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21.10.10

Onde fica o Reino de Deus na disputa entre PT e PSDB? e Candidato a governo de Nova Iorque condena propaganda gay nas escolas

Enquanto o avanço das leis anti-“homofobia” do governo federal sob o PT esbarrou em fortes resistências cristãs, os mesmos tipos de lei encontraram poucos obstáculos em seu avanço no Estado de São Paulo sob o PSDB. O que farão os cristãos agora?

Julio Severo
Em 1992, a Igreja Universal do Reino de Deus tinha uma postura firme contra o aborto, e contra Lula e o PT. Não era necessário ser visionário para enxergar que o PT no governo traria aborto e homossexualismo — mas ninguém imaginava que seria muito pior do que imaginávamos.
O PT chegou ao poder graças a uma horrorosa deturpação do conceito do que é o Reino de Deus, pregada por uma CNBB majoritariamente adepta da Teologia da Libertação. Os evangélicos, que sempre tinham um pé atrás com a ideologia de Lula, acabaram aderindo — sob inspiração de Caio Fábio — a essa teologia.

Na segunda metade da década de 1990, o Bispo Edir Macedo começou a mudar radicalmente de opinião, passando a apoiar conjuntamente o aborto e o PT, levando sua endinheirada igreja a caminhar lado a lado com a CNBB e Ariovaldo Ramos numa visão religiosa onde o PT é um tipo de implementador oficial das políticas de sua versão do “Reino de Deus”.

Segundo eles, o PT estaria perdoado por sua promoção do aborto e do homossexualismo, pois “ajuda os pobres”. Quem quer que faça isso é parceiro de sua versão do “Reino de Deus”, independente do que tenha feito. Por isso, eles facilmente perdoam Fidel Castro e Hugo Chavez. É o vale-tudo pelos pobres: matar, roubar e destruir.

Fiel à sua ideologia abortista, Macedo se coloca hoje ao lado da candidata abortista Dilma Rousseff. O Pr. Silas Malafaia já criticou a postura pró-aborto e pró-Dilma de Macedo, o qual respondeu argumentando que Serra é também a favor do aborto.

Seria imprudente presumir que Dilma e Serra não terão governos comprometidos com a causa do aborto e do homossexualismo. Lula é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Dilma. O Estado de São Paulo sob o PSDB, com suas radicais leis anti-“homofobia”, é a amostra (e ameaça) viva do que será o governo de Serra.

Serra foi sincero o suficiente para dizer que apoiará a união civil homossexual — exatamente como fez publicamente Marina Silva, que confessou ter a mesma posição de Marta Suplicy —, e Dilma disfarçou suas antigas posições de aborto.

Se Dilma ganhar, a mentira se transformará em realidade cruel. Se Serra ganhar, quem conseguirá impedi-lo de fazer pelo PLC 122 o que o PSDB fez pela versão estadual dessa lei em São Paulo, que teve um avanço espetacular? E os grupos homossexuais proclamarão que Serra venceu porque defendeu publicamente os interesses deles, enquanto que Dilma titubeou.

Contudo, os cristãos estão titubeando muito mais do que Dilma e Serra, que se encontram na desconfortável situação de verem a questão do aborto e “casamento” gay pesando numa eleição inteira.

Aqueles que deveriam ter compromisso com o Reino de Deus estão fazendo muitas negociações, esquecendo-se ou não se importando que fazer compromisso com candidatos políticos em tempo de eleição é um mau negócio. Tudo o que o candidato Lula negociou em 2002 sobre aborto e homossexualismo seu governo jamais cumpriu. Mas, acima de tudo, se os valores do Reino de

Deus são inegociáveis, por que tantas negociações?
Com Ariovaldo Ramos e Edir Macedo, a Teologia da Missão Integral (versão protestante da Teologia da Libertação) se uniu à Teologia da Prosperidade para sustentar o insustentável: um governo que durante oito anos trabalhou pelo aborto, pelo homossexualismo, aliançado com Fidel Castro, Hugo Chavez e outras famosas ditaduras internacionais. Respeito aos direitos humanos? Só nos discursos. No que depender do PT, de Ariovaldo Ramos, Edir Macedo e Bispo Manoel Ferreira, as populações de Cuba, Irã, Venezuela e Coreia do Norte podem continuar a ser massacradas sob as grossíssimas vistas da diplomacia brasileira.

No que se refere à ideologia marxista — que essencialmente crê que o centro do universo é o santo e generoso Estado “assistencialista” —, Serra não é muito diferente de Dilma, como a própria Marina Silva reconheceu, considerando seus partidos no mesmo nível ideológico nas origens. O único motivo de preocupação dela nesta eleição foi a “onda de conservadorismo”, reconhecida pela imprensa como a principal força que está se opondo ao aborto e ao homossexualismo.

Ninguém esperava essa onda, e mesmo se declarando não conservadora antes da onda, Marina acabou no primeiro turno recebendo votos de milhões de conservadores, que votaram nela para evitar o abortismo e homossexualismo de Dilma e Serra. Mas seu testemunho principal, moldado pela Teologia da Libertação, foi ficar em cima do muro ou lavando as mãos, como uma versão verde de Pôncio Pilatos. Nenhuma queixa contra as posturas anticristãs de Dilma ou do PT — com quem ela trabalhou com a consciência tranquila durante muitos anos — ou de Serra. Só queixas contra o conservadorismo.

