimento. Porque VOCÊS NÃO FALAM COM PESSOAS QUE JÁ SAIRAM DESTE ESTADO? entrem em contato com eles e saberão o quanto são felizes e completos em uma vida HETERO e eles também poderão ajudá-los.

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  2. Só discoro do Claudemiro no que diz respeito a chamar pessoas que passaram pelo homossexualismo de "ex-gays", pois, se não são mais gays só resta ser homens, seria o mesmo que chamar os gays de "ex-homens" ou "ex-mulheres". Isso não existe!!!Mas enfim, conheço várias pessoas que deixaram o homossexualismo, por se sentirem mal com tal situação, e hoje se declaram mais felizes e satisfeitos com a vida que escolheramm, sim escolheram. Acho cruel que essa forma de atentarem contra o direito de escolha das pessoas, todos tem direito de mudar aquilo que lhes causa desconforto.

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  3. Sou uma mãe desesperada que precisa muito da sua ajuda.Tenho um filho que esta sofrendo muito porque ele não aceita que é homossexual e eu como qualquer outra mãe também não aceito,ele admiti que é mais não aceita e não sabe como lutar contra isso.Sou da cidade de Três Rios na região serrana do Rio de janeiro.Me ajude por favor,quero salvar meu filho desse transtorno que atormenta ele,a mim e a toda minha familia.Acredito na sua capacidade e sei que é Deus que está usando você para salvar essas pessoas transtornadas.Queria saber como entrar em contato com você seja pessoalmente ou por telefone.Me ajude por favor!!!
    Deus te abençoe.

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  4. Anônimo9:19 PM

    Sou uma mãe desesperada e também preciso muito da sua ajuda.

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