De Macedo e Ariovaldo Ramos, não se espera nada, pois não existe coerência em aliados de um governo patentemente anticristão. Enquanto Macedo tocou explicitamente no assunto do aborto em tom de aprovação, Ariovaldo pró-Dilma divulgou seu manifesto público, declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”. E Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, igualmente não toca no assunto do aborto e homossexualismo uma única vez, mas critica abertamente o que ela enxerga como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites”.

A utopia dela — envolvendo marxismo, socialismo, Teologia da Libertação, Teologia da Missão Integral, evangelho progressista, evangelho comunista e afins — não merece ser sacrificada em prol do verdadeiro e único Evangelho? Não merece ser sacrificada pelo bem-estar moral de milhões de famílias que não precisam e não querem governos que, dizendo-se a favor dos pobres, são obcecados, doentes e insanos por aborto e homossexualismo?

De Silas, espera-se mais. Seu testemunho contra o PLC 122 e contra o aborto é notável e louvável. Mas apoiar Serra publicamente é compatível com os valores do Reino de Deus? E que tipo de compatibilidade houve no apoio dele no passado a Lula e Sérgio Cabral? Marcelo Crivella e Magno Malta são destaques também entre os evangélicos por combaterem o PLC 122, mas estão com Dilma, que tem um histórico de violência e luta armada que ela nunca renega e hoje está alinhada com o PT em sua ambição de transformar o Brasil numa ditadura marxista e a América Latina numa União das Republiquetas Socialistas do Foro de São Paulo.

Será uma alegria enorme ver a derrota da terrorista comunista Dilma, mas uma vitória de Serra será motivo de comemoração?

Entenda que esta eleição não representa alegria, pois os eleitores não poderão escolher entre uma solução menor e uma solução maior. Pelo contrário, é uma eleição de dor e sofrimento, principalmente para homens e mulheres que têm valores elevados de justiça e família, onde a única opção humana disponível é escolher entre o mal maior e o mal um pouco menor. É uma escolha entre um governo que trará grandes problemas e outro que trará problemas imensos.
Os dois candidatos representam perigos reais. Dilma, em maior grau; Serra, em menor. É como escolher, metaforicamente, entre um assassino e um estuprador. Se você escolhe o assassino, sua esposa e filhas são estupradas na sua frente e no final você e elas são mortos. Se escolhe o estuprador, você e elas escapam com vida, mas elas são estupradas.

O que não é metáfora nem ficção é que as políticas deles realmente trarão mortes e estupros, em muitos sentidos diferentes e reais. Aborto propositado e legalizado é assassinato sancionado pelo Estado. Ensinar homossexualismo ou sexo para crianças nas escolas é estupro psicológico perpetrado pelo Estado. Sacralizar e proteger legalmente o conceito de “orientação sexual” abre as portas para todos os tipos de barbarismo e anormalidade, inclusive a pedofilia, sob as “bênçãos” do Estado. Dificultar relações diplomáticas com Israel e facilitá-las com as ditaduras sanguinárias do Irã e Coreia do Norte é trazer espírito de morte e maldição ao Brasil, assim como manter ligações com grupos terroristas como as Farc e o Hamas. Tudo isso o PT tem feito religiosamente, enquanto que metade disso o PSDB aprova e faz.

É por isso que não voto em nenhum dos dois, mas entendo aqueles que, vendo o mal maior do PT aparelhado ao Estado e transformando o Brasil em tirania, estão dispostos a tapar o nariz para votar em Serra. Entretanto, dá para entender os que não tapam o nariz e ainda negociam?
Diante do mal, o Reino de Deus e seus valores são inegociáveis, mas muitos membros importantes da Frente Parlamentar Evangélica estão se vendendo em troca de propostas indecorosamente altas. O PT está conseguindo comprar a consciência de parlamentares evangélicos que até recentemente viam e avisavam sobre as ameaças dos projetos do PT. Agora, sob o peso das tentações terrenas, eles se calam para a verdade e só desentopem a boca para elogiar os bons pagadores.

No entanto, aqueles que negociarem os valores do Reino de Deus verão a Palavra de Deus se cumprir. Antes de o governo e a sociedade do Brasil serem castigados por suas iniquidades, o juízo se abaterá sobre a casa de Deus, a começar por homens que trazem o titulo de pastor, bispo, apóstolo, deputado evangélico, etc. De Deus não se zomba. Ele não tolerará para sempre os que negociam os valores do Reino de Deus em troca de ideologias de morte, roubo e destruição, ainda que venham elegantemente mascaradas de assistência aos pobres.
Então, se não há em quem votar, para onde recorrer? Ao Rei do Reino de Deus. Ninguém entende melhor de política do que Ele.

Uma convocação pública e nacional de jejum, choro e oração poderia trazer para o Brasil um aumento da “onda de conservadorismo” contra o aborto e o homossexualismo — uma onda maior que traga justiça e repudio à institucionalização de toda iniquidade.
Nesta eleição, ninguém esperava uma onda contra o aborto e o homossexualismo, mas ela veio, fazendo o diabo estremecer de raiva e pavor.

Quem a enviou não pode mandar muito mais?
Fonte: www.juliosevero.com
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Candidato a governo de Nova Iorque condena propaganda gay nas escolas
Posted: 19 Oct 2010 03:37 PM PDT

Candidato a governo de Nova Iorque condena propaganda gay nas escolas
Kathleen Gilbert
NOVA IORQUE, EUA, 12 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Carl Paladino, candidato republicano ao governo do Estado de Nova Iorque, provocou polêmica nesta semana depois de se comprometer a proteger as crianças de escola da propaganda homossexualista nas escolas, e afirmar que a homossexualidade não é “uma opção igualmente válida ou feliz”.
Paladino fez os comentários num discurso para líderes judeus ortodoxos no domingo.

“Precisamos parar de fazer concessões aos pornógrafos e aos pervertidos que buscam como alvo nossos filhos e destruir a vida deles. Não marchei na parada do orgulho gay deste ano, mas meu oponente marchou”, disse Paladino, referindo-se ao candidato do Partido Democrático ao governo, Andrew Cuomo, procurador-geral. “E esse não é o exemplo que devemos estar mostrando aos nossos filhos, e certamente não nas nossas escolas”.

“E não citem de forma distorcida meus comentários, como se eu quisesse cometer algum tipo de violência física contra os homossexuais, isso seria uma mentira covarde”, continuou ele. “Meu modo de atuar é cuidar da minha própria vida e deixar os outros em paz. Apenas acho que meus filhos e os seus filhos ficariam em situação muito melhor e muito mais feliz se casando e formando uma família, e não quero que eles sofram lavagem cerebral para pensar que a homossexualidade é uma opção igualmente válida ou feliz. Não é”.

O candidato republicano disse que vetaria uma lei que reconhece o “casamento” de mesmo sexo se a assembleia legislativa o aprovasse, mas conviveria com a vontade do povo se a questão fosse colocada num referendo.

Outras seções do discurso, que Paladino omitiu, causaram alvoroço nos meios de comunicação quando os comentários foram circulados antes que ele aparecesse para fazer o discurso. De acordo com as transcrições, Paladino deveria dizer: “Não há nada do que se orgulhar de ser um homossexual disfuncional. Deus não nos criou desse jeito”. Paladino mais tarde disse que as declarações eram “inaceitáveis” e que ele as havia apagado. Ele também pediu “perdão” pelo que chamou de “palavras escolhidas de forma descuidada”.

“Não sou perfeito, nem sou político de carreira. Cometi erros na minha campanha”, Paladino disse num e-mail divulgado por sua campanha.

“Peço-lhes perdão por minhas palavras escolhidas de forma descuidada e pela publicação por parte de outros não envolvidos em nossa campanha de rascunhos que não refletiam minha declaração oral nem correspondiam aos meus sentimentos pessoais”.

A campanha de Cuomo imediatamente divulgou uma declaração acusando Paladino de “homofobia assombrosa e um desrespeito óbvio à igualdade fundamental”. Um porta-voz de Paladino disse para o jornal New York Times que o candidato estava “simplesmente expressando as opiniões que ele tem no coração como católico”, e que “a maioria dos cidadãos de Nova Iorque concorda com ele”.

O rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos EUA e um dos principais líderes conservadores de Nova Iorque, disse que ele teve “alguma participação” no discurso polêmico, embora não o tivesse escrito. “Estou pronto para defender o seu conteúdo”, Levin disse para o New York Times.

Os comentários de Paladino podem ser animadores para os nova-iorquinos que são a favor da família, pois eles já estão informados dos danos que a agenda homossexual tem provocado nos direitos dos pais em estados próximos que adotaram o “casamento” homossexual. Um exemplo proeminente ocorreu em Massachusetts dois anos atrás, quando um tribunal federal decidiu que os pais não poderiam retirar seus filhos de aulas que ensinam conteúdo homossexual.

David e Tonia Parker começaram a lutar contra o currículo da Escola Fundamental Estabrook na cidade de Lexington, Mass., em 2005, quando ficaram sabendo que a classe de pré-escola de seu filho havia distribuído um livro que retratava duplas gays ou lésbicas com crianças como uma família normal. Os pedidos de Parker para que a escola desse aviso antes de seu filho ser exposto a tal matéria foram ignorados.

Os Parkers em 2006 processaram a prefeitura de Lexington e o sistema escolar, com a colaboração de Rob e Robin Wirthlin, cujo filho de segundo ano primário teve de escutar a estória de amor homossexual “King & King” (Rei & Rei) na sala de aula. Um tribunal federal decidiu que os pais não tinham nenhum direito de saber sobre tal currículo ou escolher que os filhos não o recebessem, uma decisão sustentada por um tribunal de apelações e deixada intacta pelo Supremo Tribunal dos EUA.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10101214

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